✨🐑 Los pastores: guardianes de historias y melodías.

🥁 Antes de los villancicos modernos, los pastores recorrían los campos con zambombas, tambores y panderetas, anunciando la Navidad y compartiendo ritmo y alegría.

🤗 Post completo en IG:
https://www.instagram.com/p/DSYJlmLiEcU

#TemploDelPasado #CalendarioDeAdviento #FolkloreNavideño #Pastores #Zambomba #Tambores #TradicionesPopulares #Adviento2025 #HistoriaConAlma

Tambor de crioula do Maranhão ecoa na Bienal de São Paulo

O Maranhão estará presente em um dos maiores palcos de arte contemporânea do mundo: a 36ª Bienal de São Paulo. O Tambor de Crioula da Floresta do Mestre Apolônio – Prazer de São Benedito, fundado em 1980, foi convidado pela Vale, por meio do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), para representar a força da cultura popular maranhense no evento. A apresentação será neste domingo, 7 de setembro, às 11h30, na Varanda Bienal, palco que trará programação cultural variada, com entrada gratuita.

Com patrocínio master da Vale, a 36ª edição da Bienal de São Paulo abre ao público no dia 6 de setembro, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque do Ibirapuera, com obras de 120 artistas de todo o mundo, também com entrada gratuita.

Com sede no bairro da Floresta, em São Luís, o Prazer de São Benedito reúne cerca de 50 integrantes, que mantêm viva a ancestralidade desta dança. O grupo tem grande reconhecimento em seu território por seu fundador, Mestre Apolônio Melônio, ser um dos brincantes de Bumba Meu Boi mais antigos e respeitados do Maranhão.

Para o diretor do CCVM, Gabriel Gutierrez, a participação do grupo maranhense reafirma a relevância de uma manifestação de origem africana marcada pelo toque dos tambores, pela dança circular e pela devoção a São Benedito.

A presença do tambor de crioula se integra ao conceito da Bienal, que propõe a experiência de outras formas de estar e pensar o mundo, principalmente a partir de lógicas afrocentradas

Reconhecido no Brasil e no exterior como guardião das tradições, o grupo do qual faz parte o Tambor de Crioula da Floresta, nome como também é conhecido, atua também na formação de crianças e jovens, transmitindo saberes de dança, música e artesanato popular.

“Como maior investidor privado em Cultura do país, a Vale atua para democratizar o acesso à arte e apoiar a diversidade de manifestações artísticas. Levar o Tambor de Criola para a Bienal de São Paulo faz parte desta estratégia de nacionalização dos investimentos culturais, promovendo o diálogo entre os eixos Norte-Nordeste e Sul-Sudeste e a integração das muitas culturas que formam a nossa”, afirma Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale.

A dança do tambor de crioula é realizada por mulheres, denominadas coreiras, vestidas em saias estampadas, coloridas e amplas, com blusas de renda, colares em diversas cores e a cabeça coberta com o mesmo tecido da saia. Já os coreiros são responsáveis pelo canto e pelo toque dos instrumentos, que são compostos por três tambores rústicos, cuja afinação é realizada diretamente na fogueira.

“Estar na Bienal de São Paulo representa não apenas a valorização de uma manifestação tradicional, mas também a inserção do tambor de crioula no diálogo com a arte contemporânea, em um espaço que reúne expressões artísticas de diferentes linguagens e origens”, sintetiza Nadir Cruz, presidente do Bumba Meu Boi da Floresta, do qual o Prazer de São Benedito faz parte. Para Nadir, o convite é um marco histórico: “Coloca o Maranhão em evidência, destacando a riqueza, a diversidade e a potência de sua cultura popular”, finaliza.

#36ªBienalDeSãoPaulo #ancestralidade #arteContemporânea #BumbaMeuBoiDaFloresta #CCVM #CentroCulturalValeMaranhão #coreiras #coreiros #culturaPopularMaranhense #diálogoCultural #diversidade #GabrielGutierrez #HugoBarreto #InstitutoCulturalVale #Maranhão #MestreApolônioMelônio #NadirCruz #ParqueDoIbirapuera #PavilhãoCiccilloMatarazzo #PrazerDeSãoBenedito #TamborDeCrioulaDaFloresta #tambores #tradiçãoAfroBrasileira #Vale

Beto Ehong lança ‘Vixe Beat’, manifesto sonoro de travessia

O EP Vixe Beat, novo trabalho de Beto Ehong, é mais que uma coleção de músicas: é um manifesto sonoro que entrelaça modernidade e tradição em mundo cada vez mais instantâneo. Composto por seis faixas autorais, o disco apresenta produção musical de Ehong em parceria com Jotanubeat, reafirmando sua assinatura artística ao mesmo tempo em que abre espaço para diálogos criativos.

