"Na esfera digital, #EmilianoTreré e #TizianoBonini, no livro #AlgorithmsofResistance, definem o termo como forma de “habitar as #fissuras das infraestruturas algorítmicas. Trata-se de reafirmar a #agência humana onde os sistemas tentam automatizar nosso comportamento (…)”.
Longe de declarar guerra às maquinas ou hackeá-las, tais atos traduzem-se em “um convite para imaginar e colocar em prática formas alternativas de engajamento com a tecnologia, baseadas não na dominação e na ação unilateral, mas na cooperação, na solidariedade, na contestação e no cuidado”, segundo os autores italianos. Princípios esses que deixariam qualquer ludita contemporâneo orgulhoso(a)."




