- cijnusp
https://jornal.usp.br/ciencias/cientistas-descobrem-45-novas-toxinas-em-bacterias-causadoras-de-infeccoes-alimentares/
#Cincias #CinciasdaSade #Alimentoscontaminados #Bactrias #Bacterifagos #Infecoalimentar #Toxinas #Vrus
Casos de envenenamento explodem no Brasil, e acendem alerta
Um levantamento feito pelo portal UOL mostra que pelo menos 30 casos de envenenamento foram identificados no Brasil desde o ano passado, resultando em pouco mais de 20 mortes. Seja em doces, salgados ou refeições, diversos casos em sequência têm despertado o receio dos brasileiros. A situação, infelizmente, é realidade também no Maranhão, com episódios registrados nas cidades de Imperatriz e São Luís, resultando na morte de duas crianças.
Os casos registrados no estado envolveram o uso de chumbinho (produto de comercialização ilegal usado como veneno para ratos), inserido em medicamentos e em um ovo de Páscoa, respectivamente. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2020 e 2024, foram registrados mais de 100 homicídios por envenenamento em todo o país.
Taynara Logrado, professora do Idomed Fameac“A maior parte dos casos ocorre por ingestão de alimentos contaminados que chegam sob a forma de presentes misteriosos Por isso, é importante sempre confirmar a procedência do que se recebe. Embalagens violadas ou entregas não identificadas devem ser tratadas com desconfiança, e é fundamental não consumir nada sem saber a origem”, alerta a professora da Faculdade de Medicina de Açailândia (Idomed Fameac) e enfermeira Taynara Logrado. Ela reforça a importância da atenção aos detalhes, como no caso recente registrado em São Luís, onde uma profissional de saúde identificou bolinhas pretas no interior de um medicamento, um exemplo de como uma checagem cuidadosa pode salvar vidas.
Sintomas e primeiros socorros
Taynara explica que um dos principais sintomas de envenenamento é a dor abdominal intensa, geralmente logo após a ingestão do alimento ou líquido contendo a substância nociva. No entanto, os efeitos também podem surgir por contato e irritação com a pele ou com os olhos. Outros sinais incluem sudorese, visão embaçada, dor de cabeça, fala arrastada, tremores e dificuldade respiratória.
“Em caso de suspeita de envenenamento, é essencial manter a calma, mas agir com rapidez”, orienta a professora de medicina do Idomed Fameac. A docente explica que não se deve induzir o vômito nem seguir mitos populares, como dar leite, limão ou café para cortar os efeitos. Segundo ela, essas atitudes podem agravar o quadro, causando lesões no esôfago ou broncoaspiração pela interação entre as substâncias.
Apenas profissionais de saúde estão aptos a decidir por procedimentos como, por exemplo, a lavagem gástrica. A recomendação inicial é acionar o SAMU pelo 192, manter o paciente confortável, afrouxar suas roupas e, se estiver deitado, posicionar sua cabeça de lado para evitar sufocamento em caso de vômito
Enquanto o socorro não chega, deve-se monitorar a respiração da vítima e, se possível, durante a espera ou o trajeto até hospitais ou Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), é importante manter contato com os serviços de emergência ou com o Centro de Informação Toxicológica (canal telefônico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa), pelo número 0800-722-6001. O serviço funciona 24 horas por dia e direciona o atendimento para profissionais da região, que prestam orientação em casos de intoxicação.
É importante ressaltar que quem presta socorro também precisa tomar cuidados para não se contaminar, especialmente se o veneno estiver presente em objetos ou na pele da vítima. Nesse caso, é necessário lavar bem a área afetada com água corrente por 15 a 20 minutos, especialmente se houver contato com os olhos.
#alimentosContaminados #Anvisa #Brasil #CentroDeInformaçãoToxicológica #chumbinho #cuidadosEmergenciais #envenenamento #homicídiosPorVeneno #Idomed #IdomedFameac #Imperatriz #intoxicação #Maranhão #medicamentos #MinistérioDaSaúde #orientaçãoMédica #ovosDePáscoa #prevenção #primeirosSocorros #saúdePública #Samu #SãoLuís #segurançaAlimentar #sintomas #TaynaraLogrado #UOL
Empresas refuerzan control para evitar crisis alimentarias
Industrias implementan protocolos ante posibles contaminaciones
Por Deyanira Vázquez | Reportera
El compromiso de la industria alimentaria por ofrecer productos seguros impulsó estrategias preventivas. HDI Global México propuso seguros especializados para enfrentar crisis.
