Um estudo do Instituto Alemão de Nutrição Humana e da Charité – Universitätsmedizin Berlin mostrou que a respiração controlada influencia a tomada de decisões. A pesquisa revela como a exalação prolongada impacta a sensibilidade a recompensas e a variabilidade da frequência cardíaca.

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Descongestionante nasal: quando o alívio vira vício

Seja por gripe ou por reações alérgicas relacionadas à rinite ou sinusite, a congestão nasal faz parte da rotina de muitos brasileiros. Em busca de uma solução prática para esse incômodo no nariz, muitas pessoas recorrem aos descongestionantes nasais e tendem a utilizá-los de forma negligente, o que levanta discussões sobre os riscos, entre eles, a possibilidade de dependência. Afinal, isso é mito ou verdade?

Maria Simone, professora do Idomed Fameac

A farmacêutica e professora da Faculdade de Medicina de Açailândia (Idomed Fameac), Maria Simone Mignoni, afirma que sim, o vício atrelado aos descongestionantes nasais é um fato. No entanto, não se trata de uma dependência química, como a que costuma ocorrer com drogas que atuam no sistema nervoso central, mas sim de uma dependência psicológica.

“Os descongestionantes nasais são vasoconstritores que reduzem a coriza ao contrair os vasos sanguíneos da mucosa. Porém, quando o efeito passa, ocorre uma dilatação dos vasos e a congestão volta ainda mais forte. O uso por mais de três dias pode causar dependência, fazendo o paciente sentir medo de ficar sem o medicamento e dificuldade para respirar”, explica Maria Simone.

Quais são os sinais de alerta?

Maria Simone lista alguns sinais de uso abusivo do medicamento, como: necessidade de aplicar o spray várias vezes ao dia, por muitos dias ou semanas; congestão nasal que só melhora após o uso do descongestionante; medo de ficar sem o produto na bolsa; e utilização mesmo sem grande necessidade. Esses são indicativos de que o paciente está fazendo uso indevido do medicamento.

Riscos e contraindicações

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o tempo máximo recomendado de tratamento com descongestionantes nasais vasoconstritores é de até três dias. Pacientes com doenças cardíacas, hipertensão, distúrbios da tireoide, diabetes, rinite crônica, glaucoma ou dificuldade para urinar devido ao aumento da próstata não devem utilizar esse tipo de medicamento.

Qual é a forma mais segura?

Para evitar o risco de dependência, podem ser utilizadas alternativas seguras, como medicamentos à base apenas de soro fisiológico, disponíveis no mercado em forma de spray ou solução para nebulização. Eles ajudam a hidratar, fluidificar secreções e aliviar a respiração, sem o risco de dependência.
A umidificação adequada do ambiente e a ingestão regular de líquidos também são medidas não medicamentosas eficazes. Além disso, o paciente pode fazer uso de antialérgicos ou de alguns medicamentos tópicos intranasais, sempre sob prescrição médica.

Mais do que combater o sintoma, é fundamental entender a causa da obstrução nasal e tratá-la com responsabilidade. Em vez de se tornar refém de soluções rápidas, o ideal é adotar hábitos saudáveis, buscar orientação médica e investir em alternativas seguras. Afinal, cuidar da saúde nasal é também cuidar da qualidade de vida. E nada melhor do que respirar fundo — livremente, sem dependências.

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Vestibular: como lidar com a ansiedade e otimizar os estudos usando a tecnologia

O vestibular é uma etapa decisiva na vida de muitos estudantes, representando o sonho de ingressar na universidade e construir um futuro profissional. Entretanto, a proximidade da prova costuma gerar uma onda de ansiedade que pode afetar o desempenho e o bem-estar emocional dos candidatos. Especialistas em saúde mental afirmam que a ansiedade é uma reação natural diante de situações desafiadoras, mas quando se torna excessiva, pode prejudicar o desempenho do vestibulando e é preciso saber lidar com essa situação, como explica a psicóloga e coordenadora do curso de psicologia da Wyden, Tarcya Lima.

