Indigenous lands must be recognised as part of climate policy, says Brazilian minister

Sonia Guajajara tells Cop30 the rights of traditional communities must be maintained in the face of exploitation by the mining industry

The Guardian
In Brasilia, Teko-Haw village resists violent eviction - Freedom News

For years, Indigenous families have faced pressure from real estate developers seeking to evict them in order to develop the area on lands known as Santuário dos Pajés, a sacred place for Indigenous spirituality ~ Aldo Santiago, Avispa Midia ~ On Tuesday morning, 15 April, members of the Military Police of the Federal District (PMDF),

Freedom News

#ULTIMAHORA 🚨 Policía Militar desaloja violentamente aldea Teko-Haw del pueblo #Guajajara. Destruyen casa de rezo y avanzan sobre un Santuário

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En Brasilia, aldea Teko-Haw resiste desalojo violento

El pueblo Guajajara enfrenta un nuevo intento de desalojo en el Santuário dos Pajés, territorio indígena en disputa en Brasília

Avispa Midia
Hallo Berlin!
Am Freitag, den 9. August, zeigt das Freiluftkino Hasenheide den #Film "This is our Everything - Unser Ein und Alles - Der Wald ist unser Leben"
18:30 Uhr
Das Filmteam ist anwesend!
Sechs Monate lang hat Regisseur Frederik Subei mit den #Guajajara im brasilianischen Amazonien gelebt und die #Indigenen mit der Kamera begleitet. Die wollen nicht tatenlos zusehen, wie der #Regenwald durch illegalen Holzeinschlag zerstört wird.
https://www.regenwald.org/news/12371/berlin-9-82024-unser-ein-und-alles-der-wald-ist-unser-leben
Berlin, 9.8.2024: Unser Ein und Alles - Der Wald ist unser Leben

Berlin, Freitag, 9. August 2024, um 18:30 Uhr, im Freiluftkino Hasenheide: Unser Ein und Alles - Der Wald ist unser Leben. Dokumentarfilm über die indigenen Guajajara im brasilianischen Amazonien

Na Terra Indígena Rio Pindaré, no Maranhão, a parceria entre dois grupos locais tem um objetivo comum: retomar práticas ancestrais, que anciãs e anciãos guardam na memória sobre a riqueza de nascentes e florestas diversas no território. Essa é a principal proposta do projeto executado pelo grupo de mulheres indígenas Wiriri Kuzá Wá e a Brigada Voluntária Indígena, que tem como título Mãe D’água: das nascentes para reflorestar mentes.

O povo Guajajara habita a terra indígena (TI), que possui uma extensão de 15 mil hectares, com uma população de 2 mil pessoas. O território é quase inteiramente localizado no município de Bom Jardim, distante pouco mais de 240 km da capital São Luís, com uma pequena porção (2%) no município de Monção. Na área, o Rio Pindaré dá nome ao lar dos Guajajara e marca uma parte das divisas da TI.

A iniciativa das mulheres e a parceria proposta por meio do projeto segue na contramão dos dados alarmantes de desmatamento no Maranhão. Conforme o Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD) 2023 do MapBiomas, o estado é primeiro lugar na perda de vegetação nativa, com uma área desmatada que contabiliza 331.225 hectares. Isso significa um aumento de 95,1% no desmatamento, o que implica na nova posição de líder do desmatamento assumida pelo Maranhão em 2023.

É em um cenário de resistência que mais de 50 mulheres da Wiriri, juntamente com 15 homens da Brigada Voluntária, empenham uma luta para fortalecer as práticas culturais e ambientais de seu povo. Excursões na mata ocorreram em abril deste ano nas aldeias Januária; Piçarra Preta, Novo Planeta e Guarimã, para identificar cinco nascentes de igarapés prioritárias para o reflorestamento e para o plantio de 80 mudas de espécies nativas nas margens, principalmente frutíferas. No geral, as atividades propostas pelo projeto envolvem jovens, adultos e anciãos das nove aldeias do território, com destaque para as mulheres indígenas.

Durante dois dias de excursões, os grupos visitaram esses cinco pontos prioritários de nascentes, se deslocando de barco pelo rio ou em caminhada por babaçuais. Com a identificação das nascentes, houve a qualificação e marcação dos pontos por GPS, acompanhado do plantio de mudas de juçara, bacaba e cupuaçu, provenientes do viveiro da Brigada Voluntária na Aldeia Januária.

Para a liderança indígena local Vanussa Viana Guajajara, participar das excursões foi um momento de reconexão com a natureza, um preenchimento na memória das histórias contadas pelos mais velhos sobre a riqueza de animais e paisagens outrora intocadas em diversos pontos da TI. Além, de integrante da Wiriri Kuzá Wá, Vanussa faz parte da Articulação de Mulheres Indígenas do Maranhão (Amima), é acadêmica de ciências biológicas na Universidade Estadual do Maranhão (Uema), agricultora familiar e pescadora artesanal.

