Energy poverty "occurs through the commodification of energy and the capture of resources, infrastructure and strategic knowledge by dominant sectors."

"There are many cases in regions such as Latin America and North Africa where investment and technical cooperation agreements aim to establish veritable private estates for wind and solar photovoltaic production, the megawatts from which will be destined for green hydrogen plants.
"One of the central objectives is to invest in the technological development of ‘green’ energy commodities. Since it is not possible to export wind and solar energy directly to other distant continents, the approach is to use them as an electricity source for the production of green hydrogen and even conversion into green ammonia, which in turn can be exported for use as fuel or fertilisers."

https://the.ecocene.blog/i/193983969/what-we-mean-by-energy-poverty

#exports #sovereignty #electricity #energy #commodities #Cuba #polycrisis #Brazil #unequalExchange #privatisation #Lula #dependency

On unequal energy exchange and vulnerability in a world at war

A lot of talk about investing in energy and industry in the Global South, but the practice is still hijacked by the global market. It shows we're still more vulnerable to global shocks than we think.

Ecocene - Sabrina Fernandes

Biógrafo de Lula revela que Miguel Arraes aconselhava petista a se aliar à direita, rejeitando chapas ‘pão com pão’

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Presidente Lula participa do programa Sem Censura, da TV Brasil

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Flávio e Eduardo Bolsonaro comemoram classificação do PCC e CV como terroristas pelos EUA

🔥Ricardo Noblat analisa os principais acontecimentos da política brasileira ao lado de Guga Noblat. O programa Noblat Blá Blá vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 18h às 19h. #política #noblat #corte #noticias #lula #fláviobolsonaro #donaldtrump #pcc #cv #facçõescriminosas #terroristas ➡️ Deixe seu like e inscreva-se no nosso canal! Acesse o Metrópoles: 👉 Acesse o Blog do…

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Flávio e Eduardo Bolsonaro comemoram classificação do PCC e CV como terroristas pelos EUA

🔥Ricardo Noblat analisa os principais acontecimentos da política brasileira ao lado de Guga Noblat. O programa Noblat Blá Blá vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 18h às 19h. #política #noblat #corte #noticias #lula #fláviobolsonaro #donaldtrump #pcc #cv #facçõescriminosas #terroristas ➡️ Deix

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Lula abre os cofres e gasta R$ 200 bilhões dos contribuintes para tentar reverter rejeição histórica

A injeção recorde de recursos públicos tenta reverter a crise de popularidade da gestão petista, mas acende o sinal de alerta entre analistas econômicos, que preveem forte pressão sobre a inflação e a manutenção dos juros em patamares elevados — Foto: Ricardo Stuckert (PR)

29 de maio de 2026 Emanoel Reis, Macapá – AP Editor – Contato: 96.98106.1147 – E-mail: [email protected]

Em meio a uma persistente crise de popularidade e de olho na disputa pelo Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acionou a máquina pública em Brasília para lançar um pacote recorde de medidas econômicas e sociais que somam cerca de 200 bilhões de reais. A ofensiva, intensificada nos últimos meses por meio de linhas de crédito e isenções tributárias, utiliza a tradicional estratégia de ampliar gastos em anos eleitorais para atrair setores refratários ao PT, como caminhoneiros e motoristas de aplicativo, na tentativa de reverter as taxas de desaprovação do governo e consolidar vantagem sobre a oposição.

A estratégia repete uma cartilha antiga e bem conhecida na política brasileira. No passado, Dilma Rousseff prometeu investimentos bilionários antes de enfrentar um severo ajuste fiscal após a reeleição. Fernando Henrique Cardoso segurou o valor do real até garantir o segundo mandato, resultando em uma maxidesvalorização posterior, enquanto Jair Bolsonaro despejou mais de 40 bilhões de reais na economia às vésperas do pleito de 2022. Lula, com a experiência de quem coordenou as principais vitórias petistas nas últimas décadas, eleva o tom e o volume de recursos para tentar liquidar a fatura antes mesmo do início oficial da campanha.

As investidas mais recentes têm alvos cirúrgicos. Em solenidade no Palácio do Planalto, o governo anunciou 30 bilhões de reais em crédito com juros reduzidos voltados para motoristas de aplicativos e taxistas renovarem suas frotas. Dias antes, outros 20 bilhões de reais foram carimbados para a compra de caminhões e ônibus. Ambas as categorias são historicamente alinhadas ao bolsonarismo ou críticas à visão trabalhista tradicional do PT. A distribuição de recursos funciona como uma ponte para tentar mitigar a rejeição nesses nichos, transformando discursos de trabalhadores em peças de propaganda para as redes sociais oficiais.

