Refluxo gastroesofágico: sinais, causas e como controlar
Refluxo gastroesofágico: sinais, causas e como controlar
Alívio imediato: manobras simples contra cólicas em bebês
Do sonho à vocação: a jornada de Moisés na Medicina
Do sonho à vocação: a jornada de Moisés na Medicina
Nascido em um ciclo familiar menos favorecido, no bairro Vila Ildemar, um dos mais tradicionais de Açailândia (MA), Moisés Oliveira (25 anos) vem de uma realidade na qual, como ele próprio explica, o estudo sempre foi um desafio e sonhar alto parecia algo muito distante. “Minha família nunca teve condições financeiras de pagar uma faculdade, mas desde cedo aprendi que a educação é o caminho mais poderoso para transformar vidas, e foi nela que escolhi apostar todas as minhas forças”, comenta o, hoje, estudante de Medicina no Idomed Fameac.
O dia 18 de outubro é marcado pela celebração do Dia do Médico, uma profissão que desperta o desejo de milhões de jovens brasileiros. Segundo um levantamento do Observatório Febraban, Medicina aparece em primeiro lugar entre as profissões de maior prestígio do país, sendo escolhida por 89% dos entrevistados, o que explica o interesse – mesmo diante do surgimento de novas profissões e tendências de mercado – de muitos estudantes por essa carreira. Um desses jovens é o próprio Moisés, que está cada vez mais próximo de realizar o sonho de se tornar médico.
Atualmente cursando o 6º período de Medicina, ele relata que o caminho até aqui foi marcado por muito esforço, superação e determinação.
Foram meses intensos de estudo, disciplina, fé e renúncias. Eu não tinha condições de pagar uma faculdade, mas acreditava que o esforço e a fé me abririam caminhos. E abriram. Em 2023, fui aprovado em primeiro lugar em Medicina, conquistando uma bolsa integral pelo Programa Mais Médicos, no IDOMED Fameac. Aquele dia mudou completamente a minha vida, pois foi quando entendi que a educação é, de fato, a base de tudo
Difíceis decisões
Antes dessa conquista, Moisés precisou tomar uma das decisões mais difíceis de sua vida. Mesmo faltando pouco tempo para se formar em Engenharia, curso que fazia anteriormente, percebeu que seu verdadeiro propósito estava em outro lugar.
Sempre admirei a Medicina pela forma como ela toca vidas e devolve esperança. Esse era o sonho que sempre pulsou dentro de mim: o de cuidar das pessoas e fazer a diferença na vida delas. Por isso, tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida, trancar o curso e recomeçar do zero, dedicando-me inteiramente ao sonho de cursar Medicina
“Muita gente achou loucura abandonar tudo, mas eu sabia que não podia viver com o arrependimento de não ter tentado. Hoje, como estudante de Medicina, cada aula e cada experiência prática me lembram da minha caminhada e do quanto valeu a pena acreditar. Quando visto o jaleco, lembro da fase da minha vida em que sonhava com esse momento e do jovem que, mesmo sem condições, nunca desistiu. Lembro da minha família e de todas as vezes em que pensei em parar, mas, seguindo minha força de vontade, continuei”, finaliza, emocionado, Moisés.
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Alívio imediato: manobras simples contra cólicas em bebês
Noites em claro, choros incessantes e aquele aperto no peito a cada segundo, essa foi a realidade de Bernardo Edberg e Tauanne Gomez nos primeiros meses após a chegada do bebê. Como tantos outros pais de recém-nascidos, eles enfrentaram de perto os temidos episódios de cólica. “Depois de muitas tentativas e da ajuda de profissionais, as cólicas foram diminuindo, e poder ver nosso pequeno mais tranquilo trouxe um alívio e uma felicidade imensos”, compartilha o casal.
Taynara Logrado, professora do Idomed FameacA enfermeira e professora de Medicina do Idomed Fameac, em Açailândia, Taynara Logrado, explica que as cólicas em bebês estão relacionadas ao sistema digestivo, que ainda está em processo de consolidação e não possui maturidade suficiente para lidar com os gases que entram no organismo.
Taynara destaca que a opção ideal é procurar um pediatra para entender o cenário e indicar os melhores caminhos para evitar ou minimizar as cólicas. Em momentos mais urgentes, que exigem uma atuação imediata, algumas estratégias podem ajudar, como a aplicação de compressas ou banhos mornos (sempre com muito cuidado e testando a temperatura), além de massagens na barriga e exercícios simples.
