Voo com Mendonça e Fux é cancelado após falha mecânica - Paulo Figueiredo

Os passageiros de um voo do Aeroporto Internacional de Brasília para o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro tiveram a decolagem cancelada após o piloto identificar uma falha mecânica na aeronave. Entre esses passageiros estavam os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e Luiz Fux. O embarque estava previsto para a noite desta quinta-feira (19), mas acabou ocorrendo na sexta-feira (20). Mendonça estava a caminho do evento “Os desafios da advocacia no século XXI”, promovido pela seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ), após participar da sessão plenária da Corte. Apesar do ocorrido, o ministro participou normalmente da palestra. A Gazeta do Povo entrou em contato com a Latam e o espaço segue aberto para manifestação. Crédito Gazeta do Povo

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84% rejeitam Erika Hilton na Comissão da Mulher, diz pesquisa RealTime - Paulo Figueiredo

61% também dizem concordar com fala de Ratinho do SBT sobre Erika Hilton na presidência da Comissão da Mulher Um levantamento da Real Time Big Data indica que a maioria dos brasileiros rejeita a indicação da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. Segundo a pesquisa, 84% dos brasileiros são contra a gestão dela no colegiado. O estudo também mostra que apenas 16% concordam com a indicação da parlamentar, enquanto 84% discordam. O nível de conhecimento sobre o caso é elevado: 82% dos entrevistados afirmaram já ter tomado conhecimento da nomeação, contra 18% que disseram não conhecer o tema. O levantamento ouviu 1.200 eleitores em todo o país, entre os dias 17 e 18 de março de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Quando segmentado por perfil, o apoio à deputada é maior entre os mais jovens: 25% das pessoas de 16 a 34 anos concordam com a indicação, ante 14% entre 35 e 59 anos e apenas 8% entre os com mais de 60 anos. Entre homens, 20% apoiam a indicação, enquanto entre mulheres o índice é de 12%. Nesta quarta-feira (19), Erika Hilton presidiu sua primeira reunião da Comissão das Mulheres. A sessão foi marcada por conflitos com deputadas de direita. Por renda, o maior apoio aparece entre os que recebem mais de cinco salários mínimos (27%), contra 15% entre os que ganham até dois salários mínimos e 11% na faixa de dois a cinco salários mínimos. Já no recorte religioso, 23% dos católicos concordam com a indicação, ante apenas 5% dos evangélicos. A pesquisa também mediu a repercussão da fala do apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, sobre o caso. Para 61% dos entrevistados, a declaração foi correta e eles afirmam que diriam o mesmo. Outros 20% consideram que a fala foi correta, mas exagerada, enquanto 19% avaliam que foi preconceituosa. “Ela é trans. Para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias. Eu sou contra. Eu acho que deveria deixar uma mulher”, disse Ratinho, ao vivo em seu programa no SBT. Crédito Metrópoles

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Gonet pede arquivamento de ação contra efeitos da Lei Magnitsky sobre Moraes - Paulo Figueiredo

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin arquive uma ação movida pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) para impedir que bancos brasileiros aplicassem as sanções da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes. No parecer, protocolado nesta quarta-feira (18), Gonet argumenta que, como as sanções contra Moraes foram suspensas em dezembro de 2025, o processo não tem mais razões para prosseguir. Os bancos ficaram em um impasse: caso obedecessem o Supremo, desobedeceriam o governo americano e correriam o risco de serem excluídos do sistema financeiro internacional; caso acatassem à sanção, suspendendo cartões e contas de Moraes, poderiam responder diante da justiça brasileira. Lindbergh acionou o Supremo logo após Moraes ser incluído na lei Magnitsky A inclusão do magistrado no rol de sancionados ocorreu em 30 de julho de 2025. Um dia depois, Lindbergh acionou o Supremo pedindo liminar contra as instituições financeiras. Zanin, no entanto, não emitiu nenhuma decisão. Na petição inicial, o petista argumentou que o governo americano estaria tentando fazer “pressão econômica e reputacional sobre o ministro Alexandre de Moraes como meio para forçar mudanças em decisões judiciais válidas”, citando como exemplo a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposto golpe de Estado. “Esse tipo de conduta estrangeira, fomentada por agentes brasileiros que desamam a própria Pátria, embora dissimulado sob o rótulo de política internacional, configura na essência um ataque institucional transnacional contra a soberania judicial brasileira, algo que não pode ser tolerado ou normalizado sob qualquer pretexto”, opina. Eduardo Bolsonaro foi acusado de articular sanções e enfrenta ação no STF A medida ainda rendeu um processo ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL). Ele responde a uma ação relatada pelo próprio Moraes, em que é acusado de ter articulado em prol das sanções, o que configuraria, na argumentação da Procuradoria-Geral da República (PGR), coação no curso do processo. A saída de Moraes da Magnitsky ocorreu após uma reunião entre o presidente Lula (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O evento coincidiu com a inauguração da emissora SBT News, em Osasco (SP). Em meio aos discursos, Moraes agradeceu ao presidente pela negociação. Crédito Gazeta do Povo

