Brasileiros acumulam cartões de crédito em busca de limites e benefícios

Mesmo com o avanço de novas formas de pagamento, o cartão de crédito segue sendo escolha recorrente entre os brasileiros e aparece atrás apenas do PIX, entre os meios de pagamento usados com mais frequência no país. O levantamento faz parte de uma pesquisa da Serasa em parceria com o instituto Opinion Box e aponta que 65% dos consumidores têm mais de um cartão de crédito na carteira.

Segundo a pesquisa, a maior parte dos respondentes (44%) afirmam ter entre dois e três cartões de crédito. Além disso, 39,6% utilizam múltiplos cartões para somar limites e ter mais flexibilidade nas compras do dia a dia – por sua vez, 34,1% apontam os diferentes benefícios como motivo para acumular mais de um cartão.

O levantamento, porém, vem acompanhado de um alerta: 43% dos entrevistados já se endividaram por ter mais de um cartão, mostrando que o uso do crédito ainda requer atenção e planejamento financeiro.

“O cartão de crédito é uma ferramenta importante de acesso ao consumo e organização financeira, desde que usado com responsabilidade. A diversidade de meios de pagamento amplia as possibilidades do consumidor, mas reforça a necessidade de entender seu próprio perfil e planejar os gastos”, destaca Camila Martins, especialista do Serasa Crédito.

O que define o meio de pagamento ideal?

Na hora de escolher como pagar, o principal fator citado é a praticidade (53,1%), seguido pelas condições de parcelamento (37,8%), descontos oferecidos (30,8%) e segurança percebida (30,5%).

“Mesmo com o avanço das soluções digitais, a decisão de compra ainda é guiada pela conveniência e pelo controle”, afirma Camila. “O brasileiro valoriza meios que facilitem o dia a dia e ofereçam vantagens concretas, como descontos e parcelamento, especialmente em um cenário de orçamento apertado”, finaliza.

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Brasileiros gastam cada vez mais com saúde mental

Marcado pela conscientização e prevenção da saúde mental, o Setembro Amarelo tem ganhado cada vez mais relevância entre os brasileiros. Apesar dessa maior conversa sobre o assunto, os custos ao tratamento ainda são um desafio para muitos, como aponta uma pesquisa realizada pela Serasa em parceria com a Opinion Box. Os principais investimentos estão relacionados a remédios e terapias: 38% com medicamentos, 21% em terapia e psicólogo, 17% com plano de saúde e 16% em consultas com psiquiatras.

No ano passado, os gastos com medicamentos representavam 24%, tendo um crescimento de 14 pontos percentuais em um ano. Os demais custos também tiveram um aumento, entre eles, terapia e psicólogo que, em 2024, representava 12,3% dos custos, plano de saúde com 11% e psiquiatras (7,5%).

De acordo com os dados, apenas 18% afirmaram destinar até R$ 100 por mês à saúde mental, enquanto a maioria, 33%, aplicam entre R$ 101 e R$ 300. No entanto, esse cenário muda, quando se trata do investimento que os brasileiros gostariam de ter com esse cuidado.

Quando questionados sobre a representatividade destes gastos na renda mensal, os números surpreendem: até 10% da renda (44%), entre 11% e 25% (30%), entre 26% e 50% da renda (17%) e mais de 50% (9%).

Esses valores elevados reforçam a necessidade de um planejamento bem estruturado, 26% dos entrevistados afirmam que possuem dificuldades financeiras constantemente por conta destes gastos. Já 25% dizem que isso ocorreu ocasionalmente, 24% já passaram por essa situação, mas hoje estão sob controle, e 25% afirmam que nunca passaram por este aperto.

Entre os motivos apontados por quem não investe mais em saúde mental, estão a priorização de outras áreas da vida (20%), falta de condições financeiras (18%) e acúmulo de responsabilidades (11%), que dificultam o autocuidado.

Para Thiago Ramos, especialista da Serasa em educação financeira, os dados reforçam a importância da educação financeira relacionada à saúde. “Cuidar da saúde mental não deveria ser um privilégio, mas uma parte essencial da vida de todos. É fundamental que as pessoas consigam se planejar financeiramente para incluir esse cuidado na rotina. A educação financeira é, também, uma ferramenta de bem-estar e prevenção”.

Metodologia

Pesquisa realizada pela Serasa e Opinion Box entre 8 e 19 de agosto de 2025. Com 1,24 mil entrevistas realizadas em todo o Brasil. A margem de erro da pesquisa é de 2.8 pp.

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Dívidas afetam saúde mental dos brasileiros

As contas não pagas e a pressão financeira ultrapassaram a esfera econômica e estão comprometendo a saúde mental dos brasileiros. Em pesquisa da Serasa, realizada em parceria com o Instituto de Pesquisa Opinion Box, 84% dos brasileiros afirmam já ter tido a saúde mental afetada por problemas financeiros.

