Los chavales de ahora tienen derecho a disfrutar de las emociones que la cultura pop de su tiempo tenga que ofrecerles, sin que los chavorrucos se lo queramos arruinar con “meh, en mis tiempos hubo otras iguales que eran mejores”.
#nostalgia #distopia #cyberpunk
https://www.maikciveira.com/2018/04/ready-player-one-o-la-celebracion.html?m=1
No lo había comentado por aquí, pero terminé "Roca y cristal" de @MontseMartin y me gustó mucho. 😄
No me suelen interesar las novelas románticas, pero la trama política me tuvo enganchadísima y me encantó el personaje de Abril y la relación que tiene con su madre. ♥️
¡Y tiene buena representación gatuna, que eso ya de por sí hace la experiencia mil veces mejor!
A Björk gravaria sons de cogumelos à luz da lua para adiar o fim do mundo, que é o certo a se fazer
Nem em seus pensamentos mais pessimistas George Orwell teria imaginado ESSA distopia na qual vivemos hoje. Imagino Deleuze e Guy Debord tomando uma cerveja e comentando sobre sociedade de controle e sociedade do espetáculo, porque aposto que nem um nem outro imaginariam que chegaríamos ao ápice no ano da graça de 2026, com cidadãos entregando voluntariamente cada rastro de suas existências (seria mesmo o ápice? Minha experiência diz que tudo sempre pode piorar) para, sei lá, aparecer na internet. O poder está concentrado nas mãos de algumas poucas empresas gigantes de tecnologia. A internet, que um dia já acreditamos ser uma grande biblioteca de Babel, agora é uma biblioteca escrita por robôs que mentem deliberadamente, frequentada por gente que tem medo de que esses robôs roubem seus empregos e, justamente por isso, usam esses mesmos robôs para encher o LinkedIn de textos mortos por dentro, provando que são substituíveis.
É óbvio que a Björk sabe disso tudo. Björk lives on a mountain right at the top. Björk has seen it all. Björk, ao saber que o Biff Tannen da América do Norte ameaçou anexar a Islândia, convocou o fandom para brigar pela independência do país.
Pois o mundo aí, pegando fogo, e Björk anunciou que vai fazer uma RAVE durante o eclipse solar de agosto, o que eu acho corretíssimo.
Não apenas, mas parece que há anos ela organiza umas noites dançantes em dias de lua cheia, com ela e os amigos como DJs.
E se reclamar, a gente chama um exército de BjörksCerteza que não foi exatamente nisso que Ailton Krenak pensou quando sugeriu suas ideias para adiar o fim do mundo, mas é mais ou menos por aí: celebração da natureza, conexão com formas de arte, suspensão do cotidiano.
E, no nosso caso – nós, que vivemos em tempos de tecnofeudalismo, porque se o capitalismo já estava ruim sempre dá para piorar mais um pouco -, burlar a alienação do cotidiano e entrar em estado de suspensão se faz necessário.
Estamos todos, Björk. Estamos todos.Agora, amigos, precisamos também adiar a morte da internet, já que fugir dela ficou impossível – se não porque nossos trabalhos dependem dela, mas porque sempre tem uma empresa de tecnologia socando inteligência artificial generativa em absolutamente tudo o que se conecta a alguma coisa.
Que mundo é esse em que até para ser atendido em serviços essenciais você tem que instalar um aplicativo, meu deus? E se o celular pifar ou esquecer de pagar a Vivo? Você senta e chora? E se precisar comprar outro? Você JURA que a única maneira de validar sua identidade é receber um código pelo Whatsapp, que pertence à Meta?
Certa está a Björk.
Certa também está a Madonna, que lançou música nova essa semana:
https://www.youtube.com/watch?v=Zx83eVfP64A&vl=pt-BR
e ainda promoveu a música no Coachella para uma plateia de jovens no meio do show da Sabrina Carpenter, tornando o show da jovem um dos assuntos mais comentados pela minha bolha de gays, pessoas queer e mulheres cis em situação de menopausa.
