"Palantir, la sociedad fundada y presidida por Peter Thiel en 2003, es probablemente la que suscita más temor entre los defensores de la democracia. Ha desarrollado herramientas de inteligencia artificial (IA) y de análisis generalizado de datos que han protagonizado la persecución de inmigrantes en EE UU, así como los bombardeos sobre Irán y la persecución de palestinos en Gaza"

#Palantir #tecnofeudalismo #distopia

https://elpais.com/ideas/2026-04-26/nuevas-distopias-transformar-el-estado-en-una-sucursal-de-los-gigantes-tecnologicos.html

En la ciudad, cada rostro parecía diseñado por la misma mano; la perfección no era un ideal: era una obligación. Nadie envejecía. Nadie cambiaba. Nadie se salía del molde.

Lee esta fascinante historia en el siguiente link https://escritoresrebeldes.com/2026/04/29/revelacion-bajo-la-piel/

#scifi #distopia #ingenieriagenetica #aventura #drama #accion #instabooks #instabookers #bookgrammers #booklovers

A última vez que falei em ciberpunk aqui foi em 2010 registrando uma fala que fiz meses antes na Intercon, mas na ocasião defendi que nós já éramos pessoas ciberpunk ao usar extensões tecnológicas como carros, óculos e celulares. Eu não pensava ainda nas implicações geopolíticas e em distopias ciberpunk, mas agora é hora. Já passou um pouco e tenho falado nisso fora do site faz um […]

https://www.memedecarbono.com.br/memes/sociedade/estamos-em-uma-distopia-ciberpunk/
El 30%

El seguro se hará cargo. Siempre hay una alternativa. Aunque quizás no te guste el precio

El descanso del Onironauta
La Repubblica Tecnologica in breve | Traduzioni/tradimenti - di Maresa Lippolis - Effimera

  Qualche giorno fa dall’account X di Palantir è stato pubblicato un Manifesto in 22 punti. Si tratta di una serie di estratti da un [...]

Effimera
Sono un uomo in bilico

di Marco Sommariva* Quando tutti parlano e nessuno ascolta: la metropoli incomprensibile di Budai come specchio del nostro presente. Recensione al libro Epepe di Ferenc Karinthy Trent’anni fa iniziai a …

Osservatorio Repressione

Los chavales de ahora tienen derecho a disfrutar de las emociones que la cultura pop de su tiempo tenga que ofrecerles, sin que los chavorrucos se lo queramos arruinar con “meh, en mis tiempos hubo otras iguales que eran mejores”.

#nostalgia #distopia #cyberpunk

https://www.maikciveira.com/2018/04/ready-player-one-o-la-celebracion.html?m=1

READY PLAYER ONE o la celebración nostálgica de la distopía

Blog del profesor Maik Civeira, abarcando desde la filosofía a la cultura pop, de la política al rock y todo lo que haya en medio

Ego Sum Qui Sum

No lo había comentado por aquí, pero terminé "Roca y cristal" de @MontseMartin y me gustó mucho. 😄
No me suelen interesar las novelas románticas, pero la trama política me tuvo enganchadísima y me encantó el personaje de Abril y la relación que tiene con su madre. ♥️
¡Y tiene buena representación gatuna, que eso ya de por sí hace la experiencia mil veces mejor!  

#bookstodon #literaverso #romance #distopía

O que a Björk faria (parte 3) para acabar com o poder das big tech

A Björk gravaria sons de cogumelos à luz da lua para adiar o fim do mundo, que é o certo a se fazer

Nem em seus pensamentos mais pessimistas George Orwell teria imaginado ESSA distopia na qual vivemos hoje. Imagino Deleuze e Guy Debord tomando uma cerveja e comentando sobre sociedade de controle e sociedade do espetáculo, porque aposto que nem um nem outro imaginariam que chegaríamos ao ápice no ano da graça de 2026, com cidadãos entregando voluntariamente cada rastro de suas existências (seria mesmo o ápice? Minha experiência diz que tudo sempre pode piorar) para, sei lá, aparecer na internet. O poder está concentrado nas mãos de algumas poucas empresas gigantes de tecnologia. A internet, que um dia já acreditamos ser uma grande biblioteca de Babel, agora é uma biblioteca escrita por robôs que mentem deliberadamente, frequentada por gente que tem medo de que esses robôs roubem seus empregos e, justamente por isso, usam esses mesmos robôs para encher o LinkedIn de textos mortos por dentro, provando que são substituíveis.

