Tegram bate recorde, e anuncia nova expansão no Itaqui

O Consórcio Tegram-Itaqui celebra que, em agosto, o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) teve recorde de movimentação de grãos, considerando toda a sua trajetória de 10 anos de operação no Porto do Itaqui, em São Luís. No período, o terminal contabilizou o embarque de 26 navios, carregados com 1,75 milhão de toneladas de soja e milho para abastecer alguns dos principais mercados do agronegócio brasileiro; além desses grãos, o terminal também movimenta farelo de soja.

No acumulado do ano, o terminal vem mantendo um excelente desempenho, com embarque 148 navios com carregamento de 10 milhões de toneladas de grãos, sendo 9,23 milhões de toneladas de soja e 644,61 mil toneladas de milho. Para o consórcio, esse resultado operacional recorde representa um crescimento de 7% em relação a igual período do ano anterior e reforça a posição consolidada do Tegram como principal hub logístico do agronegócio na região do Arco Norte brasileiro.

Com uma infraestrutura robusta, esse movimento mostra ainda que o Tegram está preparado para operar na perspectiva de supersafra que está se desenhando para o país nesse ano. Com isso, atua com papel fundamental para escoamento da produção agrícola da sua região de abrangência, especialmente os Estados do Maranhão, Piauí e Tocantins e áreas do Nordeste de Mato Grosso e da Bahia. Nesse ano, inclusive, o terminal projeta alcançar o mesmo volume recorde movimentado em 2023, quando registrou embarque de mais de 15 milhões de toneladas de grãos.

Integração logística e industrial que segue em ritmo de expansão

Ao operar há 10 anos em uma área geograficamente estratégica, que produz ganhos em eficiência à medida que está mais próxima dos mercados compradores da safra brasileira, o Tegram investiu forte em uma infraestrutura moderna e eficiente, que ajudou a reduzir custos logísticos e a ampliar o acesso aos mercados internacionais. Tudo isso também trouxe como consequência positiva um impulso a toda cadeia produtiva do agronegócio.

A infraestrutura do Tegram foi planejada para garantir uma operação eficiente e conectada com os principais modais logísticos do país. O terminal possui quatro armazéns com capacidade estática de 500 mil toneladas de grãos e moegas rodoviárias com capacidade para receber, juntos, mais de 900 caminhões por dia e duas moegas ferroviárias com capacidade para descarregar quatro vagões simultaneamente cada uma (total de oito vagões simultaneamente). Essa estrutura permitiu uma melhor integração com as cadeias logísticas e industriais da região, facilitando o escoamento da produção agrícola e contribuindo para a expansão do agronegócio no Arco Norte.

O Tegram passou por duas fases de expansão desde o início de suas operações. Na primeira fase, em 2015, o terminal iniciou as atividades com um berço de atracação e estrutura para movimentação eficiente de grãos. Em 2020, a segunda fase foi concluída, aumentando a capacidade operacional com a inclusão de um segundo berço de atracação e consolidando o terminal como um hub logístico para o agronegócio da região. Agora, o terminal se prepara para a terceira fase de expansão, com aporte planejado de R$ 1,634 bilhão para a construção de um terceiro berço de atracação, o que permitirá adicionar mais 8,5 milhões de toneladas de capacidade operacional anual ao terminal. Essa expansão tem como objetivo atender à crescente demanda do agronegócio brasileiro e consolidar ainda mais o Porto do Itaqui como um dos maiores complexos exportadores de grãos do Arco Norte brasileiro.

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Com 60 jovens já capacitados em duas edições, programa Jovem Tech tem empregabilidade superior a 60%

Pedro Henrique Santana, 23 anos, é analista de dados da Pulse, empresa de tecnologia e inovação ligada ao Grupo Mateus. Ele atribui a conquista do seu emprego atual diretamente ao programa Jovem Tech, parceria entre o Grupo Mateus e o Governo do Maranhão destinada a formar mão-de-obra qualificada nas áreas de tecnologia e inovação.