A música é boa. Clica lá.
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O JP Cuenca outro dia comentou no Substack algo completamente aleatório sobre a missão espacial da Artemis ii, tamanho do sol e da lua e crescimento de unhas:
Lendo sobre essa missão da NASA, lembrei da coincidência astronômica bizarra que é o fato da Lua ser 400 vezes menor do que o Sol e estar 400 vezes mais perto da terra do que ele. Por isso os dois, Sol e Lua, têm o mesmo tamanho angular no nosso céu. Daí os eclipses perfeitos que a gente vê e vive. Então pesquisei sobre isso, fiquei curioso em calcular essa probabilidade, a chance, considerando outros planetas, satélites e órbitas. No fim das contas não é nada simples e menos ainda conclusivo, mas o que descobri de importante é que esse alinhamento vai mudar em alguns milhões de anos porque a Lua está se afastando da Terra a uma velocidade de 3,8 centímetros por ano. É o mesmo ritmo em que as nossas unhas crescem, acrescentou o google.
– J.P. Cuenca
Leia no SubstackNo mesmo dia, o Francisco Barbosa soltou um post sobre quem seria o Nick Fury da MPB (sem spoilers, leia o texto aqui) e é por causa desse tipo de reflexão que eu acredito que a internet ainda pode ser salva dela mesma. Toda vez que resgatamos os princípios da internet-arte, a internet-moleque, a internet pré-adsense – o “pensei em algo aleatório, pesquisei, escrevi, publiquei” apenas pelo prazer de compartilhar algo que passou pela cabeça, sem obrigação de agradar algoritmo, sem esperar likes e compartilhamentos, eu fico um pouco menos pessimista.
Sabe onde a internet-arte, a internet-moleque resiste, né?
Em blogs.
Faça o seu e me mande para eu incluir no meu blogroll.
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Do Pop Fantasma: “Nossa, você ainda visita sites?”
Sim, Ricardo Schott. Eu ainda visito sites e ainda mantenho os meus. 🥹
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O post é longo e eu não vou elaborar essa frase de abertura, mas eu gosto do ICL porque eles fazem o que podem para se equiparar ao que o Brasil Paralelo faz para a direita br, só que para a esquerda e com fatos em vez de chorume. Nesse sentido, até relevo o estilo de comunicação sensacionalista e cheio de gatilhos do Eduardo Moreira. Se a gente quiser brigar com nossa extrema direita, precisamos entender que armas eles estão usando.
Eu apoio o ICL porque acredito que o combo informação de qualidade + educação financeira, empreendedora, social etc etc etc também ajuda a gente a navegar pelo fim do mundo iminente, porque se a gente quer lutar, a gente primeiro precisa entender o que está acontecendo. E uma iniciativa dessas precisa de financiamento. O Eduardo Moreira tem dinheiro, mas acho pouco provável que ele financie o ICL sozinho por muito tempo – a infraestrutura de produção é muito grande.
Negócios precisam de receita. E, como profissional de marketing, eu entendo os gatilhos de urgência e de escassez usados para convencer as pessoas a assinar, a financiar, a chamar mais gente para assistir às lives.
DITO ISSO, não sei se rio ou se choro desse “meia-noite eu te conto” que promete acabar com o domínio das big tech no Brasil, com hashtag brasil soberano e tudo o mais.
Se não envolver datacenter próprio, interoperabilidade com o Fediverso, investimento no ActivityPub, investimento no CTRL+Z | Parem as máquinas, anúncio de que vão operar com software livre, projeto de regulação das plataformas, lobby pesado e gente infiltrada pra implodir big tech por dentro, pouco provável que seja isso tudo que a campanha do tal Dia D quer fazer a gente acreditar, mas ok.
Eu assisti ao documentário “Vai pra China, Eduardo!”. É um bom documentário. Mas boa parte do que ele fala no documentário sobre soberania nacional de dados – adoção de software livre, sair das mãos das big tech – é o que a gente discute no Fediverso há tempos E pratica.