“Ansiedade é natural, próprio da condição humana. É ela que nos prepara para os desafios da vida, nos pondo em movimento! Quando falamos de ansiedade frente ao vestibular pensamos nos níveis que podem se tornar patológicos. Primeira coisa a se fazer é entender que isso é algo muito comum, afinal, trata-se de um momento de decisão importante na vida, a escolha profissional. Então, é válido reconhecer que sentir ansiedade não significa fraqueza, mas um sinal de que você valoriza esse objetivo. Para lidar com ela, é essencial desenvolver estratégias de regulação emocional, como praticar técnicas de respiração, meditação ou mindfulness, que ajudam a acalmar a mente e o corpo. Além disso, manter uma rotina equilibrada, com horários definidos para estudo, lazer e descanso, contribui para reduzir a sobrecarga emocional. Contar com o apoio de familiares e amigos, se necessário, também de um psicólogo, pode fazer toda a diferença nesse processo”, destaca.

Para os estudantes, o sentimento de ansiedade muitas vezes surge com o medo de não conseguir atingir as expectativas pessoais ou familiares, e é preciso ficar atento para amenizar essas preocupações, como ressalta a especialista. “Isso começa antes da própria prova em si, passa por cuidar tanto da preparação quanto do próprio bem-estar. Alguns passos são importantes, como organizar um cronograma de estudos realista, que permita avançar com segurança, sem excessos; cultivar pensamentos mais equilibrados ajuda: em vez de focar apenas no medo do fracasso, procure lembrar-se dos seus esforços e progressos; se utilizar de técnicas como visualização positiva: imaginar-se indo bem na prova também podem reduzir o nervosismo; manter hábitos saudáveis, como: boa alimentação, sono adequado e prática de atividade física, fortalece o equilíbrio emocional e mental”, orienta.

Tarcya finaliza enfatizando a importância de não deixar a ansiedade atrapalhar os estudos. “Para que os níveis de ansiedade não atrapalhem os estudos, é importante estabelecer uma rotina que respeite seus limites e favoreça a concentração. Dividir as tarefas em blocos menores e ter pausas regulares evita a sensação de sobrecarga e possibilita acompanhar o processo de modo mais consciente. Outro ponto essencial é identificar pensamentos automáticos negativos como ‘não vou conseguir’ ou ‘não sou bom o bastante’ e substituí-los por frases mais realistas e motivadoras. Se a ansiedade for muito intensa e estiver impactando o rendimento, buscar o suporte de um psicólogo é sempre uma atitude de cuidado e inteligência emocional”, conclui.

Em meio a essa situação acerca da saúde mental, vale ressaltar a necessidade de uma preparação adequada e estratégica, utilizando-se de ferramentas tecnológicas como uma grande aliada nesse processo, oferecendo recursos que tornam os estudos mais produtivos e interativos. No entanto, um dos maiores desafios é evitar as distrações causadas pelas redes sociais, que podem comprometer o foco e o rendimento.

Para isso, é importante usar ferramentas digitais de forma consciente e planejada, para otimizar os estudos e fugir das distrações, com a utilização de aplicativos de bloqueio de redes sociais durante os períodos de estudo; estabelecer horários específicos para acessar as redes, evitando o uso contínuo; criar um ambiente de estudo livre de distrações digitais, com o celular em modo avião ou fora de alcance; além de priorizar plataformas de estudo que ofereçam conteúdo interativo e que mantenham o foco, como videoaulas e quizzes. Com disciplina e o uso inteligente da tecnologia, é possível potencializar o aprendizado, manter a concentração e alcançar um bom desempenho no vestibular.

Oportunidade de ingresso

Com uma grande estrutura e uma equipe qualificada e preparada para dar todo o apoio durante a jornada dos alunos, a Wyden realiza seu próximo vestibular no dia 7 de junho, com bolsas de até 70% no curso todo.

Ao optar pela Wyden, o aluno terá experiências incríveis, como vivências aplicadas com aulas práticas em modernos laboratórios desde o primeiro ano; Programas Internacionais: Masterclass com professores estrangeiros, programas de língua e cultura e parcerias com instituições internacionais para intercâmbio; e Programas de Carreira: Workshops, plano de carreira e orientação personalizada, vagas exclusivas em empresas de destaque.

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