Segredo da longevidade: como envelhecer com vitalidade
Segredo da longevidade: como envelhecer com vitalidade
Segredo da longevidade: como envelhecer com vitalidade
É possível envelhecer de forma saudável e ativa? Alguns exemplos entre os famosos mostram que sim. Um exemplo é a atriz Fernanda Montenegro, que, aos 96 anos, tem uma carreira renomada internacionalmente, continua envolvida em projetos de cinema e em turnês teatrais. Representantes não faltam também no Maranhão: aos 78 anos, a cantora Alcione segue com seu vozeirão marcante e acabou de finalizar uma turnê de shows pelo Brasil e Portugal. A fórmula para tamanha vitalidade na terceira idade foi inclusive pauta da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2025. A prova pedia que os estudantes dissertassem sobre o tema Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira.
Priscilla CorreiaQual a fórmula da longevidade produtiva? Para a professora do curso de psicologia da UniFacimp Wyden, Priscilla Correia, o segredo está em fazer atividades prazerosas que também exercitam a mente, mantendo-a ativa.
A leitura, por exemplo, traz inúmeros benefícios para o cérebro, fortalece as conexões neurais, desenvolve o vocabulário e o pensamento crítico. Auxilia ainda na redução dos níveis de estresse e ajuda a prevenir doenças como Alzheimer
Físico e mental
Atividades físicas são alternativas que beneficiam não só o corpo, mas também a mente. A psicóloga cita o exemplo do pilates, que oferece vantagens físicas e mentais, como fortalecimento muscular, melhora da consciência corporal e do equilíbrio, além de contribuir para a saúde mental e o bem-estar, com ganhos como melhora da concentração, alívio do estresse e melhor qualidade do sono, fatores diretamente ligados à manutenção de uma mente ativa.
Leitura fortalece conexões neurais, desenvolve vocabulário e pensamento crítico (Foto: Freepik)Além da mente, o corpo também deve ser priorizado. O professor do curso de educação física da Estácio, Raphael Furtado, recomenda que pessoas na terceira idade pratiquem pelo menos 150 minutos de atividades moderadas por semana. Além disso, devido às perdas provocadas pelo processo de envelhecimento, como redução da massa óssea, da massa muscular e, consequentemente, da força, é essencial que participem de programas de exercícios que envolvam treinamento de força e equilíbrio. Nesse sentido, a musculação é uma modalidade altamente eficiente para esses objetivos.
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Sorrisos que ensinam: 20 anos da Clínica Escola
Sorrisos que ensinam: 20 anos da Clínica Escola
“Ao mesmo tempo em que temos o apoio e a supervisão de professores competentes, possuímos autonomia em nossos procedimentos. É muito satisfatório ter a possibilidade de mudar a vida de vários pacientes todos os dias, muitos dos quais fazem parte de uma população menos favorecida, em busca justamente de um tratamento odontológico de qualidade”, comenta o estudante Naftaly Elmescany, sobre o quanto tem evoluído em sua área de formação graças à Clínica Escola de Odontologia da UniFacimp Wyden, um dos mais tradicionais serviços gratuitos oferecidos por instituições de ensino à comunidade em Imperatriz.
Com mais de 20 anos de atividade na cidade, a clínica foi inaugurada em 2004 e atualmente realiza, em média, 1,5 mil atendimentos mensais. O espaço representa, ainda, uma importante oportunidade de prática para os alunos do curso de Odontologia do Centro Universitário, que têm a chance de vivenciar diversos tipos de procedimentos odontológicos aplicados no mercado de trabalho.
Os atendimentos são realizados pelos próprios estudantes do curso de Odontologia, sob a supervisão constante de seus professores. As especialidades oferecidas incluem restaurações, tratamentos endodônticos (canal), cirurgias (como extrações dentárias), confecção de próteses e procedimentos estéticos, entre outros, para os quais os alunos são continuamente capacitados. “Quando o caso exige um atendimento mais especializado, que não possa ser realizado na clínica, o paciente é encaminhado para centros de referência no município, conforme a necessidade”, detalha o coordenador do curso de Odontologia, José Brunno.