Exercícios ajudam
A enfermeira indica três exercícios fáceis e eficazes para os casos mais emergenciais. Os pais podem colocar o bebê com a barriga apoiada sobre o antebraço, exercendo uma leve pressão nas costas para estimular a eliminação dos gases, o que ajuda a acalmar e confortar o recém-nascido. Outra manobra eficaz é deixar o bebê deitado e realizar uma massagem leve com as pontas dos dedos na barriga, no sentido horário, contemplando todos os quadrantes do abdômen. Também é possível, com o bebê nessa mesma posição, fazer movimentos horizontais e verticais de junção e afastamento entre o polegar e o indicador, na altura do umbigo.
A professora traz ainda uma palavra de consolo e mais algumas orientações: “Os pais podem ficar tranquilos que esse período de desconforto tem prazo para terminar. Por volta do quinto ao sexto mês o quadro de cólicas tende a desaparecer. Até lá, não ofereça qualquer medicamento sem antes consultar o pediatra. Procure sempre orientação médica antes de recorrer a remédios para garantir um tratamento seguro e eficaz”, finaliza.
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Descongestionante nasal: quando o alívio vira vício
Descongestionante nasal: quando o alívio vira vício
Seja por gripe ou por reações alérgicas relacionadas à rinite ou sinusite, a congestão nasal faz parte da rotina de muitos brasileiros. Em busca de uma solução prática para esse incômodo no nariz, muitas pessoas recorrem aos descongestionantes nasais e tendem a utilizá-los de forma negligente, o que levanta discussões sobre os riscos, entre eles, a possibilidade de dependência. Afinal, isso é mito ou verdade?
Maria Simone, professora do Idomed FameacA farmacêutica e professora da Faculdade de Medicina de Açailândia (Idomed Fameac), Maria Simone Mignoni, afirma que sim, o vício atrelado aos descongestionantes nasais é um fato. No entanto, não se trata de uma dependência química, como a que costuma ocorrer com drogas que atuam no sistema nervoso central, mas sim de uma dependência psicológica.
“Os descongestionantes nasais são vasoconstritores que reduzem a coriza ao contrair os vasos sanguíneos da mucosa. Porém, quando o efeito passa, ocorre uma dilatação dos vasos e a congestão volta ainda mais forte. O uso por mais de três dias pode causar dependência, fazendo o paciente sentir medo de ficar sem o medicamento e dificuldade para respirar”, explica Maria Simone.
Quais são os sinais de alerta?
Maria Simone lista alguns sinais de uso abusivo do medicamento, como: necessidade de aplicar o spray várias vezes ao dia, por muitos dias ou semanas; congestão nasal que só melhora após o uso do descongestionante; medo de ficar sem o produto na bolsa; e utilização mesmo sem grande necessidade. Esses são indicativos de que o paciente está fazendo uso indevido do medicamento.
Riscos e contraindicações
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o tempo máximo recomendado de tratamento com descongestionantes nasais vasoconstritores é de até três dias. Pacientes com doenças cardíacas, hipertensão, distúrbios da tireoide, diabetes, rinite crônica, glaucoma ou dificuldade para urinar devido ao aumento da próstata não devem utilizar esse tipo de medicamento.
Qual é a forma mais segura?
Para evitar o risco de dependência, podem ser utilizadas alternativas seguras, como medicamentos à base apenas de soro fisiológico, disponíveis no mercado em forma de spray ou solução para nebulização. Eles ajudam a hidratar, fluidificar secreções e aliviar a respiração, sem o risco de dependência.
A umidificação adequada do ambiente e a ingestão regular de líquidos também são medidas não medicamentosas eficazes. Além disso, o paciente pode fazer uso de antialérgicos ou de alguns medicamentos tópicos intranasais, sempre sob prescrição médica.
Mais do que combater o sintoma, é fundamental entender a causa da obstrução nasal e tratá-la com responsabilidade. Em vez de se tornar refém de soluções rápidas, o ideal é adotar hábitos saudáveis, buscar orientação médica e investir em alternativas seguras. Afinal, cuidar da saúde nasal é também cuidar da qualidade de vida. E nada melhor do que respirar fundo — livremente, sem dependências.
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Receitas médicas falsas crescem e ameaçam saúde no Brasil
A situação das vendas facilitadas de medicamentos e receitas médicas falsificadas no Brasil tem se tornado cada vez mais alarmante. É o que revela um levantamento realizado pelo g1, em parceria com Ergon Cugler, pesquisador do CNPq vinculado ao Laboratório de Estudos sobre Desordem Informacional e Políticas Públicas (DesinfoPop/CEAPG/FGV). O estudo aponta que a quantidade de anúncios relacionados a remédios e documentos médicos adulterados aumentou mais de 20 vezes desde 2018 no Telegram – passando de 686 para mais de 15 mil publicações anuais no país.
Outro aspecto que chama a atenção é o uso indevido de dados de médicos brasileiros em documentos fraudulentos, que são explorados para a comercialização de receitas e medicamentos, principalmente aqueles que exigem prescrição para serem adquiridos.