E eu não vejo o ICL nem com perfil no Fediverso (a rede social do ICL é baseada no Circle), que seria o mais fácil a ser feito pra abrir uma frente além das redes mediadas por algoritmos. Um lugar onde o seu conteúdo e sua narrativa pertencem a você mesmo. Rede social mesmo, não mídia.
Pra isso nem precisava ir pra China.
(óbvio que o documentário aborda muito mais do que só isso. Vale a pena assistir)
Inclusive se alguém do ICL ler isso, avisa que eu ajudo a implementar o perfil lá. Mas o material que o Thiago Skárnio compilou já ajuda bastante: https://alquimidia.org/fediverso/
Enfim, queria assistir ao tal Dia D pra passar raiva (porque sei que o ICL não vai fazer nada disso que falei no toot anterior), mas estarei assistindo ao @samadeu na aula magna do seminário de Mídia e Cotidiano no PPGMC-UFF – o que, em termos de ‘acabar com o domínio das big tech no Brasil – me parece uma boa estratégia. Isso se eu não sair de lá MAIS desesperançada com a Grande Distopia de 2026, claro.
Beijo e até a próxima!
#Björk #Blog #Distopia #fediverso #madonna #música #tecnologia https://wp.me/p6yXhx-2diPublicado el 6/mar/2026 en (@fjvelasco)
"La tecnología clave para la guerra"
(Mi subtítulo: De IAs y conflictos. La deshumanización hecha realidad).
Después de leer este artículo, ¿donde queda la poca humanidad que había en los conflictos armados? De esta forma se pierde por completo, y la guerra (si alguna vez tuvo sentido), deja de serla para convertirse en el peor de los infiernos. Las antiguas guerras se quedan cortas ante esta oscura perspectiva.
La última exposición
Nos quedamos con el centro de exposiciones. No lo íbamos a cerrar. Nos arreglamos con los chicos para armar una cooperativa.
Se debe aguzar la vista para ver la muestra. Cuando no funciona el generador, todo queda en penumbras. La guerra civil se llevó muchas cosas. Entre ellas, la luz. Por los agujeros de los cristales rotos del domo aún se cuela algo de claridad.
Lo último que se presentó en el museo es la exposición coreana. Un Cristo rojo, enorme, cuelga de unos alambres en la entrada. Las paredes están llenas de cuadros con dibujos tipo manga, y en el centro hay un toro blanco con un cuerno rosado de unicornio.
Una mujer entra con su hijo y lo persigue hasta el toro, donde el nene se pone a tocarle las bolas. Me acerco.
–Eso no se hace.
Y miro a la madre con reprobación. Los salvajes son capaces de cualquier cosa. Dice mucho de ellos que se animen a entrar al salón de exposiciones.
No pudimos conservar la fachada. Omar, el albañil, hizo lo que pudo, ni mucho ni poco, pero sigue repleta de pintadas y quemada. Algunos piensan que el centro de exposiciones está cerrado, que nunca volvió a abrir. Pero aquí estamos.
Estefanía está en la otra punta, con el pelo teñido de azul. Mira su celular, no le gusta que vengan chicos. Levanto el comunicador.
–Hermosa, este pendejo es un peligro.
Roberto, asomado desde el pasillo que rodea la sala en el primer piso, me mira. Ya está al tanto.
El niño no está abajo; se habrá ido corriendo por las escaleras. Que no se detenga ante la puerta cerrada con doble cerrojo. Tampoco me agrada que ande toqueteando las esculturas de papel y las de tela. Hay unas cuantas arriba.
–Que no se acerque a la puerta– le digo a Roberto.
Pero todo bien, el nene ya se aburrió, está bajando las escaleras para reencontrarse con su madre y salir afuera donde un hombre la espera. Parece un pordiosero, pero debe ser su pareja.
