Do dogma à cultura: onde foi parar a verdade absoluta?

No novo post, analisamos como a modernidade trocou os alicerces da metafísica pela fluidez das interpretações culturais. O que acontece quando o sentido da vida deixa de ser revelado e passa a ser construído por nós? Uma reflexão sobre o peso dessa liberdade.

Leia aqui: https://conservandovalor.com

#Filosofia #Modernidade #Cultura

https://conservandovalor.com/2026/03/12/como-a-modernidade-substituiu-fundamentos-metafisicos-por-interpretacoes-culturais/?utm_source=mastodon&utm_medium=jetpack_social

TÊTE-À-TÊTE

Conservando Valor

TÊTE-À-TÊTE
O mito do progresso | Contra a civilização

Na modernidade, até a poesia é líquida

Fernando Paixão explica o espaço da arte poética na sociedade contemporânea e suas transformações ao longo do tempo

Jornal da USP

Beto Ehong lança ‘Vixe Beat’, manifesto sonoro de travessia

O EP Vixe Beat, novo trabalho de Beto Ehong, é mais que uma coleção de músicas: é um manifesto sonoro que entrelaça modernidade e tradição em mundo cada vez mais instantâneo. Composto por seis faixas autorais, o disco apresenta produção musical de Ehong em parceria com Jotanubeat, reafirmando sua assinatura artística ao mesmo tempo em que abre espaço para diálogos criativos.

As participações especiais dão corpo e diversidade ao projeto: as vozes femininas de Ross e Val Cor trazem potência, suavidade e contrapontos emocionais; as cordas de Lucilo Muirax evocam ancestralidade e lirismo; e a percussão de Dark Brandão injeta visceralidade, o sax de Caio Correia e o bass de Jesiel Bives.

Em termos estéticos, o Vixe Beat é um cruzamento de mundos: o reggae jamaicano reinterpretado pela tradição maranhense, o rap como linguagem de resistência urbana, os tambores da cultura popular como pulsação ancestral, e as abordagens religiosas e simbólicas do Maranhão que atravessam versos e arranjos, o poder e a audácia do funk. É um trabalho que resiste à catalogação fácil, moderno, mas enraizado; experimental, mas familiar.

O título, por si só, carrega metáfora: o ‘vixe’ é o espanto nordestino, o instante em que memória e corpo se arrepiam diante do inesperado; o ‘beat‘ é o coração eletrônico que mantém tudo pulsando. Juntos, formam a síntese de um Brasil que dança entre o passado e o futuro, reconhecendo-se nas ruas de São Luís, nos tambores de mina, no rap das periferias e nas radiolas que transformaram o reggae em identidade.

Vixe Beat se ergue, assim, como um EP de travessia: ouvir é ser levado a um passeio noturno pelas ruas da ilha, sentindo a maresia no ar, o batuque que ecoa das esquinas e a poesia que nasce da coletividade. É um convite a viver o presente sem esquecer as vozes que ecoam do ontem.

#ancestralidade #BetoEhong #CaioCorreia #culturaPopular #DarkBrandão #EP #funk #identidadeMusical #JesielBives #Jotanubeat #LuciloMuirax #músicaMaranhense #modernidade #rap #reggae #Ross #SãoLuís #tambores #tradição #travessiaSonora #ValCor #VixeBeat

Kaiti on Instagram: "Olha fofuxo aí gente Vamos seguir instragam @walama_24"

5,069 likes, 209 comments - kaiti_artes on August 10, 2025: "Olha fofuxo aí gente Vamos seguir instragam @walama_24".

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🆕 Congratulations to Ricardo Noronha, PI of the project '#PETROSINES — Peripheral Petromodernity. A Global Microhistory of the Sines Area Project (1971-1999)', one of only six History projects selected for funfing by FCT on its latest call.

👉 We tell you more here: https://ihc.fcsh.unl.pt/ricardo-noronha-petromodernidade/

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César Nascimento lança EP ‘Luz do Cometa’ em plataformas digitais

A ancestralidade afro-indígena, afirmações identitárias, a riqueza da herança cultural e histórica, a sabedoria popular na poesia das toadas do bumba meu boi, tambor de crioula, dança do lelê, cacuriá e a cadência de tantos outros ritmos caribenhos e jamaicanos… tudo flui e se transforma numa musicalidade única que inspira artistas como o cantor e compositor César Nascimento que apresenta nos ares festivos deste mês de junho o novo EP Luz do Cometa.

https://open.spotify.com/intl-pt/album/0lW6rSzvdaEW1PAAYriFmP?si=vBXpD_v3S167Au4SUXFsyQ

São quatro faixas, gravadas no estúdio Chalezinho Amarelo em Petrópolis (RJ). Entre autorais e parcerias, são elas: No Meio do Gurupi, com participação especial do guitarrista Edson Bastos; Luz do Cometa, com participação especial de Rui Mário (acordeon) e Flávio Souza (rabeca), Din Don com participação especial de Renata Gaspar e Pra Afinar o Coração em duo com Elizeu Cardoso.