A unidade funciona nas dependências da UniFacimp Wyden e conta com uma estrutura composta por 40 cadeiras odontológicas, em funcionamento de segunda a sexta-feira, nos turnos da manhã e da tarde. Os atendimentos são realizados mediante agendamento prévio, feito diretamente na recepção da clínica. As consultas podem ser marcadas entre 8h e 12h ou das 14h às 18h. Além disso, os agendamentos também podem ser realizados por telefone, pelo número (99) 3221-7100.
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Paracetamol na gravidez não tem ligação comprovada ao autismo
Paracetamol na gravidez não tem ligação comprovada ao autismo
Depois da grande repercussão criada por uma declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em que ele afirmava: “Tomar Tylenol não é bom. Eu digo: não é bom”, relacionando o uso do medicamento durante a gravidez a um risco elevado de autismo, surgiram diversos questionamentos sobre a veracidade dessa associação, levando a comunidade científica a se manifestar.
Segundo a farmacêutica e professora do curso de Farmácia da UniFacimp Wyden, Mayla Lucena, atualmente não existe evidência científica sólida que comprove uma relação causal entre o uso de paracetamol (princípio ativo do Tylenol) na gestação e o desenvolvimento de autismo na criança.
A maioria dos estudos não faz essa associação. Inclusive, podemos citar uma grande pesquisa realizada na Suécia, que acompanhou cerca de 2,5 milhões de crianças, e cujo resultado não identificou nenhuma ligação direta
Mayla ressalta que alguns trabalhos sugerem uma possível relação, mas esses dados, segundo ela, são frágeis e apresentam limitações metodológicas. Por isso, até o momento, não há contraindicação formal e concreta ao uso do paracetamol em gestantes, sendo ele ainda considerado o analgésico e antipirético de primeira escolha nessa população.
“O autismo é uma condição multifatorial, relacionada a uma combinação de fatores genéticos, ambientais e epigenéticos. A informação sobre uma possível relação entre o uso de Tylenol (paracetamol) na gestação e o autismo ainda é vaga e não possui evidência científica robusta. Os próprios estudos reforçam que não há consenso sobre esse vínculo e, portanto, não é possível afirmar que o medicamento seja um fator determinante para o desenvolvimento do transtorno do espectro autista”, completa a professora da UniFacimp Wyden.
Qual a opção mais segura?
A farmacêutica explica que a recomendação principal é sempre seguir a orientação médica. O paracetamol pode ser utilizado com segurança, desde que respeitadas as doses prescritas e sem ultrapassar a dose diária máxima, especialmente em casos de febre alta, que também pode trazer riscos ao bebê. O uso deve ser pontual, evitando a automedicação e o consumo prolongado.
Ela reforça ainda que é fundamental que gestantes não utilizem, por conta própria, medicamentos como ibuprofeno e aspirina em doses regulares, já que apresentam riscos bem documentados para o feto, como o fechamento prematuro do canal arterial, maior risco de sangramentos e complicações cardiovasculares.
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Suplementos vitamínicos: riscos do uso sem orientação
Suplementos vitamínicos: riscos do uso sem orientação
Por não serem considerados medicamentos, as vendas de suplementos vitamínicos não exigem prescrição médica nas farmácias. Ainda assim, o cuidado deve ser o mesmo. O consumo sem orientação profissional pode levar a equívocos e exageros. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou 240 notificações de problemas relacionados a suplementos vitamínicos desde o ano passado, sendo 28% deles de efeitos graves. Além disso, muitos anúncios são irregulares: mais de 62 mil deles já foram retirados da internet.
Bárbara Soares, professora da UniFacimp WydenA nutricionista e professora do curso de Nutrição da UniFacimp Wyden, Bárbara Soares, ressalta: “Apesar de as vitaminas serem essenciais para o bom funcionamento do organismo, o excesso pode ser prejudicial. Esse exagero se chama hipervitaminose. O risco é maior quando há uso indiscriminado de suplementos, já que dificilmente a alimentação sozinha causa excesso”, explica a especialista.
Sinais e cuidados
O maior risco de hipervitaminose está nas vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K). Em vez de serem eliminadas facilmente pela urina, elas se acumulam no fígado e no tecido adiposo. Bárbara explica que os sinais do excesso de vitaminas variam conforme a substância envolvida, mas existem alguns alertas gerais e específicos, como náuseas, vômitos, diarreia, dor de cabeça, fadiga excessiva, tontura, alterações na pele (ressecamento, coceira, descamação), dores musculares ou articulares e mudanças no apetite e no peso.