Vinícius Serra, professor de direito da UniFacimp WydenO professor de direito da UniFacimp Wyden, Vinicius Serra, explica que existem leis que tratam da comercialização de medicamentos sem autorização, bem como da falsificação de receitas e atestados médicos. Por exemplo, o Código Penal, em seus Artigos nº 298 e nº 304, aborda a falsificação e o uso de documentos falsos, incluindo atestados e prescrições médicas. Já a Lei nº 11.343/2006, conhecida como Lei de Drogas, prevê sanções rigorosas para o comércio clandestino de substâncias controladas, enquanto a Lei nº 6.437/1977 tipifica infrações sanitárias relacionadas à produção, distribuição e propaganda irregular de medicamentos.
“Esse tipo de conduta pode resultar em pena de um a cinco anos de reclusão, além de multa. O comércio ilegal de medicamentos sem registro ou controle da Anvisa é punido com reclusão de até 15 anos, dependendo da substância e do contexto. Quem produz ou distribui atestados falsos também pode responder por exercício ilegal da medicina, crime que prevê detenção de seis meses a dois anos”, completa o docente.
Em resumo, o professor ressalta que não se trata apenas de uma conduta irregular: é uma prática criminosa que ameaça a saúde pública, fragiliza a confiança nas instituições médicas e exige ação coordenada do Estado. As punições podem variar desde sanções administrativas até penas de prisão, justamente para desestimular um mercado que coloca vidas em risco.
Vidas em risco
Maria Simone, professora do Idomed FameacPara falar sobre a ameaça à saúde pública causada por essas condutas ilegais, a farmacologista clínica e professora da Faculdade de Medicina de Açailândia, Idomed Fameac, Maria Simone Mignoni, afirma que a prescrição de receituário falso é ilegal e pode acarretar diversos riscos, trazendo consequências graves e impacto negativo à saúde do indivíduo que se expõe a esse perigo. “A população que adquire receitas controladas ilegalmente se expõe a fatores de risco como: reações adversas, efeitos tóxicos, alergias, interações medicamentosas, efeito rebote, dependência, resistência microbiana, entre outros”, complementa.
“É importante que as pessoas entendam que o medicamento, se usado de forma incorreta, torna-se nocivo, pois o que determina o efeito terapêutico da droga é a sua dose, e todo fármaco tem uma dose letal”, explica Maria Simone.
É possível notar o golpe?
Com a modernização dos softwares de consultas online e das receitas digitais, torna-se cada vez mais difícil identificar prescrições falsas ou adulteradas nas farmácias. No entanto, alguns cuidados podem ser adotados no momento da liberação dos medicamentos para detectar inconsistências, como ausência da assinatura do profissional prescritor, erros ortográficos ou informações incompletas, além de posologia e tempo de tratamento incompatíveis com o legalmente permitido. Algumas ferramentas digitais de validação também podem ser utilizadas, como o acesso ao QR Code da receita, que permite rastrear sua autenticidade, no caso das prescrições digitais.
Por fim, Maria Simone aponta alguns caminhos que podem ajudar a combater esse tipo de fraude e a facilitação de acesso indevido aos medicamentos. Entre eles, estão medidas regulatórias, como a exigência de verificação de identidade/licenciamento para telemedicina e prescrição médica, a adoção de auditorias internas nas farmácias para identificar receitas fraudulentas e a aplicação de penalidades a quem fraudar ou adquirir prescrições ilegais. “Tudo isso deve ser feito visando à maior segurança dos pacientes, evitando danos causados por falsos diagnósticos ou prescrições fraudulentas”, conclui a docente.
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Casos de envenenamento explodem no Brasil, e acendem alerta
Um levantamento feito pelo portal UOL mostra que pelo menos 30 casos de envenenamento foram identificados no Brasil desde o ano passado, resultando em pouco mais de 20 mortes. Seja em doces, salgados ou refeições, diversos casos em sequência têm despertado o receio dos brasileiros. A situação, infelizmente, é realidade também no Maranhão, com episódios registrados nas cidades de Imperatriz e São Luís, resultando na morte de duas crianças.
Os casos registrados no estado envolveram o uso de chumbinho (produto de comercialização ilegal usado como veneno para ratos), inserido em medicamentos e em um ovo de Páscoa, respectivamente. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2020 e 2024, foram registrados mais de 100 homicídios por envenenamento em todo o país.
Taynara Logrado, professora do Idomed Fameac“A maior parte dos casos ocorre por ingestão de alimentos contaminados que chegam sob a forma de presentes misteriosos Por isso, é importante sempre confirmar a procedência do que se recebe. Embalagens violadas ou entregas não identificadas devem ser tratadas com desconfiança, e é fundamental não consumir nada sem saber a origem”, alerta a professora da Faculdade de Medicina de Açailândia (Idomed Fameac) e enfermeira Taynara Logrado. Ela reforça a importância da atenção aos detalhes, como no caso recente registrado em São Luís, onde uma profissional de saúde identificou bolinhas pretas no interior de um medicamento, um exemplo de como uma checagem cuidadosa pode salvar vidas.
