Serasa e hamburgueria disputam prêmio de R$ 20 mil que Chaiany ganhou no 'BBB 26': Marcas usaram redes sociais para abordar dívida que goiana fez pedindo lanches https://extra.globo.com/entretenimento/bbb/noticia/2026/02/serasa-e-hamburgueria-disputam-premio-de-r-20-mil-que-chaiany-ganhou-no-bbb-26.ghtml #BBB26 #Serasa
Serasa alerta - 6 milhões de cariocas têm dívidas e não sabem; descubra se você é um deles: No país, número total de pessoas que têm dívidas e não sabe é de 62,2 milhões https://extra.globo.com/economia/noticia/2025/12/serasa-alerta-6-milhoes-de-cariocas-tem-dividas-e-nao-sabem-descubra-se-voce-e-um-deles.ghtml #Dívidas #Serasa

Serasa estende supermutirão e bate recorde histórico

O maior mutirão de negociação de dívidas do país já ajudou 4 milhões de brasileiros a negociarem 5,9 milhões de débitos apenas em novembro. Para que mais consumidores possam aproveitar a chegada do 13º salário para quitar suas dívidas, o Feirão Serasa Limpa Nome estende suas condições especiais até o dia 19 de dezembro, data do pagamento da segunda parcela do benefício.

Em menos de 30 dias, o mutirão bateu recorde: crescimento de 19% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, são mais de R$17 bilhões em descontos concedidos.

Toda essa movimentação confirma a busca por oportunidades de reorganização financeira, especialmente no fim do ano. Por isso, junto aos Correios, Febraban e mais de 1,6 mil empresas parceiras, reforçamos as ofertas com até 99% de desconto disponíveis ainda em dezembro

Aline Maciel, diretora da Serasa

Apenas nesta sexta-feira, 28 de novembro, 488 mil débitos foram negociados em todo o país, representando o maior dia de negociações da história da empresa – volume foi 6,59% maior do que a última sexta-feira de novembro de 2024, recorde anterior em que foram fechados 458 mil acordos.

Entre os segmentos, as principais negociações concentram-se em pendências com bancos (22,3%), telecomunicações (19,8%) e securitizadoras (18,4%).

Muitos brasileiros contam com o 13º para reorganizar o orçamento, e a prorrogação oferece exatamente esse respiro a mais. O volume histórico de acordos também mostra o quanto o consumidor quer regularizar sua vida financeira. Ao ampliar o prazo do mutirão, damos mais tempo para que as famílias aproveitem os descontos e retomem o controle das suas finanças com mais tranquilidade

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Brasileiros acumulam cartões de crédito em busca de limites e benefícios

Mesmo com o avanço de novas formas de pagamento, o cartão de crédito segue sendo escolha recorrente entre os brasileiros e aparece atrás apenas do PIX, entre os meios de pagamento usados com mais frequência no país. O levantamento faz parte de uma pesquisa da Serasa em parceria com o instituto Opinion Box e aponta que 65% dos consumidores têm mais de um cartão de crédito na carteira.

Segundo a pesquisa, a maior parte dos respondentes (44%) afirmam ter entre dois e três cartões de crédito. Além disso, 39,6% utilizam múltiplos cartões para somar limites e ter mais flexibilidade nas compras do dia a dia – por sua vez, 34,1% apontam os diferentes benefícios como motivo para acumular mais de um cartão.

O levantamento, porém, vem acompanhado de um alerta: 43% dos entrevistados já se endividaram por ter mais de um cartão, mostrando que o uso do crédito ainda requer atenção e planejamento financeiro.

“O cartão de crédito é uma ferramenta importante de acesso ao consumo e organização financeira, desde que usado com responsabilidade. A diversidade de meios de pagamento amplia as possibilidades do consumidor, mas reforça a necessidade de entender seu próprio perfil e planejar os gastos”, destaca Camila Martins, especialista do Serasa Crédito.

O que define o meio de pagamento ideal?

Na hora de escolher como pagar, o principal fator citado é a praticidade (53,1%), seguido pelas condições de parcelamento (37,8%), descontos oferecidos (30,8%) e segurança percebida (30,5%).

“Mesmo com o avanço das soluções digitais, a decisão de compra ainda é guiada pela conveniência e pelo controle”, afirma Camila. “O brasileiro valoriza meios que facilitem o dia a dia e ofereçam vantagens concretas, como descontos e parcelamento, especialmente em um cenário de orçamento apertado”, finaliza.

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Pais falam de dinheiro com filhos cada vez mais cedo

O Dia das Crianças é tradicionalmente marcado pela entrega de presentes, mas, pode ser também um momento de reflexão sobre consumo e educação financeira. De acordo com uma pesquisa da Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box – com 1,11 mil pais entrevistados em todo o país, entre 10 e 22 de setembro de 2025, e margem de erro de 2,9 pontos percentuais -, os pais estão cada vez mais atentos à importância de ensinar seus filhos a lidarem com o dinheiro: 53% começaram a falar sobre finanças com os filhos antes dos 8 anos.

Ainda segundo a pesquisa, 41% acreditam que a educação financeira deve começar nos primeiros anos do ensino fundamental, mostrando que o contato das crianças com o universo das finanças precisa acontecer cada vez mais cedo.

O estudo também revela que o dinheiro digital já faz parte da rotina infantil: 28% das crianças recebem mesada por meio de PIX, conta digital ou cartão, 73% tiveram acesso ao primeiro cartão ou conta antes dos 15 anos e 39% já usam o PIX como forma de pagamento. Outros 22% possuem cartão de débito vinculado à conta dos pais.

“Mais conscientes sobre o impacto da autonomia digital, os pais estão atentos a como os filhos lidam com o dinheiro”, afirma Karla Pontes, especialista da Serasa em educação financeira. “Esse tema desperta reflexões importantes sobre o equilíbrio entre permitir liberdade e estabelecer limites, especialmente em um contexto em que o uso de meios de pagamento digitais e o acesso às redes sociais fazem parte da rotina das novas gerações”.

Karla ainda sugere algumas alternativas para contribuir com a educação financeira das crianças de casa, como estabelecer uma mesada educativa, com regras e acompanhamento de pais e responsáveis. O conceito compreende estabelecer valores fixos para que a criança possa aprender a se programar financeiramente, periodicidade (que pode variar de acordo com a idade) e regras de uso do valor, determinando quantias para poupança e prioridades de compras.

A partir dessa prática, os pequenos aprendem sobre planejamento, desenvolvem a percepção de que não é possível comprar tudo que se quer de uma só vez e que é preciso poupar para conquistar alguns objetivos. “Ao construir esse senso de responsabilidade, é ainda mais fácil reconhecer o valor do dinheiro desde a infância e, dessa forma, ajudar a formar adultos ainda mais preparados para cuidar das próprias finanças”, reforça Karla.

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