Gestern fand der #Rideofsilence in #Hamburg statt.

Unsere Tour führte uns zu einigen Orten, an denen im vergangenen Jahr Fahrradfahrer*innen getötet wurden.

An diesen Orten erinnern heute weiße #ghostbikes an die Unfälle.

Danke an alle, die dabei waren.

#stopkillingcyclists

https://www.youtube.com/watch?v=Ep9G6ur0L5M

Ride of Silence 20.05.2026

YouTube

As of 2026-04-27, #OpenStreetMap contained information about 1173 #ghostBikes.

A #ghostBike is a memorial in the form of a #bicycle painted white.
It remembers a cyclist that has been killed by a car and is located near the place of the accident.

OpenStreetMap is a world-wide map that everyone can edit and reuse for free. https://mapcomplete.org/ghostbikes is an editable map based on OpenStreetMap with ghostbikes.

Ghost bikes

A <b>ghost bike</b> is a memorial for a cyclist who died in a traffic accident, in the form of a white bicycle placed permanently near the accident location

Manu e Chico: a tragédia anunciada que só os doutores das CETs não sabiam

O Brasil segue uma tendência perigosa ao não promover um radical acalmamento viário. As mortes no trânsito não são obra do acaso. Elas acontecem, em grande parte, pela inépcia de quem administra o ir e vir das pessoas.

O caso de Manu e Chico, mãe e filho mortos na Tijuca, no Rio de Janeiro, não sai da minha cabeça. Não foi apenas uma tragédia — foi o retrato da nossa falha coletiva de proteger a nós mesmos.

Eu me pergunto: como um motorista de ônibus, ou de qualquer veículo, pode ser tão desonesto em sua humanidade a ponto de, sabendo da força que tem nas mãos, preferir manter a velocidade diante de uma situação claramente perigosa?

Essa tragédia podia ter sido evitada.

Mas quem pedala sabe: motoristas, naquele trecho — e em tantos outros — não aliviam para pessoas em bicicleta. A presença dela ainda segue vista como um incômodo e afronta. “Onde já se viu vir passear aqui?”, é o tipo de pensamento que se impõe nas ruas.

Eu digo isso também por experiência própria. Uma vez pedalei pelo Rio e levei um “fino” pesado ali perto da Mureta da Urca. O motorista do ônibus ainda gritou algo como “vai morrer”. E seguiu. Ali ficou claro para mim que a agressividade no viário não é exceção — é regra.

https://www.instagram.com/p/DW2UIFRE3dm/

E não é só na rua. Já ouvi, dentro do meu próprio convívio profissional, alguém dizer que gostava de “brincar” com ciclistas nesses termos. Isso não é brincadeira. Isso é a normalização da violência.

Eu imagino um cenário diferente — e ele não é utópico. Um motorista em condições humanas teria antecipado o risco, reduzido a velocidade e esperado mãe e filho concluírem seu trajeto. Mas a nossa cultura viária não permite esse tipo de humanismo. No senso comum, quando aparece um ciclista, a reação muitas vezes parece ser a de passar por cima.

O que mais me preocupa é o silêncio.

Quem se diz profissional de segurança viária e não se indigna com essa escalada de violência automotiva também faz parte do problema. Dorme bem à noite enquanto os números já apontavam o que viria.

A Organização Mundial da Saúde já alertava, em 2023, para o aumento das mortes de ciclistas no mundo devido ao expressivo uso de e-bikes. Eu publiquei a notícia em primeira mão. O Relatório Global de Segurança Viária mostrou que, na Europa, a participação de ciclistas nas mortes no trânsito saltou de 4% para 9% — um aumento de 125%. Isso mesmo com a redução geral de 36% nas mortes entre 2010 e 2021. Os maiores afetados são os idosos, atraídos pela suposta economia, agilidade e conforte que elas apregoam.

Ainda segundo a OMS, no Sudeste Asiático a situação era ainda mais grave: os casos triplicaram, passando de 4% para 12%. Ou seja: o problema está posto, identificado e documentado mas os doutores das CETs ficam patinando na lama, fazendo ouvidos moucos, tergiversando e as pessoas continuam morrendo.

O Brasil segue atrasado. A popularização das bicicletas — inclusive elétricas — cresce, mas sem o correspondente investimento em segurança. Sem redução de velocidade dos automóveis e demais motores, sem infraestrutura adequada, sem fiscalização e sem mudança cultural, o que estamos fazendo é ampliar o risco.

Eu não consigo tratar casos como o de Manu e Chico como fatalidade

Para mim, isso é resultado de escolhas. Escolhas políticas, escolhas culturais e escolhas individuais.

E enquanto o país não enfrentar isso com seriedade, seguir pedalando por aqui continuará sendo, para muitos, um ato de coragem — quando deveria ser apenas parte da vida cotidiana.

