Moradias em áreas de risco de deslizamentos triplicaram em 40 anos, enquanto eventos extremos são mais frequentes: ‘É desesperador’
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O que resta de floresta em Rondônia está nas áreas protegidas — e é por isso que elas estão sob ataque
Novos dados expõem a degradação do Pampa e impulsionam medidas de preservação
„Wirtualny satelita” od Google. AlphaEarth Foundations widzi więcej i dokładniej niż kiedykolwiek
Google DeepMind oraz Google Earth Engine zaprezentowały AlphaEarth Foundations – nowy, fundamentalny model sztucznej inteligencji, który ma zrewolucjonizować sposób, w jaki monitorujemy i analizujemy zmiany na powierzchni Ziemi.
Narzędzie działa jak „wirtualny satelita”, łącząc dane z wielu źródeł, aby stworzyć spójny i niezwykle szczegółowy obraz naszej planety.
Nowy model AI rozwiązuje dwa kluczowe problemy w obserwacji Ziemi: przeciążenie danymi oraz niespójność informacji pochodzących z różnych satelitów. AlphaEarth Foundations integruje petabajty danych – od optycznych zdjęć satelitarnych, przez radar, po symulacje klimatyczne – w jedną, zunifikowaną cyfrową reprezentację. Analizuje całą powierzchnię lądową i wody przybrzeżne Ziemi z precyzją do kwadratów o boku 10 metrów.
Kluczową innowacją jest tworzenie bardzo kompaktowych podsumowań danych, które wymagają 16 razy mniej miejsca na dysku niż w przypadku innych testowanych systemów AI. Jak podaje Google, w testach porównawczych model AlphaEarth Foundations był stale najdokładniejszy, osiągając średnio o 24% niższy wskaźnik błędu niż inne testowane modele.
Our new AI model AlphaEarth Foundations is mapping the planet in astonishing detail. 🌏🔍
Scientists will now be able to track the impact of deforestation, monitoring crop health, and more – significantly faster, thanks to our new datasets. 🧵 pic.twitter.com/rbojUifykg
— Google DeepMind (@GoogleDeepMind) July 30, 2025
Dane dostępne dla wszystkich
Aby przyspieszyć badania i umożliwić nowe zastosowania, Google udostępnia roczne zbiory danych wygenerowane przez model w ramach publicznego zestawu „Satellite Embedding dataset” w Google Earth Engine. Dzięki temu naukowcy, rządy i organizacje pozarządowe mogą prowadzić zaawansowane analizy, często przy użyciu zaledwie kilku linijek kodu.
Z danych korzysta już ponad 50 organizacji na całym świecie, w tym Organizacja Narodów Zjednoczonych do spraw Wyżywienia i Rolnictwa (FAO), Group on Earth Observations (GEO) oraz czołowe uniwersytety, jak Stanford czy Oregon State University.
„Zestaw danych Satellite Embedding rewolucjonizuje naszą pracę, pomagając krajom w mapowaniu niezbadanych dotąd ekosystemów – jest to kluczowe dla ustalenia priorytetów w działaniach na rzecz ochrony przyrody” – mówi Nick Murray, dyrektor Global Ecology Lab na James Cook University i lider projektu Global Ecosystems Atlas.
Innym przykładem jest organizacja MapBiomas, która wykorzystuje dane AlphaEarth do mapowania brazylijskich ekosystemów i analizowania zmian w rolnictwie. „Ten zestaw danych może odmienić sposób, w jaki pracuje nasz zespół – mamy teraz nowe możliwości tworzenia map, które są dokładniejsze, precyzyjniejsze i szybsze w produkcji” – powiedział Tasso Azevedo, założyciel MapBiomas. Google opublikowało również wideo (załączone powyżej z postu na X), na którym można zobaczyć, jak model radzi sobie z „widzeniem” przez chmury w Ekwadorze czy mapowaniem złożonej powierzchni Antarktydy.
