#gazetadopovo #esquerda #direita #politics AS NARRATIVAS DE LULA NO CASO RAMAGEM - SEM RODEIOS https://www.youtube.com/watch?v=tLR8a7KVZcA
AS NARRATIVAS DE LULA NO CASO RAMAGEM - SEM RODEIOS

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PEC do fim da escala 6×1 passa na CCJ da Câmara - Paulo Figueiredo

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1. A PEC avança agora para a Comissão Especial, para debate do mérito. A versão aprovada de maneira simbólica, sem registro de votos, foi a do deputado Paulo Azi (União Brasil-BA), que pedia a admissibilidade da PEC. Não foram discutidos ainda parâmetros sobre como será processada a redução da jornada. Azi defendeu a aplicação de um período de transição para que as empresas se adaptem à medida. Não foi mencionado qual seria este período de adaptação, que será debatido na Comissão Especial, que será criada especialmente para a discussão da matéria. Também neste colegiado será debatido se haverá escalonamento da redução da carga horária. O governo Lula aposta alto na proposta de extinção da escala 6×1 e de redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas como uma bandeira de campanha em ano eleitoral. A proposta está em discussão no Congresso e tem um forte apoio do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que a elevou a uma das prioridades deste último ano. Na sexta-feira da semana passada, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), mandou um recado ao governo de que a medida seguiria a tramitar como PEC, o que prolongaria a discussão no Congresso. O novo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE) afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer aprovar o fim da escala 6×1 até maio, considerado simbólico por ser o mês do trabalhador. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas pode elevar os custos das empresas brasileiras em até R$ 267,2 bilhões por ano, com aumento médio de 7% na folha, além de um impacto que varia em torno do mesmo nível percentual em setores específicos do mercado. Crédito Gazeta do Povo

Paulo Figueiredo
Jornal dos banqueiros, Estadão recebeu R$ 1,12 milhão do Master - Paulo Figueiredo

Estadão publicou anúncio para direcionar clientes ao banco de Vorcaro. Jornal é controlado por banqueiros O Estadão recebeu R$ 1,12 milhão diretamente do Banco Master. Procurado pelo Metrópoles, o jornal confirmou que cobrou os valores de Daniel Vorcaro em troca de divulgar publicidade institucional do banco, incluindo campanhas de captação de clientes e de abertura de conta. Segundo o Estadão, o montante também incluiu o patrocínio da cobertura, pelo periódico, do GP Brasil de Fórmula 1, além da aquisição de mídia digital e da publicação de informe publicitário. O valor, no entanto, não contempla outros projetos, como eventos patrocinados pelo Master. Confira os valores e os serviços contratados: Os contratos foram firmados entre 2021 e 2025. Vorcaro foi preso pela primeira vez em 2025, acusado de fraudar o sistema financeiro. Em nota, a assessoria de imprensa do Estadão afirmou que os “valores são brutos, antes da comissão de agência, e refletem os montantes efetivamente negociados, não os preços de tabela”. O comunicado também destaca que o jornal “não negocia a venda de mídia e patrocínios por valores incompatíveis com as práticas de mercado”. Não é possível checar a veracidade dessa informação por se tratar de contratos privados. No caso do acordo comercial do jornal com o Master, as informações foram apuradas porque o banco está sob investigação da PF. Vorcaro está preso em regime fechado desde janeiro, acusado de ameaçar testemunhas e críticos. O banqueiro tenta firmar um acordo de delação premiada para reduzir sua pena. O jornal dos banqueiros A comercialização de publicidade para o Master não é a única ligação entre o Estadão e o grupo de Vorcaro. Como revelou o Metrópoles, o jornal contratou a gestora de Maurício Quadrado, sócio de Vorcaro no banco e na PrimeYou, para estruturar uma operação que captou recursos de grandes instituições financeiras e empresas privadas, com o objetivo de evitar a insolvência do veículo. Itaú, Santander e Bradesco aportaram R$ 45 milhões no Estadão. Outras empresas também participaram da operação, com investimentos adicionais que somam R$ 142,5 milhões a partir de 2024. A estrutura do acordo foi além de um simples empréstimo. Segundo o Metrópoles revelou, os investidores passaram a ter direito a três das seis cadeiras no conselho de administração, além de poder de veto em decisões estratégicas do Estadão. Como o Estadão não tem um conselho editorial, decisões, inclusive sobre o conteúdo publicado, ficam sob responsabilidade do conselho de administração. Um dos integrantes do grupo que financiou o Estadão no conselho de administração é Marcos Bologna, sócio e CEO da Galápagos. A gestora, fundada por Carlos Fonseca, ex-sócio de André Esteves no BTG, aportou R$ 7,5 milhões no jornal. Crédito Metrópoles

