Formação cultural chega a Cururupu e Bequimão em agosto

“Ampliar o acesso de agentes culturais aos mecanismos de fomento existentes, para contribuir de forma efetiva e direta no crescimento da cena cultural local de cada município que o projeto estiver inserido”, destaca Júlia Martins, uma das idealizadoras e instrutoras do Ciclo de Formação para Agentes Culturais, que já iniciou sua edição 2025 e segue para nova fase nos municípios de Cururupu e Bequimão, no Maranhão.

Com o objetivo de promover maior autonomia na busca por recursos públicos e privados e, ainda, impactar no fortalecimento da atuação de grupos e agentes culturais, o projeto, que já passou pelas cidades de Matinha e Viana no último mês de junho, segue com ações abertas ao público tanto na Baixada Maranhense quanto no Litoral Ocidental do Maranhão.

Realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (Secma), do governo do Maranhão, com idealização e realização da Afrodite Produções e Orgânik Produções, o ciclo contempla fazedores de cultura com formações presenciais e gratuitas.

A nova fase inicia no próximo dia 11 de agosto, em Bequimão, com a realização da Oficina de Leitura e Interpretação de Editais Culturais, das 8h às 12h. No mesmo dia, das 14h às 18h, começa a Oficina de Elaboração de Portfólios Artísticos – a atividade ocorrerá ainda nos dias 12 (das 8h às 12h e das 14h às 18h) e 13 de agosto (das 8h às 12h). As inscrições já foram iniciadas e podem ser feitas até o dia 7 de agosto – os interessados podem se inscrever pela internet.

Já a partir do dia 14 de agosto, as oficinas serão realizadas na cidade de Cururupu, na sede do Boi de Cofo, localizado na Travessa da Independência, no Centro. Neste dia, a Oficina de Leitura e Interpretação de Editais Culturais ocorre das 8h às 12h. No mesmo dia, das 14h às 18h, começa a Oficina de Elaboração de Portfólios Artísticos – a ação segue nos dias 15 (das 8h às 12h e das 14h às 18h) e 16 de agosto (das 8h às 12h). Os interessados podem se inscrever até o dia 7 de agosto, pela internet.

Para Mariana Cronemberger, também idealizadora e instrutora do projeto, a grandeza do Ciclo está no impacto da qualificação ofertada por meio de oficinas práticas voltadas à profissionalização da cultura.

As oficinas são espaços importantes para que o público interessado tanto da Baixada Maranhense quanto do Litoral Ocidental possa fortalecer sua atuação cultural com ferramentas práticas e acesso à informação

No total, são 25 vagas disponíveis em cada oficina.

Ciclo de Formação para Agentes Culturais

Idealizado pelas produtoras culturais maranhenses Julia Martins e Mariana Cronemberger, sócias da Afrodite Produções e Orgânik Produções, respectivamente, o projeto nasceu do desejo compartilhado de transformar a realidade da participação de agentes culturais do estado em processos de captação de recursos e editais.

A partir de suas experiências com gestão cultural e atuação em bancas avaliadoras, as idealizadoras compreenderam a urgência de ampliar o acesso à informação e às ferramentas necessárias para que mais pessoas e coletivos culturais do Maranhão pudessem acessar editais e políticas públicas de fomento.

Desde sua criação, em 2021, a iniciativa já formou mais de 350 agentes culturais em mais de 15 turmas. A primeira edição ocorreu por meio do Edital Ocupa CCVM, do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), com uma oficina de elaboração de portfólios culturais. A partir daí, o projeto seguiu de forma independente, com oficinas realizadas no Centro de São Luís, acessíveis por meio de valor social.

Em 2023, o ciclo foi beneficiado pelo edital de Economia Criativa Fapema/Sebrae, levando oficinas a cinco bairros de São Luís. No mesmo ano, a convite do Serviço Social do Comércio (Sesc) no Maranhão, integrou o projeto Sesc Propulsar, com formações em Alcântara, além de realizar, também em 2023, uma oficina de portfólio cultural em Pindaré-Mirim, em parceria com o Centro Cultural Vale Maranhão.

Já em 2024, o projeto voltou a ser executado em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Maranhão, realizando um ciclo formativo em cinco polos culturais da capital maranhense – Itaqui-Bacanga, Centro, Coroadinho, Liberdade e Cidade Operária –, promovendo a descentralização das ações e o acesso democrático à formação cultural.

O Ciclo contempla um conjunto de oficinas que abordam temáticas fundamentais para o desenvolvimento de agentes culturais: leitura e interpretação de editais culturais; elaboração de portfólios artísticos; elaboração de projetos culturais; e gestão cultural (como pensar programações inclusivas, diversas e com olhar contra-colonial).

Com uma metodologia acessível, pensada a partir das realidades dos territórios e dos agentes participantes, o Ciclo de Formação para Agentes Culturais reafirma seu compromisso com a democratização do conhecimento, o fortalecimento da cultura local e o estímulo à autonomia dos fazedores de cultura do Maranhão.

#AfroditeProduções #agentesCulturais #BaixadaMaranhense #Bequimão #CCVM #Centro #CentroCulturalValeMaranhão #CicloDeFormaçãoParaAgentesCulturais #CidadeOperária #Coroadinho #culturaLocal #Cururupu #democratizaçãoDoConhecimento #descentralização #EditalOcupaCCVM #elaboraçãoDePortfólios #Fapema #formaçãoGratuita #governoDoMaranhão #inclusãoCultural #ItaquiBacanga #JúliaMartins #LeiPauloGustavo #leituraDeEditais #liberdade #LitoralOcidental #Maranhão #MarianaCronemberger #oficinasCulturais #OrgânikProduções #políticasPúblicasDeFomento #profissionalização #Sebrae #SebraeMA #Secma #ServiçoBrasileiroDeApoioàsMicroEPequenasEmpresas #SescPropulsar

Com 60 jovens já capacitados em duas edições, programa Jovem Tech tem empregabilidade superior a 60%

Pedro Henrique Santana, 23 anos, é analista de dados da Pulse, empresa de tecnologia e inovação ligada ao Grupo Mateus. Ele atribui a conquista do seu emprego atual diretamente ao programa Jovem Tech, parceria entre o Grupo Mateus e o Governo do Maranhão destinada a formar mão-de-obra qualificada nas áreas de tecnologia e inovação.