O estímulo desenfreado ao crédito, contudo, acende o sinal de alerta entre analistas econômicos. Especialistas apontam que a injeção massiva de recursos deve adicionar até 230 bilhões de reais ao estoque total de financiamentos do país, gerando um impacto direto na inflação. O efeito colateral estimado é uma pressão de até 0,5 ponto percentual no núcleo inflacionário em um período de um ano a dezoito meses. Isso deve forçar o Banco Central a manter os juros elevados por mais tempo, dificultando uma flexibilização monetária sustentável e agravando o endividamento das famílias brasileiras.

Para contrapor o endividamento recorde, que ironicamente ajudou a corroer a popularidade da gestão, o Executivo federal desenhou uma nova rodada de renegociação de dívidas, aportando 15 bilhões de reais em um fundo garantidor contra calotes bancários. Outro movimento estratégico visa o agronegócio, setor fortemente associado à oposição. O governo tenta viabilizar a renegociação de um estoque de débitos estimado em 180 bilhões de reais. Durante a Agrishow, principal feira do setor, o vice-presidente Geraldo Alckmin levou uma oferta de 10 bilhões de reais para a troca de maquinários, um aceno que os produtores rurais consideraram tímido diante das demandas da categoria.

No front social e de imagem, as frentes se multiplicam. Lula agiu para conter a volatilidade do preço dos combustíveis e destinou 11 bilhões de reais para a segurança pública, prometendo a criação de um ministério específico caso o Congresso aprove a PEC da Segurança Pública. Paralelamente, o governo investiu 80 milhões de reais em publicidade para capitanear o debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1, aprovado na Câmara. A pauta, altamente popular, empurrou a oposição para uma posição defensiva, forçando parlamentares de direita a proporem alternativas para não perderem mercado com o eleitorado trabalhador.

Enquanto o Planalto acelera as bondades, o principal nome da oposição no momento, o senador Flávio Bolsonaro, tenta reagir ao desgaste provocado por denúncias recentes de transações financeiras controversas que arranharam suas intenções de voto. O parlamentar buscou uma agenda externa com o presidente americano Donald Trump na Casa Branca para projetar força política junto ao eleitorado de direita. As pesquisas eleitorais de segundo turno mostram Lula em vantagem numérica, indicando que o pacote de gastos e o desgaste do adversário começam a surtir o efeito desejado pela coordenação petista.

Apesar dos questionamentos sobre o uso eleitoreiro da máquina e o risco de enquadramento em abuso de poder político e econômico, o núcleo jurídico do governo demonstra tranquilidade. A jurisprudência histórica do Tribunal Superior Eleitoral tende a ser mais tolerante com os gastos de chefes do Executivo federal em comparação com prefeitos de pequenas cidades. O entendimento de que a ampliação de programas sociais pré-existentes ou a distribuição de subsídios são atos legítimos de governo garante salvo-conduto para a continuidade das medidas. Com isso, o torniquete fiscal permanece aberto, deixando os potenciais desarranjos nas contas públicas e os riscos de paralisia da máquina para o próximo mandato presidencial.

#derrame #lula #reeleição #verba
Governo DF e Lula fecham acordo para o BRB de até R$ 6,5 bi: O DF e o Lula da Silva fecharam nesta quinta-feira (28) um acordo para viabilizar um empréstimo de até R$ 6,5 bilhões do FGC ao BRB https://iclnoticias.com.br/governo-do-df-e-gestao-lula-acordo-brb-65-bi/ #GovernoDF #Lula
Sem desespero nessa hora | Outras Palavras

Anúncio de Trump que classifica o PCC e CV como terroristas é uma interferência pesada na soberania brasileira. O eleitorado sabe disso. Por isso, esquerda não deve ceder ao pânico, nem enterrar a recuperação de Lula e as batalhas reais no Congresso

Outras Palavras

‘Trump apenas reforça discurso de guerra às drogas para intervir na América Latina’, diz analista

https://fed.brid.gy/r/https://www.brasildefato.com.br/2026/05/29/trump-apenas-reforca-discurso-de-guerra-as-drogas-para-intervir-na-america-latina-diz-analista/