Ainda segundo a professora da UniFacimp Wyden, o uso de suplementos vitamínicos deve ser tratado como um cuidado de saúde, de forma similar à que se faz com um remédio, por exemplo. A especialista alerta que o autoconsumo de vitaminas é bastante comum, mas pode trazer riscos sérios sem acompanhamento adequado.
Foto: Freepik“O acompanhamento seguro deve ser feito mediante consulta com um profissional capacitado, como médico ou nutricionista. Eles realizam uma avaliação inicial, investigando sintomas, histórico de saúde, doenças associadas e até medicamentos em uso, já que muitos interagem com vitaminas. Também analisam exames laboratoriais, verificam níveis sanguíneos das principais vitaminas e minerais e, somente depois disso, ajustam a dose conforme a necessidade real”, completa a docente.
Embora os suplementos possam ser úteis em alguns casos para repor carências nutricionais, a prioridade deve ser sempre corrigir deficiências com uma alimentação balanceada. “Os suplementos devem entrar como complemento, não como substituto”, finaliza a nutricionista, reforçando a importância de priorizar alimentos como frutas, vegetais, leguminosas (como feijão e ervilha), cereais integrais, carnes e ovos, que são fontes ricas de vitaminas.
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Receitas médicas falsas crescem e ameaçam saúde no Brasil
A situação das vendas facilitadas de medicamentos e receitas médicas falsificadas no Brasil tem se tornado cada vez mais alarmante. É o que revela um levantamento realizado pelo g1, em parceria com Ergon Cugler, pesquisador do CNPq vinculado ao Laboratório de Estudos sobre Desordem Informacional e Políticas Públicas (DesinfoPop/CEAPG/FGV). O estudo aponta que a quantidade de anúncios relacionados a remédios e documentos médicos adulterados aumentou mais de 20 vezes desde 2018 no Telegram – passando de 686 para mais de 15 mil publicações anuais no país.
Outro aspecto que chama a atenção é o uso indevido de dados de médicos brasileiros em documentos fraudulentos, que são explorados para a comercialização de receitas e medicamentos, principalmente aqueles que exigem prescrição para serem adquiridos.
Vinícius Serra, professor de direito da UniFacimp WydenO professor de direito da UniFacimp Wyden, Vinicius Serra, explica que existem leis que tratam da comercialização de medicamentos sem autorização, bem como da falsificação de receitas e atestados médicos. Por exemplo, o Código Penal, em seus Artigos nº 298 e nº 304, aborda a falsificação e o uso de documentos falsos, incluindo atestados e prescrições médicas. Já a Lei nº 11.343/2006, conhecida como Lei de Drogas, prevê sanções rigorosas para o comércio clandestino de substâncias controladas, enquanto a Lei nº 6.437/1977 tipifica infrações sanitárias relacionadas à produção, distribuição e propaganda irregular de medicamentos.
“Esse tipo de conduta pode resultar em pena de um a cinco anos de reclusão, além de multa. O comércio ilegal de medicamentos sem registro ou controle da Anvisa é punido com reclusão de até 15 anos, dependendo da substância e do contexto. Quem produz ou distribui atestados falsos também pode responder por exercício ilegal da medicina, crime que prevê detenção de seis meses a dois anos”, completa o docente.
Em resumo, o professor ressalta que não se trata apenas de uma conduta irregular: é uma prática criminosa que ameaça a saúde pública, fragiliza a confiança nas instituições médicas e exige ação coordenada do Estado. As punições podem variar desde sanções administrativas até penas de prisão, justamente para desestimular um mercado que coloca vidas em risco.
Vidas em risco
Maria Simone, professora do Idomed FameacPara falar sobre a ameaça à saúde pública causada por essas condutas ilegais, a farmacologista clínica e professora da Faculdade de Medicina de Açailândia, Idomed Fameac, Maria Simone Mignoni, afirma que a prescrição de receituário falso é ilegal e pode acarretar diversos riscos, trazendo consequências graves e impacto negativo à saúde do indivíduo que se expõe a esse perigo. “A população que adquire receitas controladas ilegalmente se expõe a fatores de risco como: reações adversas, efeitos tóxicos, alergias, interações medicamentosas, efeito rebote, dependência, resistência microbiana, entre outros”, complementa.