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La Salute del Pianeta Terra, Crisi Ignorate e Timide Speranze. Un bollettino medico per il nostro pianeta all'alba del 2025 non può che essere complesso. Mentre l'attenzione mediatica cavalca l'onda di emergenze sempre nuove, alcuni dei "grandi malati" ambientali degli scorsi decenni continuano la loro degenza, a volte migliorando, a volte peggiorando lontano...
#bucoozono #clorofluorocarburi #Copernicus #deforestazione #Legambiente #MapBiomas #riscaldamentoglobale
Entwaldung in Brasilien 2024 um ein Drittel gesunken
Die Entwaldung in #Brasilien ist 2024 im Vergleich zum Vorjahr um etwa 32 Prozent zurückgegangen. Insgesamt wurden 1,24 Millionen Hektar Fläche abgeholzt, wie es in einem Bericht der Initiative #MapBiomas hieß. Das Netzwerk besteht aus Universitäten, NGOs und Technologieunternehmen und untersucht unter anderem Satellitenbilder.
In den vergangenen Jahren seien erstmals Pläne entwickelt worden, um die #Entwaldung in allen Biomen zu bekämpfen, was zuvor nicht der Fall gewesen sei, zitierte die Nachrichtenagentur Agencia Brasil Tasso Azevedo, den Koordinator von „MapBiomas“. Zudem hätten sich die Bundesstaaten verstärkt an Sanktionen wie Geldstrafen der Umweltbehörde #IBAMA beteiligt.
https://orf.at/stories/3393692/
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#Biodiversität
#Katpitalismus
#Klimakatastrophe
Crescimento urbano em áreas suscetíveis a deslizamentos avança 3,3% ao ano
Desde 1985, o crescimento de áreas urbanizadas no Brasil foi de 2,4 milhões de hectares, a um ritmo de 2,4% ao ano. No entanto, nesse mesmo período, áreas de encostas – consideradas mais suscetíveis a deslizamentos – apresentaram um aumento maior, de 3,3% ao ano. Os dados constam em levantamento do MapBiomas.
Apesar de a Lei Federal nº 6.766/79 não permitir o parcelamento do solo urbano em encostas com declividade superior a 30%, mais de 47 mil hectares de áreas urbanas foram encontrados nessas condições. A maioria fica localizada em cidades situadas na Mata Atlântica.
Os maiores aumentos de áreas urbanas em encostas ocorreram no Rio de Janeiro, com crescimento de 811 hectares. São Paulo aparece na sequência, com aumento de 820 hectares. Belo Horizonte aparece em terceiro no ranking, com mais 532 hectares.
O levantamento também apresenta um alerta para os gestores municipais em relação ao crescimento da área urbana próximo a rios ou córregos. De acordo com o estudo, a cada quatro hectares de crescimento urbano, um foi em ponto localizado a três metros verticais ou menos de áreas passíveis de inundações, no período analisado.
O mapeamento mostra, ainda, que houve crescimento das áreas de favelas. No caso, houve uma expansão de mais de 180 mil hectares, entre 1985 e 2023. A região Norte conta com 24% do total da área urbana em favelas no país.
#BeloHorizonte #crescimentoUrbano #deslizamento #deslizamentos #MapBiomas #MataAtlântica #Norte #RioDeJaneiro #SãoPaulo
Na Terra Indígena Rio Pindaré, no Maranhão, a parceria entre dois grupos locais tem um objetivo comum: retomar práticas ancestrais, que anciãs e anciãos guardam na memória sobre a riqueza de nascentes e florestas diversas no território. Essa é a principal proposta do projeto executado pelo grupo de mulheres indígenas Wiriri Kuzá Wá e a Brigada Voluntária Indígena, que tem como título Mãe D’água: das nascentes para reflorestar mentes.
O povo Guajajara habita a terra indígena (TI), que possui uma extensão de 15 mil hectares, com uma população de 2 mil pessoas. O território é quase inteiramente localizado no município de Bom Jardim, distante pouco mais de 240 km da capital São Luís, com uma pequena porção (2%) no município de Monção. Na área, o Rio Pindaré dá nome ao lar dos Guajajara e marca uma parte das divisas da TI.
