Tambor de crioula do Maranhão ecoa na Bienal de São Paulo

O Maranhão estará presente em um dos maiores palcos de arte contemporânea do mundo: a 36ª Bienal de São Paulo. O Tambor de Crioula da Floresta do Mestre Apolônio – Prazer de São Benedito, fundado em 1980, foi convidado pela Vale, por meio do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), para representar a força da cultura popular maranhense no evento. A apresentação será neste domingo, 7 de setembro, às 11h30, na Varanda Bienal, palco que trará programação cultural variada, com entrada gratuita.

Com patrocínio master da Vale, a 36ª edição da Bienal de São Paulo abre ao público no dia 6 de setembro, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque do Ibirapuera, com obras de 120 artistas de todo o mundo, também com entrada gratuita.

Com sede no bairro da Floresta, em São Luís, o Prazer de São Benedito reúne cerca de 50 integrantes, que mantêm viva a ancestralidade desta dança. O grupo tem grande reconhecimento em seu território por seu fundador, Mestre Apolônio Melônio, ser um dos brincantes de Bumba Meu Boi mais antigos e respeitados do Maranhão.

Para o diretor do CCVM, Gabriel Gutierrez, a participação do grupo maranhense reafirma a relevância de uma manifestação de origem africana marcada pelo toque dos tambores, pela dança circular e pela devoção a São Benedito.

A presença do tambor de crioula se integra ao conceito da Bienal, que propõe a experiência de outras formas de estar e pensar o mundo, principalmente a partir de lógicas afrocentradas

Reconhecido no Brasil e no exterior como guardião das tradições, o grupo do qual faz parte o Tambor de Crioula da Floresta, nome como também é conhecido, atua também na formação de crianças e jovens, transmitindo saberes de dança, música e artesanato popular.

“Como maior investidor privado em Cultura do país, a Vale atua para democratizar o acesso à arte e apoiar a diversidade de manifestações artísticas. Levar o Tambor de Criola para a Bienal de São Paulo faz parte desta estratégia de nacionalização dos investimentos culturais, promovendo o diálogo entre os eixos Norte-Nordeste e Sul-Sudeste e a integração das muitas culturas que formam a nossa”, afirma Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale.

A dança do tambor de crioula é realizada por mulheres, denominadas coreiras, vestidas em saias estampadas, coloridas e amplas, com blusas de renda, colares em diversas cores e a cabeça coberta com o mesmo tecido da saia. Já os coreiros são responsáveis pelo canto e pelo toque dos instrumentos, que são compostos por três tambores rústicos, cuja afinação é realizada diretamente na fogueira.

“Estar na Bienal de São Paulo representa não apenas a valorização de uma manifestação tradicional, mas também a inserção do tambor de crioula no diálogo com a arte contemporânea, em um espaço que reúne expressões artísticas de diferentes linguagens e origens”, sintetiza Nadir Cruz, presidente do Bumba Meu Boi da Floresta, do qual o Prazer de São Benedito faz parte. Para Nadir, o convite é um marco histórico: “Coloca o Maranhão em evidência, destacando a riqueza, a diversidade e a potência de sua cultura popular”, finaliza.

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Fotografia e memória em ‘Resistências Originárias’

Resistências Originárias, nova exposição do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), propõe um mergulho na obra de Christine Leidgens. A fotógrafa belga, que morou seis anos no Maranhão, traz um panorama com imagens inéditas de cinco comunidades, entre América Latina e África. O trabalho, construído ao longo de décadas, transcende o caráter documental e revela a relação de profunda intimidade que a artista estabeleceu com as pessoas retratadas. O resultado são registros que expressam diálogos profundos entre histórias, paisagens e práticas coletivas.

Resumo

Exposição traz séries inéditas da fotógrafa Christine Leidgens, que viveu seis anos no Maranhão;

Registros revelam a vida de comunidades na Bolívia, Amazônia, África, Venezuela e no Quilombo de Frechal;

Mostra destaca resistência cultural, práticas coletivas e a fotografia como ferramenta de memória e autonomia.

As séries fotográficas mostram os trabalhadores indígenas da Bolívia, comunidades quilombolas e povoados negros da Amazônia e da África, além do povo Piaroa, na Venezuela, reconhecido por seus saberes sobre o uso sustentável da floresta. Cada imagem evidencia como essas comunidades mantêm vivas tradições ancestrais, articulando passado e presente em práticas cotidianas que resistem às pressões externas. Seja nas festas populares, nas técnicas artesanais, na rotina de trabalho ou nos gestos de partilha, a cultura se revela como eixo de continuidade e transformação.

Um dos destaques da exposição é o registro do Quilombo de Frechal, em Mirinzal (MA). Além de fotografar, Leidgens permaneceu na comunidade ouvindo depoimentos de seus moradores e expõe, em seus registros, a luta pela liberdade e a resistência dos negros no Maranhão. Segundo o curador, a mostra possibilita a experiência de lutas comunitárias pela autonomia da vida: “Em sua permanência em meio aos povos originários, Christine possibilitou a passagem de bastão para que, hoje, as próprias comunidades produzam suas imagens de registro”, explica Gabriel Gutierrez. O exemplo mais flagrante desse movimento é a fundação do Espaço Fotográfico do Quilombo do Frechal, que consiste em uma casa quilombola dedicada à memória imagética, mantida pela comunidade e para a comunidade. “A fotografia, dominada por eles, por mãos próprias, legada pela fotógrafa, configurou-se como uma arma potente de reativação de memórias e reconhecimento de seu lugar central no jogo político, enquanto agentes criadores de autonomia”, finaliza Gabriel.

