No meio disto tudo, com tanto foco nos resultados financeiros, esqueceram-se de referir as agressões bárbaras de funcionários da EMEL a cidadãos (noticia-se a agressão, depois oculta-se o resultado porque este terá sido um cidadão agredido e os agressores a manterem funções) e o abandono das zonas de estacionamento exclusivo a residentes pelos fiscalizadores, sobretudo onde a EMEL emite dísticos com fartura, mas não garante minimamente a legalidade do estacionamento na via pública (zero lugares marcados "no chão", zero sinalização vertical, zero fiscalização), vendendo dísticos a quem não pode estacionar a não ser em lugar proibido. Ri-me com a estória de multarem quem estaciona em lugares reservados a portadores de deficiência ou em passadeiras. Nos Olivais (sobretudo no Bairro da Encarnação) consigo fotografar diariamente pelo menos uma dezena de carros nessa situação, sem consequências, e estão assim há meses/anos.
Já nem vou falar do facto de a EMEL ter vindo a servir de financiador e promotor de muitas das obras viárias que têm sido feitas em Lisboa, cujo custo pertenceria à Câmara Municipal de Lisboa (assim aldraba-se mais um pouco o Orçamento Municipal).
Os "novos xerifes de Lisboa" são iguais ao de Nottingham, não aos do Faroeste.
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