Bref Point de situation #Liban

- Déclaration de l' #OCHA : Le 9 avril dans l' "après-midi, un ordre d'évacuation concernant la banlieue sud de Beirut a été renouvelé. La zone a été étendue à une zone qui comprend un bureau de l' #UNRWA, deux camps de #réfugiés palestiniens, 13 centres d'hébergement collectifs accueillant plus de 6 000 personnes, les bureaux de plusieurs #ONG nationales et internationales, ainsi que l'hôpital gouvernemental Rafik Hariri, le plus grand #hôpital public du pays. Elle couvre également plus de 20 sites utilisés par nos partenaires #humanitaires pour acheminer l'aide et fournir des services aux personnes dans le besoin."

https://www.unocha.org/news/todays-top-news-lebanon-occupied-palestinian-territory-sudan-un-humanitarian-flights

- L'Organisation mondiale de la santé ( #OMS ) a annoncé ce matin avoir "reçu des garanties" que ces deux hôpitaux du sud du Beirut ne seront pas ciblés par Israël. (Les ordres d'évacuation concernaient ces deux sites.)

- L'OMS a également déclaré hier que les hôpitaux de tout le pays se trouvaient au bord du gouffre.

https://news.un.org/en/story/2026/04/1167276

- Le #PAM, Le Programme Alimentaire Mondial, craint une crise de sécurité alimentaire au Liban.

https://www.reuters.com/world/middle-east/world-food-programme-warns-lebanon-facing-food-security-crisis-due-iran-war-2026-04-10/

#NRC a fait un Communiqué de #Presse hier dans lequel l'organisation demande l'inclusion du Liban dans l'accord de cessez le feu et donne ces deniers chiffres :

- À travers l' #Iran, plus de 3,2 millions de personnes sont déplacées (HCR).
En Iran, plus de 2.000 personnes ont été tuées en Iran, dont plus de 200 enfants. Plus de 27.000 ont été blessés (OCHA).
À travers l'Iran, plus de 115.000 unités civiles ont été endommagées, y compris plus de 91.000 unités résidentielles, plus de 22.000 unités commerciales, 760+ écoles et 315+ établissements de santé (OCHA).
400.000 personnes ayant besoin d'une assistance à la sécurité alimentaire rien qu'à Téhéran (PAM).

- Au #Liban, 1.049.328 personnes se sont auto-enregistrées comme déplacées au 2 avril (DRM : Disaster Risk Management of #Lebanon)

http://drm.pcm.gov.lb

Au Liban, au moins 1.530 personnes ont été tuées et 4.812 blessées (DRM).
NRC estime que les ordres d’évacuation israéliens couvrent actuellement environ 1.525 km2, représentant environ 14,6% du territoire total du Liban, y compris le sud du Liban, certaines parties de la Bekaa et la banlieue sud de Beirut.

- En #Israël au moins 26 personnes ont été tuées et 1.828 blessées (MDA).
En Israël, plus de 8.700 structures ont été endommagées, sur la base de plus de 12.800 demandes d’indemnisation déposées depuis le début des hostilités, selon les données de l’Autorité fiscale israélienne (rapportées dans les médias israéliens).

https://www.nrc.no/news/2026/iran-ceasefire-must-hold-and-include-lebanon.-aid-is-underfunded

Today's top news: Lebanon, Occupied Palestinian Territory, Sudan, UN humanitarian flights

#Lebanon

Manu e Chico: a tragédia anunciada que só os doutores das CETs não sabiam

O Brasil segue uma tendência perigosa ao não promover um radical acalmamento viário. As mortes no trânsito não são obra do acaso. Elas acontecem, em grande parte, pela inépcia de quem administra o ir e vir das pessoas.

O caso de Manu e Chico, mãe e filho mortos na Tijuca, no Rio de Janeiro, não sai da minha cabeça. Não foi apenas uma tragédia — foi o retrato da nossa falha coletiva de proteger a nós mesmos.