Ao unir sensibilidade artística e rigor documental, Christine Leidgens oferece ao público uma oportunidade de reconhecer a autoria desses povos na criação de mundos, linguagens e saberes. O Instituto Cultural Vale convida os visitantes do CCVM a compartilhar essas imagens tão preciosas, convidando-os a mergulhar no universo de Christine Leidgens reconhecendo, em cada fotografia, a força de quem insiste em originar o mundo todos os dias.

Resistências Originárias ficará em cartaz de terça-feira a sábado, das 10h às 19h. O CCVM está localizado à rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís e é aberto ao público, com visitações gratuitas.

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Arena Alegria leva diversão gratuita a bairros de São Luís

Brincadeiras, cultura, música, lazer e inclusão social de forma gratuita. Após seis anos, o Projeto Arena Alegria está de volta para levar diversão e transformar a rotina de várias comunidades de São Luís. Em sua quarta edição, o projeto criado por Cássia Melo, da Oito Projetos Criativos, conta com os patrocínios do Ministério da Cultura e do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Desta vez, o Arena Alegria promoverá três eventos em bairros da região do Itaqui-Bacanga, uma das mais populosas da capital maranhense: Cidade Nova, Vila Embratel e Vila Nova. A programação terá início no dia 16 de agosto.

A gente optou por voltar com o Arena Alegria em três praças, em regiões onde o projeto ainda não havia acontecido. São espaços onde pretendemos estimular a ocupação pela comunidade. Nesse momento onde a preocupação dos pais é a exclusividade da tecnologia na vida das crianças, a gente deixa essa mensagem da ocupação de espaços públicos com brincadeiras, reunindo toda a comunidade com interação de forma real das pessoas, não só em redes sociais e em espaços tecnológicos. Queremos que as famílias se divirtam juntas, aproveitem essa oportunidade da melhor maneira possível

Cássia Melo, idealizadora e diretora-geral do projeto

O Arena Alegria é um projeto para todos, onde as crianças e suas famílias poderão participar gratuitamente de várias atividades e acompanhar apresentações culturais. Nos dias dos eventos, a programação terá início às 16h e vai até às 20h, contando com uma série de gincanas e brincadeiras, auxiliadas por uma equipe que ajudará as crianças a desenvolverem suas habilidades nessas atividades coletivas. Uma das principais atrações do projeto, o palhaço mímico Gilson César vai interagir com a garotada durante todo o evento.

Logo após as gincanas, a programação do Arena Alegria terá continuidade com a participação do mágico Viktor Aiko e a apresentação da banda Vagalume, que encerra o dia de muita diversão. A cantora Camila Reis também irá se apresentar na abertura do projeto, que ocorre no dia 16 de agosto, na Praça das Mangueiras, no bairro Cidade Nova. Vale ressaltar que o Arena Alegria terá cadeiras reservadas para idosos e pessoas com mobilidade reduzida, além de intérprete de Libras.

Cássia Melo, idealizadora e diretora-geral do projeto Arena Alegria

Acreditamos que o Arena Alegria é um modelo importante para todo o Brasil, propondo e realizando projetos onde se perceba a necessidade social e contribua para essas consciências sobre a ocupação dos locais públicos, estimular famílias a brincar mais com seus filhos, além de gerar emprego e renda. Agradecemos o patrocínio do Ministério da Cultura e do Instituto Cultural Vale nesse projeto e também os apoios da Secretaria Municipal de Cultura e das instituições ligadas às comunidades. Tenho certeza que o Arena Alegria fará dias muito animados, com energia positiva e que vão mudar o coração de muitas pessoas

Durante o projeto, será realizada, ainda, uma coleta seletiva por parte da empresa RL Serviço Geral para conscientizar as pessoas sobre o descarte correto de lixo. Todo o material recolhido será direcionado para entidades que trabalham com o reuso de materiais.

Eventos gratuitos

Depois da abertura no dia 16 de agosto, na Cidade Nova, o Arena Alegria terá outros dois eventos: no dia 23 de agosto, as atividades serão realizadas na Praça 1° de Maio, na Vila Embratel, enquanto a Orla do Bonfim, no bairro Vila Nova, sediará a programação do dia 30 de agosto.

Nesta edição, o projeto contará ainda com o apoio de comunidades parceiras, como a Associação Mulheres Unidas Cidade Nova e o Grupo de Mulheres Empreendedoras (Gume), da Vila Nova.

Programação do Arena Alegria

  • 16 de agosto, às 16h: Praça das Mangueiras (Cidade Nova);
  • 23 de agosto, às 16h: Praça 1° de Maio (Vila Embratel);
  • 30 de agosto, às 16h: Orla do Bonfim (Vila Nova).

