Un pouco da nosa fartura de #outubro.
#feixoa
#caqui
#dióspiro
#abacate
#tomate
#AccaSellowiana
#DiospyrosKaki
#PerseaAmericana
#SolanumLycopersicum
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Abacate: o superalimento que transforma sua saúde
Por muito tempo evitado por quem associava seu alto valor calórico ao ganho de peso, o abacate hoje é reconhecido como um dos alimentos mais completos e funcionais da alimentação saudável. Considerado um verdadeiro ‘superalimento’, ele se destaca por seu perfil nutricional único e por reunir benefícios que vão da saúde cardiovascular à beleza da pele e dos cabelos.
A fruta é fonte de gorduras monoinsaturadas, especialmente o ácido oleico, que ajuda no controle do colesterol e na proteção do coração. Também é rica em fibras, que promovem saciedade e regulam o funcionamento do intestino. Além disso, o abacate concentra vitaminas como E, C, K e as do complexo B, associadas à imunidade, ao metabolismo energético, à saúde óssea e à ação antioxidante.
“O abacate oferece uma combinação poderosa de nutrientes. Ele ajuda a equilibrar a pressão arterial, melhora a sensibilidade à insulina e ainda contribui para a prevenção de doenças inflamatórias e cardiovasculares. É um alimento completo, seguro para todas as idades e que pode ser incluído na rotina de forma prática”, afirma a nutricionista e professora do curso de nutrição do Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau) Recife, campus Boa Viagem, Jussara Pessôa.
Por ter baixo índice glicêmico, a fruta é uma excelente opção para diabéticos. Em crianças, colabora para o crescimento saudável. Já em idosos, pode auxiliar na saúde intestinal e no controle da pressão arterial. E os benefícios não param por aí: a presença de antioxidantes e vitamina E atua na hidratação e elasticidade da pele, além de fortalecer os cabelos.
Apesar de todos os pontos positivos, a especialista reforça a importância da moderação. Por ser calórico, o consumo exagerado pode levar ao ganho de peso. A porção ideal gira em torno de duas a quatro colheres de sopa por refeição, variando conforme a necessidade energética de cada pessoa.
Foto: Polina Tankilevitch/PexelsNão há um horário certo para incluir o abacate na alimentação. Ele pode aparecer no café da manhã, em lanches, no almoço ou jantar. Amassado no pão com azeite e sementes, batido com leite vegetal e cacau ou servido em cubos nas saladas e guacamole, são muitas as formas de consumir.
Alguns mitos ainda cercam o alimento, mas são facilmente desmentidos por dados científicos. “É mito dizer que o abacate engorda ou faz mal ao fígado. O que engorda é o excesso calórico da dieta como um todo. Também não é verdade que ele só combina com receitas doces, e muito menos que pessoas com diabetes não podem consumir. Pelo contrário, ele ajuda no controle glicêmico”, explica Jussara.
Já o caroço e a casca não são recomendados para consumo humano, apesar de conterem compostos antioxidantes. Por segurança e digestibilidade, o uso mais indicado é em compostagem e jardinagem, evitando o desperdício e promovendo sustentabilidade.
Com sabor suave, alta densidade nutricional e versatilidade na cozinha, o abacate mostra que está longe de ser apenas uma tendência, é um alimento potente, acessível e que pode transformar a saúde de forma simples e eficaz.
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Trocas na dieta ajudam a reduzir colesterol ruim
Você sabia que mais da metade dos brasileiros não sabe dizer quais são seus níveis atuais de colesterol? Esse dado fez parte da pesquisa O que o Brasileiro Sabe sobre o Colesterol, conduzida pelo Instituto Ipsos, em parceria com a farmacêutica Sanofi, a pedido do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). O levantamento revela que 67% da população desconhece suas próprias taxas, evidenciando a falta de atenção a um indicador tão importante para a saúde.
ResumoTrocar gorduras saturadas de ultraprocessados por azeites, castanhas, nozes, amêndoas, abacate e óleos não tropicais ajuda a reduzir o LDL;
A mudança alimentar também favorece o aumento do HDL, conhecido como colesterol bom;
Peixes ricos em ômega-3, como sardinha, salmão e cavala, reduzem a produção de VLDL no fígado.
O que muitos já conhecem é que alguns alimentos são considerados grandes vilões e responsáveis, em parte, por elevar as taxas de LDL-C (lipoproteína de baixa densidade), popularmente conhecido como colesterol ruim. Porém, pouco se fala sobre evidências que apontam para alimentos capazes de ter o efeito contrário: reduzir as taxas de colesterol no organismo.
Rafaelly Raiane, FameacEsses alimentos são fundamentais na dieta do brasileiro, especialmente porque cerca de 40% da população adulta apresenta colesterol elevado, segundo a SBC. Seja para diminuir os níveis já alterados ou, melhor ainda, prevenir o problema, a nutricionista e professora do Idomed Fameac, Rafaelly Raiane, dá dicas sobre quais nutrientes e em quais alimentos eles podem ser encontrados para afastar o colesterol alto/ruim.
Segundo a especialista, “a prioridade é reduzir o consumo de gorduras saturadas e gorduras trans, mais do que se preocupar com a contagem do colesterol na dieta. Algumas evidências científicas recentes mostram que padrões alimentares equilibrados e escolhas específicas podem reduzir o LDL-C e melhorar o perfil lipídico, otimizando os níveis de gordura”, explica Rafaelly.
Opções
Na busca pela redução das taxas de colesterol, um dos caminhos é optar por alimentos ricos em fibras solúveis, como aveia, cevada, leguminosas e frutas (a maçã é um bom exemplo). “Esse hábito alimentar estimula a formação de um gel no lúmen intestinal, que se liga aos ácidos biliares, aumenta sua excreção e obriga o fígado a utilizar colesterol para sintetizar mais bile”, explica a docente. Estudos recentes mostram que aproximadamente 3 g/dia de β-glucana (tipo de fibra solúvel presente na aveia e na cevada) reduzem o LDL-C e o colesterol total.
Outra alternativa importante é o consumo de alimentos ricos em esteróis vegetais. De acordo com a nutricionista, estudos comprovam a redução de 6 a 12% no LDL-C com a ingestão diária de 1,5 a 3 g, obtida por meio de frutas, vegetais, leguminosas, óleos vegetais e outros alimentos de origem vegetal.
Para quem já apresenta níveis elevados de colesterol, uma substituição se mostra indispensável: trocar gorduras saturadas por gorduras insaturadas. “Isso significa substituir alimentos ultraprocessados e gordurosos por azeites e outros óleos não tropicais e por oleaginosas como castanhas, nozes e amêndoas, além de abacate e peixes”, completa a profissional. Segundo ela, essa mudança reduz o LDL-C e favorece o aumento do HDL-C (lipoproteína de alta densidade), conhecido como ‘colesterol bom’, em dietas de padrão cardioprotetor.
Por fim, uma última dica da especialista: em uma dieta voltada para reduzir o colesterol ruim, os peixes ricos em ômega-3, como sardinha, salmão e cavala, são excelentes aliados. Eles reduzem a síntese hepática de VLDL (Very Low Density Lipoprotein), ou Lipoproteína de densidade muito baixa.
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MOUSSE FÁCIL DE ABACATE
https://www.portaldicas.net/2019/06/mousse-facil-de-abacate.html?m=1