Coração de torcedor entra em alerta durante jogos decisivos
Coração de torcedor entra em alerta durante jogos decisivos
Pesquisadores da Ruhr University Bochum descobriram que o cortisol, hormônio do estresse, prejudica a orientação espacial em humanos, afetando a atividade de células cerebrais essenciais para a navegação, segundo estudo publicado na revista PLOS Biology.
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Um estudo recente indica que a qualidade do sono é crucial na proteção contra o estresse no trabalho, com dados de uma pesquisa nacional envolvendo 2.871 trabalhadores canadenses. A pesquisa sugere que nem todos os hábitos saudáveis oferecem a mesma eficácia contra o estresse crônico.
Estudos revelam que o estresse crônico no trabalho está ligado ao aumento de dores de cabeça, afetando a saúde física de indivíduos suscetíveis. A pressão constante e a urgência no final do expediente podem agravar essas condições, mostrando que esses desconfortos são mais do que passageiros.
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Estudo do APC Microbiome Ireland revela que o consumo de café, tanto descafeinado quanto cafeinado, altera o microbioma intestinal, associado a melhorias no humor e na redução do estresse, destacando seu impacto na saúde mental e intestinal.
Coceira persistente pode revelar problema maior
Cansaço constante pode ser sinal de alerta emocional
Cansaço constante pode ser sinal de alerta emocional
Em meio a rotinas agitadas, o cansaço constante pode indicar mais do que simples falta de descanso. Reconhecer os sinais da mente precisando de atenção é o primeiro passo para prevenir problemas emocionais mais sérios. Buscar ajuda profissional nesse momento é fundamental para recuperar o equilíbrio emocional.
De acordo com Julyanna de Melo, psicóloga e coordenadora do curso de psicologia da Uninassau Arapiraca, sentir cansaço mesmo após dormir o número de horas recomendado é mais comum do que parece. “Isso acontece porque a qualidade do sono é tão importante quanto a quantidade. Se ele for leve, fragmentado ou ocorrer em um ambiente inadequado, o corpo não atinge os estágios profundos de descanso, fundamentais para as recuperações física e mental”, explica.
A ansiedade, muitas vezes, se disfarça de preocupação excessiva ou dificuldade para relaxar. Quando ela se torna frequente, pode afetar o sono, a concentração e até o funcionamento do corpo.
Nesse sentido, a especialista destaca que situações simples podem se transformar em grandes desafios. “Momentos aparentemente corriqueiros, como um comentário no trabalho ou um atraso no trânsito, costumam despertar reações intensas quando existem gatilhos emocionais ligados a experiências passadas ou o cérebro está sobrecarregado. Isso é, na verdade, um sinal de alerta”, afirma.
A irritação sem motivo aparente também pode ser um sinal de que algo não vai bem. Pequenas frustrações costumam se tornar grandes conflitos quando a mente está cansada e sem receber os devidos cuidados. “O acompanhamento psicológico é um espaço de acolhimento e autoconhecimento para compreender melhor emoções, pensamentos e comportamentos. Buscar ajuda não é fraqueza, mas coragem e autocuidado”, reforça.
Investir em momentos de descanso e práticas de autocuidado é essencial para manter o bem-estar. Segundo a psicóloga, atitudes simples podem fazer diferença no dia a dia. “Realizar atividades físicas, manter uma rotina de sono e alimentação equilibrada, reservar momentos de lazer, ter contato com a natureza e até pequenas pausas, como ouvir música ou tomar um café com calma, ajudam a reduzir o estresse e trazem mais equilíbrio emocional”, orienta.
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Dívidas afetam saúde mental dos brasileiros
As contas não pagas e a pressão financeira ultrapassaram a esfera econômica e estão comprometendo a saúde mental dos brasileiros. Em pesquisa da Serasa, realizada em parceria com o Instituto de Pesquisa Opinion Box, 84% dos brasileiros afirmam já ter tido a saúde mental afetada por problemas financeiros.
Resumo84% dos brasileiros já tiveram a saúde mental afetada por problemas financeiros;
Quase metade deixou de buscar tratamento psicológico por falta de recursos;
Dívidas impactam sono, autoestima, relações pessoais e rotina de trabalho.
Em meio a campanha de Setembro Amarelo, dedicada à promoção do cuidado com a saúde mental, o levantamento mostra que os impactos aparecem principalmente no humor e estabilidade emocional (48%) – na sequência, aparecem as consequências na autoestima (44%), na energia e disposição (32%) e na concentração no trabalho e nos estudos (30%). Além disso, 70% já perderam o sono preocupados com dívidas, e 65% afirmam se esforçar para esconder suas dificuldades financeiras de outras pessoas.
Os brasileiros entrevistados afirmam já lidar com problemas de saúde mental, independentemente das dificuldades financeiras. Neste cenário, o estresse financeiro pode atuar como um gatilho preocupante.
Barreiras financeiras para tratamento psicológico
O obstáculo fica maior quando o fator financeiro se torna barreira para o tratamento psicológico: 49% já deixaram de buscar ajuda por não conseguir pagar consultas ou terapias.
Segundo Patricia Camillo, especialista da Serasa em educação financeira, a crise financeira não pesa apenas no bolso, mas limita escolhas importantes da vida das pessoas.
Quando quase metade dos brasileiros deixa de buscar ajuda psicológica por não conseguir pagar, fica evidente que a dificuldade financeira é hoje um dos maiores entraves para o bem-estar mental da população
A pesquisa também mostra que os problemas financeiros afetam diretamente os relacionamentos pessoais: 45% sentem culpa ao pedir dinheiro emprestado, 41% evitam conversas sobre o tema e 29% acabam se isolando de amigos e familiares.
Apesar do cenário desafiador, há um ponto de atenção positiva: 95% dos brasileiros reconhecem a saúde mental como tão importante quanto a saúde física – sendo que destes, 19% a consideram até mais relevante.
Saúde financeira e saúde mental caminham juntas. Cuidar das finanças é também uma forma de preservar o equilíbrio emocional e melhorar a qualidade de vida
A pesquisa foi realizada pela Serasa e Opinion Box entre 8 e 19 de agosto de 2025, com 1,24 mil entrevistas realizadas em todo o Brasil. A margem de erro de 2.8 pp.
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