Cartórios apontam que Maranhão tem média de 1,2 mil órfãos por ano desde 2021

Levantamento inédito realizado pelos Cartórios de Registro Civil do país aponta que mais de 1,2 mil crianças e adolescentes de até 17 anos ficam órfãos de pelo menos um de seus pais por ano no Maranhão. Os dados, pela primeira vez consolidados a nível estadual, mostram ainda que, em 2021, a covid foi responsável por ao menos um oitavo da orfandade no Estado, correspondendo a 123 crianças que perderam seus pais por conta da doença em um total de 1.031 órfãos.

O levantamento abrange o período de 2021 a 2024, quando foi possível realizar o cruzamento dos dados dos CPFs dos pais existentes nos registros de óbitos com o registro de nascimento de seus filhos, possibilitando averiguar com exatidão o número de órfãos no país ano a ano. Até a metade de 2019 não havia a obrigatoriedade de inclusão do CPF dos pais no registro de nascimento, inviabilizando uma correlação exata entre ambos os registros, número que ficou consolidado a partir de 2021.

“A adoção do CPF como identificador único nos registros trouxe um avanço significativo para o país. Com essa mudança, foi possível integrar informações de nascimentos e óbitos de forma mais eficiente, permitindo acessar dados concretos e oferecer mais precisão nas estatísticas”, destaca Gabriella Caminha, presidente da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais do Maranhão (Arpen-MA).

Segundo os dados consolidados pela Arpen-MA via Operador Nacional do Registro Civil de Pessoas Naturais (ON-RCPN), além dos 1.031 órfãos contabilizados em 2021, o ano seguinte registrou 1.138 crianças que perderam ao menos um dos pais, enquanto 2023 registrou um aumento para 1.539 órfãos e, até outubro de 2024, o número já totaliza 1.467, o que deve superar o recorde do ano passado neste período. “Trata-se de dados vitais para a elaboração de políticas públicas no país, inclusive para que os Governos possam se planejar para atender esta grande demanda de orfandade em nosso país”, completa Gustavo Renato Fiscarelli, presidente da Arpen-Brasil.

Quando consideradas apenas crianças e adolescentes que ficaram órfãos dos dois pais, os números variam. Em 2021 foram 19, em 2022, 30, em 2023, 27 e, em até outubro de 2024, 23 órfãos. Em razão de seu contingente populacional, São Paulo é o estado que mais registra órfãos no Brasil, seguido pela Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Fenômeno da covid

Os dados consolidados do levantamento dos Cartórios de Registro Civil apontam que a covid deixou, desde 2019, 160 crianças órfãos de pelo menos um de seus pais no Maranhão. Se forem consideradas doenças correlacionadas ao coronavírus no período, como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) – 33; insuficiência respiratória – 230; e causas indeterminadas – 40, o número pode chegar a ao menos 463 crianças órfãos no Brasil por causa de doenças relacionadas à covid desde 2019.

Ainda segundo o estudo, ao menos 1 criança perderam os dois pais em razão da doença causada pelo novo coronavírus, número que pode ser ampliado a 5, se forem considerados óbitos de doenças à época relacionadas com a covid, como Srag – 1; insuficiência respiratória – 3; e causas indeterminadas – 0. O levantamento ainda aponta reflexo no aumento do número de órfãos em razão do falecimento de seus pais em doenças como infarto, AVC, sepse e pneumonia, que estiveram relacionadas com a pandemia nos últimos anos.

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54% dos consumidores preferem WhatsApp para conversar com empresas

Pesquisa CX Trends 2024, realizada pela Octadesk em parceria com o instituto Opinion Box, mostra que 54% dos consumidores brasileiros escolheram o WhatsApp como canal preferido para conversar com empresas. Esse comportamento revela não apenas uma preferência, mas também uma necessidade.

“O cliente atual busca soluções rápidas, e quem oferece esse canal de atendimento se torna a escolha óbvia. Hoje não se trata mais apenas de uma ferramenta, mas sim de uma revolução no relacionamento entre marcas e clientes. Aqueles que não se adaptam a essa nova realidade correm o risco de ficar para trás”, comenta Rodrigo Ricco, fundador e diretor-geral da Octadesk.

Segundo ele, a integração de diferentes canais de comunicação é importante para atender às expectativas do consumidor atual, que busca flexibilidade na hora de interagir com marcas. “Empresas que oferecem uma abordagem omnichannel – onde o cliente pode iniciar a conversa em um canal e continuar em outro, sem perder o contexto – tendem a criar uma experiência mais fluida e personalizada”.

Ainda de acordo com a pesquisa, ferramentas como e-mail (49%) e chat no site (45%) ainda desempenham um papel relevante, mas o WhatsApp se destaca pela sua acessibilidade e pelo uso massivo entre os brasileiros.

Outro ponto importante é o impacto que o uso do aplicativo da Meta pode ter depois da venda ou da contratação de um serviço, transformando o atendimento em uma vantagem competitiva. Ricco destaca que um atendimento de qualidade vai além da venda inicial: ele cria um relacionamento contínuo, garantindo que o cliente volte e, mais importante, recomende a marca para outras pessoas. “O WhatsApp, nesse contexto, é uma ferramenta poderosa para nutrir esse relacionamento, oferecendo respostas rápidas, personalização e, principalmente, uma comunicação mais humana e próxima”, finaliza.

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CX Trends 2024

1ª EDIÇÃO | MARÇO 2024 | ANO #8 Realização Patrocínio Sponsor J0RN4DAS 1ntelig3ntes/ Direção: Mahara Scholz e Dani Schermann Branding e ID: Isis Conceição

Os gastos com filmes e séries assumiram um protagonismo diferenciado no orçamento brasileiro, como revela pesquisa inédita realizada pela Serasa. Em média, o brasileiro já assina duas plataformas de streaming, com despesas de até R$ 100 por mês.

Produzido pelo Instituto Opinion Box, o levantamento permite saber que 63% dos consumidores estão preocupados com os gastos crescentes com serviços de streaming e, talvez por isso, 51% admitem compartilhar assinaturas com amigos e familiares a fim de economizar.

“O brasileiro está reduzindo o gasto com TV por assinatura para contratar vários serviços de uma só vez. Porém, com tantas inovações e reajustes dos preços, é necessário traçar estratégias para que os gastos com esse lazer não virem um peso no orçamento familiar”, alerta Thiago Ramos, especialista em educação financeira da Serasa.

A pesquisa também demonstra que 7 em cada 10 brasileiros admitem estar reduzindo de forma ainda mais veloz a frequência às salas de cinema, trocando uma despesa pela outra. Entre os principais motivos da preferência pelos streamings, segundo o levantamento, aparecem a facilidade e o conforto de ver filmes em casa (39%) e o aumento dos custos para a experiência de ir a uma sessão no cinema (37%), que costuma envolver o ingresso, deslocamento, alimentação e outras despesas.

https://mauricioaraya.com/2024/08/16/servicos-de-streaming-de-filmes-e-series-ja-fazem-parte-do-orcamento-de-79-dos-brasileiros/

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Serviços de streaming de filmes e séries já fazem parte do orçamento de 79% dos brasileiros

Pesquisa revela que gastos são cada vez mais presentes no monitoramento financeiro: 63% se preocupam com valor crescente, e 51% precisa compartilhar a assinatura.

mauricioaraya.com
Mortes por covid passam de 157 mil neste domingo, mostra consórcio de imprensa

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 5.393.759 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 12.535 desses confirmados no último dia