Sintomas e primeiros socorros
Taynara explica que um dos principais sintomas de envenenamento é a dor abdominal intensa, geralmente logo após a ingestão do alimento ou líquido contendo a substância nociva. No entanto, os efeitos também podem surgir por contato e irritação com a pele ou com os olhos. Outros sinais incluem sudorese, visão embaçada, dor de cabeça, fala arrastada, tremores e dificuldade respiratória.
“Em caso de suspeita de envenenamento, é essencial manter a calma, mas agir com rapidez”, orienta a professora de medicina do Idomed Fameac. A docente explica que não se deve induzir o vômito nem seguir mitos populares, como dar leite, limão ou café para cortar os efeitos. Segundo ela, essas atitudes podem agravar o quadro, causando lesões no esôfago ou broncoaspiração pela interação entre as substâncias.
Apenas profissionais de saúde estão aptos a decidir por procedimentos como, por exemplo, a lavagem gástrica. A recomendação inicial é acionar o SAMU pelo 192, manter o paciente confortável, afrouxar suas roupas e, se estiver deitado, posicionar sua cabeça de lado para evitar sufocamento em caso de vômito
Enquanto o socorro não chega, deve-se monitorar a respiração da vítima e, se possível, durante a espera ou o trajeto até hospitais ou Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), é importante manter contato com os serviços de emergência ou com o Centro de Informação Toxicológica (canal telefônico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa), pelo número 0800-722-6001. O serviço funciona 24 horas por dia e direciona o atendimento para profissionais da região, que prestam orientação em casos de intoxicação.
É importante ressaltar que quem presta socorro também precisa tomar cuidados para não se contaminar, especialmente se o veneno estiver presente em objetos ou na pele da vítima. Nesse caso, é necessário lavar bem a área afetada com água corrente por 15 a 20 minutos, especialmente se houver contato com os olhos.
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“Sono perdido não se recupera”, esclarece especialista, que dá dicas para evitar mal da insônia
Sabe aquela noite em que você vira de um lado para o outro na cama, as horas passam devagar e parecem eternas, e, mesmo usando várias estratégias, o sono não vem? Imagine como é para as pessoas enfrentarem esse drama diariamente. Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), aproximadamente 73 milhões de brasileiros sofrem com distúrbios do sono, incluindo a insônia. Esses números assustam, já que representam cerca de 46% da população brasileira.
A professora da Faculdade de Medicina de Açailândia (Idomed Fameac) especialista em higiene do sono e na associação do sono com o humor, Milca Abda, explica que a insônia pode causar uma série de prejuízos, incluindo o aumento de sintomas de ansiedade e o risco potencializado de doenças como diabetes mellitus tipo 2, obesidade ou ganho de peso, devido ao descontrole endócrino.
Além disso, podemos citar os prejuízos cognitivos, falta de atenção e foco e aumento da sonolência durante o dia, o que pode elevar o risco de acidentes
Tem como recuperar uma noite mal dormida?
Milca Abda, professora do Idomed FameacMilca ressalta que uma noite de sono perdida, infelizmente, nunca será totalmente recuperada. No entanto, existem algumas estratégias que podem amenizar os efeitos de uma nova noite mal dormida. Um deles é manter a rotina de sempre, sem alterar os horários de acordar e dormir, para que, ao final do dia, o corpo entenda essa regularidade e esteja preparado para pegar no sono.
Mas se o cansaço bater forte durante o dia e houver mesmo necessidade de um cochilo, é importante que ele seja curto (entre 20 e 40 minutos, no máximo) e logo após o almoço. outra dica da especialista é evitar o consumo excessivo de bebidas com cafeína, principalmente após as 14h e nas horas próximas ao sono e evitar o uso de telas próximo à hora de dormir, assim como atividades que demandem alta energia mental.
Outras estratégias importantes no dia a dia, relacionadas à higiene do sono, incluem a prática regular de exercícios físicos; evitar alimentos pesados próximo ao horário de dormir; optar por luzes amarelas no período noturno; e lembrar de ir para a cama apenas quando estiver realmente com sono, sem forçar o adormecer.
“As pessoas precisam entender que o sono é essencial para a nossa saúde e desempenha funções muito importantes. Sem um sono adequado e de qualidade, diversos prejuízos podem ocorrer na saúde como um todo. Por isso, é fundamental que quem esteja sofrendo com insônia ou dificuldades para dormir procure um médico especialista”, finaliza Milca.
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