Pesquisadores do Dasman Diabetes Institute, no Kuwait, alertam que eliminar completamente o açúcar da dieta pode prejudicar a microbiota intestinal e agravar problemas metabólicos, conforme apresentado na reunião anual da Endocrine Society, ENDO 2026, em Chicago.

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Um estudo do Dasman Diabetes Institute, apresentado na reunião da Endocrine Society, revela que eliminar completamente o açúcar da dieta pode prejudicar a saúde metabólica e intestinal, enfatizando a necessidade de uma alimentação equilibrada.

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Paralisação denuncia precarização no Emílio Ribas

• Médicos do Emílio Ribas fazem greve contra terceirizações • Glifosato será enfim banido no Brasil? • E MAIS: Ozivy; atingidos por enchentes; açúcar e o cérebro; transplantes de medula óssea •

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Irã - Preço global do açúcar dispara com temor de aposta do Brasil no etanol: Os preços mundiais das commodities alimentares subiram em março pelo segundo mês consecutivo, em grande parte devido ao aumento dos preços da energia, ligado https://iclnoticias.com.br/ira-preco-global-do-acucar-dispara-com-temor-de-aposta-do-brasil-no-etanol/ #Irã #açúcar
Açúcar para crianças - o controle previne doenças na vida adulta: O consumo de açúcar para crianças nos primeiros anos de vida tem impacto direto na saúde cardiovascular décadas depois, revela estudo internacional publicado recentemente. A relação entre alimentação infantil e saúde na fase adulta nunca esteve tão clara. Uma pesquisa inovadora, publicada no renomado periódico científico British Medical Journal, acaba de comprovar o que muitos … https://radio5.pt/acucar-para-criancas/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=feed #Açúcar #SaúdeInfantil

Cesta básica fica mais barata em 22 capitais do país

O custo da cesta básica de alimentos teve redução em 22 das 27 capitais do Brasil em setembro na comparação com agosto. A informação é da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada nesta quarta-feira, 8 de outubro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Em São Luís, a queda foi de -3,15% e o custo médio da cesta básica ficou em R$ 623,92. Nove dos 12 itens avaliados tiveram redução na capital maranhense. O destaque foi o tomate, com redução de 14,55%. Arroz agulhinha (-4,2%), manteiga (-3,35%), feijão carioca (-3,1%), leite integral (-2,27%), carne bovina de primeira (-1,02%), banana (-1,02%), pão francês (-0,7%) e açúcar cristal (-0,26%) completam a lista dos produtos com queda de preço.

Entre abril e setembro de 2025, 11 produtos acumularam queda: tomate (-22,36%), arroz agulhinha (-21,43%), feijão carioca (-10,33%), farinha de mandioca (-10,14%), leite integral (-6,68%), açúcar cristal (-5,97%), óleo de soja (-4,10%), carne bovina de primeira (-3,70%), banana (-3,64%), manteiga (-3,15%) e pão francês (-0,27%).

Cesta básica nas 22 capitais: houve redução de preço

Em âmbito nacional, as reduções mais expressivas em setembro ocorreram em Fortaleza (-6,31%), Palmas (-5,91%), Rio Branco (-3,16%), São Luís (-3,15%) e Teresina (-2,63%). Os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 552,65), Maceió (R$ 593,17), Salvador (R$ 601,74), Natal (R$ 610,27) e João Pessoa (R$ 610,93). O maior custo ficou em São Paulo (R$ 842,26).

“A redução do custo da cesta básica em boa parte das capitais é sinal de que as políticas do governo do Brasil de abastecimento e apoio à produção de alimentos estão funcionando. A Conab e o Dieese trabalham para garantir transparência nos preços e contribuir com ações que assegurem comida de qualidade e a preços justos na mesa das famílias brasileiras”, afirma o presidente da Conab, Edegar Pretto.

O tomate teve queda em 26 capitais entre agosto e setembro, com variações de -47,61% em Palmas a -3,32% em Campo Grande. O aumento da oferta, resultado da colheita da safra nacional, ajudou a reduzir os valores no varejo. Apenas Macapá registrou alta (4,41%).

O arroz agulhinha ficou mais barato em 25 das 27 cidades, com destaque para Natal (-6,45%), Brasília (-5,33%) e João Pessoa (-5,05%). Mesmo com as exportações aquecidas, o recorde de produção da safra 2024/25 manteve o excedente interno elevado, o que reduziu as cotações. A única alta ocorreu em Vitória (1,29%), e o preço se manteve estável em Palmas.