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Após sucesso em Açailândia, caravana Arte por Toda Parte leva programação gratuita para Santa Inês

A caravana artística do projeto Arte por Toda Parte está a todo vapor com sua programação de retorno ao Maranhão. Com atividades totalmente gratuitas e abertas a todos os públicos, a itinerância já passou pelo município de Açailândia e conquistou o público maranhense. Agora, realiza a etapa Santa Inês até o dia 20 de julho.

A turnê especial do projeto, que é voltado principalmente para crianças, jovens e famílias, celebra a sua segunda edição novamente destacando atividades voltadas à sensibilização artística e à formação de público, com espetáculos teatrais, shows musicais, oficinas e grafite.

Apresentado pelo Ministério da Cultura, Arte por Toda Parte conta com o apoio da Tuboarte das prefeituras de Açailândia, Santa Inês e Parnaíba, do Complexo Cultural Porto das Barcas, produção da Iluminura e Indústria da Arte, patrocínio do Instituto Cultural Vale por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e realização da Casa de Teatro Dona Zefinha, Ministério da Cultura e Governo Federal.

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Em Santa Inês, as atividades culturais ocorrerão até este domingo, 20 de julho, em diversos espaços do município. Ao longo dos quatro dias, uma ação de intervenção visual de grafite do artista cearense Eden Loro poderá ser conferida no Muro da Parque da Juventude.

Nesta sexta-feira, 18 de julho, às 8h30, ocorre a Prática de Conjunto para Bandas, com a dupla Samuel Furtado e Juan Torquatro – no Colégio Militar Tiradentes – Escola Municipal Dr. Edmilson Gonçalves.

Às 19h30 desta quinta, ocorrerá a apresentação do Tambor de Crioula do Angelim, na Praça do Idoso, no bairro Angelim – no mesmo local, às 20h, será apresentado o espetáculo Bicho Alumbroso nas entranhas do encanto, da Trupe Motim – no mesmo horário, no dia seguinte, no Povoado Barradiço, será apresentado ao público o espetáculo A Risita, do Coletivo Fuscirco.

No fim de semana, a noite de Santa Inês será de muito brilho, encanto e, claro, muita arte no Parque da Cidade com as atividades do Ônibus-palco do projeto, a partir das 19h. No sábado, 19 de julho, a programação contará com: Fanfarra do Colégio Militar Tiradentes; o espetáculo Pequeno Show de Horrores para Sustos Medonhos, da Trupe Motim; performance do Balé Indígena Guasu Guaraní, de Santa Inês; e show musical Caminhos do Pife – Pife pro Mundo.

Já no domingo, a temporada no Maranhão encerra com: performance Sanfona Instrumental, de Juan Torquato, de Guaramiranga (CE); o espetáculo A Risita, do Coletivo Fuscirco; e o show musical Forrozada de Rabeca, de Rabecacello, de Itapipoca (CE).

Arte por Toda Parte 2025

Além do Maranhão, as ações chegam, ainda, no Piauí, com atividades previstas para o período de 23 a 26 de julho, em Parnaíba. Durante quatro dias em cada cidade, a caravana do projeto visa levar arte de forma acessível e democrática para cidades nordestinas ofertando atividades culturais, promovendo intercâmbio entre artistas locais e convidados, valorizando as expressões regionais.

Neste circuito Nordeste em 2025, o projeto realizará 39 ações culturais, incluindo: espetáculos cênicos; shows musicais; oficinas de formação artística; e intervenções visuais em muros públicos.

O projeto itinerante Arte por Toda Parte é uma iniciativa da Casa de Teatro Dona Zefinha, grupo com mais de 30 anos de atuação artística no Brasil e no exterior. A primeira edição do projeto foi realizada em 2022, em cidades do Maranhão e Ceará, com grande aceitação do público.

Apresentado pelo Ministério da Cultura, o projeto conta com o apoio da Tuboarte das prefeituras de Açailândia, Santa Inês e Parnaíba, do Complexo Cultural Porto das Barcas, produção da Iluminura e Indústria da Arte, patrocínio do Instituto Cultural Vale por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e realização da Casa de Teatro Dona Zefinha, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Programação completa do Arte por Toda Parte em Santa Inês

Todas as atividades são gratuitas e livres para todos os públicos.

  • Arte por Toda Parte 2025
  • Programação completa do Arte por Toda Parte em Santa Inês
  • Sexta-feira, 18 de julho
  • Oficinas
  • Sábado, 19 de julho
  • Domingo, 20 de julho
  • Intervenção Visual – Grafite
  • Sexta-feira, 18 de julho

    Oficinas

    • 8h30 – Prática de Conjunto para bandas, com Samuel Furtado e Juan Torquatro
      Local: Colégio Militar Tiradentes, Escola Municipal Dr. Edmilson Gonçalves.
    • 20h – Espetáculo “A Risita” – Coletivo Fuscirco (Fortaleza–CE);
      Local: Povoado Barradiço.

    Sábado, 19 de julho

    • 19h – Programação no Ônibus-palco:
      Fanfarra do Colégio Militar Tiradentes;
      Espetáculo Pequeno Show de Horrores para Sustos Medonhos, da Trupe Motim (Quixeré–CE);
      Performance do Balé Indígena Guasu Guaraní (Santa Inês-MA);
      Show musical Caminhos do Pife – Pife pro Mundo (Guaramiranga–CE).
      Local: Parque da Cidade.

