
Dados levantados pelas AtlasIntel e pela Bloomberg revelam insatisfação dos jovens Uma pesquisa publicada pela AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, revelou que 72,7% dos jovens entre 16 e 24 anos, comumente chamados de geração Z, rejeitam a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O material foi colhido entre os dias 18 e 23 de março. O descontentamento das pessoas mais novas com o atual governo também explica o crescimento de jovens políticos do espectro da direita. Em entrevista ao programa Arena Oeste com Adalberto Piotto nesta quinta-feira, 26, o vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo) comentou o posicionamento ideológico da juventude. “Estou caminhando sempre com Nikolas Ferreira, com Lucas Pavanato, e é impressionante”, afirmou Kilter. “Os jovens param e tratam eles como se fossem grandes celebridades. Eles falam: ‘Gosto de você. Te admiro. Obrigado por me representar’.” O vereador conquistou uma cadeira na Câmara de Curitiba em 2024, quando tinha apenas 22 anos. Kilter recebeu 16,6 mil votos, a segunda maior marca da capital paranaense naquele período. Nikolas Ferreira (PL-MG), mencionado por Kilter, é o deputado federal mais votado da história de Minas Gerais. O político recebeu 1,4 milhão de votos nas eleições de 2022, quando tinha apenas 26 anos. A conta de Nikolas no Instagram possui mais de 21 milhões de seguidores. Não raramente, o mineiro equipara e ultrapassa a audiência de figuras como Neymar (234 milhões de seguidores) e Virgínia (55 milhões de seguidores), dois dos nomes mais comentados no Instagram brasileiro. Pavanato (PL), também de direita, seguiu os mesmos passos de Nikolas. Ele cresceu no ambiente digital e, aos 26 anos, tornou-se vereador de São Paulo. À época, elegeu-se como o mais votado das eleições municipais de 2024. “Graças às redes sociais, as pessoas podem entrar na política sem precisar depender de um grande cacique político”, afirmou o vereador de Curitiba. “As redes deram essa oportunidade de ter visibilidade, crescer e apresentar uma proposta diferente. Algo alternativo, que o Brasil estava precisando.” Um novo momento da geração Z na política Os valores da direita política estão amplamente associados ao conservadorismo e ao liberalismo econômico. Preservar costumes religiosos e os bons modos, assim como lutar por menos impostos e menos interferência do Estado, são algumas das pautas que compõem a agenda desse espectro ideológico. A pesquisa realizada pela AtlasIntel e pela Bloomberg revelam esse fenômeno. De acordo com os resultados, cerca de 85% dos evangélicos rejeitam o governo Lula, justamente pelo fato de o presidente ter um posicionamento mais alinhado às pautas progressistas. Crédito Revista Oeste