O preço do açúcar caiu em 22 capitais, com variações de -17,01% em Belém a -0,26% em São Luís. O aumento da produção nas usinas paulistas e a previsão de maior oferta na Ásia provocaram queda nos preços externos e, consequentemente, no mercado interno. Apenas em Goiânia (0,51%) e João Pessoa (0,49%) o preço médio subiu.

O café em pó caiu em 14 capitais. As maiores reduções ocorreram no Rio de Janeiro (-2,92%) e em Natal (-2,48%). Apesar da valorização internacional do grão, os preços elevados nos supermercados inibiram a demanda, reduzindo as cotações médias. As maiores altas foram em São Luís (5,10%) e em Campo Grande (4,32%).

No caso da batata, coletadas nas cidades do Centro-Sul, em dez capitais o produto ficou mais barato, com reduções do valor médio entre -21,06% em Brasília e -3,54% em Porto Alegre. A queda se deve à maior oferta, com o avanço da colheita da safra de inverno. Só Belo Horizonte apresentou elevação (3,07%).

Já na carne bovina de primeira, as quedas mais acentuadas ocorreram em Macapá (-2,41%), Natal (-1,13%) e São Luís (-1,03%). A estiagem limitou a oferta, enquanto a baixa demanda impediu altas mais generalizadas. O produto subiu em 16 capitais e caiu em 11. A maior alta foi registrada em Vitória (4,57%).

O estudo trouxe ainda o recorte entre julho e setembro de 2025, que indicou queda no preço dos alimentos em 25 das 27 cidades em que é feito o levantamento no período. A capital que apresentou maior queda foi Fortaleza, com -8,96%, com a cesta passando de R$ 738,09 em julho para R$ 677,42 em setembro, R$ 60,67 a menos. São Luís (-6,51%), Recife (-6,41%) e João Pessoa (-6,07%) aparecem na sequência. Nos últimos três meses analisados, as duas únicas capitais que apresentaram alta foram Macapá/AP (+0,94%) e Campo Grande (+0,63%).

A coleta de preços de alimentos básicos foi ampliada de 17 para 27 capitais brasileiras em 2025, resultado da parceria entre a Conab e o Dieese. A iniciativa reforça a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Os primeiros resultados com todas as capitais começaram a ser divulgados em agosto de 2025, com base nos dados de julho.

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Diet, light e zero: entenda as diferenças nos rótulos

Nos mercados, é possível encontrar uma série de produtos com rótulos de embalagens diet, light e zero. Contudo, é comum as pessoas não saberem o que significa cada nomenclatura. Pensando nisso, a nutricionista e coordenadora dos cursos de gastronomia e nutrição da Uninassau Recife, campus Graças, Zilmeire Marques, explica a composição desses itens.

“Quando é diet, significa que teve a eliminação total de algum nutriente, como açúcar, gordura ou sódio. Por exemplo, um chocolate diet é isento de açúcar, mas pode conter a mesma quantidade ou até mais gordura na composição. Já o light possui redução de, pelo menos, 25% de algum nutriente em comparação ao produto tradicional. No caso do zero, o alimento tem um teor muito reduzido ou ausência de determinado nutriente, normalmente associado a zero açúcar ou zero lactose”, afirma.

Segundo a especialista, em geral, produtos light e zero podem ser úteis, desde que tenham menor valor calórico e sejam inseridos dentro de um plano alimentar equilibrado.

Se consumidos com moderação, podem até ajudar em dietas específicas – emagrecimento, diabetes e controle de colesterol

Esses alimentos podem ajudar no controle do peso, dos níveis de açúcar no sangue, da pressão arterial e do colesterol, dependendo do produto e da composição. Eles são úteis para pessoas com restrições alimentares, como diabéticos, hipertensos ou intolerantes à lactose. Apesar dos benefícios e de não possuírem açúcar, a nutricionista destaca que devem ser consumidos com moderação.

“Muitos ainda têm calorias, gorduras ou aditivos químicos. O consumo excessivo pode levar a ganho de peso, problemas gastrointestinais e desequilíbrio nutricional. Leia os rótulos e a tabela nutricional, comparando com o produto convencional. Evite opções com muitos aditivos, sódio elevado ou excesso de gordura. Para emagrecimento, busque itens com menos calorias. No caso da diabetes, tenha atenção aos carboidratos totais, não só ao açúcar. Se for hipertenso, prefira comidas com menos sódio. Dê preferência a tudo que for natural e minimamente processado, pois eles devem compor a base da alimentação”, finaliza.