“É importante que as pessoas entendam que o medicamento, se usado de forma incorreta, torna-se nocivo, pois o que determina o efeito terapêutico da droga é a sua dose, e todo fármaco tem uma dose letal”, explica Maria Simone.
É possível notar o golpe?
Com a modernização dos softwares de consultas online e das receitas digitais, torna-se cada vez mais difícil identificar prescrições falsas ou adulteradas nas farmácias. No entanto, alguns cuidados podem ser adotados no momento da liberação dos medicamentos para detectar inconsistências, como ausência da assinatura do profissional prescritor, erros ortográficos ou informações incompletas, além de posologia e tempo de tratamento incompatíveis com o legalmente permitido. Algumas ferramentas digitais de validação também podem ser utilizadas, como o acesso ao QR Code da receita, que permite rastrear sua autenticidade, no caso das prescrições digitais.
Por fim, Maria Simone aponta alguns caminhos que podem ajudar a combater esse tipo de fraude e a facilitação de acesso indevido aos medicamentos. Entre eles, estão medidas regulatórias, como a exigência de verificação de identidade/licenciamento para telemedicina e prescrição médica, a adoção de auditorias internas nas farmácias para identificar receitas fraudulentas e a aplicação de penalidades a quem fraudar ou adquirir prescrições ilegais. “Tudo isso deve ser feito visando à maior segurança dos pacientes, evitando danos causados por falsos diagnósticos ou prescrições fraudulentas”, conclui a docente.
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Universidades impulsionam jovens a empreender
Cada vez mais, o ensino superior tem assumido um papel essencial na formação de jovens com visão ampla, capazes de desenvolver competências profissionais e, ao mesmo tempo, enxergar oportunidades empreendedoras. O movimento já se reflete nos números: segundo levantamento do Sebrae, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc), o empreendedorismo entre pessoas de 18 a 29 anos cresceu 25% em 12 anos, alcançando em 2024 o maior faturamento da série histórica.
Outro estudo, realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em parceria com o Instituto de Pesquisa IDEIA, aponta que três em cada 10 jovens brasileiros até os 27 anos têm como desejo profissional empreender. Atentas a esse cenário, instituições da Yduqs desenvolvem ações que incentivam a criação de soluções inovadoras, o fortalecimento da cidadania e a transformação social.
O Você é o Seu Negócio é uma iniciativa da Wyden Carreiras que apoia estudantes no desenvolvimento de habilidades empreendedoras e na construção de trajetórias com propósito. Essa semana, a programação inclui a oficina Transforme sua história em um negócio, ministrada por Lucimar Dantas, head do Hub Ibmec, e uma oficina sobre branding, conduzida por Victor, coordenador do Ibmec, em parceria com a Adobe. As oficinas ocorrem on-line, pelo canal da Wyden no YouTube, e estão abertas a todos os interessados.
https://www.youtube.com/live/Niyr_yIjdDw?si=aVZlRKe61X2MYpzY
Na Wyden, o time Enactus leva a educação empreendedora para além dos muros da faculdade. Atualmente, cinco projetos sustentáveis são desenvolvidos na comunidade do Açaí Km 1700, reaproveitando caroços de açaí para produzir café, tijolos e adubo, beneficiando cerca de 90 famílias. “Na Enactus, junto aos colegas, empreendemos soluções que transformam realidades. Isso me enche de alegria. É um prazer imenso contribuir para o crescimento coletivo das comunidades e acompanhar o nosso desenvolvimento pessoal possível por meio de projetos empreendedores”, afirma Rafaela Lima, estudante do UniFacimp Wyden e ex-líder do time.
O empoderamento feminino também ganha força dentro das universidades. Na Estácio, o Projeto Mulheres Empreendedoras e Empoderadas (MEE), criado em 2021 com apoio do Instituto Yduqs, apoia centenas de mulheres com capacitações em áreas como gestão, psicologia e comunicação. “Nosso objetivo é resgatar a identidade e dignidade, garantindo um atendimento que leve em conta todas as necessidades das mulheres atendidas”, destacam as professoras responsáveis pela iniciativa, que mobiliza também alunos e voluntários da instituição. “Essa iniciativa demonstra como o ensino superior pode se tornar um motor de transformação social ao integrar educação, empreendedorismo e cidadania”, ressalta a coordenadora do projeto, em Juiz de Fora.
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