    Domingo, 20 de julho

    • 19h – Programação no Ônibus-palco:
      Performance Sanfona Instrumental, com Juan Torquato (Guaramiranga–CE);
      Espetáculo A Risita, do Coletivo Fuscirco (Fortaleza–CE);
      Show musical Forrozada de Rabeca – Rabecacello (Itapipoca–CE);
      Local: Parque da Cidade.

    Intervenção Visual – Grafite

    • De 17 a 20 de julho;
      Artista: Eden Loro (Fortaleza – CE);
      Local: Muro da Parque da Juventude.

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    Com ‘Estação Férias’, Museu da Língua Portuguesa é opção de passeio nas férias de julho

    Opções para as crianças e suas famílias se divertirem não faltarão durante as férias do meio do ano no Museu da Língua Portuguesa. Em julho, o Museu realizará mais uma edição da Estação Férias, exibirá uma animação de sucesso mundial e ainda promoverá espaços de livre brincar. E o melhor: tudo gratuitamente. Localizado no histórico prédio da Estação da Luz, em São Paulo, o museu é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.

    Entre 9 e 29 de julho de 2025, de terça-feira a domingo, das 10h às 17h, a Estação Férias ocupará o Pátio B. Sob comando da Crialudis, a ação visa celebrar a riqueza e a diversidade cultural dos falares da nossa língua, em diálogo com a atual mostra temporária Fala Falar Falares, que destaca a variedade de sotaques brasileiros. Para isso, oferecerá oficinas, como a Que língua é essa?, que desafiarão a pessoa participante a adivinhar a origem de expressões como bah e pocando. Tudo isso em meio a uma cenografia especial com instalações lúdicas e divertidas, como um tabuleiro gigante e uma intervenção ludo-literária em que o público será convidado a experimentar um processo criativo com rimas e frases, entre outras. Aos sábados, haverá, dentro da Estação Férias, apresentações musicais, circenses e contações de histórias.

    Em julho, o Luz na Tela, o cinema ao ar livre do museu, exibirá a animação Divertida Mente 2, sucesso entre as crianças de todas as idades e suas famílias. A sessão ocorre no dia 25 de julho (sexta-feira), às 14h, com distribuição de pipoca e refrigerante. Não precisa reservar ingresso: só chegar, se acomodar nas almofadas e nos bancos espalhados pelo Pátio B e aguardar o início do filme.

    O Núcleo Educativo do Museu também prepara uma série de atividades. Aos domingos, a Caravana Lúdica espalha jogos e tabuleiros pelo Pátio B, transformando-o em um espaço de livre brincar, das 11h às 16h. Também neste dia da semana, haverá contações de histórias, das 13h às 14h30, realizadas pelos educadores, sendo um livro diferente a cada domingo: Trocoscópio, de Bernardo Carvalho (dia 6), A Vida Íntima de Laura, de Clarice Lispector (dia 13), O Conto da Ilha Desconhecida, de José Saramago (dia 20), e Brincar com as Palavras, de José Jorge Letria (dia 27).

    https://mauricioaraya.com/2025/06/26/norma-culta-o-charme-da-linguagem-classica-em-tempos-de-emojis-e-girias/

    Outra dica é participar das visitas mediadas pelos educadores tanto à exposição principal quanto ao histórico prédio da Estação da Luz. Ambas ocorrem aos sábados e domingos. Às 10h e às 13h as visitas são à exposição principal, e às 11h e às 15h ao prédio da Estação da Luz. Trata-se de iniciativas que permitem ao público observar detalhadamente as experiências do museu e conhecer locais do edifício que somente funcionários têm acesso.

    Mostra temporária

    Em cartaz até 14 de setembro, a mostra temporária Fala Falar Falares aborda o ato de falar, um superpoder do ser humano, e destaca a variedade de sotaques brasileiros. Para isso, os curadores Daniela Thomas e Caetano W. Galindo criaram experiências audiovisuais e interativas nas quais o visitante é surpreendido com imagens do que ocorre dentro de seu corpo quando canta uma música como Açaí, de Djavan, ou se vê em uma roda de conversa com pessoas de diferentes lugares do país.

    A exposição temporária Fala Falar Falares conta com patrocínio máster da Petrobras e da Motiva, por meio do Instituto CCR; patrocínio do Instituto Cultural Vale; apoio do Grupo Ultra e do Itaú Unibanco – todos por meio da Lei Rouanet.

    O Museu da Língua Portuguesa fica na praça da Luz, S/N, bairro da Luz – Centro Histórico de São Paulo.

