Dívidas afetam saúde mental dos brasileiros

As contas não pagas e a pressão financeira ultrapassaram a esfera econômica e estão comprometendo a saúde mental dos brasileiros. Em pesquisa da Serasa, realizada em parceria com o Instituto de Pesquisa Opinion Box, 84% dos brasileiros afirmam já ter tido a saúde mental afetada por problemas financeiros.

Resumo

84% dos brasileiros já tiveram a saúde mental afetada por problemas financeiros;

Quase metade deixou de buscar tratamento psicológico por falta de recursos;

Dívidas impactam sono, autoestima, relações pessoais e rotina de trabalho.

Em meio a campanha de Setembro Amarelo, dedicada à promoção do cuidado com a saúde mental, o levantamento mostra que os impactos aparecem principalmente no humor e estabilidade emocional (48%) – na sequência, aparecem as consequências na autoestima (44%), na energia e disposição (32%) e na concentração no trabalho e nos estudos (30%). Além disso, 70% já perderam o sono preocupados com dívidas, e 65% afirmam se esforçar para esconder suas dificuldades financeiras de outras pessoas.

Os brasileiros entrevistados afirmam já lidar com problemas de saúde mental, independentemente das dificuldades financeiras. Neste cenário, o estresse financeiro pode atuar como um gatilho preocupante.

Barreiras financeiras para tratamento psicológico

O obstáculo fica maior quando o fator financeiro se torna barreira para o tratamento psicológico: 49% já deixaram de buscar ajuda por não conseguir pagar consultas ou terapias.

Segundo Patricia Camillo, especialista da Serasa em educação financeira, a crise financeira não pesa apenas no bolso, mas limita escolhas importantes da vida das pessoas.

Quando quase metade dos brasileiros deixa de buscar ajuda psicológica por não conseguir pagar, fica evidente que a dificuldade financeira é hoje um dos maiores entraves para o bem-estar mental da população

A pesquisa também mostra que os problemas financeiros afetam diretamente os relacionamentos pessoais: 45% sentem culpa ao pedir dinheiro emprestado, 41% evitam conversas sobre o tema e 29% acabam se isolando de amigos e familiares.

Apesar do cenário desafiador, há um ponto de atenção positiva: 95% dos brasileiros reconhecem a saúde mental como tão importante quanto a saúde física – sendo que destes, 19% a consideram até mais relevante.

Saúde financeira e saúde mental caminham juntas. Cuidar das finanças é também uma forma de preservar o equilíbrio emocional e melhorar a qualidade de vida

A pesquisa foi realizada pela Serasa e Opinion Box entre 8 e 19 de agosto de 2025, com 1,24 mil entrevistas realizadas em todo o Brasil. A margem de erro de 2.8 pp.

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Mais jovens maranhenses renegociam dívidas em 2025

Em um cenário de inadimplência persistente, os consumidores do Maranhão estão buscando mais ativamente a regularização de suas finanças. Segundo um levantamento da Serasa, o número de maranhenses que negociaram dívidas nos primeiros sete meses de 2025 cresceu 14,5% em comparação com o mesmo período de 2024, totalizando 258.265 pessoas. O grande destaque, no entanto, é a Geração Z: o número de jovens entre 18 e 25 anos que firmaram acordos no Estado saltou 62,8%.

Resumo
  • Negociações de dívidas no Maranhão cresceram 14,5% nos sete primeiros meses de 2025, segundo a Serasa;
  • Geração Z se destaca com alta de 62,8% nos acordos no Estado, reforçando maturidade financeira;
  • Inadimplência atinge 45,2% da população adulta maranhense, mas ofertas de negociação chegam a descontos de até 90%.

A tendência acompanha o cenário nacional, onde a Serasa registrou um crescimento de 11,4% no número de consumidores que negociaram suas dívidas. Em todo o Brasil, os jovens de 18 a 25 anos também se destacam, com uma alta expressiva de 49% na quantidade de pessoas que negociaram pela plataforma Serasa Limpa Nome.

“O aumento da participação dos jovens mostra que a educação financeira e o acesso facilitado à negociação têm feito diferença para uma geração que ainda está aprendendo a lidar com as finanças”, explica Patrícia Camillo, gerente da Serasa. “Compreendendo pessoas com até 25 anos, muitos estão dando primeiros passos na vida profissional, e aproveitar os descontos agora pode evitar que as dívidas se transformem em um problema maior no futuro”, completa.

Mais responsáveis e interessados em finanças

Para entender o comportamento financeiro desses jovens, uma pesquisa da Serasa ouviu 2.923 participantes de 18 a 29 anos em todo o país, com um recorte para a região Nordeste. De acordo com o estudo, 59,3% dos jovens nordestinos já são os principais responsáveis por seus gastos mensais, e 35,6% ajudam nas contas de casa. Entre os objetivos com o dinheiro, os principais são comprar um bem como casa ou carro (46,8%), investir (32,6%) e pagar as contas básicas (31,7%).

“Essa geração se mostra ainda mais madura financeiramente, colocando o pagamento de contas e dívidas, por exemplo, como uma das prioridades com o dinheiro que têm atualmente”, analisa Patrícia. “Além disso, mais da metade dos jovens (55,2% no Nordeste) afirmam que aprenderam a correr atrás de sua estabilidade financeira por terem crescido em um ambiente instável, adotando novos hábitos e buscando mais informações sobre educação financeira”, diz.

