Un estudio revela cómo la selva amazónica logra regenerarse de los destructivos vientos extremos en un tiempo récord, superando la recuperación frente a la deforestación humana.
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Setor produtivo de Oiapoque e Macapá teme atraso econômico com novas ações contra petróleo
O Ministério Público Federal intensifica as medidas judiciais para paralisar a perfuração no Amapá, alegando falhas ambientais e falta de consultas tradicionais, enquanto investidores temem o impacto econômico negativo com novos atrasos
13 de maio de 2026Empresários do Amapá, investidores internacionais e gestores públicos manifestam profunda preocupação com a nova ofensiva jurídica do Ministério Público Federal (MPF) que visa paralisar as atividades de exploração de petróleo da Petrobras na Foz do Amazonas. Na terça-feira (12), o órgão recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) para suspender a licença ambiental do bloco FZA-M-59, na costa amapaense, alegando riscos ecológicos após um vazamento de fluido e a falta de consultas a comunidades tradicionais. O embate jurídico ocorre em um momento de alta expectativa econômica para as cidades de Oiapoque e Macapá, onde o setor produtivo vê na Margem Equatorial a única saída para superar décadas de estagnação e impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) regional por meio de royalties e novos investimentos.
A disputa, que se arrasta pelos tribunais e gabinetes de Brasília, ganhou contornos de urgência após o MPF intensificar os pedidos de suspensão imediata da licença de perfuração. No recurso apresentado, os procuradores apontam “omissões” graves nos Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e criticam a suposta ineficácia dos planos de emergência da estatal. O gatilho para a nova investida foi um incidente ocorrido no início de 2026, quando houve o descarte de 18 mil litros de fluido de perfuração, evento que o MPF utiliza para questionar a segurança da operação em uma área que abriga ecossistemas sensíveis, como manguezais e o sistema de recifes de corais da Amazônia.
CLIQUE NA IMAGEMNo entanto, para quem vive e empreende no extremo norte do Brasil, a atuação do Ministério Público é vista com ceticismo e interpretada por muitos como uma barreira ideológica ao desenvolvimento. No empresariado de Oiapoque e Macapá, circula a tese de que o órgão ministerial estaria alinhado a visões políticas restritivas, historicamente associadas à ex-ministra Marina Silva, que sempre manifestou ressalvas à exploração na região. “O sentimento é de que estamos sendo punidos com a pobreza em nome de um preservacionismo que ignora a realidade social de quem mora aqui”, afirma um representante do setor comercial local. Para esses setores, o petróleo não é apenas uma commodity, mas um motor de transformação social capaz de gerar empregos e infraestrutura em áreas historicamente isoladas.
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A questão climática também foi inserida no centro da batalha judicial. O MPF argumenta que o licenciamento do bloco FZA-M-59 ignorou a legislação sobre emergência climática ao não detalhar as emissões de gases de efeito estufa em todas as fases do empreendimento. Por isso, pede que a Justiça determine que a Petrobras refaça os cálculos de emissões desde a implantação até a desativação futura do campo. Caso a Justiça Federal acate os pedidos, o impacto pode ser devastador para os planos da Petrobras de converter a Margem Equatorial em um novo “Pré-Sal”, afastando operadoras internacionais que buscam segurança jurídica para alocar capital.
CLIQUE NA IMAGEM CLIQUE AQUI E LEIA MAIS SOBRE PETRÓLEO NO AMAPÁO setor produtivo do Amapá ressalta que a Petrobras possui tecnologias de ponta para mitigar riscos e que o desenvolvimento da bacia é vital para financiar, inclusive, a transição energética sustentável que o país tanto almeja. “Não se faz preservação ambiental com miséria. Precisamos da riqueza do petróleo para investir em educação e em alternativas sustentáveis no futuro”, argumentam líderes empresariais de Macapá. A preocupação é que os constantes recursos e pedidos de liminar criem um ambiente de incerteza que espante o capital privado, deixando o estado novamente à margem das grandes cadeias globais de valor.
CLIQUE NA IMAGEMAlém da nulidade da licença, o MPF busca a condenação solidária da União, da Petrobras e do Ibama ao pagamento de indenizações por danos morais coletivos, cujos valores seriam revertidos para as comunidades tradicionais. Para o órgão ministerial, a participação dessas populações não é uma mera formalidade administrativa, mas um direito fundamental que deve preceder qualquer avanço industrial. Contudo, o governo estadual e os municípios da costa veem o tempo passar com apreensão, temendo que os royalties e o crescimento econômico prometidos fiquem presos em uma teia interminável de judicialização.
O desfecho deste recurso no TRF1 será decisivo para o futuro do Amapá. Se por um lado o Ministério Público Federal se coloca como o guardião da integridade ecológica e dos direitos das minorias, por outro, os investidores e a população local cobram o direito ao desenvolvimento e à autonomia econômica. Enquanto a decisão não sai, o canteiro de obras no Oiapoque e os planos de expansão em Macapá permanecem em suspenso, aguardando para saber se o estado finalmente ingressará na era da abundância mineral ou se continuará a enfrentar as limitações de uma economia que ainda luta para encontrar o seu caminho no vasto território amazônico.
#amapá #amazonas #foz #justiça #mpf #petróleoForscher warnen vor extremen Waldbränden
Die #Erderwärmung steuert laut der Forschungsgruppe World Weather Attribution (#WWA) heuer auf einen Höhepunkt zu. Von Jänner bis April seien mit über 150 Millionen Hektar über ein Fünftel mehr Land verbrannt als beim bisherigen Negativrekord. Dabei stehe die Brandsaison in vielen Teilen der Erde erst bevor. Der rasante Start in Kombination mit dem prognostizierten #ElNino deute auf ein besonders verheerendes Jahr.