Minha experiência no Jovem Tech foi essencial. Foi por meio do programa que consegui aplicar na prática os conhecimentos da área e desenvolver uma visão mais estratégica sobre como usar dados para gerar valor. Sem dúvida, foi um dos principais passos para estar hoje atuando nesse setor. Mais do que aprender ferramentas, o programa me ajudou a ganhar confiança, entender a rotina de um profissional da área e me preparar para os desafios reais do dia a dia

Assim como Pedro Henrique, outros 59 profissionais acumulam histórias de sucesso e desenvolvimento de habilidades profissionais a partir das aulas. Atualmente em sua segunda edição, o programa já apresenta resultados expressivos: cerca de 66,67% dos participantes da primeira turma conseguiram ingressar no mercado de trabalho. Na prática, isso significa que de cada 10 jovens formados pela iniciativa, pelo menos 6 já estão atuando profissionalmente na área.

O foco do Jovem Tech é preparar a mão de obra local para atuar na área de programação, promovendo a inserção de jovens oriundos de escolas públicas no mercado de trabalho e atendendo à crescente demanda por profissionais qualificados em TI na região.

A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Grupo Mateus e o Governo do Maranhão, por meio do Porto do Itaqui, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Maranhão (Fapema) e da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, com apoio do Tegram (Terminal de Grãos do Maranhão), Suzano, Copi (Companhia Operadora Portuária do Itaqui) e VLI.

Segundo Ryann Cunha, head de comunidade da Pulse e um dos responsáveis pelas atividades do Jovem Tech, o grande diferencial do programa está no incentivo à profissionalização e na vivência prática. “A iniciativa permite aos participantes experimentarem a rotina de uma grande empresa de tecnologia, que atende a um dos maiores varejistas do país. Eles têm contato com profissionais experientes, acesso a ferramentas e metodologias atualizadas, além de desenvolverem suas soft skills com o acompanhamento próximo de mentores capacitados”, destaca.

O Jovem Tech, assim como todas as iniciativas do programa Porto do Futuro, é a prova do nosso compromisso com o desenvolvimento humano e social do Maranhão, através do Porto do Itaqui. Ao capacitar jovens em tecnologia e conectá-los com oportunidades reais no mercado de trabalho, estamos formando profissionais, transformando vidas e fortalecendo a economia local. A primeira edição já foi um grande sucesso, e a segunda chega ainda mais fortalecida, com novos parceiros e mais oportunidades para ampliar o impacto positivo do programa

Isa Mary Mendonça, presidente em exercício do Porto do Itaqui

Formação

A estudante Juliana Ribeiro, integrante da turma atual, também está entusiasmada com o impacto do programa em sua trajetória. Além de participante do Jovem Tech, ela cursa bacharelado Interdisciplinar em ciência e tecnologia, com foco em engenharia de transportes. Ela vê no programa uma oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos no contexto prático das empresas.

Minhas expectativas com o Jovem Tech são altas. Espero uma imersão completa nos processos tecnológicos e operacionais dessas grandes corporações. Quero desenvolver uma visão sistêmica sobre tecnologia, negócios e inovação, além de aprimorar minhas soft skills, como comunicação, liderança, trabalho em equipe e pensamento crítico, que são essenciais para se destacar em ambientes corporativos dinâmicos e de alto desempenho

Inscrições

O programa recebeu mais de 5 mil inscrições na edição atual e ofereceu 65 vagas por turma, destinadas a jovens oriundos da rede pública de ensino ou bolsistas integrais. Cada participante recebe uma bolsa no valor de R$ 1,5 mil, como forma de incentivo e apoio durante toda a jornada no programa. Uma das novidades desta edição é a ampliação dos polos de atuação: além do Black Swan – Centro de Inovação do Grupo Mateus –, 10 alunos participarão das atividades no polo Itaqui-Bacanga, na Estação Tech Estaleiro Escola, propiciando uma logística mais fácil para alunos que moram mais próximo desta localidade

As aulas são realizadas nos períodos matutino e vespertino. Em um turno, os participantes recebem treinamentos de hard skills (habilidades técnicas e específicas) nas trilhas de aprendizado de Front End, Back End, Dados e Business Intelligence pela manhã. Duas vezes por semana, os jovens receberão capacitações em soft skills (habilidades interpessoais e comportamentais), incluindo comunicação, liderança, oratória e trabalho em equipe.

#BackEnd #BlackSwan #businessIntelligence #CompanhiaOperadoraPortuáriaDoItaqui #comunicação #Copi #Dados #EstaçãoTechEstaleiroEscola #Fapema #FrontEnd #FundaçãoDeAmparoàPesquisaDoEstadoDoMaranhão #governoDoMaranhão #GrupoMateus #hardSkills #inovação #IsaMaryMendonça #ItaquiBacanga #JovemTech #liderança #Maranhão #oratória #PedroHenriqueSantana #PortoDoItaqui #programaJovemTech #Pulse #RyannCunha #Secti #softSkills #Suzano #Tecnologia #tecnologiaDaInformação #Tegram #TerminalDeGrãosDoMaranhão #TI #trabalhoEmEquipe #VLI