  • Mostra temporária
  • Estação Férias
  • Luz na Tela – Exibição do filme Divertida Mente 2
  • Domingo no Museu
  • Exposição principal e mostra temporária Fala Falar Falares
  • Estação Férias

    Luz na Tela – Exibição do filme Divertida Mente 2

    Dia 25 de julho (sexta-feira), às 14h
    No Pátio B
    Grátis (com distribuição de pipoca e refrigerante)

    Domingo no Museu

    Aos domingos, das 11h às 16h (contações de histórias das 13h às 14h30)
    No Pátio B
    Grátis

    Exposição principal e mostra temporária Fala Falar Falares

    De terça a domingo, das 9h às 16h30 (com permanência até as 18h)
    R$ 24 (inteira); R$ 12 (meia)
    Grátis para crianças até 7 anos
    Grátis aos sábados e aos domingos
    Acesso pelo Portão A
    Venda de ingressos na bilheteria e pela internet

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    Com programação gratuita, projeto Arte por Toda Parte retorna ao Maranhão

    No mês de julho, o público maranhense tem um reencontro marcado com a caravana artística do projeto Arte por Toda Parte, que retorna ao Maranhão para uma turnê especial em sua segunda edição. Voltado principalmente para crianças, jovens e famílias, a programação, totalmente gratuita, conta com espetáculos teatrais, shows musicais, oficinas e grafite.

    Com atividades voltadas à sensibilização artística e à formação de público, o projeto itinerante inicia sua temporada por terras maranhenses a partir do dia 12 de julho, no Teatro Municipal Seis de Junho, no município de Açailândia – seguindo até o dia 15 do mesmo mês. Em seguida, a programação passará, também, pela cidade de Santa Inês, entre os dias 17 e 20 de julho, no Parque da Cidade. Além do Maranhão, as ações chegam, ainda, no Piauí, com atividades previstas para o período de 23 a 26 de julho, em Parnaíba.

    https://mauricioaraya.com/agenda/

    Apresentado pelo Ministério da Cultura e o Instituto Cultural Vale, Arte por Toda Parte conta com o apoio das prefeituras de Açailândia, Santa Inês e Parnaíba, do Complexo Cultural Porto das Barcas, produção da Iluminura e Indústria da Arte, patrocínio do Instituto Cultural VALE por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e realização da Casa de Teatro Dona Zefinha, Ministério da Cultura e Governo Federal.

    Durante quatro dias em cada cidade, a caravana do projeto visa levar arte de forma acessível e democrática para cidades nordestinas ofertando atividades culturais, promovendo intercâmbio entre artistas locais e convidados, valorizando as expressões regionais.

    Para Ângelo Márcio, idealizador do projeto, um dos destaques da itinerância é a estrutura central do projeto: o Ônibus Palco, um veículo grafitado que serve como transporte, cenário e camarim para os artistas.

    Com o Ônibus Palco, o nosso projeto transforma ruas, praças e espaços abertos em verdadeiros palcos a céu aberto, com espetáculos e shows que emocionam diversas famílias e fazem história nas cidades que passam

    Ângelo Márcio

    Além dos espetáculos e apresentações, o projeto também oferece ações formativas, com oficinas gratuitas para arte-educadores, artistas e estudantes, realizadas em parceria com instituições e agentes culturais locais. Outro destaque é a realização de intervenções visuais (grafites) em muros das cidades, que permanecem como legado simbólico e cultural para a comunidade.

    Neste circuito Nordeste, que inclui Açailândia, Santa Inês e Parnaíba (PI), o projeto realizará 39 ações culturais, incluindo: espetáculos cênicos; shows musicais; oficinas de formação artística; e intervenções visuais em muros públicos.

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    ‘Toadas para Liberdade’ aprimora e estimula conhecimento sobre cultura popular em São Luís

    Começaram no mês de maio e seguem até o fim da temporada junina as oficinas do projeto Toadas para Liberdade, iniciativa que leva conhecimento e prática das manifestações da cultura popular para crianças do bairro da Liberdade, em São Luís.

    As aulas são gratuitas e voltadas para crianças de 6 a 12 anos, com aulas de bumba meu boi, tambor de crioula e cacuriá, manifestações que fazem parte da identidade cultural maranhense. As atividades ocorrem entre maio e agosto, sempre às quintas-feiras e sábados, às 14h, na Sede do Boi da Floresta – rua Tomé de Souza, nº 101 – bairro da Liberdade.

    O projeto surgiu com o propósito de garantir a continuidade dos saberes tradicionais, transmitidos de geração em geração por meio das toadas — cantos que funcionam como registros das vivências, sentimentos de identidade, pertencimento e solidariedade de quem os cria.

    Oficinas de Bumba Meu Boi já estão em andamento

    A programação inclui aulas que combinam teoria e prática:

    • Percussão: ensinamentos sobre ritmos tradicionais, tipos de pandeirões e tambores, além de noções sobre como tocar em grupo;
    • Dança: prática orientada por uma dançarina com experiência como índia de bumba meu boi, envolvendo os participantes nos movimentos característicos da brincadeira;
    • Canto: aprendizagem de toadas já existentes e incentivo à criação de pequenas rimas e composições próprias, estimulando a expressão criativa das crianças;

    Além disso, mestres das manifestações culturais farão demonstrações para compartilhar seus conhecimentos e fortalecer o vínculo das novas gerações com a cultura local.

    Cultura viva

    O bairro da Liberdade, conhecido como o maior Quilombo Urbano da América Latina, concentra uma grande diversidade de práticas culturais afroreligiosas, sendo o tambor de crioula uma das expressões mais presentes na rotina dos moradores. Registros históricos indicam que, no Século XIX, pessoas escravizadas realizavam a brincadeira como forma de lazer e resistência.