Flávio Bolsonaro discursou no CPAC, considerado o maior e mais influente evento conservador do mundo, e utilizou o espaço para projetar internacionalmente a situação política brasileira. Em sua fala, o senador apresentou ao público internacional um retrato do Brasil sob o atual cenário institucional e político. Durante o discurso, Flávio classificou a prisão de Jair Bolsonaro como um episódio de perseguição política, inserindo o caso em um contexto mais amplo de, segundo ele, restrições às liberdades e desequilíbrios institucionais. O parlamentar também criticou o governo atual, apontando alinhamento com a China e defendendo uma reorientação estratégica nas relações internacionais do Brasil. Outro ponto central foi o avanço do narcotráfico e da criminalidade organizada, descritos como ameaças crescentes à estabilidade do país. Flávio afirmou que o Brasil vive um momento decisivo e que os impactos dessas questões ultrapassam as fronteiras nacionais. No campo geopolítico, o senador destacou o papel estratégico do Brasil no cenário global, especialmente pela abundância de minerais críticos e terras raras. Segundo ele, esses recursos colocam o país em posição central para reduzir a dependência do Ocidente em relação à China, sobretudo em setores como tecnologia e defesa. Encerrando sua participação, Flávio Bolsonaro fez um apelo direto à comunidade internacional, pedindo atenção ao processo eleitoral brasileiro. Ele defendeu que o mundo livre acompanhe de perto as eleições, ressaltando a importância de garantir que a vontade popular seja respeitada. ÍNTEGRA DO DISCURSO (PORTUGUÊS) “A BATALHA PELO HEMISFÉRIO OCIDENTAL” Senhoras e senhores, Sei que muitos de vocês estão me olhando agora e pensando que me reconhecem de algum lugar. Provavelmente estão pensando no meu pai, ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Aqui está ele com Donald Trump na Casa Branca em 2019. Eles o chamavam de Trump dos Trópicos porque ele era amado pelo povo e carregava seus valores sem meias palavras. Aqui está ele falando neste mesmo palco no CPAC 2023, quando muitos de vocês lhe deram uma ovação de pé. E aqui está ele na semana passada, no hospital, onde passou seu 71º aniversário. Preso, condenado a 27 anos de prisão. Preso por corrupção como todos os líderes latino-americanos? Não. Preso e condenado por 27 anos, pelo resto da vida, através de lawfare quase idêntico ao que Donald Trump sofreu aqui mesmo na América. A acusação formal é similar à que o Presidente Trump enfrentou—insurreição. Soa familiar? Mas a verdadeira razão é a mesma: o maior líder político do meu país está na prisão por defender nossos valores conservadores sem medo e por se opor ao sistema com tudo que tinha. Meu pai lutou contra a tirania da COVID. Ele lutou contra cartéis de drogas. Ele lutou contra interesses das elites globais, contra a agenda ambiental radical, contra a agenda woke que destrói famílias, e acima de tudo, ele lutou pela liberdade. Meu pai também foi o aliado internacional mais leal de Donald Trump e o último líder mundial a reconhecer Joe “Autopen” Biden como presidente. Tentaram assassiná-lo, assim como tentaram fazer com Donald Trump. Não conseguiram. E agora ele está na prisão, assim como Donald Trump estaria se vocês não tivessem lutado com sucesso para salvá-lo. Nós brasileiros ainda estamos lutando. Porque quando prenderam meu pai, trouxeram este homem de volta ao poder. As mesmas pessoas que prenderam meu pai tiraram este homem—ex-presidente socialista Lula da Silva, condenado múltiplas vezes por corrupção—da prisão e o colocaram de volta na presidência. Tudo isso sob uma enxurrada de dinheiro da USAID e interferência massiva da administração Biden. O resultado? O Brasil está vivendo outra crise econômica devastadora, uma crise de segurança pública com expansão enorme de cartéis narcoterroristas, e múltiplos escândalos de corrupção envolvendo até membros da própria família do Lula. Mas talvez vocês estejam pensando: “Por que deveríamos nos importar? Este é um problema do Brasil.” Deixem-me explicar exatamente por que isso importa para a América e para o mundo. Primeiro, eu não acho que vocês compreendem completamente a escala do que estamos falando. O Brasil é maior em território que os Estados Unidos continentais. Temos 220 milhões de pessoas em uma nação 90% cristã. Representamos mais da metade de toda a América do Sul em território, população e PIB. Com todo respeito aos nossos vizinhos, apenas um estado brasileiro tem uma economia maior que a segunda maior economia da região. Controlamos as maiores reservas de água doce do mundo, vastas terras agrícolas que alimentam o mundo, e recursos energéticos que poderiam alimentar continentes. Até nossos vizinhos sabem que nossa região não pode prosperar se o Brasil falhar. Qualquer política latino-americana que não leve o Brasil em consideração está fadada ao fracasso. Mas aqui está o que realmente deveria chamar sua atenção: o Brasil vai ser o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será decidido, porque o Brasil é a solução da América para quebrar a dependência da China por minerais críticos, especialmente elementos de terras raras. Neste momento, a América ainda depende da China por cerca de 70% das importações de terras raras—e a China controla 70% da mineração global e mais de 90% do refino e processamento. Por que isso importa? Essas terras raras são essenciais para processadores de computador, a revolução da IA que está transformando nosso mundo, e o magnífico equipamento de defesa americano que impressiona o mundo. Sem esses componentes, a inovação tecnológica americana se torna impossível, e a produção dos sistemas militares avançados que mantêm a superioridade americana cai nas mãos de adversários. Sem eles, a revolução tecnológica da América para, e a segurança nacional se torna vulnerável. E quando a América se torna vulnerável, todo o mundo livre se torna vulnerável. Então, como tem sido a relação do Brasil com os Estados Unidos desde que o homem que Joe Biden e o estado profundo americano trabalharam tanto para trazer ao poder assumiu o controle? Lula e seu partido são abertamente anti-americanos. Ele fala publicamente sobre minar o dólar como moeda global. Ele alinhou o Brasil com a China em escala massiva. Ele se opôs aos interesses americanos em cada

Aos 78 anos, a lenda do fisiculturismo Arnold Schwarzenegger assumiu um novo e especial papel: o de mentor principal de seu filho, Joseph Baena, de 28 anos. O

Um incêndio de grandes proporções atingiu uma fábrica na noite deste sábado (28) na Rua Sampaio Moreira, no bairro do Brás, região central de São Paulo.

Ao conceder a prisão domiciliar, o ministro proibiu visitas de aliados e políticos durante um período importante de campanha Restrições impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), impactam o início das movimentações políticas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para as eleições deste ano. Ao conceder a prisão domiciliar, o juiz proibiu visitas de aliados e políticos durante um período. Com a decisão, Bolsonaro deve cumprir prisão domiciliar e só poderá receber familiares, advogados e médicos por 90 dias. Moraes justificou a medida com base em recomendações médicas para idosos que se recuperam de pneumonia nos dois pulmões e ressaltou a necessidade de ambiente controlado para evitar infecções. Consequências políticas da restrição de Moraes a Bolsonaro Esse intervalo, que coincide com a janela partidária e o processo de desincompatibilização de pré-candidatos, impede que o ex-presidente faça articulações diretas em momento comum de definições de candidaturas e de filiações partidárias. O isolamento de Bolsonaro ocorre depois da reabertura, no final de 2025, de investigação contra Valdemar Costa Neto por suposto envolvimento em plano de golpe de Estado. O ex-presidente foi condenado a mais de 27 anos de prisão pela mesma razão. Antes de ser submetido à prisão domiciliar, Bolsonaro recebeu, na Superintendência da Polícia Federal (PF) e na Papudinha, diversas lideranças políticas. Ele organizou candidaturas e consolidando o nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como seu indicado à Presidência da República. Durante os próximos meses, a interlocução do ex-presidente com o meio político ocorrerá por intermédio dos filhos Flávio e Carlos Bolsonaro, além de Jair Renan. Eles têm autorização para visitá-lo duas vezes por semana, por até duas horas cada um. Crédito Revista Oeste