🔭 El telescopio James Webb puede ver el universo tal como era hace más de 13.000 millones de años. ¿Sabes cómo lo logra?

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Imagen creada con IA.
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El James Webb no solo toma fotos del espacio. Cada imagen es una ventana al pasado: la luz que captura salió de su origen hace miles de millones de años. 🔭

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Misurata la massa di un buco nero agli albori dell'universo. È stata ottenuta la misura diretta della massa di un buco nero situato in uno dei "piccoli punti rossi" (Little Red Dots, Lrd) rilevati dal telescopio spaziale James Webb. L'oggetto si trova in una galassia risalente a un’epoca in cui l’universo aveva solo 700 milioni di anni.

https://scienzamagia.eu/scienza-e-tecnologia/misurata-la-massa-di-un-buco-nero-agli-albori-delluniverso/

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El James Webb revela la estructura vertical de la ionosfera de Urano

El telescopio espacial James Webb ha revelado por primera vez la estructura vertical de la ionosfera de Urano, mostrando cómo cambian la temperatura y la densidad del ion H3+ desde unos 475 hasta 5.000 km de altitud sobre el planeta. Las observaciones, realizadas el 19 de enero de 2025 durante casi una rotación completa de Urano, ofrecen la visión más detallada hasta ahora de su atmósfera superior y confirman que su termosfera continúa enfriándose en comparación con décadas […]

https://nosolosputnik.com/2026/03/02/ionosfera-de-urano-jwst/

El misterio del cometa “viejoven”: por qué el objeto interestelar 3I/Atlas es a la vez un anciano y un bebé

https://fed.brid.gy/r/https://www.eldiario.es/sociedad/misterio-cometa-viejoven-objeto-interestelar-3i-atlas-bebe-anciano-vez_1_12580010.html

Pela primeira vez, astrônomos testemunham nascer de um novo sistema solar

Pesquisadores internacionais identificaram, pela primeira vez, o momento em que os planetas começaram a se formar em torno de uma estrela além do Sol. Usando o telescópio Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (Alma), do qual o Observatório Europeu do Sul (ESO) é parceiro, e o telescópio espacial James Webb, eles observaram a criação das primeiras partículas de material formador de planetas — minerais quentes começando a se solidificar. Esta descoberta marca a primeira vez que um sistema planetário foi identificado em um estágio tão inicial de sua formação e abre uma janela para o passado do nosso próprio Sistema Solar.

“Pela primeira vez, identificamos o primeiro momento em que a formação de planetas é iniciada em torno de uma estrela diferente do nosso Sol”, diz Melissa McClure, professora da Universidade de Leiden, na Holanda, e principal autora do novo estudo, publicado na revista Nature.

A coautora Merel van ‘t Hoff, professora da Universidade Purdue, Estados Unidos, compara suas descobertas a ‘uma imagem do Sistema Solar bebê’, dizendo que “estamos vendo um sistema que se parece com o que nosso Sistema Solar parecia quando estava apenas começando a se formar”.

Este sistema planetário recém-nascido está emergindo em torno de HOPS-315, uma ‘proto’ ou estrela-bebê que fica a cerca de 1,3 mil anos-luz de distância de nós e é um análogo do Sol nascente. Ao redor dessas estrelas bebês, os astrônomos frequentemente observam discos de gás e poeira conhecidos como ‘discos protoplanetários’, que são os locais de nascimento de novos planetas. Embora os astrônomos já tenham observado discos jovens que contêm planetas recém-nascidos, massivos e semelhantes a Júpiter, McClure afirma: “sempre soubemos que as primeiras partes sólidas dos planetas, ou ‘planetesimais’, devem se formar em estágios mais remotos, em estágios iniciais”.

Em nosso Sistema Solar, o primeiro material sólido a se condensar próximo à localização atual da Terra ao redor do Sol é encontrado preso dentro de meteoritos antigos. Astrônomos datam essas rochas primordiais para determinar quando o relógio começou a contar a história da formação do nosso Sistema Solar. Esses meteoritos são repletos de minerais cristalinos que contêm monóxido de silício (SiO) e podem se condensar nas temperaturas extremamente altas presentes em discos planetários jovens. Com o tempo, esses sólidos recém-condensados se unem, semeando as sementes para a formação de planetas à medida que ganham tamanho e massa. Os primeiros planetesimais com quilômetros de extensão no Sistema Solar, que cresceram e se tornaram planetas como a Terra ou o núcleo de Júpiter, formaram-se logo após a condensação desses minerais cristalinos.

Com a nova descoberta, os astrônomos encontraram evidências de que esses minerais quentes começam a se condensar no disco ao redor de HOPS-315. Seus resultados mostram que o SiO está presente ao redor da estrela bebê em seu estado gasoso, bem como dentro desses minerais cristalinos, sugerindo que ele está apenas começando a se solidificar. “Esse processo nunca foi observado antes em um disco protoplanetário — ou em qualquer lugar fora do nosso Sistema Solar”, afirma o coautor Edwin Bergin, professor da Universidade de Michigan, Estados Unidos.

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La imagen del universo ‘más profunda hasta la fecha’, revelada por el telescopio James Webb

La imagen del universo ‘más profunda hasta la fecha’, revelada por el telescopio James Webb
El telescopio espacial James Webb (JWST) ofreció la imagen “más profunda hasta la fecha” del universo sobre un único objetivo, que revela galaxias en formación en un lejano pasado, informaron el martes el Centro [...]

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La imagen del universo ‘más profunda hasta la fecha’, revelada por el telescopio James Webb

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