Inadimplência no Maranhão

Segundo o Mapa da Inadimplência da Serasa de julho, o Maranhão possui 2.291.401 de consumidores com o nome negativado, o que representa 45,2% da população adulta do Estado. No Brasil, o número chega a 78,16 milhões de pessoas.

“São sete meses consecutivos de alta, desde a última queda registrada em dezembro de 2024”, afirma Patrícia. “Para todas as idades, regularizar as contas é o primeiro passo para sair do vermelho e retomar o controle da vida financeira”.

Oportunidades para o segundo semestre

Com mais de mil empresas parceiras de diferentes setores, a Serasa oferece 623 milhões de ofertas de negociação com descontos de até 90%.

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Nordestinos devem gastar até R$ 300 no Dia dos Namorados

Com o Dia dos Namorados chegando, o comércio nordestino espera um bom desempenho, principalmente com presentes na faixa entre R$ 101 e R$ 300. Uma pesquisa realizada pela Serasa – em parceria com o instituto Opinion Box, entre 19 e 22 de maio, com 1,12 mil entrevistados de diferentes faixas etárias e regiões do Brasil – revela que 50% dos consumidores da região pretendem presentear seus parceiros em 2025.

Entre os nordestinos que vão presentear, 75% já haviam comprado presentes no Dia dos Namorados do ano passado. Destes, 37% planejam gastar o mesmo valor, enquanto 28% pretendem reduzir os gastos e 23% desejam investir mais. A maioria dos presentes será destinado a maridos e esposas (45%), seguidos por namorados(as) (34%) e parceiros(as) em relacionamentos mais casuais, os chamados ‘ficantes’ (15%).

Presentes favoritos e cuidado com as finanças

Roupas (37%), perfumes (35%), itens simbólicos (16%) e chocolates (16%) lideram as preferências dos nordestinos. Além disso, quatro em cada dez entrevistados pretendem comprometer até 10% da renda mensal com o presente, demonstrando preocupação com o orçamento pessoal.

Outro destaque do levantamento é que 89% dos nordestinos preferem parceiros que economizem pensando no futuro. Além disso, 47% afirmam que pesquisam preços e promoções antes de efetivar a compra.

Panorama nacional

Em nível nacional, 50% dos brasileiros pretendem presentear seus parceiros no Dia dos Namorados. Os presentes mais citados são roupas (38%) e perfumes (32%), com 41% dos entrevistados dispostos a gastar até 10% da renda mensal.

Para Patrícia Camillo, gerente da Serasa, presentear é uma demonstração de carinho, mas não deve gerar exageros financeiros. “Alinhar expectativas com o parceiro e investir em lembranças simbólicas, feitas com afeto e dentro do orçamento, pode ter um valor ainda maior. Relacionamentos saudáveis são construídos com diálogo, objetivos compartilhados e respeito à realidade financeira”, reforça.

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43% dos inadimplentes nordestinos apostam em bets na esperança de quitar dívidas

O crescimento das apostas esportivas tem chamado a atenção para seus impactos na saúde financeira dos brasileiros, especialmente entre os inadimplentes. No Nordeste, 45% dos consumidores com dívidas já realizaram apostas em bets, conforme pesquisa realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, que entrevistou 4,46 mil consumidores em todo o país, entre 10 e 18 de outubro.

A pesquisa destaca que, no Nordeste, 43% dos endividados que apostaram o fizeram com a esperança de quitar suas dívidas, percentual próximo ao nacional de 44%. Além disso, 26% iniciaram as apostas buscando dinheiro rápido para pagar contas, enquanto 29% procuravam uma renda extra. No cenário nacional, esses índices são de 29% e 27%, respectivamente.

Preocupada com os efeitos das apostas on-line na saúde financeira dos consumidores, a Serasa lança o Guia Serasa de Bets e Apostas On-line: Como Evitar que o Entretenimento Afete a Saúde Financeira. O material visa conscientizar sobre os riscos das apostas descontroladas e oferecer orientações para manter o equilíbrio financeiro.

“Na tentativa desorganizada de pagar as dívidas, os brasileiros podem estar aumentando os seus débitos” alerta Patricia Camillo, gerente executiva da Serasa. “Apostador prudente é o que consegue definir limites, evitando que o entretenimento comprometa o orçamento e a saúde familiar”, finaliza Patrícia.

Guia Serasa de Bets

Para contribuir com a conscientização da população sobre o tema que está impactando a vida financeira dos brasileiros, a Serasa produziu um guia com orientações que estimulam uma relação menos prejudicial – ou mais saudável possível – com as apostas. “O Guia Serasa de Bets não tem o objetivo responsabilizar os apostadores, mas alertá-los sobre os riscos e cuidados com as finanças”, explica Patrícia Camillo.

Especialistas como Valéria Meirelles, conhecida como a ‘Psicóloga do Dinheiro’, e Thiago Godoy, o ‘Papai Financeiro’, participaram da criação do conteúdo. Disponível on-line e de forma gratuita, o manual é dividido em 10 capítulos, que trazem informações e recomendações:

  • O crescimento e a regulamentação das bets;
  • Quais plataformas estão autorizadas a operar;
  • Preocupações e cuidados mentais;
  • Quem não está habilitado a jogar;
  • Impacto das dívidas de apostas na saúde financeira e emocional do apostador e de sua família;
  • O que fazer em caso de endividamento;
  • Quando buscar ajuda psicológica, são alguns dos tópicos do guia.

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