Minha experiência no Jovem Tech foi essencial. Foi por meio do programa que consegui aplicar na prática os conhecimentos da área e desenvolver uma visão mais estratégica sobre como usar dados para gerar valor. Sem dúvida, foi um dos principais passos para estar hoje atuando nesse setor. Mais do que aprender ferramentas, o programa me ajudou a ganhar confiança, entender a rotina de um profissional da área e me preparar para os desafios reais do dia a dia

Assim como Pedro Henrique, outros 59 profissionais acumulam histórias de sucesso e desenvolvimento de habilidades profissionais a partir das aulas. Atualmente em sua segunda edição, o programa já apresenta resultados expressivos: cerca de 66,67% dos participantes da primeira turma conseguiram ingressar no mercado de trabalho. Na prática, isso significa que de cada 10 jovens formados pela iniciativa, pelo menos 6 já estão atuando profissionalmente na área.

O foco do Jovem Tech é preparar a mão de obra local para atuar na área de programação, promovendo a inserção de jovens oriundos de escolas públicas no mercado de trabalho e atendendo à crescente demanda por profissionais qualificados em TI na região.

A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Grupo Mateus e o Governo do Maranhão, por meio do Porto do Itaqui, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Maranhão (Fapema) e da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, com apoio do Tegram (Terminal de Grãos do Maranhão), Suzano, Copi (Companhia Operadora Portuária do Itaqui) e VLI.

Segundo Ryann Cunha, head de comunidade da Pulse e um dos responsáveis pelas atividades do Jovem Tech, o grande diferencial do programa está no incentivo à profissionalização e na vivência prática. “A iniciativa permite aos participantes experimentarem a rotina de uma grande empresa de tecnologia, que atende a um dos maiores varejistas do país. Eles têm contato com profissionais experientes, acesso a ferramentas e metodologias atualizadas, além de desenvolverem suas soft skills com o acompanhamento próximo de mentores capacitados”, destaca.

O Jovem Tech, assim como todas as iniciativas do programa Porto do Futuro, é a prova do nosso compromisso com o desenvolvimento humano e social do Maranhão, através do Porto do Itaqui. Ao capacitar jovens em tecnologia e conectá-los com oportunidades reais no mercado de trabalho, estamos formando profissionais, transformando vidas e fortalecendo a economia local. A primeira edição já foi um grande sucesso, e a segunda chega ainda mais fortalecida, com novos parceiros e mais oportunidades para ampliar o impacto positivo do programa

Isa Mary Mendonça, presidente em exercício do Porto do Itaqui

Formação

A estudante Juliana Ribeiro, integrante da turma atual, também está entusiasmada com o impacto do programa em sua trajetória. Além de participante do Jovem Tech, ela cursa bacharelado Interdisciplinar em ciência e tecnologia, com foco em engenharia de transportes. Ela vê no programa uma oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos no contexto prático das empresas.

Minhas expectativas com o Jovem Tech são altas. Espero uma imersão completa nos processos tecnológicos e operacionais dessas grandes corporações. Quero desenvolver uma visão sistêmica sobre tecnologia, negócios e inovação, além de aprimorar minhas soft skills, como comunicação, liderança, trabalho em equipe e pensamento crítico, que são essenciais para se destacar em ambientes corporativos dinâmicos e de alto desempenho

Inscrições

O programa recebeu mais de 5 mil inscrições na edição atual e ofereceu 65 vagas por turma, destinadas a jovens oriundos da rede pública de ensino ou bolsistas integrais. Cada participante recebe uma bolsa no valor de R$ 1,5 mil, como forma de incentivo e apoio durante toda a jornada no programa. Uma das novidades desta edição é a ampliação dos polos de atuação: além do Black Swan – Centro de Inovação do Grupo Mateus –, 10 alunos participarão das atividades no polo Itaqui-Bacanga, na Estação Tech Estaleiro Escola, propiciando uma logística mais fácil para alunos que moram mais próximo desta localidade

As aulas são realizadas nos períodos matutino e vespertino. Em um turno, os participantes recebem treinamentos de hard skills (habilidades técnicas e específicas) nas trilhas de aprendizado de Front End, Back End, Dados e Business Intelligence pela manhã. Duas vezes por semana, os jovens receberão capacitações em soft skills (habilidades interpessoais e comportamentais), incluindo comunicação, liderança, oratória e trabalho em equipe.

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