Un informe del Instituto de Marketing de Alimentos y la Asociación de Fabricantes de Comestibles estimó que un retiro alimenticio costó, en promedio, 10 millones de dólares. Este cálculo excluyó pérdidas indirectas como demandas, caída en ventas y afectación reputacional.
Alejandra Olvera, directora en HDI Global México, advirtió que estos incidentes ocurrieron en procesos de mezcla, envasado o almacenaje. Añadió que los cambios maliciosos obedecieron a actos deliberados. «Una lata mal etiquetada o un lote contaminado puede afectar no solo las finanzas, sino el prestigio y operación total de una empresa», afirmó la directiva.
Riesgos frecuentes
La experta explicó que la exposición a contaminaciones accidentales o intencionales fue más común de lo que aparentó. Recomendó enfocarse en etiquetado preciso, cuidado de contaminantes y empaques seguros. Una retirada tardía implicó costos logísticos, contratación eventual, campañas de comunicación, destrucción de productos, limpieza y compensaciones.
Olvera subrayó que, en esos casos, el gasto no debería recaer solo en la empresa. La póliza adecuada brindó apoyo integral durante todo el proceso. «Debe haber claridad en lo que cubre el seguro. No solo es un respaldo financiero, sino acompañamiento real al cliente», agregó.
Asesoría y autoridades
Frente a una eventual crisis, recomendó buscar consultores especializados para actuar de forma rápida y profesional. Estos expertos orientaron sobre notificaciones, riesgos sanitarios y posibles impactos legales y operativos.
Informar a las autoridades resultó esencial. De lo contrario, las empresas se expusieron a multas, clausuras, suspensiones y demandas colectivas. Las principales instancias involucradas fueron Cofepris, Profeco, Senasica y la Secretaría de Economía.
Impacto económico
El retiro de productos generó gastos en transporte, almacenamiento, rehabilitación, reposición, y en el peor de los casos, retiro gubernamental obligatorio. También arrastró afectaciones indirectas: pérdida de confianza del consumidor y revisión completa de procesos internos.
«El retiro parece improbable, pero representa una amenaza que puede llevar al cierre del negocio», advirtió Olvera. La asesora afirmó que una cobertura adecuada protege la operación, imagen, ventas y continuidad empresarial.
Prevención con póliza
Contar con un seguro especializado permitió realizar simulacros, validar protocolos de emergencia y gestionar la reputación institucional. HDI Global México diseñó coberturas para sectores más expuestos: alimentos, bebidas, cosméticos, envases y electrodomésticos.
La consultoría también incluyó estrategias de comunicación de crisis, recuperación de confianza y monitoreo regulatorio. Olvera concluyó que el respaldo técnico previene impactos graves en industrias con alta visibilidad pública. –sn–
¡Conéctate con Sociedad Noticias! Suscríbete a nuestro canal de YouTube y activa las notificaciones, o bien, síguenos en las redes sociales: Facebook, Twitter e Instagram.
También, te invitamos a que te sumes a nuestro canal de información en tiempo real a través de Telegram.
#alimentosContaminados #Cdmx #Cofepris #consultoríaEnCrisis #crisisEmpresarial #HDIGlobalMéxico #industriaAlimentaria #Información #InformaciónMéxico #México #Morena #noticia #noticias #NoticiasMéxico #NoticiasSociedad #reputaciónDeMarca #retiroDeProductos #seguridadAlimentaria #segurosCorporativos #SN #Sociedad #SociedadNoticias #SociedadNoticiasCom #sociedadNoticias #SociedadNoticiasCom
Inocuidad alimentaria: ciencias, tecnologías, innovación y desarrollo fortalecen el trabajo para evitar enfermedades por alimentos contaminados
Inocuidad alimentaria: ciencias, tecnologías, innovación y desarrollo fortalecen el trabajo para evitar enfermedades por alimentos contaminados
Santiago, 12 jun (elmundo.cr) – Con el objeto de socializar y promover la importancia de la inocuidad de los [...]
#AlimentosContaminados #Enfermedades #FAO #InocuidadAlimentaria #Mundo
Inocuidad alimentaria: ciencias, tecnologías, innovación y desarrollo fortalecen el trabajo para evitar enfermedades por alimentos contaminados Mundo - El Mundo CR
Durante las tareas de limpieza y el retorno a los hogares tras un desastre natural, existe un riesgo significativo de ingesta de agua o alimentos contaminados e inhalación de patógenos que pueden causar procesos infecciosos&n
En 2022 se vendieron alimentos con al menos 106 plaguicidas, de los que 59 eran disruptores endocrinos y 32 sustancias no autorizadas, según el informe ‘Directo a tus hormonas. Residuos de plaguicidas en los alimentos españoles’, que presenta Ecologi