Finalmente vi #EverythingEverywhereAllAtOnce.
Tenho tanto a dizer que nem sei por onde começar. É uma obra-prima, principalmente.
Finalmente vi #EverythingEverywhereAllAtOnce.
Tenho tanto a dizer que nem sei por onde começar. É uma obra-prima, principalmente.
"Quest Log, Registo 12 - Something, something, we win" já disponível!
Falo de #Nimona, #FinalFantasyXVI , #Gris #Let'sPlay e outros!
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poor things
/ yorgos lanthimos
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08.09
/ #films2023 #mastofilms #mastofilmes #aafilmes #teaser #trailer
https://youtu.be/ZFu7ZH4y6J4
estreias
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09.02
/ tár
16.02
/ eo
/ ice merchants
09.03
/ all the beauty and the bloodshed
/ women talking
23.03
/ saint omer
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em exibição
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/ aftersun
/ no bears
/ the banshees of inisherin
/ where is my friend's house
Bom, esses dias eu assisti a "Pequenos Grande Heróis" a suposta "continuação" de Sharkboy e Lavagirl. Acabou que não era uma continuação, tava mais pra um universo alternativo envolvendo eles dois. E, por isso, teve uma GALERA que reclamou do filme.
Só que eu achei bem legal! É um filme de super herói simples e feito pra crianças, tipo Garoto Formiga. A história e legal e ensina coisas que fazem sentido. Por exemplo, que a próxima geração sempre será melhor que a anterior.
Ok, pensamentos que tive depois de ver um vídeo sobre remakes: é claro que ultimamente a indústria cinematográfica dos EUA está com um problema grande com remakes. Obviamente é uma escolha de marketing desde que a Disney percebeu que remakes dão certo e começou a produzí-los em massa. E bom, eu não tenho nada contra remakes, claro, se forem bem feitos.
(O texto continua nas respostas)
(3-3) Uma história interessante sobre alguém, convencido que a vida não tem mais nada para lhe oferecer, percebe como a chegada de uma vizinha nova se torna o catalisador para se abrir mais e ter mais empatia pelos que estão à sua volta, por forma a descobrir um novo rumo para o que resta da sua vida.
No entanto para quem tem Filmin é melhor servido com a versão sueca original e pode bem dispensar este remake americano mesmo tendo o Tom Hanks no papel principal
(2-3) A versão sueca é mais consistente tendo uma forte componente dramática desde o início e percebemos rapidamente como Ove se tornou assim. A versão americana passa de uma comédia (o trailer assim sugere) para um drama, numa transição pouco natural.
Da versão americana só gostei mais da personagem na nova vizinha mais forte e consistente que na versão sueca. Tom Hanks fez uma boa interpretação, mas não é melhor do que o seu equivalente sueco Rolf Lassgård.
(1-3) Vi este fim-de-semana “Um Homem Chamado Otto” com Tom Hanks e inevitavelmente senti-me compelido para ver depois o filme original (sueco) de 2015 “Um homem chamado Ove”. O ponto de partida é o mesmo: a história de um homem de 59 anos amargurado com a vida e decidido a acabar com ela.
A primeiro aspeto que tenho a dizer deste remake americano é que é muito preguiçoso: mesmos personagens principais e secundários, mesmas cenas, os mesmos diálogos.
estreias
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26.01
/ aftersun
/ no bears
/ where is my friend's house
02.02
/ the banshees of inisherin
09.02
/ tár
16.02
/ eo
09.03
/ all the beauty and the bloodshed
/ women talking
23.03
/ saint omer
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em exibição
/ leila's brothers
/ trois couleurs: bleu, blanc & rouge
/ la double vie de véronique