    Outro destaque é o cacuriá, dança típica do Maranhão marcada pela irreverência, que integra o ciclo de aprendizado das oficinas. Cada manifestação ocupará a Sede do Boi da Floresta por um mês, garantindo que as crianças vivenciem de maneira aprofundada cada uma dessas tradições.

    Festa no Quilombo

    O projeto culminará com uma festa de confraternização durante o Ritual de Morte do Bumba Meu Boi da Floresta, etapa tradicional do ciclo junino maranhense. O evento vai celebrar a participação das crianças, inserindo-as de forma ativa na vivência cultural da comunidade. Durante a festa, será realizada uma feira com venda de produtos e marcas do Quilombo Liberdade, promovendo a economia criativa local e fortalecendo a rede de empreendedores da região.

    O Toadas para Liberdade é uma realização do Bumba Meu Boi da Floresta, com patrocínio do Instituto Cultural Vale, em parceria com o Ministério da Cultura e o Governo Federal.

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    Crioula Festival promove encontro da música e tambor de crioula em São Luís

    Dias 13 e 14 de dezembro de 2024, São Luís vai respirar música e tambor de crioula com a realização do Crioula Festival. Esta será a segunda edição do festival, que teve estreia em fevereiro de 2023, e que, agora, vai ocorrer no mesmo local onde o consagrou, na Casa Barrica, situada no berço cultural da cidade, o bairro da Madre Deus.

    Crioula Festival é uma realização da Interart Produção Criativa, Ministério da Cultura/Governo Federal, com patrocínio do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

    A programação é totalmente gratuita, e envolve oficinas, cortejo, shows e rodas de tambor de crioula, com mais de 20 grupos na programação. Uma oportunidade onde público e artistas podem exaltar as raízes dessa genuína expressão folclórica maranhense, patrimônio imaterial brasileiro.

    Além de um festival folclórico musical, o Crioula Festival é uma verdadeira celebração do encontro das tradições da cultura popular e da contemporaneidade da música, formando um riquíssimo universo de sonoridades, numa experiência única.

    No palco, Flávia Bittencourt, Tião Carvalho, Rosa Reis, Adriana Bosaipo, Vinaa e Paulinho Akomabu acompanhados por uma banda regida pelo Maestro Zé Américo Bastos farão o espetáculo nos dois dias do evento, juntos aos grupos de tambor de crioula. A programação vai sempre das 19h30 até 23h30.

    Jesiel Bives (teclados), Edinho Bastos (guitarras), Carlos Raketh (contrabaixo), Marquinhos Carcará e Darklywson (percussões), Ronald (bateria), Daniel Cavalcanti, Daniel Miranda e Ricardo Mendes no naipe de metais, Fernanda e Sara (vocais), forma a banda sob a regência de Zé Américo Bastos.

    Maranhense, radicado no Rio de Janeiro, Zé Américo Bastos está presente na história da produção fonográfica brasileira, como grande arranjador e diretor musical na discografia de vários artistas consagrados como Elba Ramalho, Alcione, Fagner e Dominguinhos. Produziu as principais coletâneas (LPs) de artistas do Maranhão nos anos 90; e álbuns de Gerude, César Nascimento, Jorge Thadeu, Josias Sobrinho, entre outros. É idealizador do Crioula Festival e assina a direção musical e arranjos. A saber, o maestro Zé Américo Bastos compôs a música-tema, exclusiva, do Crioula Festival.

    O Crioula Festival, para mim, é o momento em que a raiz da cultura do tambor de crioula se junta com a música popular. É o momento em que, nós, que fazemos música popular, prestamos conta para os mestres do tambor do que eles nos ensinaram

    Maestro Zé Américo

    O festival conta com a coordenação geral do cantor e produtor Emanuel Jesus e a produção executiva da jornalista Ellen Soares, que por meio da Interart Produção Criativa vem realizando projetos culturais de grande relevância para São Luís e o Maranhão.

    Emanuel Jesus ressalta que “essa é a festa do tambor de crioula do Maranhão! Esse festival foi pensado de forma estratégica, onde juntamos o segmento musical com o tambor de crioula, duas fortes expressões artísticas e culturais que temos em nosso Estado. E pela segunda vez, vamos apresentar esse espetáculo para o público. Temos um potencial cultural gigantesco que o Brasil e o mundo precisam conhecer! Essa é uma iniciativa que tem a intenção de contribuir para a difusão dessa manifestação cultural poderosa, e ao mesmo tempo fomentar a cadeia produtiva da cultura”.

    As oficinas de canto, dança e percussão serão ministradas pelo Mestre Tião Carvalhos e pelas coreiras Nadir Olga (Tambor de Crioula da Floresta de Mestre Apolônio) e Regina Avelar (Tambor de Crioula de Mestre Leonardo) para crianças e jovens estudantes de escolas públicas.

    Programação Crioula Festival 2024

    Sexta-feira, 13 de dezembro

    • Cortejo de abertura;
    • Grupos tambor de crioula;
    • Show banda Crioula Festival com Rosa Reis, Adriana Bosaipo, Vinaa, Paulinho Akomabu, Flávia Bittencourt e Tião Carvalho;
    • Grupos tambor de crioula.