Nosotros que ponemos tanto empeño en que nuestra ropa de trabajo esté limpia. Mi camisa del día anterior y los pantalones negros están colgando en el patiecito. Estefanía a veces me ayuda a lavar la ropa. Pero sabe que me gusta lavar en soledad sus bombachas caladas.
Es la hora de cierre, así que nos vamos al bar. Lleno de camioneros adormilados en los bancos que están contra la pared. En la barra, unas adolescentes se embadurnan la cara con una crema que el dueño del local les exprime desde un pene de plástico enorme, también repleto de vodka. Luego el dueño vierte un poco de whisky, tequila y ron en la boca abierta de un gordito de unos treinta años que está sentado a la barra, le toma la cabeza con las dos manos y la agita como si fuera una coctelera. Después, el gordito, con las mejillas rosadas, se da vuelta y le mete la lengua hasta la garganta a una de las adolescentes con la cara llena de crema.
Con Estefanía y Roberto nos pedimos whisky y lo tomamos a la antigua, sin mucha floritura. Es mejor estar borracho en el bar, porque si entran los encapuchados y sus ametralladoras, es el fin. Y queremos un fin alegre.
No entiendo cómo estas viejas terminaron juntando armas en su casa y salieron a matar a la gente. Hace dos semanas vi cómo un encapuchado mataba a un chico que tocaba la guitarra en la calle. Al sacarse la capucha era una de estas viejas pintarrajeadas. Debía tener unos setenta años.
Borrachos, volvemos al centro de exposiciones. Entramos por la puerta trasera, como siempre a esta hora, y subimos por las escaleras hasta el primer piso. Abrimos el doble cerrojo, subimos por la escalerita hasta la puerta antigua de madera. Estefanía manotea el picaporte y la abre.
Adentro, la mujer palpa un maniquí con pies de rana que los curadores habían desechado en una de las últimas muestras. El que decía “Segunda Mención: Escultura”. Como Estefanía ayer le arrancó los ojos, la mujer ni sabe lo que hace. Nos sentamos en las tres sillas para ver el espectáculo.
La mujer se cae, se levanta, mete la cabeza en una de las axilas del maniquí, se orina. No puede gritar porque Roberto le hizo tragar un pañuelo de tela lleno de mocos y le precintó la boca con cinta de embalaje.
Los ojos de Estefanía brillan porque la mujer trata de tomar la mano del maniquí. Como si fuera una persona que pudiera dar un paso hacia la puerta y sacarla de ese lugar. Pero es demasiado tarde. Pronto va a estar en la bañera.
La bañera formaba parte de una instalación de Nuevo Arte Ecuatoriano. Encantaba a los visitantes porque, cuando se acercaban, en vez de encontrar un patito de juguete flotando, descubrían unos peces abisales horripilantes. La artista no se la pudo llevar; la desecharon. Cuando todo estalló, me la quise llevar a mi casa, pero Omar, Roberto y Estefanía no me dejaron. La subimos al cuartito.
Estefanía está atenta porque la mujer va a meter las manos en cualquier momento en la bañera. Lo hace y empieza a salir humo. La soda cáustica que Roberto usa para hacer desaparecer los cuerpos le está quemando la mano. Trata de gritar, pero no puede. Estefanía saca una pistola y la remata. Roberto la tira en la bañera. Va a calcinarse lentamente y Estefanía va a usar sus dientes, sus cartílagos, lo que reste, para las creaciones que acumula en el cuarto.
Ella casi siempre atrapa chicas. Se acerca mientras miran al toro con el cuerno de unicornio y las duerme con un pañuelo embebido en no sé qué sustancia.
Yo soy más directo y, cuando una chica me hace acordar de una compañera del colegio —de las que me gustaban y me cargaban—, uso la pistola con un dardo tranquilizante.
Después se la entrego a Estefanía para que la intervenga a gusto. Nuestra forma de arte es colaborativa, pero Estefanía no lo quiere aceptar. Roberto, por ejemplo, se encarga de conseguir a chicos barbudos y de pelo largo, de esos que seguro matarían los encapuchados, las viejas.