Paulo Figueiredo
#kimpain #direita #politica #politics Dossiê: GOVERNANÇA - Dedé do BTG Já TRAMA CONTRA Flávio, Enquanto "ALIADOS" Brincam de Sabotar. https://www.youtube.com/watch?v=Zjf5vxw08hk
Dossiê: GOVERNANÇA - Dedé do BTG Já TRAMA CONTRA Flávio, Enquanto "ALIADOS" Brincam de Sabotar.

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Cultura autoriza a Beija-Flor a captar R$ 5,9 milhões pela Lei Rouanet - Paulo Figueiredo

Projeto da Beija-Flor aprovado pelo Ministério da Cultura prevê utilização de recursos na produção de fantasias, alegorias e adereços O Ministério da Cultura (MinC) autorizou a tradicional escola de samba Beija-Flor de Nilópolis (RJ) a captar R$ 5,9 milhões, por meio da Lei Rouanet, para financiamento de seu desfile no Carnaval do Rio de Janeiro em 2027. De acordo com o projeto aprovado pelo MinC, os recursos captados serão investidos na produção de fantasias, alegorias e adereços. O prazo de captação estabelecido pelo governo federal teve início nesta quinta-feira (23/4), data da publicação da portaria, e se estende até 31 de dezembro. “O projeto ‘Carnaval – Beija-Flor’ tem como principal objetivo produzir o desfile do Grêmio Recreativo Escola de Samba Beija-Flor no Carnaval Carioca, quando a escola desfilará pelo Grupo Especial”, diz a agremiação. “O projeto auxiliará principalmente na produção de parte das fantasias, alegorias e adereços, permitindo que a escola distribua gratuitamente um número significativo de fantasias para sua comunidade”, afirma o documento. Renúncia fiscal Por meio da Lei Rouanet, iniciativas culturais divididas em sete áreas são habilitadas a captar recursos junto a pessoas físicias e jurídicas, na forma de patrocínio, cujos valores são posteriormente abatidos do Imposto de Renda que seria recolhido aos cofres da União. Os projetos beneficiados pela renúncia fiscal são divididos nas áreas de artes cênicas, música, literatura e livros, artes visuais, audiovisual, patrimônio cultural, humanidades e projetos educativos e ações culturais. Em 2025, a captação de recursos pela Lei Rouanet atingiu R$ 3,4 bilhões, cerca de 12% a mais que o volume captado em 2024. Crédito Metrópoles

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‘Desrespeito ao trabalhador’, diz dirigente sindical sobre veto da PM ao 1º de Maio na Paulista e liberação para grupos bolsonaristas

https://web.brid.gy/r/https://www.brasildefato.com.br/2026/04/25/desrespeito-ao-trabalhador-diz-dirigente-sindical-sobre-veto-da-pm-ao-1o-de-maio-na-paulista-e-liberacao-para-grupos-bolsonaristas/