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João Campos se lança pré-candidato ao governo de Pernambuco - Paulo Figueiredo

Prefeito do Recife explora imagem de pai falecido e conta com apoio de Humberto Costa e Marília Arraes O prefeito do Recife, João Campos (PSB-PE), publicou na noite desta quinta-feira, 19, um vídeo nas redes sociais no qual se coloca como pré-candidato ao governo de Pernambuco. O material é acompanhado de imagens do atual prefeito da capital e de seu pai, o ex-governador Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em agosto de 2014. O vídeo traz ainda uma versão da música Anunciação, do cantor Alceu Valença. Na publicação, João Campos escreveu: “Novo passo. Vontade ainda maior de fazer acontecer”. Campos analisa disputa estadual  Ainda nesta quinta-feira, o prefeito definiu a composição de sua chapa majoritária para a disputa estadual nas eleições de outubro. O senador Humberto Costa (PT) deverá buscar a reeleição ao Senado, enquanto a ex-deputada Marília Arraes, recém-filiada ao PDT, também tentará uma vaga na Casa. A formação deixa de fora o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), que era um dos principais cotados para disputar o cargo. Pela manhã, ele anunciou que será candidato à reeleição como deputado federal. Crédito Revista Oeste

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Gilmar embarga a voz ao dizer que Brasil tem “dívida” com Moraes - Paulo Figueiredo

Decano do STF elogiou atuação do ministro; Fachin destacou “coragem” em investigações e na denúncia da tentativa de golpe atribuída a Bolsonaro O decano do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, embargou a voz nesta 5ª feira (19.mar.2026) ao afirmar que o Brasil tem uma “dívida” com o ministro Alexandre de Moraes, durante sessão que marcou os 9 anos do magistrado na Corte. Em sua fala, Gilmar Mendes disse que Moraes demonstrou “ânimo inquebrantável” ao longo do período, ao enfrentar pressões e desafios em processos sensíveis. Segundo ele, a atuação do colega ajudou a manter o país “em curso”, mesmo diante de “águas tempestuosas”. O presidente do STF, Edson Fachin, também elogiou Moraes e destacou a “coragem” do ministro na condução de investigações recentes. Fachin ressaltou a relatoria de Moraes nos processos que levaram à condenação dos envolvidos nos atos do 8 de Janeiro. “O Brasil viveu, nos últimos anos, uma prova diferente do mesmo compromisso. Houve uma tentativa de romper com a ordem democrática. Houve pessoas que invadiram e destruíram as sedes dos Três Poderes da República. Houve um plano, documentado, para impedir a posse de um presidente eleito pelo povo brasileiro”, afirmou o presidente do Tribunal. Gilmar, na condição de decano, deu parabéns a Moraes e declarou que o colega submeteu o ex-presidente ao rigor da lei. Segundo o ministro, ficou comprovado o plano de golpe, e as críticas “vazias sobre a lisura do rito” são uma “retórica política dos acusados para desacreditar o Tribunal e tentar desviar o foco do debate público dos graves fatos revelados por testemunhas e provas apresentadas pela PGR”. “O Brasil, graças à firmeza do ministro Alexandre, passou a integrar um seleto grupo de nações que tiveram a coragem e a maturidade de submeter um ex-mandatário ao rigor da lei. Isso, senhoras e senhores, é o Estado democrático de Direito”, afirmou. Crédito Poder360

