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FBI says they disrupted plot to attack UFC fight at the White House
France vs. Senegal score, 2026 FIFA World Cup live updates: Kylian Mbappe and Les Bleus kickoff campaign - CBS Sports
Trump Aides Plead Not Guilty To Fake Elector Charges
https://www.joemygod.com/2026/06/trump-aides-plead-not-guilty-to-fake-elector-charges/
FBI foiled alleged plot to attack White House UFC event, Kash Patel says

O tribunal italiano avaliou argumentos apresentados pela defesa e reconheceu violação ao direito de um julgamento justo no caso que envolve a ex-congressista A Corte de Apelação da Itália demonstrou falhas de imparcialidade no julgamento brasileiro da ex-deputada federal Carla Zambelli, o que resultou em sua permanência em liberdade enquanto aguarda decisão sobre extradição. O tribunal italiano avaliou argumentos apresentados pela defesa e reconheceu violação ao direito de um julgamento justo no caso que envolve a ex-congressista. O documento, divulgado nesta sexta-feira, 12, ressalta que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atuou como relator do processo e, ao mesmo tempo, foi vítima de um dos supostos crimes cometidos por Zambelli, o que configuraria uma “dupla função” e comprometeria a neutralidade do processo. Para a Justiça italiana, essa sobreposição de papéis inviabiliza a extradição da ex-deputada para o Brasil. Pelo X, o advogado Fabio Pagnozzi, que atua na defesa de Carla Zambelli, afirmou que a “Justiça italiana expôs Moraes ao mundo como um ditador”. ⚠️ A decisão da Justiça italiana expõe Moraes ao mundo como um ditador.A decisão da Justiça italiana colocou Alexandre de Moraes no banco dos réus da opinião pública internacional e expôs os abusos que tantos brasileiros denunciam há anos.🚨 Excesso de poder e perseguição… pic.twitter.com/TRCqOM1GzQ Jurisprudência europeia e argumentos sobre imparcialidade O texto ainda afirma que, de acordo com a jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, a imparcialidade de um juiz é posta em dúvida quando o mesmo magistrado exerce funções distintas em um mesmo processo, como julgar, expedir mandado de prisão, solicitar extradição e fornecer informações sobre o sistema prisional. “Bem como insuficiência e ilogicidade da fundamentação em relação ao acúmulo das funções de vítima, juiz de primeira instância, juiz de segunda instância e juiz da execução na pessoa de M.A.D.M. [Ministro Alexandre de Moraes], integrante do Supremo Tribunal Federal do Brasil, em violação ao princípio da imparcialidade e da independência do juiz”, escreveu o tribunal. Apesar de acatar os argumentos da defesa quanto à imparcialidade, a Corte descartou a tese de que Zambelli correria risco de violação de direitos humanos caso fosse presa na penitenciária feminina do Distrito Federal, rejeitando essa alegação específica. Próximos passos e outros processos A decisão final sobre a extradição de Carla Zambelli caberá ao ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio. Enquanto isso, ela permanece em Roma e aguarda o desfecho. Crédito Revista Oeste
US lawmakers fight Trump cuts to $386m ocean monitoring program: ‘supreme stupidity’
Justice Dept. Considering Death Penalty for Alleged National Guard Shooter
https://www.nytimes.com/2026/06/16/us/politics/doj-national-guard-shooting.html
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https://www.nytimes.com/2026/06/16/us/politics/doj-national-guard-shooting.html

A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou à Justiça dos Estados Unidos o encerramento da ação movida pelas empresas Rumble e Trump Media contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por decisões relacionadas à remoção de conteúdos publicados nas plataformas digitais. O órgão sustenta que o magistrado possui imunidade por exercer função de autoridade estrangeira e que decisões da Suprema Corte brasileira não podem ser analisadas por tribunais de outros países. “Atos praticados por agentes públicos de um Estado soberano não podem ser submetidos, sem o consentimento desse Estado, à jurisdição de tribunais de um Estado estrangeiro”, afirmou a AGU no pedido protocolado nesta segunda-feira (15). A manifestação foi apresentada ao tribunal federal da Flórida e defende que Moraes agiu exclusivamente no exercício de suas atribuições como ministro do STF. Para a AGU, os atos questionados pelas empresas são decisões judiciais soberanas do Estado brasileiro e, por isso, estão protegidos por normas reconhecidas pelo Direito Internacional. “O Brasil não consentiu e não consentirá com a apreciação de decisões de nossa Suprema Corte por juízes de outro país, por isso, decisões judiciais brasileiras devem ser cumpridas ou questionadas perante nossos próprios tribunais, de acordo com a lei processual vigente no Brasil”, pontua o órgão que atua como representante do Estado brasileiro. A petição também cita a legislação federal norte-americana conhecida como Foreign Sovereign Immunity Act, utilizada para embasar o argumento de imunidade. De acordo com a AGU, a doutrina do ato de Estado impede que autoridades estrangeiras investiguem ou revisem a validade de decisões tomadas pelo Supremo Tribunal Federal. Além da questão jurídica, o órgão argumenta que a ação apresentada pelas empresas viola o princípio da cortesia internacional, e que a invalidação de decisões tomadas no Brasil configura uma afronta à soberania nacional e à independência do Poder Judiciário brasileiro. “O Brasil também pediu que o tribunal não aprecie qualquer pedido de declaração de revelia do ministro Alexandre de Moraes antes de apreciar os argumentos apresentados pelo Estado brasileiro. Para o Brasil, os argumentos apresentados tornam descabida qualquer análise de revelia, já que a procedência das alegações do Brasil deve levar à extinção imediata do processo”, completou a AGU na petição. O processo foi aberto pela Rumble e pela Trump Media para contestar decisões de Moraes relacionadas à suspensão de contas e ao bloqueio de perfis em plataformas digitais. As medidas atingiram principalmente usuários ligados à oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que são alvos de investigações conduzidas pelo STF. As empresas alegam que as determinações judiciais brasileiras contrariam princípios constitucionais dos Estados Unidos ligados à liberdade de expressão. O Rumble permanece fora do ar no Brasil desde fevereiro de 2025 em razão dos desdobramentos envolvendo as decisões judiciais contestadas. Crédito Gazeta do Povo