O mais recente exemplo disso vem da própria prefeitura do Rio de Janeiro, que decidiu restringir a circulação de bicicletas elétricas e ciclomotores das vias acima de 60 quilômetros por hora — na prática, empurrando esses veículos ultraleves para ruas de até 40 o que inviabiliza o uso em grande parte da cidade. Para mim, isso não é organização: é exclusão mascarada de regulação.

Especialistas apontam que esse tipo de medida entra em conflito com o espírito do Código de Trânsito Brasileiro, que reconhece a bicicleta, inclusive elétricas, como veículo e garante seu direito de circulação. Ao restringi-las, o poder público transfere o problema em vez de resolvê-lo — e reforça a ideia de que o ciclista é um intruso, quando deveria ser protegido, diante de tanto benefício que traz para a sociedade.

No fundo, eu vejo um conflito estrutural que pouca gente quer encarar: acomodar com segurança bicicletas, ciclomotores e outras formas de mobilidade ativa exige reduzir espaço e prioridade dos carros — e isso bate de frente com a lógica de expansão da indústria automotiva e com o modelo de cidade que ela sustenta. Enquanto essa disputa não for enfrentada de forma transparente, continuaremos empurrando soluções pela metade e contando mortes que poderiam ser evitadas.

#ghostBikes #OMS #RioDeJaneiro #VisãoZero

As of 2026-04-06, #OpenStreetMap contained information about 1165 #ghostBikes.

A #ghostBike is a memorial in the form of a #bicycle painted white.
It remembers a cyclist that has been killed by a car and is located near the place of the accident.

OpenStreetMap is a world-wide map that everyone can edit and reuse for free. https://mapcomplete.org/ghostbikes is an editable map based on OpenStreetMap with ghostbikes.

Ghost bikes

A <b>ghost bike</b> is a memorial for a cyclist who died in a traffic accident, in the form of a white bicycle placed permanently near the accident location

Agenda:
* Planung des #RideOfSilence 2026 am 20.05.2026 (Hier brauchen wir wieder Unterstützung. Wer einen Fahrradanhänger hat, mit dem ein #Ghostbike gezogen werden kann, bitte melden.)
* Organisatorisches zu #Mahnwachen
* Planung der Arbeiten zum Fertigmachen der #Ghostbikes (z. B. streichen und vorbereiten)
* Allgemeine Themen rund um das #GhostbikeTeamHamburg

2/x

#AKGhostbikeHH

As of 2026-03-30, #OpenStreetMap contained information about 1176 #ghostBikes.

A #ghostBike is a memorial in the form of a #bicycle painted white.
It remembers a cyclist that has been killed by a car and is located near the place of the accident.

OpenStreetMap is a world-wide map that everyone can edit and reuse for free. https://mapcomplete.org/ghostbikes is an editable map based on OpenStreetMap with ghostbikes.

Ghost bikes

A <b>ghost bike</b> is a memorial for a cyclist who died in a traffic accident, in the form of a white bicycle placed permanently near the accident location

As of 2026-03-24, #OpenStreetMap contained information about 1161 #ghostBikes.

A #ghostBike is a memorial in the form of a #bicycle painted white.
It remembers a cyclist that has been killed by a car and is located near the place of the accident.

OpenStreetMap is a world-wide map that everyone can edit and reuse for free. https://mapcomplete.org/ghostbikes is an editable map based on OpenStreetMap with ghostbikes.

Ghost bikes

A <b>ghost bike</b> is a memorial for a cyclist who died in a traffic accident, in the form of a white bicycle placed permanently near the accident location

Ghostbikes in Gelsenkirchen

https://blog.sengotta.net/ghostbikes-in-gelsenkirchen/

Zuerst eine Triggerwarnung: In dem Text geht es um Todesfälle im Straßenverkehr, teilweise auch um Kinder. Wenn euch das zu stark belastet, und das kann ich sehr gut verstehen, dann lest nicht weiter sondern sucht euch Katzen-Content auf Pixelfed etc. Das ist auf jeden Fall besser für die Seele.

Ausgelöst durch den schrecklichen Unfall Anfang 2026, wobei ein 12 jähriges Mädchen auf den Strassen Gelsenkirchens starb, habe ich mir die Frage gestellt: wie viele Ghostbikes (oder Geisterräder) gibt es eigentlich in Gelsenkirchen. Man sieht Sie ja durchaus wenn man sich im Stadtgebiet bewegt, aber zu meinem Erstaunen gab es auf diese Frage keine einfache Antwort.

Für alle diejenigen die nicht wissen was ein Ghostbike oder Geisterrad ist: dies sind weiß angemalte Fahrräder welche als Mahnmal an Orten aufgestellt werden wo Radfahrer im Straßenverkehr getötet wurden. Dazu gibt es auch einen entsprechenden Wikipedia Eintrag.