A iniciativa das mulheres e a parceria proposta por meio do projeto segue na contramão dos dados alarmantes de desmatamento no Maranhão. Conforme o Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD) 2023 do MapBiomas, o estado é primeiro lugar na perda de vegetação nativa, com uma área desmatada que contabiliza 331.225 hectares. Isso significa um aumento de 95,1% no desmatamento, o que implica na nova posição de líder do desmatamento assumida pelo Maranhão em 2023.
É em um cenário de resistência que mais de 50 mulheres da Wiriri, juntamente com 15 homens da Brigada Voluntária, empenham uma luta para fortalecer as práticas culturais e ambientais de seu povo. Excursões na mata ocorreram em abril deste ano nas aldeias Januária; Piçarra Preta, Novo Planeta e Guarimã, para identificar cinco nascentes de igarapés prioritárias para o reflorestamento e para o plantio de 80 mudas de espécies nativas nas margens, principalmente frutíferas. No geral, as atividades propostas pelo projeto envolvem jovens, adultos e anciãos das nove aldeias do território, com destaque para as mulheres indígenas.
Durante dois dias de excursões, os grupos visitaram esses cinco pontos prioritários de nascentes, se deslocando de barco pelo rio ou em caminhada por babaçuais. Com a identificação das nascentes, houve a qualificação e marcação dos pontos por GPS, acompanhado do plantio de mudas de juçara, bacaba e cupuaçu, provenientes do viveiro da Brigada Voluntária na Aldeia Januária.
Para a liderança indígena local Vanussa Viana Guajajara, participar das excursões foi um momento de reconexão com a natureza, um preenchimento na memória das histórias contadas pelos mais velhos sobre a riqueza de animais e paisagens outrora intocadas em diversos pontos da TI. Além, de integrante da Wiriri Kuzá Wá, Vanussa faz parte da Articulação de Mulheres Indígenas do Maranhão (Amima), é acadêmica de ciências biológicas na Universidade Estadual do Maranhão (Uema), agricultora familiar e pescadora artesanal.
“É uma parte da história que estava faltando, um vácuo que precisava ser preenchido. Meu pai já foi cacique e contava sobre os lugares que visitamos, dizia ‘Ah, eu conheci, a gente fazia esse monitoramento’. Isso desde a infância dele e dos ‘mais antigos’. Mas, só quando a gente começa a entender que o espiritual vem antes de qualquer outro tipo de articulação, a gente se sente mais fortalecido. Sentimos a necessidade desse vínculo, é uma carga de energia que não pode ser explicada, mas é sentida por cada um que compartilha desses momentos”
O resgate das memórias da paisagem da TI com as anciãs e anciões é uma etapa essencial das atividades do projeto, onde a vivência completa esses relatos que estão nas lembranças dos adultos e são repassados aos mais jovens. Durante as excursões na mata, além de ser uma oportunidade para visualizar aquilo que os ‘mais antigos’ contam em suas histórias, foi um momento de relembrar alguns cenários já observados por algumas das participantes há tempos. É o caso da agente de saúde Eloide Rodrigues Guajajara, que também quer contar essas histórias aos seus filhos e netos.
“Vi esses lugares quando criança, mas são poucas as lembranças. A luta para preservar nosso território vem desde a minha mãe, foi uma luta da minha vó e é uma luta que vem antes delas. Quero mais tarde poder mostrar para os meus filhos e netos, quero deixar minha história e que as pessoas digam ‘Ela sempre esteve nessa luta, ela sempre esteve aqui’, quero mostrar para eles nossa luta indígena. Para isso, temos que partir para as atividades de reflorestar aquilo que foi perdido”
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Na contramão do estado que mais desmata no país, povo Guajajara conduz projeto para proteger e retomar paisagens ricas em biodiversidade na Terra Indígena Rio Pindaré
Desmatamento cai 11,6% no Brasil em 2023, aponta MapBiomas