Eu me pergunto: como um motorista de ônibus, ou de qualquer veículo, pode ser tão desonesto em sua humanidade a ponto de, sabendo da força que tem nas mãos, preferir manter a velocidade diante de uma situação claramente perigosa?

Essa tragédia podia ter sido evitada.

Mas quem pedala sabe: motoristas, naquele trecho — e em tantos outros — não aliviam para pessoas em bicicleta. A presença dela ainda segue vista como um incômodo e afronta. “Onde já se viu vir passear aqui?”, é o tipo de pensamento que se impõe nas ruas.

Eu digo isso também por experiência própria. Uma vez pedalei pelo Rio e levei um “fino” pesado ali perto da Mureta da Urca. O motorista do ônibus ainda gritou algo como “vai morrer”. E seguiu. Ali ficou claro para mim que a agressividade no viário não é exceção — é regra.

https://www.instagram.com/p/DW2UIFRE3dm/

E não é só na rua. Já ouvi, dentro do meu próprio convívio profissional, alguém dizer que gostava de “brincar” com ciclistas nesses termos. Isso não é brincadeira. Isso é a normalização da violência.

Eu imagino um cenário diferente — e ele não é utópico. Um motorista em condições humanas teria antecipado o risco, reduzido a velocidade e esperado mãe e filho concluírem seu trajeto. Mas a nossa cultura viária não permite esse tipo de humanismo. No senso comum, quando aparece um ciclista, a reação muitas vezes parece ser a de passar por cima.

O que mais me preocupa é o silêncio.

Quem se diz profissional de segurança viária e não se indigna com essa escalada de violência automotiva também faz parte do problema. Dorme bem à noite enquanto os números já apontavam o que viria.

A Organização Mundial da Saúde já alertava, em 2023, para o aumento das mortes de ciclistas no mundo devido ao expressivo uso de e-bikes. Eu publiquei a notícia em primeira mão. O Relatório Global de Segurança Viária mostrou que, na Europa, a participação de ciclistas nas mortes no trânsito saltou de 4% para 9% — um aumento de 125%. Isso mesmo com a redução geral de 36% nas mortes entre 2010 e 2021. Os maiores afetados são os idosos, atraídos pela suposta economia, agilidade e conforte que elas apregoam.

Ainda segundo a OMS, no Sudeste Asiático a situação era ainda mais grave: os casos triplicaram, passando de 4% para 12%. Ou seja: o problema está posto, identificado e documentado mas os doutores das CETs ficam patinando na lama, fazendo ouvidos moucos, tergiversando e as pessoas continuam morrendo.

O Brasil segue atrasado. A popularização das bicicletas — inclusive elétricas — cresce, mas sem o correspondente investimento em segurança. Sem redução de velocidade dos automóveis e demais motores, sem infraestrutura adequada, sem fiscalização e sem mudança cultural, o que estamos fazendo é ampliar o risco.

Eu não consigo tratar casos como o de Manu e Chico como fatalidade

Para mim, isso é resultado de escolhas. Escolhas políticas, escolhas culturais e escolhas individuais.

E enquanto o país não enfrentar isso com seriedade, seguir pedalando por aqui continuará sendo, para muitos, um ato de coragem — quando deveria ser apenas parte da vida cotidiana.

O mais recente exemplo disso vem da própria prefeitura do Rio de Janeiro, que decidiu restringir a circulação de bicicletas elétricas e ciclomotores das vias acima de 60 quilômetros por hora — na prática, empurrando esses veículos ultraleves para ruas de até 40 o que inviabiliza o uso em grande parte da cidade. Para mim, isso não é organização: é exclusão mascarada de regulação.

Especialistas apontam que esse tipo de medida entra em conflito com o espírito do Código de Trânsito Brasileiro, que reconhece a bicicleta, inclusive elétricas, como veículo e garante seu direito de circulação. Ao restringi-las, o poder público transfere o problema em vez de resolvê-lo — e reforça a ideia de que o ciclista é um intruso, quando deveria ser protegido, diante de tanto benefício que traz para a sociedade.