Es gibt auch ein spezielles Overlay (nennt man das so?) für Openstreetmap welches Ghostbikes anzeigt, aber für Gelsenkirchen war zum Zeitpunkt meiner Recherche nur eines darin vorhanden, und ich weiß ja das es mehr gibt.

Also habe ich verschiedene Nachrichtenseiten durchforstet, und auch mal LLM’s befragt. Denn zum aggregieren solcher Informationen sind die Teile nicht schlecht. Aber selbst diese konnten keine eindeutige Antwort liefern. Anscheinend gibt es, Stand 18.03.2026, fünf Ghostbikes in Gelsenkirchen. Da es keine zentrale Sammlung dazu gibt, erstelle ich diese hier halt selber und Pflege die Ghostbikes auch bei der Openstreetmap ein.

Falls jemand noch andere Ghostbikes im Gelsenkirchener Stadtgebiet kennt, dann schickt mir doch bitte eine Mail oder schreibt mich im Fediverse an, damit ich die Liste vervollständigen kann. Ich hoffe zwar das diese Liste durch zukünftige Ereignisse nicht weiter wächst, aber leider ist das wohl utopisch bei der Verkehrspolitik in der Stadt Gelsenkirchen. Beim aufstellen des Ghostbikes für das Anfang 2026 getötete Mädchen waren anscheinend keine Vertreter der Stadt mit dabei (Quelle: Die Linke). Ich glaube das muss ich nicht weiter kommentieren.

Für jedes Opfer werde ich ein Foto des Ghostbikes, Datum, den Unfallort, Alter, sowie den Unfallhergang aufschreiben (soweit mir die Daten zur Verfügung stehen). Dazu werde ich das ganze dann auch noch auf Openstreetmap verlinken.

Jede Privatperson oder gemeinnütziger Verein darf die Daten gerne kopieren, die Bilder nutzen, ich habe da kein Copyright darauf, ich möchte nur das die Opfer nicht vergessen werden, und dafür kann ein Backup nicht schaden.

Ghostbike #1

Datum: 29.10.2019

Ort: Ecke Westerholter Straße/Ostring

Alter: 35 Jahre

Unfallhergang: wurde von einem abbiegenden LKW erfasst, verstarb noch am Unfallort

Openstreetmap

Ghostbike #2

Datum: 14.11.2022

Ort: Kreuzung Kurt-Schumacher-Straße / Emil-Zimmermann-Allee

Alter: 27 Jahre

Unfallhergang: von einem Auto angefahren, starb an seinen schweren Verletzungen im Krankenhaus am gleichen Tag.

Openstreetmap

Ghostbike #3

Datum: 06.05.2024

Ort: Overwegstraße / Gewerkenstraße

Alter: 29 Jahre

Unfallhergang: Beim queren der Strasse von einem Auto erfasst worden, starb eine Woche später an seinem schweren Verletzungen im Krankenhaus

Openstreetmap

Ghostbike #4

Datum: 14.11.2025

Ort: Höhe Kreuzung Bismarckstraße / Bickernstraße

Alter: 86 Jahre

Unfallhergang: geriet aus ungeklärten Umständen auf die Fahrbahn und ist mit einem LKW zusammengestoßen. Erlag seinen schweren Verletzungen am gleichen Tag im Krankenhaus.

Openstreetmap

Ghostbike #5

Datum: 27.01.2026

Ort: Kreuzung Wickingstrasse / Wildenbruchstrasse

Alter: 12 Jahre

Unfallhergang: beim überqueren der Kreuzung von einem abbiegende LKW erfasst. Verstarb am selben Tag im Krankenhaus an Ihren schweren Verletzungen

Openstreetmap

#fahrrad #geisterrad #gelsenkirchen #ghostbike #ghostbikes #motorisiertegewalt #verkehrswende @bjoern
Mir ist aufgefallen das in Gelsenkirchen keine Ghostbikes auf Openstreetmap eingetragen sind, obwohl ich einige hier kenne. Ich habe mit dem letzten Opfer jetzt mal angefangen und werde mal schauen ob ich diese traurigen Schicksale über die Zeit dort ergänzen kann.
https://mapcomplete.org/ghostbikes

#ghostbikes #verkehrswende #radfahren #gelsenkirchen
Ghost bikes

A <b>ghost bike</b> is a memorial for a cyclist who died in a traffic accident, in the form of a white bicycle placed permanently near the accident location

____ @ghostbikebot ____

A #GhostBike is a memorial in the form of a bicycle painted white which remembers a cyclist killed in a road accident nearby.

This bot account posts the number of #GhostBikes that are known by #OpenStreetMap worldwide once a week.

A map with information and pictures about ghost bikes can be found on https://mapcomplete.osm.be/ghostbikes . You can add missing ghostbikes and upload pictures there too.
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As of 2026-02-23, OpenStreetMap contained information about 1152 ghostBikes.

map image: @ChristianKuhn