No Meio do Gurupi é um reggae com notas sonoras dos ritos e tradições dos povos indígenas. Falo da língua Tupi marcando também nos versos dessa música, o vocabulário bem típico e a importância desse rio, que tem suas águas no Maranhão e no Pará, dois estados brasileiros parte da Amazônia Legal

César Nascimento

No Meio do Gurupi aponta para uma reflexão ambiental, destacando a necessidade de ações urgentes para proteger o meio ambiente e garantir um futuro sustentável. O momento é muito oportuno, pois, estamos próximos da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) que coloca a Amazônia no centro das discussões mundiais para o reconhecimento da importância das comunidades tradicionais e indígenas, que são guardiãs da biodiversidade e detentoras de conhecimentos sobre a Natureza.

Temos na Cultura do Maranhão elementos fantásticos que podem ser trabalhados em vários estilos musicais universais, inclusive no reggae. E isso influencia diretamente, desde sempre, na minha forma de compor. Por exemplo, na música – Reggae Sanfonado – aconteceu essa fusão, e veio confirmar o que Mestre Dominguinhos já falava: o reggae e o xote caminham juntos. Já no hitO Radinho – a fusão aconteceu do reggae na cadência rítmica do bloco tradicional maranhense

Neste novo EP, a música Luz do Cometa é uma parceria de César Nascimento com Nosly e Flávio Souza e a base rítmica é uma fusão entre os sotaques de bumba-meu-boi, baixada e zabumba. E as faixas Din Don e Pra afinar o coração são duas baladas; uma remete ao primeiro encontro do casal (César Nascimento e Renata Gaspar), juntos, há 41 anos. E a outra é uma composição dele com Elizeu Cardoso, que traz ainda elementos rítmicos do bumba meu boi

#afirmaçõesIdentitárias #AmazôniaLegal #ancestralidadeAfroIndígena #bumbaMeuBoi #cacuriá #CésarNascimento #COP30 #COP30 #culturaMaranhense #dançaDoLelê #DinDon #EdsonBastos #ElizeuCardoso #EPLuzDoCometa #EstúdioChalezinhoAmarelo #FlávioSouza #fusãoMusical #herançaCultural #LuzDoCometa #modernidade #NoMeioDoGurupi #ORadinho #PovosIndígenas #PraAfinarOCoração #reggae #reggaeSanfonado #RenataGaspar #ritmosCaribenhos #RuiMário #sabedoriaPopular #sustentabilidade #TamborDeCrioula #tradição

The Programme for the Joint International Workshop "Global Infrastructures: Aesthetic Power and Affective Networks in the (Post-)colonial Present", which we will host on 28 November, is now on our website.

ℹ️ https://ihc.fcsh.unl.pt/en/events/global-infrastructures-2024/

@histodons
@histodon

#Histodons #Infrastructures #Aesthetics #PostColonialism #Petromodernity #Materialities #Fordism #Modernity #PósColonialismo #Infraestruturas #Modernidade #Estética #Materialidades #Fordismo

Global Infrastructures | Joint International Workshop | IHC

Workshop that promotes a collective investigation of the aesthetic and affective dimension of global infrastructures.

Instituto de História Contemporânea

🗣 The call for papers for the Joint International Workshop "Global Infrastructures: Aesthetic Power and Affective Networks in the (Post-)colonial Present", which we will host in Lisbon on 28 November, is ongoing until 30 September.

ℹ️ https://ihc.fcsh.unl.pt/en/events/global-infrastructures-2024/

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#Histodons #CFP #HistoryOfTechnology #Infrastructures #Aesthetics #Globalization #PostColonialism #Modernity #Infrastruturas #Modernidade #Estéticas #PósColonialismo

Global Infrastructures | Joint International Workshop | IHC

Workshop that promotes a collective investigation of the aesthetic and affective dimension of global infrastructures.

Instituto de História Contemporânea

🗣 The call for papers for the workshop “Global Infrastructures: Aesthetic Power and Affective Networks in the (Post-)colonial Present” is open.

📌 We will be hosting the international workshop in Lisbon on 28 November.

ℹ️ https://ihc.fcsh.unl.pt/en/events/global-infrastructures-2024/

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#Histodons #Infrastructures #Modernity #Aesthetics #CFP #Imperialism #ClimateChange #DigitalPlatforms #Infrastruturas #Modernidade #Estética #Imperialismo #AlteraçõesClimáticas #PlataformasDigitais