As participações especiais dão corpo e diversidade ao projeto: as vozes femininas de Ross e Val Cor trazem potência, suavidade e contrapontos emocionais; as cordas de Lucilo Muirax evocam ancestralidade e lirismo; e a percussão de Dark Brandão injeta visceralidade, o sax de Caio Correia e o bass de Jesiel Bives.

Em termos estéticos, o Vixe Beat é um cruzamento de mundos: o reggae jamaicano reinterpretado pela tradição maranhense, o rap como linguagem de resistência urbana, os tambores da cultura popular como pulsação ancestral, e as abordagens religiosas e simbólicas do Maranhão que atravessam versos e arranjos, o poder e a audácia do funk. É um trabalho que resiste à catalogação fácil, moderno, mas enraizado; experimental, mas familiar.

O título, por si só, carrega metáfora: o ‘vixe’ é o espanto nordestino, o instante em que memória e corpo se arrepiam diante do inesperado; o ‘beat‘ é o coração eletrônico que mantém tudo pulsando. Juntos, formam a síntese de um Brasil que dança entre o passado e o futuro, reconhecendo-se nas ruas de São Luís, nos tambores de mina, no rap das periferias e nas radiolas que transformaram o reggae em identidade.

Vixe Beat se ergue, assim, como um EP de travessia: ouvir é ser levado a um passeio noturno pelas ruas da ilha, sentindo a maresia no ar, o batuque que ecoa das esquinas e a poesia que nasce da coletividade. É um convite a viver o presente sem esquecer as vozes que ecoam do ontem.

#ancestralidade #BetoEhong #CaioCorreia #culturaPopular #DarkBrandão #EP #funk #identidadeMusical #JesielBives #Jotanubeat #LuciloMuirax #músicaMaranhense #modernidade #rap #reggae #Ross #SãoLuís #tambores #tradição #travessiaSonora #ValCor #VixeBeat

Festival Zabumbada valoriza cultura maranhense e promove intercâmbio com artistas nacionais

O Festival Zabumbada chega a sua quarta edição como um momento de celebração da cultura popular, dando destaque à cultura maranhense, às tradições populares e ao intercâmbio cultural entre artistas da terra e de outros Estados do Brasil.

Este ano, o Zabumbada ocorre nos dias 25 e 26 de julho, na Praça das Mercês, no Centro Histórico de São Luís, a partir das 18h. O evento é realizado pela Temporana Produções Culturais, com recursos da Lei Paulo Gustavo, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab), por meio da Secretaria Estadual e Municipal de Cultura e com patrocínio da Equatorial Maranhão. O festival é inclusivo para todas as pessoas, de todas as idades, com área acessível a pessoas com deficiência e intérpretes de Libras em todos os espaços.

A cada ano é uma alegria poder oferecer para nossa cidade um festival tão diverso que mostra a riqueza da nossa cultura, a exuberância e identidade da nossa arte. Esse ano será ainda mais bonito e esperamos que o público venha celebrar com a gente essa festa que é totalmente gratuita, que possibilita a inserção dos nossos artistas e o fomento da economia criativa local

Carol Marques, diretora-geral do Festival Zabumbada

No dia 25 de julho, a abertura do palco principal será ao som da musicalidade maranhense com beleza e resistência do Côco Pirinã, seguido do Boi Brilho de São João da Liberdade 2 (sotaque de Zabumba) e Boi União da Baixada (sotaque da Baixada). Às 21h é a vez do show do Batucada Misteriosa, grupo paraense que representa o carimbó urbano autoral e dialoga com as tradições ribeirinhas, quilombolas, indígenas e com a religiosidade das encantarias, fortalecendo o pertencimento dos povos amazônicos.

A programação continua com a força e o bailado único dos caboclos de fita do Bumba Meu Boi de Juçatuba (sotaque da Ilha). E encerrando a noite, às 23h, o Zabumbada será palco do encontro de Afrôs, banda autoral de São Luís, marcada pela presença de mulheres na linha de frente, com a cantora Flávia Bittencourt, cantora e compositora maranhense com forte senso de identidade que canta sua terra, o universo feminino, a cultura popular e a música contemporânea. Nos intervalos dos shows e apresentações, a música fica por conta da DJ Fê Marques, que transforma a pista em território de liberdade, diversão e pertencimento.