É óbvio que a Björk sabe disso tudo. Björk lives on a mountain right at the top. Björk has seen it all. Björk, ao saber que o Biff Tannen da América do Norte ameaçou anexar a Islândia, convocou o fandom para brigar pela independência do país.

Pois o mundo aí, pegando fogo, e Björk anunciou que vai fazer uma RAVE durante o eclipse solar de agosto, o que eu acho corretíssimo.

Não apenas, mas parece que há anos ela organiza umas noites dançantes em dias de lua cheia, com ela e os amigos como DJs.

E se reclamar, a gente chama um exército de Björks

Certeza que não foi exatamente nisso que Ailton Krenak pensou quando sugeriu suas ideias para adiar o fim do mundo, mas é mais ou menos por aí: celebração da natureza, conexão com formas de arte, suspensão do cotidiano.

E, no nosso caso – nós, que vivemos em tempos de tecnofeudalismo, porque se o capitalismo já estava ruim sempre dá para piorar mais um pouco -, burlar a alienação do cotidiano e entrar em estado de suspensão se faz necessário.

Estamos todos, Björk. Estamos todos.

Agora, amigos, precisamos também adiar a morte da internet, já que fugir dela ficou impossível – se não porque nossos trabalhos dependem dela, mas porque sempre tem uma empresa de tecnologia socando inteligência artificial generativa em absolutamente tudo o que se conecta a alguma coisa.

Que mundo é esse em que até para ser atendido em serviços essenciais você tem que instalar um aplicativo, meu deus? E se o celular pifar ou esquecer de pagar a Vivo? Você senta e chora? E se precisar comprar outro? Você JURA que a única maneira de validar sua identidade é receber um código pelo Whatsapp, que pertence à Meta?

Certa está a Björk.

Certa também está a Madonna, que lançou música nova essa semana:

https://www.youtube.com/watch?v=Zx83eVfP64A&vl=pt-BR

e ainda promoveu a música no Coachella para uma plateia de jovens no meio do show da Sabrina Carpenter, tornando o show da jovem um dos assuntos mais comentados pela minha bolha de gays, pessoas queer e mulheres cis em situação de menopausa.

A música é boa. Clica lá.

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O JP Cuenca outro dia comentou no Substack algo completamente aleatório sobre a missão espacial da Artemis ii, tamanho do sol e da lua e crescimento de unhas:

Lendo sobre essa missão da NASA, lembrei da coincidência astronômica bizarra que é o fato da Lua ser 400 vezes menor do que o Sol e estar 400 vezes mais perto da terra do que ele. Por isso os dois, Sol e Lua, têm o mesmo tamanho angular no nosso céu. Daí os eclipses perfeitos que a gente vê e vive. Então pesquisei sobre isso, fiquei curioso em calcular essa probabilidade, a chance, considerando outros planetas, satélites e órbitas. No fim das contas não é nada simples e menos ainda conclusivo, mas o que descobri de importante é que esse alinhamento vai mudar em alguns milhões de anos porque a Lua está se afastando da Terra a uma velocidade de 3,8 centímetros por ano. É o mesmo ritmo em que as nossas unhas crescem, acrescentou o google.

– J.P. Cuenca

Leia no Substack

No mesmo dia, o Francisco Barbosa soltou um post sobre quem seria o Nick Fury da MPB (sem spoilers, leia o texto aqui) e é por causa desse tipo de reflexão que eu acredito que a internet ainda pode ser salva dela mesma. Toda vez que resgatamos os princípios da internet-arte, a internet-moleque, a internet pré-adsense – o “pensei em algo aleatório, pesquisei, escrevi, publiquei” apenas pelo prazer de compartilhar algo que passou pela cabeça, sem obrigação de agradar algoritmo, sem esperar likes e compartilhamentos, eu fico um pouco menos pessimista.

