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Você acha que sabe onde está o gargalo. Quase sempre você está errado.
Escrevi sobre profiling em Python com cProfile e memory_profiler — do problema ao fix, com exemplos reais. A ideia central: meça primeiro, otimize depois. Intuição é um método caro.
Profiling em Python: Encontrando Gargalos com cProfile e memory_profiler
Existe um padrão que se repete em quase todo projeto Python que cresce. O código funciona, os testes passam, a feature está pronta — aí alguém percebe que uma rota específica demora três segundos quando deveria demorar duzentos milissegundos. Ou que um processo que roda em batch está consumindo 4 GB de RAM sem nenhuma razão óbvia. O instinto natural é abrir o código e começar a suspeitar. Aquele loop ali, essa chamada de banco, aquela list comprehension aninhada. O problema é que intuição é um método caro: você otimiza o que acha que é lento, gasta horas em algo que mal contribui para o tempo total, e o gargalo real continua intacto.