A programação conta ainda com o palco do forró, com o show da cantora Tauana e Forró Zabumbada diretamente do Piauí apresentando músicas autorais e versões de forrós consagrados de Flávio José, Trio Nordestino, dentre outros; e o Baile do PV, que traz um repertório que transita entre clássicos do forró tradicional, autorais e releituras cheias de identidade. Na feirinha criativa, a música fica por conta dos DJs Lui Brito e Chico Flávio.

Grupo Sarminina Flor

Já no sábado, 26 de julho, a música no palco principal começa ao som dos tambores e da malemolência do Cacuriá Assacana. Logo em seguida, tem as apresentações do Boi Brilho da Areia Branca (sotaque Costa de Mão) e do Boi de Leonardo (sotaque de Zabumba), trazendo a beleza, a tradição e a diversidade do bumba meu boi maranhense.

A programação continua com show da banda Sarminina Flor (PI), banda que traz traz elementos da cultura popular como coco, samba, cacuriá, o maracatu e as cantigas de roda, buscando explorar o cotidiano interiorano e a ancestralidade; Boi de Maracanã (sotaque da Ilha), apresentando verdadeiras poesias em forma de toadas, com suas matracas e pandeirões.

Majur

O último show da noite, às 23h, será com a cantora e compositora baiana Majur, fazendo no Maranhão a estreia da turnê Gira Mundo, após voltar da turnê internacional. Ela apresenta o repertório do novo disco, que explora uma estética afropop contemporânea homenageando em cada música, uma força da natureza — os orixás, como são conhecidos no Brasil — por meio de cantigas e mensagens.

Estou muito feliz de iniciar a turnê no nosso Maranhão. O destino, os deuses quiseram. Como cantora e compositora da música e cultura afro-brasileira, é uma alegria imensa viver esse momento. Vai ser um encontro lindo, especial demais

Majur

Ao longo da noite, o DJ Adriano Sound apresenta no palco discotecagem com uma sonoridade carregada de grooves, swings e tambores. No palco do forró tem shows de Vânia Coelho e Xote das Meninas e Trio Mulundus que pelo segundo ano traz para o Zabumbada clássicos do forró nordestino e canções que influenciam a cultura dos vaqueiros. Na feirinha criativa, apresentação de DJ Cah Rodrigues e um set de house music, brasilidades, pop nacional e internacional.

#acessibilidade #Afrôs #afropopContemporâneo #BaileDoPV #BatucadaMisteriosa #BoiBrilhoDaAreiaBranca #BoiBrilhoDeSãoJoãoDaLiberdade2 #BoiDeLeonardo #BoiDeMaracanã #BoiUniãoDaBaixada #brasilidades #BumbaMeuBoiDeJuçatuba #cacuriá #CacuriáAssacana #cantigasDeRoda #carimbóUrbano #CarolMarques #CôcoPirinã #CentroHistórico #ChicoFlávio #coco #culturaMaranhense #culturaPopular #DJAdrianoSound #DJCahRodrigues #DJFêMarques #DJsLuiBrito #EquatorialMaranhão #FestivalZabumbada #FláviaBittencourt #FlávioJosé #ForróZabumbada #GiraMundo #grooves #houseMusic #LeiPauloGustavo #libras #Majur #maracatu #orixás #palcoDoForró #PolíticaNacionalAldirBlanc #popInternacional #popNacional #povosAmazônicos #PraçaDasMercês #programaçãoGratuita #samba #SarmininaFlor #SecretariaDeCultura #tambores #Tauana #TemporanaProduçõesCulturais #TrioMulundus #TrioNordestino #VâniaCoelho #XoteDasMeninas

Impresiones de la Semana Santa en Zaragoza 2025. - Eindrücke von der Osterwoche in Zaragoza 2025 #semanasanta #Zaragoza #España #Spain #Spanien #tradition #aragón #tambores
Performance ‘Loopoéticas O Ritornelo’ faz experimentação sonora e musical, no CCVM

Criada por Bruno Ferreira e Jane Maciel, performance ocorre nesta quinta-feira, 13 de março, às 19h

mauricioaraya.com
Semana Santa de Baena: el sonido inconfundible del tambor

Año tras año llega una fecha señalada en la que el latido de un pueblo se mide y entremezcla entre tambores y tradición

Vinetur
Hoy en la escuela de mi hija #candombe #tambores #musica #uruguay #comparsa
Algunas capturas del último #Carnaval en el Centro Cultural y Social El Birri, en el corazón de barrio San Lorenzo.
.
📷 begeo CC BY SA
.
#tambores #candombe #carnavales #fotografía #photography #fotoperiodismo #photojournalism