Sabe onde a internet-arte, a internet-moleque resiste, né?

Em blogs.

Faça o seu e me mande para eu incluir no meu blogroll.

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Do Pop Fantasma: “Nossa, você ainda visita sites?”

Sim, Ricardo Schott. Eu ainda visito sites e ainda mantenho os meus. 🥹

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O post é longo e eu não vou elaborar essa frase de abertura, mas eu gosto do ICL porque eles fazem o que podem para se equiparar ao que o Brasil Paralelo faz para a direita br, só que para a esquerda e com fatos em vez de chorume. Nesse sentido, até relevo o estilo de comunicação sensacionalista e cheio de gatilhos do Eduardo Moreira. Se a gente quiser brigar com nossa extrema direita, precisamos entender que armas eles estão usando.

Eu apoio o ICL porque acredito que o combo informação de qualidade + educação financeira, empreendedora, social etc etc etc também ajuda a gente a navegar pelo fim do mundo iminente, porque se a gente quer lutar, a gente primeiro precisa entender o que está acontecendo. E uma iniciativa dessas precisa de financiamento. O Eduardo Moreira tem dinheiro, mas acho pouco provável que ele financie o ICL sozinho por muito tempo – a infraestrutura de produção é muito grande.

Negócios precisam de receita. E, como profissional de marketing, eu entendo os gatilhos de urgência e de escassez usados para convencer as pessoas a assinar, a financiar, a chamar mais gente para assistir às lives.

DITO ISSO, não sei se rio ou se choro desse “meia-noite eu te conto” que promete acabar com o domínio das big tech no Brasil, com hashtag brasil soberano e tudo o mais.

Se não envolver datacenter próprio, interoperabilidade com o Fediverso, investimento no ActivityPub, investimento no CTRL+Z | Parem as máquinas, anúncio de que vão operar com software livre, projeto de regulação das plataformas, lobby pesado e gente infiltrada pra implodir big tech por dentro, pouco provável que seja isso tudo que a campanha do tal Dia D quer fazer a gente acreditar, mas ok.

Eu assisti ao documentário “Vai pra China, Eduardo!”. É um bom documentário. Mas boa parte do que ele fala no documentário sobre soberania nacional de dados – adoção de software livre, sair das mãos das big tech – é o que a gente discute no Fediverso há tempos E pratica.

E eu não vejo o ICL nem com perfil no Fediverso (a rede social do ICL é baseada no Circle), que seria o mais fácil a ser feito pra abrir uma frente além das redes mediadas por algoritmos. Um lugar onde o seu conteúdo e sua narrativa pertencem a você mesmo. Rede social mesmo, não mídia.

Pra isso nem precisava ir pra China.

(óbvio que o documentário aborda muito mais do que só isso. Vale a pena assistir)

Inclusive se alguém do ICL ler isso, avisa que eu ajudo a implementar o perfil lá. Mas o material que o Thiago Skárnio compilou já ajuda bastante: https://alquimidia.org/fediverso/

Enfim, queria assistir ao tal Dia D pra passar raiva (porque sei que o ICL não vai fazer nada disso que falei no toot anterior), mas estarei assistindo ao @samadeu na aula magna do seminário de Mídia e Cotidiano no PPGMC-UFF – o que, em termos de ‘acabar com o domínio das big tech no Brasil – me parece uma boa estratégia. Isso se eu não sair de lá MAIS desesperançada com a Grande Distopia de 2026, claro.

  • Por fim, se você chegou até aqui, me recomende para aquele seu amigo ou amiga que tem produtora (faço uma revisão de projetos culturais digna de quem já presidiu banca de avaliação de órgão de fomento, ó), que trabalha com propriedade intelectual, que tem agência e precisa de alguém para dar um jeito naqueles textos que o redator freelancer enviou cheio de clichês de IA, e ajude uma mãe a pagar as contas de maio e a planejar o aniversário da criança em julho:

https://www.lounge42.com

caption…

Beijo e até a próxima!

#Björk #Blog #Distopia #fediverso #madonna #música #tecnologia https://wp.me/p6yXhx-2di