Resumo

84% dos brasileiros já tiveram a saúde mental afetada por problemas financeiros;

Quase metade deixou de buscar tratamento psicológico por falta de recursos;

Dívidas impactam sono, autoestima, relações pessoais e rotina de trabalho.

Em meio a campanha de Setembro Amarelo, dedicada à promoção do cuidado com a saúde mental, o levantamento mostra que os impactos aparecem principalmente no humor e estabilidade emocional (48%) – na sequência, aparecem as consequências na autoestima (44%), na energia e disposição (32%) e na concentração no trabalho e nos estudos (30%). Além disso, 70% já perderam o sono preocupados com dívidas, e 65% afirmam se esforçar para esconder suas dificuldades financeiras de outras pessoas.

Os brasileiros entrevistados afirmam já lidar com problemas de saúde mental, independentemente das dificuldades financeiras. Neste cenário, o estresse financeiro pode atuar como um gatilho preocupante.

Barreiras financeiras para tratamento psicológico

O obstáculo fica maior quando o fator financeiro se torna barreira para o tratamento psicológico: 49% já deixaram de buscar ajuda por não conseguir pagar consultas ou terapias.

Segundo Patricia Camillo, especialista da Serasa em educação financeira, a crise financeira não pesa apenas no bolso, mas limita escolhas importantes da vida das pessoas.

Quando quase metade dos brasileiros deixa de buscar ajuda psicológica por não conseguir pagar, fica evidente que a dificuldade financeira é hoje um dos maiores entraves para o bem-estar mental da população

A pesquisa também mostra que os problemas financeiros afetam diretamente os relacionamentos pessoais: 45% sentem culpa ao pedir dinheiro emprestado, 41% evitam conversas sobre o tema e 29% acabam se isolando de amigos e familiares.

Apesar do cenário desafiador, há um ponto de atenção positiva: 95% dos brasileiros reconhecem a saúde mental como tão importante quanto a saúde física – sendo que destes, 19% a consideram até mais relevante.

Saúde financeira e saúde mental caminham juntas. Cuidar das finanças é também uma forma de preservar o equilíbrio emocional e melhorar a qualidade de vida

A pesquisa foi realizada pela Serasa e Opinion Box entre 8 e 19 de agosto de 2025, com 1,24 mil entrevistas realizadas em todo o Brasil. A margem de erro de 2.8 pp.

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Nordestinos devem gastar até R$ 300 no Dia dos Namorados

Com o Dia dos Namorados chegando, o comércio nordestino espera um bom desempenho, principalmente com presentes na faixa entre R$ 101 e R$ 300. Uma pesquisa realizada pela Serasa – em parceria com o instituto Opinion Box, entre 19 e 22 de maio, com 1,12 mil entrevistados de diferentes faixas etárias e regiões do Brasil – revela que 50% dos consumidores da região pretendem presentear seus parceiros em 2025.

Entre os nordestinos que vão presentear, 75% já haviam comprado presentes no Dia dos Namorados do ano passado. Destes, 37% planejam gastar o mesmo valor, enquanto 28% pretendem reduzir os gastos e 23% desejam investir mais. A maioria dos presentes será destinado a maridos e esposas (45%), seguidos por namorados(as) (34%) e parceiros(as) em relacionamentos mais casuais, os chamados ‘ficantes’ (15%).

Presentes favoritos e cuidado com as finanças

Roupas (37%), perfumes (35%), itens simbólicos (16%) e chocolates (16%) lideram as preferências dos nordestinos. Além disso, quatro em cada dez entrevistados pretendem comprometer até 10% da renda mensal com o presente, demonstrando preocupação com o orçamento pessoal.

Outro destaque do levantamento é que 89% dos nordestinos preferem parceiros que economizem pensando no futuro. Além disso, 47% afirmam que pesquisam preços e promoções antes de efetivar a compra.

Panorama nacional

Em nível nacional, 50% dos brasileiros pretendem presentear seus parceiros no Dia dos Namorados. Os presentes mais citados são roupas (38%) e perfumes (32%), com 41% dos entrevistados dispostos a gastar até 10% da renda mensal.

Para Patrícia Camillo, gerente da Serasa, presentear é uma demonstração de carinho, mas não deve gerar exageros financeiros. “Alinhar expectativas com o parceiro e investir em lembranças simbólicas, feitas com afeto e dentro do orçamento, pode ter um valor ainda maior. Relacionamentos saudáveis são construídos com diálogo, objetivos compartilhados e respeito à realidade financeira”, reforça.

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