    Sábado, 14 de dezembro

    • Grupos tambor de crioula;
    • Show banda Crioula Festival com Rosa Reis, Adriana Bosaipo, Vinaa, Paulinho Akomabu, Flávia Bittencourt e Tião Carvalho;
    • Grupos tambor de crioula.

    #AdrianaBosaipo #CarlosRaketh #CasaBarrica #coreiras #cortejo #CrioulaFestival #DanielCavalcanti #DanielMiranda #Darklywson #EdinhoBastos #EmanuelJesus #FernandaESara #FláviaBittencourt #GovernoFederal #InstitutoCulturalVale #InterartProduçãoCriativa #JesielBives #LeiFederalDeIncentivoàCultura #MadreDeus #MaestroZéAméricoBastos #MarquinhosCarcará #Música #MestreApolônio #MestreLeonardo #MestreTiãoCarvalhos #MinistérioDaCultura #NadirOlga #oficinas #PaulinhoAkomabu #programação #ReginaAvelar #RicardoMendes #Ronald #RosaReis #SãoLuís #shows #TamborDeCrioula #TamborDeCrioulaDaFlorestaDeMestreApolônio #TamborDeCrioulaDeMestreLeonardo #TiãoCarvalho #Vinaa

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    Heloísa Fernandes e Toninho Carrasqueira fazem shows gratuitos esta semana, em São Luís

    Nesta semana, nos dias 5 e 6 de dezembro (quinta e sexta-feira, respectivamente), São Luís recebe as apresentações gratuitas de um espetáculo musical inédito e especial em terras maranhenses: a turnê Choros, Valsas e Outros Lirismos Brasileiros, da pianista Heloísa Fernandes e do flautista Toninho Carrasqueira, que passa por seis capitais brasileiras com patrocínio exclusivo do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

    https://mauricioaraya.com/2024/11/27/sao-luis-recebe-show-choros-valsas-e-outros-lirismos-brasileiros-de-heloisa-fernandes-e-toninho-carrasqueira/

    Em São Luís, a dupla fará uma dobradinha de apresentações especiais no Centro Histórico: na Igreja de São José do Desterro, a mais antiga e uma das mais bonitas da cidade, às 19h. Com entrada gratuita e aberto a todos os públicos, o espetáculo é uma realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

    A dupla paulista irá guiar o público em uma viagem musical que atravessa diferentes épocas, explorando a riqueza e diversidade da música brasileira. No repertório dos concertos, composições próprias e homenagens a grandes mestres da música nacional, como Pixinguinha, Moacir Santos, Hermeto Pascoal e Radamés Gnattali.

    Oficina gratuita

    Além dos concertos, os músicos proporcionarão ao público uma oficina (gratuita, sem necessidade de inscrições, com 40 vagas disponíveis) no dia 6 de dezembro, às 14h, no hall da Escola de Música do Estado do Maranhão – Lilah Lisboa de Araújo, também no Centro Histórico da capital maranhense.

    Dividida em duas partes, a atividade de três horas de duração destina-se a pianistas e flautistas, com foco na técnica instrumental e na criação musical. Após as aulas específicas, em salas separadas, ministrantes e ouvintes se reunirão em uma masterclass voltada para o estudo de improvisação e os princípios do livro Divertimentos-Descobertas, escrito por Toninho Carrasqueira.

    Todas as atividades contarão com recursos de acessibilidade para receber adequadamente públicos diversos: intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos concertos e oficina, audiodescrição nas apresentações musicais, monitores disponíveis para apoio e espaços acessíveis para cadeirantes.

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    São Luís recebe show ‘Choros, Valsas e Outros Lirismos Brasileiros’, de Heloísa Fernandes e Toninho Carrasqueira

    Gratuitas, apresentações serão realizadas nos dias 5 e 6 de dezembro, na Igreja do Desterro, no Centro, às 19h

    mauricioaraya.com

    São Luís recebe show ‘Choros, Valsas e Outros Lirismos Brasileiros’, de Heloísa Fernandes e Toninho Carrasqueira

    Nos dias 5 e 6 de dezembro, São Luís recebe apresentações gratuitas de um espetáculo musical inédito e especial em terras maranhenses: a turnê Choros, Valsas e Outros Lirismos Brasileiros, que passa por seis capitais brasileiras com patrocínio exclusivo do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

    Nos concertos, a pianista Heloísa Fernandes e o flautista Toninho Carrasqueira, ambos paulistas, guiarão o público em uma viagem musical que atravessa diferentes épocas, explorando a riqueza e diversidade da música brasileira. Com entrada gratuita e aberta a todos os públicos, o espetáculo é uma realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

    Em São Luís, a dupla fará uma dobradinha de apresentações especiais no Centro Histórico: na Igreja de São José do Desterro, a mais antiga e uma das mais bonitas da cidade, às 19h. No repertório dos concertos, composições próprias e homenagens a grandes mestres da música nacional, como Pixinguinha, Moacir Santos, Hermeto Pascoal e Radamés Gnattali.