“É uma parte da história que estava faltando, um vácuo que precisava ser preenchido. Meu pai já foi cacique e contava sobre os lugares que visitamos, dizia ‘Ah, eu conheci, a gente fazia esse monitoramento’. Isso desde a infância dele e dos ‘mais antigos’. Mas, só quando a gente começa a entender que o espiritual vem antes de qualquer outro tipo de articulação, a gente se sente mais fortalecido. Sentimos a necessidade desse vínculo, é uma carga de energia que não pode ser explicada, mas é sentida por cada um que compartilha desses momentos”

O resgate das memórias da paisagem da TI com as anciãs e anciões é uma etapa essencial das atividades do projeto, onde a vivência completa esses relatos que estão nas lembranças dos adultos e são repassados aos mais jovens. Durante as excursões na mata, além de ser uma oportunidade para visualizar aquilo que os ‘mais antigos’ contam em suas histórias, foi um momento de relembrar alguns cenários já observados por algumas das participantes há tempos. É o caso da agente de saúde Eloide Rodrigues Guajajara, que também quer contar essas histórias aos seus filhos e netos.

“Vi esses lugares quando criança, mas são poucas as lembranças. A luta para preservar nosso território vem desde a minha mãe, foi uma luta da minha vó e é uma luta que vem antes delas. Quero mais tarde poder mostrar para os meus filhos e netos, quero deixar minha história e que as pessoas digam ‘Ela sempre esteve nessa luta, ela sempre esteve aqui’, quero mostrar para eles nossa luta indígena. Para isso, temos que partir para as atividades de reflorestar aquilo que foi perdido”

ISPN

https://mauricioaraya.com/2024/06/26/no-maranhao-mulheres-indigenas-e-brigadistas-voluntarios-mapeiam-nascentes-e-reflorestam-margens-de-igarapes/

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No Maranhão, mulheres indígenas e brigadistas voluntários mapeiam nascentes e reflorestam margens de igarapés - ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza

Na contramão do estado que mais desmata no país, povo Guajajara conduz projeto para proteger e retomar paisagens ricas em biodiversidade na Terra Indígena Rio Pindaré

ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza
🪨 Artist: #PebblePicassos /
Justin Bateman in City: #ChiangMai Thailand 🇹🇭 2024 - Title: "Jurema" - #Streetart #Art #LandArt #Urbanart #Stones #Artist #Mosaic #Portrait #Pebbles #Guajajara #Amazonas

kaekaekae
Pra celebrar as mudanças históricas que vem acontecendo no nosso país, como por exemplo o “Dia do Índio” que se transformou em “Dia dos Povos Indígenas”, preparei essa releitura incrível dessa musica que muitas pessoas gostam de ouvir e transformei Um Índio em Um Indígena.

Essa musica foi escrita há muitos anos atrás pelo Caetano Veloso, e claro que naquela época não tínhamos o conhecimento que temos hoje.

Aprender os termos que utilizamos pra avançar nos direitos indígenas, é importante pra não reproduzir aquilo que antes era usado como perjorativo, por isso nos chamamos de povos indígenas, aquele que é originário da terra.
Índio foi nome dado pelo colonizador quando achava que estava chegando na “Índia”, você sabia?

Com o tanto de povos indígenas que tem aqui no Brasil, fica injusto também generalizar tantos povos apenas em um nome (indígena), por isso o ideal mesmo é que sejamos o nome de nosso povo, então somos Guajajara, Puri, Tupinambá, Pataxó, e tantos outros povos, mas sabemos da importância de se usar alguns termos pra avançarmos em políticas públicas.

#musica #indigena #caetano #kae #guajajara #brasil

Sônia Guajajara e la lunga marcia di emancipazione dei popoli indigeni del Brasile

Cinquantenne, originaria del territorio Arariboia nello Stato Nord-orientale del Maranhão, Guajajara è una delle prime donne indigene elette nel Congresso. Da inizio 2023 è ministra dei Popoli indigeni nel Governo Lula. A Roma ha raccontato il suo "programma" e le emergenze da affrontare dopo gli "anni di dolore" sotto Bolsonaro

Altreconomia

"Nota divulgada pela associação #Yanomami confirma o que a @agenciapublica divulgou: a #FAB se recusou a autorizar sobrevoos q iriam denunciar o #Garimpo ...tb traz críticas a declaração de Sonia #Guajajara ..."

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RT @rubensvalente RT @Roberto83012781 -

Rubens Valente (@rubensvalente) on X

Nota divulgada pela associação Yanomami confirma o que a @agenciapublica divulgou na quinta-feira: a FAB se recusou a autorizar sobrevôos que iriam denunciar o garimpo. Documento tb traz críticas a declaração da ministra Sonia Guajajara e à decisão do governo federal de criar +

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Uno sguardo lento sull’Amazzonia: là dove un altro mondo è possibile

La penna di Angelo Ferracuti e le fotografie di Giovanni Marrozzini raccontano le lotte dei nativi minacciati da allevatori, cercatori d’oro, multinazionali del petrolio. Il libro “Viaggio sul fiume mondo” racchiude più di sei anni di viaggi e incontri

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