‘Ocidente perdeu completamente sua alma, mas os iranianos estão buscando a deles’, diz ex-oficial de inteligência britânico
‘Ocidente perdeu completamente sua alma, mas os iranianos estão buscando a deles’, diz ex-oficial de inteligência britânico
Do dogma à cultura: onde foi parar a verdade absoluta?
No novo post, analisamos como a modernidade trocou os alicerces da metafísica pela fluidez das interpretações culturais. O que acontece quando o sentido da vida deixa de ser revelado e passa a ser construído por nós? Uma reflexão sobre o peso dessa liberdade.
Leia aqui: https://conservandovalor.com
O mito do progresso | Contra a civilização https://contraciv.noblogs.org/o-mito-do-progresso/
Beto Ehong lança ‘Vixe Beat’, manifesto sonoro de travessia
O EP Vixe Beat, novo trabalho de Beto Ehong, é mais que uma coleção de músicas: é um manifesto sonoro que entrelaça modernidade e tradição em mundo cada vez mais instantâneo. Composto por seis faixas autorais, o disco apresenta produção musical de Ehong em parceria com Jotanubeat, reafirmando sua assinatura artística ao mesmo tempo em que abre espaço para diálogos criativos.
As participações especiais dão corpo e diversidade ao projeto: as vozes femininas de Ross e Val Cor trazem potência, suavidade e contrapontos emocionais; as cordas de Lucilo Muirax evocam ancestralidade e lirismo; e a percussão de Dark Brandão injeta visceralidade, o sax de Caio Correia e o bass de Jesiel Bives.
Em termos estéticos, o Vixe Beat é um cruzamento de mundos: o reggae jamaicano reinterpretado pela tradição maranhense, o rap como linguagem de resistência urbana, os tambores da cultura popular como pulsação ancestral, e as abordagens religiosas e simbólicas do Maranhão que atravessam versos e arranjos, o poder e a audácia do funk. É um trabalho que resiste à catalogação fácil, moderno, mas enraizado; experimental, mas familiar.
O título, por si só, carrega metáfora: o ‘vixe’ é o espanto nordestino, o instante em que memória e corpo se arrepiam diante do inesperado; o ‘beat‘ é o coração eletrônico que mantém tudo pulsando. Juntos, formam a síntese de um Brasil que dança entre o passado e o futuro, reconhecendo-se nas ruas de São Luís, nos tambores de mina, no rap das periferias e nas radiolas que transformaram o reggae em identidade.
Vixe Beat se ergue, assim, como um EP de travessia: ouvir é ser levado a um passeio noturno pelas ruas da ilha, sentindo a maresia no ar, o batuque que ecoa das esquinas e a poesia que nasce da coletividade. É um convite a viver o presente sem esquecer as vozes que ecoam do ontem.
#ancestralidade #BetoEhong #CaioCorreia #culturaPopular #DarkBrandão #EP #funk #identidadeMusical #JesielBives #Jotanubeat #LuciloMuirax #músicaMaranhense #modernidade #rap #reggae #Ross #SãoLuís #tambores #tradição #travessiaSonora #ValCor #VixeBeat
#Modernidade sem #ancestralidade e #história é 'casca vazia'.
(também vale para tecnologia de máquinas)
https://www.instagram.com/reel/DNL8GKIMTr1/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=Nmg1dDViYnFpdDlv
🆕 Congratulations to Ricardo Noronha, PI of the project '#PETROSINES — Peripheral Petromodernity. A Global Microhistory of the Sines Area Project (1971-1999)', one of only six History projects selected for funfing by FCT on its latest call.
👉 We tell you more here: https://ihc.fcsh.unl.pt/ricardo-noronha-petromodernidade/
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César Nascimento lança EP ‘Luz do Cometa’ em plataformas digitais
A ancestralidade afro-indígena, afirmações identitárias, a riqueza da herança cultural e histórica, a sabedoria popular na poesia das toadas do bumba meu boi, tambor de crioula, dança do lelê, cacuriá e a cadência de tantos outros ritmos caribenhos e jamaicanos… tudo flui e se transforma numa musicalidade única que inspira artistas como o cantor e compositor César Nascimento que apresenta nos ares festivos deste mês de junho o novo EP Luz do Cometa.
https://open.spotify.com/intl-pt/album/0lW6rSzvdaEW1PAAYriFmP?si=vBXpD_v3S167Au4SUXFsyQ
São quatro faixas, gravadas no estúdio Chalezinho Amarelo em Petrópolis (RJ). Entre autorais e parcerias, são elas: No Meio do Gurupi, com participação especial do guitarrista Edson Bastos; Luz do Cometa, com participação especial de Rui Mário (acordeon) e Flávio Souza (rabeca), Din Don com participação especial de Renata Gaspar e Pra Afinar o Coração em duo com Elizeu Cardoso.
No Meio do Gurupi é um reggae com notas sonoras dos ritos e tradições dos povos indígenas. Falo da língua Tupi marcando também nos versos dessa música, o vocabulário bem típico e a importância desse rio, que tem suas águas no Maranhão e no Pará, dois estados brasileiros parte da Amazônia Legal
César Nascimento
No Meio do Gurupi aponta para uma reflexão ambiental, destacando a necessidade de ações urgentes para proteger o meio ambiente e garantir um futuro sustentável. O momento é muito oportuno, pois, estamos próximos da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) que coloca a Amazônia no centro das discussões mundiais para o reconhecimento da importância das comunidades tradicionais e indígenas, que são guardiãs da biodiversidade e detentoras de conhecimentos sobre a Natureza.
Temos na Cultura do Maranhão elementos fantásticos que podem ser trabalhados em vários estilos musicais universais, inclusive no reggae. E isso influencia diretamente, desde sempre, na minha forma de compor. Por exemplo, na música – Reggae Sanfonado – aconteceu essa fusão, e veio confirmar o que Mestre Dominguinhos já falava: o reggae e o xote caminham juntos. Já no hit – O Radinho – a fusão aconteceu do reggae na cadência rítmica do bloco tradicional maranhense
Neste novo EP, a música Luz do Cometa é uma parceria de César Nascimento com Nosly e Flávio Souza e a base rítmica é uma fusão entre os sotaques de bumba-meu-boi, baixada e zabumba. E as faixas Din Don e Pra afinar o coração são duas baladas; uma remete ao primeiro encontro do casal (César Nascimento e Renata Gaspar), juntos, há 41 anos. E a outra é uma composição dele com Elizeu Cardoso, que traz ainda elementos rítmicos do bumba meu boi
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The Programme for the Joint International Workshop "Global Infrastructures: Aesthetic Power and Affective Networks in the (Post-)colonial Present", which we will host on 28 November, is now on our website.
ℹ️ https://ihc.fcsh.unl.pt/en/events/global-infrastructures-2024/
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