    Em Choros, Valsas e Outros Lirismos Brasileiros, Heloísa e Toninho trazem não somente a beleza sonora do piano e da flauta, mas também histórias e curiosidades sobre os compositores, além de um panorama que revela a evolução da Música no Brasil desde o Século XIX até os dias de hoje, festejando sua riqueza melódica, harmônica e rítmica, e contribuindo para uma conexão com a cultura musical brasileira.

    Ao longo do espetáculo, Heloísa e Toninho apresentam arranjos que evidenciam uma interessante fusão de tradição e modernidade, enquanto revisitam gêneros musicais emblemáticos, como o choro e a valsa, com uma sensibilidade que traduz a alma brasileira. O duo se destaca, ainda, pela capacidade de improvisação, que oferece a cada obra uma interpretação única e espontânea.

    Oficina gratuita

    Além dos concertos, os músicos proporcionarão ao público uma oficina (gratuita, sem necessidade de inscrições, com 40 vagas disponíveis) no dia 6 de dezembro, às 14h, no Hall da Escola de Música do Estado do Maranhão – Lilah Lisboa de Araújo, também no Centro Histórico da capital maranhense.

    Dividida em duas partes, a atividade de três horas de duração destina-se a pianistas e flautistas, com foco na técnica instrumental e na criação musical. Após as aulas específicas, em salas separadas, ministrantes e ouvintes se reunirão em uma masterclass voltada para o estudo de improvisação e os princípios do livro Divertimentos-Descobertas, escrito por Toninho Carrasqueira.

    Todas as atividades contarão com recursos de acessibilidade para receber adequadamente públicos diversos: intérpretes de libras nos concertos e oficina, audiodescrição nas apresentações musicais, monitores disponíveis para apoio e espaços acessíveis para cadeirantes.

    Heloísa Fernandes

    Pianista e compositora, descrita pela crítica como ‘lírica e luminosa, para além de categorizações’’ (Tim Page, The Post and Courier, Charleston). Com um repertório centrado em sublimes interpretações e criações instrumentais da música popular brasileira, uma das cinco finalistas premiadas no Prêmio Visa de Música Brasileira, tornou-se conhecida no Brasil e exterior, como através de sua participação no Spoleto Jazz Festival, um dos mais prestigiosos festivais de jazz, ou a turnê de piano solo nos Estados Unidos e os concertos no Brasil ao lado de Phillip Glass.

    https://open.spotify.com/intl-pt/artist/2Cfz88tLZGdh0F3NaX525G?si=hRJARTjYRaK8n5U2S4Y-1Q

    Com participações de instrumentistas como Naná Vasconcelos e Zeca Assumpção e um repertório de composições próprias e arranjos para temas de Caetano Veloso e Pixinguinha, seu primeiro álbum, Fruto, foi aclamado pela crítica nacional e internacional. Em seu segundo álbum, Candeias, a pianista criou novas composições, tendo como ponto de partida as melodias e ritmos nacionais registrados por Mário de Andrade em 1936 no livro Melodias Registradas por meios Não-Mecânicos. Seu terceiro álbum, intitulado Faces, gravado em Chicago, Illinois, e lançado em 2018, registra suas novas composições e improvisos.

    Toninho Carrasqueira

    Com vários CDs premiados e uma história de centenas de apresentações por mais de 40 países, Carrasqueira é desses raros artistas que navegam livremente e com a mesma propriedade pelos universos erudito e popular, tradicional e contemporâneo. Elogiado pela crítica internacional tocando a música de Bach, Mozart, Poulenc, Villa-Lobos e Guarnieri, tem gravações dedicadas a Pixinguinha, Callado, Pattápio Silva, Maurício Carrilho, Guinga e outros mestres da música popular brasileira que são consideradas primorosas.

    https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4eycPsNP9FIeCvDilqCb66?si=1khaM-WRQw-ta8-4La5pqA

    Com o Quinteto Villa-Lobos, grupo que integrou durante 15 anos, gravou 14 CDs, dois DVDs, e recebeu indicações ao Grammy e aos prêmios Rival e Carlos Gomes, discernidos ao melhor grupo camerístico brasileiro. Em duo com a pianista Maria José Carrasqueira, tem uma extensa carreira internacional, que inclui uma apresentação no New York Carnegie Hall. É presença constante nos palcos e estúdios de gravação à frente de algumas de nossas principais orquestras sinfônicas e ao lado de artistas de variadas tendências estéticas, como o Quarteto de Brasília, Nelson Ayres, Maurício Carrilho, Egberto Gismonti, Naylor Proveta, Ivan Vilela e Marlui Miranda, entre muitos outros. É, também, professor doutor livre docente pela USP, universidade onde leciona, tem um livro lançado pela Edusp.

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    Divertimentos-Descobertas: Estudos Criativos para o Desenvolvimento Musical – Sopros e Cordas Friccionadas – Edusp

    A partir de uma reflexão crítica, Toninho Carrasqueira apresenta uma metodologia de ensino voltada para a formação de músicos com as características culturais do jovem brasileiro contemporâneo. Focado em conceitos que o ensino tradicional não contempla, o autor baseia seu método no estímulo à criatividade, na proposta de um amplo entendimento da linguagem musical, em...