No fundo, eu vejo um conflito estrutural que pouca gente quer encarar: acomodar com segurança bicicletas, ciclomotores e outras formas de mobilidade ativa exige reduzir espaço e prioridade dos carros — e isso bate de frente com a lógica de expansão da indústria automotiva e com o modelo de cidade que ela sustenta. Enquanto essa disputa não for enfrentada de forma transparente, continuaremos empurrando soluções pela metade e contando mortes que poderiam ser evitadas.

#ghostBikes #OMS #RioDeJaneiro #VisãoZero
🕊️ Solidaridad en acción: Armenia evalúa expedientes médicos para evacuar a niños heridos de Gaza y brindarles tratamiento especializado en Ereván. 🇦🇲✨ #armenia #AyudaHumanitaria #EvacuaciónMédica #gaza #MinisterioDeSalud #niños #oms #onu #OrienteMedio https://soyarmenio.com/armenia-asistencia-medica-ninos-gaza-2026/
Solidaridad humanitaria: Armenia avanza en el plan para recibir y tratar a niños heridos de Gaza - SoyArmenio

Armenia y la OMS coordinan el traslado de niños de Gaza para recibir asistencia médica en Ereván. Conoce los detalles del plan 🇦🇲🏥

SoyArmenio

Nivelul și calitatea manipulării mediatice a degradat atât de mult, încât nimeni nu-i mai crede Pentru mass-media adevărul e doar o marfă care nu întotdeauna se vinde bine.

👉 https://c.aparatorul.md/gg30l 👈 #BLM #Bloggeri #COVID19 #DezinformareMasivă #FakeNews #Manipulări #MassMedia #OMS #StopFals #YouTube
https://c.aparatorul.md/gg30l

" #OMS sospende le evacuazioni mediche a Gaza dopo che un appaltatore è stato ucciso dalle truppe israeliane."

Più di 18.000 malati stanno aspettando di lasciare Gaza per ricevere cure.

#GENOCIDIO #PULIZIAETNICA #GazaGenocide#Gaza #WestBank #Israel #Peace #8aprile

https://www.bbc.com/news/articles/c4g8pzpw2g2o

WHO suspends Gaza medical evacuations after contractor killed by Israeli troops

Israel's military says troops fired at a vehicle driven by the Palestinian because they believed it posed "an immediate threat".

Un convoi de l'OMS pris pour cible à Gaza, les évacuations médicales interrompues - [Marie-Claude Saliceti]

L’Organisation mondiale de la Santé (OMS) suspend ses opérations d’évacuation médicale de la bande de Gaza vers l’Égypte. Une décision...

#MoyenOrient : « Ces actes ne peuvent pas devenir la nouvelle norme »,
@drtedros.who.int #OMS.
« Le droit international humanitaire interdit toute attaque susceptible d’entraîner des pertes civiles excessives », Stéphane Dujarric,
@UN_Spokesperson

📎 https://ungeneva.org/fr/news-media/news/2026/04/117388/guerre-au-moyen-orient-cibler-les-infrastructures-civiles-viole-le

Instituto Butantan busca produzir novo medicamento oncológico

• Pembrolizumabe produzido nacionalmente • Como mitigar problemas causados por ondas de calor • Como a desigualdade impacta a saúde • E MAIS: dieta e cardiopatias; Marcha Transmasculina; Fiocruz •

https://outraspalavras.net/outrasaude/instituto-butantan-busca-produzir-novo-medicamento-oncologico/

Saúde digital no Brasil: soberania ou dependência?

A introdução da IA e outras tecnologias avança no SUS. Novo livro alerta: na ausência de diretrizes mais explícitas, a porta está aberta à infiltração empresarial no serviço público e ao aprofundamento de nossa subordinação às Big Techs e grandes potências

https://outraspalavras.net/outrasaude/saude-digital-no-brasil-soberania-ou-dependencia/