In #Afrika sind laut WWA in diesem Jahr bereits 85 Millionen Hektar verbrannt, 23 Prozent mehr als beim bisherigen Höchststand. Ursache seien rasche Wechsel von extrem feuchten zu extrem trockenen Bedingungen, erklärt Theodore Keeping, Experte für #Waldbrände am Imperial College London und Mitglied der WWA. Starke Regenfälle hätten in der vorangegangenen Wachstumsperiode für mehr Gras gesorgt, das nun als Brennmaterial für die durch #Dürre und #Hitze ausgelösten #Savannenbrände diene. In #Asien fielen den Flammen bisher 44 Millionen Hektar zum Opfer, fast 40 % mehr als im bisherigen Rekordjahr 2014. Zu den am stärksten betroffenen Ländern zählen #Indien, #Myanmar, #Thailand, #Laos und #China.
„El Nino“ ist ein Klimaphänomen, bei dem sich der östliche #Pazifik ungewöhnlich erwärmt, was weltweit zu extremen Wetterlagen führt. Keeping warnt, dass „El Nino“ die Wahrscheinlichkeit von extremer Hitze und Dürre in #Australien, #Kanada, den #USA und dem #Amazonas-#Regenwald erhöhe. Sollte sich ein starker „El Nino“ entwickeln, könnte die Gefahr extremer Brände den höchsten Stand der jüngeren Geschichte erreichen. Das Wetterphänomen wird ab Mai erwartet. Die WWA-Mitbegründerin und Klimaforscherin Friederike Otto erklärt, bei einem starken „El Nino“ im weiteren Jahresverlauf bestehe die ernste Gefahr, dass dessen Auswirkungen zusammen mit dem #Klimawandel zu beispiellosen #Unwetter'n und #Hitzewellen führen würden.

Die Erderwärmung steuert laut der Forschungsgruppe World Weather Attribution (WWA) heuer auf einen Höhepunkt zu. Von Jänner bis April seien mit über 150 Millionen Hektar über ein Fünftel mehr Land verbrannt als beim bisherigen Negativrekord. Dabei stehe die Brandsaison in vielen Teilen der Erde erst bevor. Der rasante Start in Kombination mit dem prognostizierten „El Nino“ deute auf ein besonders verheerendes Jahr.
📻 ■ La Amazonía podría convertirse en una sabana antes de lo esperado ■
https://los40.com/2026/05/08/la-amazonia-podria-convertirse-en-una-sabana-antes-de-lo-esperado/?int=MASTODON_WORLD
#arboles #cambioclimatico #planeta #los40 #amazonas #selvas #bosques
Proxalutamida: pacientes usados como cobaias na pandemia
• MPF denuncia União por 200 mortos em estudo na pandemia • Vacina contra chikungunya será produzida no Brasil • E MAIS: saúde em Gaza; glaucoma; mifepristona; hantavírus •https://outraspalavras.net/outrasaude/proxalutamida-pacientes-usados-como-cobaias-na-pandemia/
Amazonas: De la leyenda griega a la realidad de las estepas
El descubrimiento arqueológico de las mujeres guerreras escitas
Durante siglos, la historiografía consideró a las Amazonas como un constructo puramente mitológico, una metáfora del "caos" que los griegos usaban para resaltar su propio orden patriarcal (ya saben, machismo). Sin embargo, la arqueología moderna ha dado un vuelco a esta narrativa. En las últimas décadas, excavaciones en necrópolis de la cultura escita y sármata (en los actuales territorios de Rusia y Ucrania) han revelado tumbas de guerreras que datan de hace 2,500 años. Lo fascinante es que no son entierros simbólicos: un tercio de las mujeres de estas tribus nómadas fueron enterradas con armas, puntas de flecha, caballos y equipo militar, mostrando marcas de combate real en sus huesos.
Desde la antropología social, estas "Amazonas reales" eran en realidad mujeres escitas que participaban activamente en la defensa de sus grupos y en la caza. A diferencia de las sociedades sedentarias de Grecia, donde la mujer estaba recluida en el gineceo, la vida nómada en las estepas exigía que todos los miembros del clan supieran montar y disparar el arco para sobrevivir. Los análisis de ADN han confirmado que estos esqueletos rodeados de lanzas y dagas son biológicamente femeninos, lo que valida los relatos de Heródoto sobre las mujeres guerreras que no se casaban hasta haber matado a un enemigo en batalla.
Desde la perspectiva de la psicología evolutiva y la sociología, el mito griego de la Amazona surgió como una reacción de asombro y temor ante una estructura social igualitaria que los atenienses no podían comprender. Para un griego, una mujer a caballo con pantalones (prenda que los griegos odiaban y asociaban a lo salvaje) y tatuajes era la antítesis de la civilización. Hoy sabemos que las Amazonas no eran una nación aislada de mujeres que odiaban a los hombres, sino una parte integral y poderosa de las culturas nómadas de la Edad del Hierro, cuya destreza militar forzó a la mitología a darles un lugar eterno.
— Amber Luna, Bruja
#Historia #Antropologia #Amazonas #Escitas #Arqueologia #MujeresGuerreras
🏹 ¿Y si las amazonas no fueran solo un mito… sino un reflejo exagerado de algo real?
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#Historia #Arqueología #Amazonas #Antigüedad #TemploDelPasado