Ministro do STF fala em “prisão” de Zema em meio a embates - Paulo Figueiredo

Ex-governador de Minas Gerais tem feito críticas reiteradas e vídeos satíricos sobre a Suprema Corte A intensificação das críticas do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) ao Supremo Tribunal Federal (STF) já estaria gerando reação dentro da própria Corte. Em um relato feito à coluna Radar, da revista Veja, um ministro do STF disse, em condição de anonimato, que o caso do presidenciável “pode terminar em prisão”. A declaração ocorre em meio a uma escalada de tensão entre Zema e integrantes do Supremo, especialmente o ministro Gilmar Mendes, que formalizou uma representação pedindo a investigação do político no âmbito do Inquérito das Fake News. O estopim foi a publicação, por Zema, de um vídeo satírico nas redes sociais. A peça, produzida com uso de inteligência artificial, mostra dois bonecos, representando os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes, em uma conversa fictícia. No diálogo, o personagem de Toffoli pede a anulação da quebra de sigilo de uma empresa ligada a ele, enquanto o “Gilmar” do vídeo aceita o pedido e, em tom irônico, solicita em troca uma cortesia em um resort do qual Toffoli era sócio. A sátira faz referência a um episódio real: a decisão de Gilmar Mendes que anulou quebras de sigilo da empresa Maridt, ligada a Toffoli e seus familiares, e que recebeu repasses de um fundo associado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Na representação enviada ao ministro Alexandre de Moraes, Gilmar afirmou que o vídeo “vilipendia não apenas a honra e a imagem deste Supremo Tribunal Federal, como também da minha própria pessoa”. Zema, por sua vez, nega ter ultrapassado limites. – Não fiz nada de errado. Ministros do STF também estão sujeitos à crítica, inclusive a irônica, como qualquer homem público – afirmou o pré-candidato a presidente em relato à coluna Radar. Nesta quinta (23), o embate ainda ganhou novos contornos após uma declaração do próprio Gilmar Mendes, que, ao criticar Zema, indagou se não seria “ofensivo” retratar Zema como um boneco “homossexual”. – Se começamos a fazer piadas com coisas sérias, com as instituições, imagine que comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo? Ou se fizermos ele roubando dinheiro no Estado, será que não é ofensivo? É correto brincar com isso? Homens públicos podem fazer isso? – indagou Gilmar, em entrevista ao portal Metrópoles. A fala gerou forte repercussão negativa, especialmente pela associação feita entre homossexualidade e uma possível ofensa. Diante das críticas, Gilmar recuou e pediu desculpas publicamente. – Errei quando citei a homossexualidade ao me referir ao que seria uma acusação injuriosa contra o ex-governador Romeu Zema. Desculpo-me pelo erro. E reitero o que está certo – escreveu o ministro. Zema reagiu duramente às declarações. Em publicação nas redes sociais, afirmou que Gilmar “extrapola cada vez mais os limites” e criticou a comparação feita pelo ministro. – Você pode mandar fazer um boneco meu de homossexual, de ladrão ou do que bem entender. Pode me satirizar à vontade. O que você não pode fazer é comparar homossexual com ladrão. Sério que você acha que é a mesma coisa chamar alguém de homossexual ou de ladrão? Aí você mostrou o seu mais puro preconceito para o Brasil – disse. Crédito Pleno.News

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#gazetadopovo #esquerda #direita #politics ALEXANDRE GARCIA - Trabalhar menos ganhando o mesmo vai gerar inflação e demissões em massa https://www.youtube.com/watch?v=aDVy8qQFiyk
ALEXANDRE GARCIA - Trabalhar menos ganhando o mesmo vai gerar inflação e demissões em massa

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Decisão de Moraes leva à anulação de investigação sobre PCC no Piauí - Paulo Figueiredo