El trabajo era tan aburrido antes de la guerra. Estábamos toda la tarde ahí, resguardando las obras de los visitantes.
Estefanía, que dice que ahí me empecé a volver loco, ni tenía el pelo azul entonces, porque estaba prohibido. Pero después del quilombo las cosas cambiaron. Mantuvimos el lugar. Se nos ocurrió cobrar una entrada; para eso está Omar, el albañil. Hay muchos que todavía quieren ver la última exposición de Buenos Aires. Creo que la mayoría son fanáticos del manga y esas cosas.
Nos quedamos dormidos en la alfombra con la cabeza de tigre. Nos gusta dormir ahí. Estefanía está cerca, su pecho se infla y desinfla como un fuelle nuevo, Roberto ronca como siempre y a mí me viene el sueño.
Al otro día me levanto y hablo con Estefanía. Le digo que pronto su colección de arte va a superar a la coreana que está abierta al público. Que elijamos bien a la última víctima.
Pero ella dice que no son víctimas. Que son maniquíes. Que perdí la cabeza cuando las viejas mataron a mi familia. Para ella tengo paranoia y me invento esas historias de crímenes. Me deja claro que ella no es una asesina, es una artista. Me agradece por cuidar de sus creaciones.
Le digo que no nos olvidemos de poner el candado, que no quiero que cualquiera que entre a la sala se meta a ver el cuarto donde ella está creando maravillas. Pero para ella la puerta no tiene candado. En la bañera sólo derrite plástico para reciclarlo y mezcla pintura. Me dice que yo nunca maté nadie. Que no siga diciendo pavadas.
Roberto me trae un vaso con la medicación. Me la hacen tomar. Les digo que esas pastillas también formaban parte de una muestra, que son un placebo, unas pastillas de mentira que no tienen nada. Pero ellos dicen que si no fuera por los medicamentos tal vez ya hubiera cometido una locura, como los encapuchados.
–¿Querés convertirte en un encapuchado?–corean.
Ya saben la respuesta. Tomo la medicación. Y, de premio, Estefanía me deja lavar su bombacha calada.
Mientras lavo, sé que Omar está en la boletería, con esos folletos raídos, para cobrar la entrada que nos permite seguir yendo a ese bar de mala muerte y recargar cada tanto el generador.
por Adrián Fares
Gracias por llegar hasta acá.
Pueden leer la versión en inglés de este cuento en Substack: adrianfares.substack.com
#adrianGastonFares #cuento #distopía #ficción #FicciónContemporánea #FicciónDeHorror #FicciónDeTerror #GóticoLatinoamericano #Literatura #terrorPsicológico #thriller@3ncr1pt4d0 Me recuerda a las historias de los libros de ciencia ficción con temática cyberpunk o futuros distópicos cuando mentan la creación de megacorporaciones tecnológicas que en el futuro controlan el mundo a través de gobiernos corruptos 🤔
Imaginar la fi
Eudald Espluga
Vivim envoltats de relats sobre el col·lapse: crisi climàtica, catàstrofes tecnològiques, guerres globals, búnquers de luxe i fantasies d’escapisme reservades a uns pocs. Imaginar la fi analitza per què la fi del món s’ha convertit en el nostre horitzó cultural i polític, i com aquesta imaginació apocalíptica sovint actua com un mecanisme de paràlisi.
https://www.racocatala.cat/llibre/70365/imaginar-la-fi-eudald-espluga
Рабочих индийской фабрики обязали носить камеры на голове для записи движений рук с целью обучения систем искусственного интеллекта.
То есть их буквально заставляют обучать свою замену
#distopia
Lee esta atrapante historia en la pagina 62 de la Antología DE NUESTRA PARTE PARA TI, en el siguiente link
https://drive.google.com/file/d/1kp5q3dERB3PQumKPtSZR64TVZLHV864R/view?usp=sharing
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