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Lulinha abre empresa na Espanha em meio a investigações do INSS - Paulo Figueiredo

Filho do presidente foi citado no inquérito da Polícia Federal e em depoimentos; defesa nega ilegalidade e se colocou à disposição para esclarecimentos O empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), abriu uma empresa na Espanha após ter o nome envolvido nas investigações sobre as fraudes bilionárias do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que apuram se ele foi um dos beneficiários do esquema como “sócio oculto”. O nome da empresa é Synapta e teve início de operação em 13 de janeiro de 2026, inscrita em 6 de fevereiro no Registro Mercantil de Madri com número 877616, conforme constam os documentos analisados pela CNN após divulgação do caso pela Folha de S. Paulo. Segundo os registros, a empresa fica no endereço Madrid C/ Agustin De Foxa 4 5ª e é uma sociedade limitada e focada em serviços tecnológicos. Os serviços prestados são de tecnologia “no sentido amplo”, como dizem os documentos, incluindo, sem limitação: consultoria técnica e informática; planejamento e design de sistemas informáticos que integrem equipamentos, programas e tecnologias de comunicação. O capital informado da empresa é o mínimo exigido pela legislação espanhola: 3.000 euros, o equivalente a cerca de R$ 18 mil. A abertura da empresa no exterior ocorre em meio às citações do nome do filho do presidente no inquérito da PF (Polícia Federal). À CNN, o advogado Marco Aurélio Carvalho, que integra a banca de defesa de Lulinha, explicou que a empresa ainda não está operacional e que não há crime algum em abrir uma empresa e registrar o empreendimento. “Talvez ele vá empreender no futuro. A médio ou longo prazo. Não tem crime abrir empresa. Crime é não registrar. Ele tem uma postura transparente com isso. Só faltava agora ele ser perseguido também na Espanha”, pontuou. Em fevereiro, a CNN mostrou que a PF listou pagamentos que seriam endereçados a Lulinha e enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) no pedido de quebra de sigilo bancário dele. No relatório sob sigilo, a PF aponta supostos pagamentos de mesadas de Antônio Camilo Antunes, o “careca do INSS”, a Lulinha, por meio de uma amiga dele. De acordo com a PF, ele seria um sócio oculto. Os pagamentos de R$ 300 mil mensais seriam, segundo apuração preliminar, pagamentos para Lulinha facilitar acesso de Antunes a locais específicos em Brasília — algo que é negado pela defesa de ambos. A PF também aponta um envelope apreendido com uma amiga de Lulinha na quinta fase da operação Sem Desconto onde estava o nome dele para receber a encomenda. Além das apreensões e citações, um ex-funcionário do “careca do INSS” prestou depoimentos à PF e à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS no Congresso Nacional e disse que o lobista mencionava pagamentos para Lulinha recorrentemente. Em outro documento enviado ao STF, a PF chegou a temer que Lulinha fugisse do Brasil. A informação antecipada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pela CNN mostra que essa informação da mudança dele do Brasil para a Europa embasou o pedido da quebra de sigilos fiscais e telemáticos do filho mais velho do presidente. Crédito CNN Brasil

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#kimpain #direita #politica #politics Dossiê: DELAÇÃO - Paquito VAI Falar e MENDONÇA Dribla GILMAR na "Colaboração do Apocalipse". https://www.youtube.com/watch?v=AuufefTF8-A
Dossiê: DELAÇÃO - Paquito VAI Falar e MENDONÇA Dribla GILMAR na "Colaboração do Apocalipse".