Liminar do ministro do STF sobre uso de relatórios do Coaf embasou suspensão de análise contra empresários do setor de combustíveis Uma decisão judicial no Piauí resultou na anulação de uma investigação sobre a atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis. O entendimento teve como base em uma liminar do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O despacho de Moraes, divulgado na terça-feira 21, ordenou que restrições ao uso de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) têm validade apenas para processos futuros. Antes dessa explicação do ministro, o juiz Valdemir Ferreira Santos, do Tribunal de Justiça do Piauí, usou a decisão liminar como argumento para suspender a investigação derivada da Operação Carbono Oculto 86. Ela mirava os empresários da rede de postos HD no Estado Haran Santhiago e Danilo Coelho. A operação, iniciada em agosto do ano passado pela Receita Federal com o Ministério Público de São Paulo, tinha o objetivo de apurar a possível infiltração do PCC no ramo de combustíveis. Decisão do STF sobre uso dos relatórios do Coaf Segundo informações do portal UOL, a decisão do juiz do Piauí, mantida sob sigilo, atendeu ao pedido dos advogados dos acusados. Eles alegaram uso incorreto do relatório do Coaf, em desacordo com as regras estabelecidas por Moraes em 27 de março deste ano. A liminar do ministro estipulou diretrizes para o emprego dos relatórios de inteligência financeira (RIFs) do Coaf. Depois do entendimento liminar de Moraes, houve aumento nos pedidos de anulação de investigações em diferentes Estados, feitos por advogados de investigados por crimes variados. Entre eles, contrabando, milícia e jogos ilegais conhecidos como “tigrinho”, citando possível uso inadequado dos documentos do Coaf. O despacho do ministro que esclarece a aplicação das restrições foi publicado um dia depois de a matéria noticiar o caso. Crédito Revista Oeste

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TSE libera R$ 13 milhões para Itamaraty realizar eleições no exterior - Paulo Figueiredo

A transferência do recurso ao governo federal foi aprovada nesta quinta-feira, 23, por unanimidade O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, nesta quinta-feira, 23, o repasse de R$ 13,2 milhões ao Ministério das Relações Exteriores. O recurso deve ser usado para realizar as eleições de 2026 no exterior. O governo brasileiro deverá usar a maior parte do recurso para alugar imóveis que não pertençam às embaixadas nem consulados. O montante deve permitir a ampliação do número de locais de votação em outros países em razão do crescimento do eleitorado brasileiro fora do país. “O repasse visa a garantir mais seções eleitorais em áreas com maior demanda”, afirmou Cármen Lúcia, presidente do TSE e relatora do procedimento, durante a votação. A solicitação do orçamento foi feita pelo Itamaraty em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, responsável pelo eleitorado no exterior. Segundo Cármen Lúcia, o pedido de aumento do repasse segue as exigências do Código Eleitoral, que estipula o mínimo de 30 eleitores para a criação de uma seção eleitoral no exterior. Eleições no exterior De acordo com o voto de Cármen, o recurso será destinado a 65 seções no exterior. Ela não especificou a quais países a verba será destinada. De acordo com as regras do tribunal, as seções eleitorais localizadas fora do Brasil devem ser definidas e comunicadas ao Ministério das Relações Exteriores até 6 de julho. Dados da Justiça Eleitoral de fevereiro mostram que o Brasil tem ao menos 793,3 mil eleitores com domicílio em outros países. Em todo o país, há 155,8 milhões de eleitores cadastrados no TSE. Em 2022, Lisboa era o maior colégio eleitoral fora do Brasil, com 45,2 mil eleitores. Na sequência estavam Miami e Boston, nos EUA, e Nagoia, no Japão. Naquele ano, Jair Bolsonaro foi o mais votado nos Estados Unidos e no Japão, e Lula venceu em Portugal e na Alemanha. Os eleitores residentes no exterior têm até 6 de maio para regularizar o cadastro no TSE. Depois dessa data, será possível saber exatamente quantos brasileiros estarão aptos a votar. O número de brasileiros que votam no exterior tem crescido a cada eleição presidencial. Veja os números, ano a ano: Crédito Revista Oeste

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