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Como remover manchas mais temidas e frequentes nas roupas

Quem nunca derrubou um pouco de café na camisa antes de uma reunião importante, ou acabou com a gola da camiseta marcada por base ou batom? Manchas fazem parte da rotina de qualquer pessoa – e, muitas vezes, são também o maior desafio nas lavanderias, sejam elas domésticas ou profissionais. Entre os tipos mais frequentes estão as manchas de maquiagem, vinho, sangue, chocolate, café e caneta – cada uma exigindo cuidados específicos, produtos adequados e técnica profissional para garantir a remoção sem danificar os tecidos.

A remoção de manchas é um dos serviços mais valorizados nas lavanderias, justamente porque requer um conhecimento técnico e profundo sobre o tipo de tecido, composição da mancha e método ideal de aplicação de produtos. Não é sobre esfregar ou improvisar – é sobre entender como agir de forma estratégica para preservar as peças

José Previero, gerente técnico e de treinamento dos franqueados de OMO Lavandeira

Segundo ele, há casos em que o processo de remoção de manchas leva mais de uma etapa, com reaplicação de produtos ou alternância entre tratamentos.

O que vemos com frequência são roupas que chegam com a mancha agravada porque a pessoa tentou remover com sabão comum, alvejante ou esfregando com força. Isso, muitas vezes, acaba dificultando a remoção da mancha em vez de ajudar

Veja como essas manchas são tratadas no processo profissional e dicas do que fazer e, principalmente, do que não fazer.

  • Maquiagem
  • Vinho
  • Sangue
  • Chocolate
  • Café
  • Caneta (tinta)
  • Maquiagem

    Produtos como base, batom e rímel geralmente contêm óleos, corantes e ceras, o que exige uma abordagem cuidadosa. Não faça como a maioria das pessoas, que prefere esfregar com papel ou tentar remover com sabão em pó comum, o que pode espalhar ainda mais.

    O ideal é agir rápido. Levar a roupa em uma lavanderia profissional, onde se usa pré-tratamento com removedores específicos para resíduos oleosos e depois detergentes enzimáticos em temperatura controlada.

    Vinho

    O clássico nas emergências domésticas, o vinho tinto pode ser traiçoeiro, se não tratado imediatamente. Por isso, o importante é nunca usar água quente ou tentar esfregar, pois isso fixa o pigmento.

    Nas lavanderias profissionais, a mancha é tratada com neutralizantes de tanino, agentes branqueadores seguros ou limpam com vapor combinado com detergentes especiais para tecidos mais sensíveis.

    Sangue

    É uma das manchas biológicas mais comuns e difíceis de remover. Nunca use água quente, pois o calor coagula a proteína e fixa a mancha.

    Para efetuar a limpeza, lavanderias profissionais ajustam o pH do produto e o tempo de imersão conforme o tecido e a quantidade da mancha.

    Chocolate

    Por ser uma combinação de gordura e açúcar, o chocolate exige ação em duas frentes. Primeiro é feita a remoção da gordura com solventes adequados, depois trata-se a parte açucarada com detergentes específicos. O ciclo de lavagem é escolhido conforme o tipo de tecido.

    Importante: nunca colocar a peça direto na máquina sem pré-tratar.

    Café

    Uma das manchas mais democráticas – está nas roupas de quem acorda com pressa. Quanto mais fresco o café, mais fácil de remover. Por isso, evite passar ferro sobre a mancha antes de tratá-la, pois isso ‘cozinha’ o pigmento no tecido.

    O correto é levar a roupa em uma lavandeira profissional, que utiliza agente neutralizante de acidez e detergente enzimático, e os tecidos brancos ainda podem receber branqueamento com oxigênio ativo.

    Caneta (tinta)

    As manchas de caneta esferográfica ou de tinta permanente exigem conhecimento técnico para evitar que o solvente espalhe ainda mais. Algumas pessoas usam álcool doméstico para tentar remover a macha, o que é errado, pois pode causar reação com o tecido ou manchar mais.

    Para lavar a peça, as lavanderias profissionais usam solvente específico para tintas à base de óleo ou álcool, e controle no tempo de ação. A limpeza localizada é feita antes mesmo de qualquer lavagem.

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