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#Paulofigueiredo #direita #politica #noticias #politics Você Conhece o Deputado Felipe Santos Silva? Até a Globo Reclamou https://www.youtube.com/watch?v=zZ4ZZ0Y9f-k
Você Conhece o Deputado Felipe Santos Silva? Até a Globo Reclamou

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Médicos enviam prontuário de Bolsonaro ao STF para análise de Moraes - Paulo Figueiredo

Documento detalha infecção renal e uso de antibióticos; defesa pede prisão domiciliar por questões de saúde A equipe médica do Hospital DF Star enviou o prontuário do ex-presidente Jair Bolsonaro ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira, 19. O material inclui duas tomografias do pulmão e um relatório médico. O documento informa que o político apresentou “injúria renal aguda” e utilizou três antibióticos para controlar a infecção. Moraes solicitou as informações antes de decidir sobre o novo pedido de prisão domiciliar. A defesa apresentou o requerimento na terça-feira 17, quatro dias depois da internação de Bolsonaro por broncopneumonia bacteriana. O ministro pediu detalhes sobre exames, medicamentos e condições gerais, mas não questionou sobre riscos atuais nem cuidados necessários. Os médicos afirmam que Bolsonaro necessita de acompanhamento 24 horas para evitar nova broncoaspiração. O ex-presidente deve seguir em monitoramento pelo menos até o dia 27, data em que completa 14 dias de medicação intravenosa. O relatório destaca que o paciente está consciente, estável e não utiliza respirador. Pedido de transferência de Bolsonaro O ex-presidente permanece na ala intermediária da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem previsão de alta. O documento enviado ao STF lista histórico de hipertensão, cirurgias abdominais, crises de soluço e uso contínuo de remédios para justificar o pedido de prisão domiciliar. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), articulam a transferência. Além disso, aliados acreditam que a pressão interna no STF e o desgaste das investigações do caso Banco Master podem influenciar a decisão de Moraes. Em janeiro, Moraes transferiu Bolsonaro da Polícia Federal para o 19º Batalhão da Polícia Militar, a “Papudinha”. Por ordem do ministro, o local dispõe de atendimento médico integral em regime de plantão 24 horas. Crédito Revista Oeste

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Moraes manda PGR analisar celulares de Wassef antes de arquivar inquérito das joias sauditas - Paulo Figueiredo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, nesta quinta-feira (19), que a Procuradoria-Geral da República (PGR) analise “eventos fortuitos” encontrados em quatro celulares do advogado Frederick Wassef, apreendidos pela Polícia Federal (PF) no caso das joias dadas pelo governo da Arábia Saudita ao então presidente Jair Bolsonaro (PL), em outubro de 2021. A PGR já pediu o arquivamento do caso. Moraes, no entanto, pontuou que, no pedido, não há menção aos “eventos fortuitos nos aparelhos celulares do investigado” detalhados no relatório policial. O inquérito ainda focou no general da reserva Mauro Cesar Lourena Cid e seu filho, o tenente-coronel Mauro Cid; no ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque; no advogado Fabio Wajngarten e no próprio Jair Bolsonaro. A controvérsia gira em torno do conceito de presente personalíssimo atribuído pelo Palácio do Planalto para diferenciar presentes que ficam com o então ocupante do Executivo dos que pertencem ao patrimônio público. O Tribunal de Contas da União (TCU) entendeu que não era o caso de presente de cunho pessoal e determinou que Bolsonaro devolvesse as joias. Diante disso, o ex-presidente teria articulado uma suposta operação informal para recomprar as joias, que já haviam sido vendidas no exterior. Em sua manifestação, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, reconhece que o conceito é vago: “Não existe normação, por via de lei em sentido formal, sobre a destinação e a dominialidade de presentes recebidos pelo Presidente da República de autoridades estrangeiras. Não há norma de lei que defina, com a clareza e abrangência imposta pelas exigências da segurança jurídica, o regime jurídico aplicável a esses bens.” Gonet comparou a falta de clareza sobre o tema à ausência de um critério para separar usuário de traficante de drogas, tema que acabou resolvido pela própria Corte ao fixar em 40 gramas o padrão para a avaliação em juízes de todo o país. Crédito Gazeta do Povo

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