(1-3) Vi este fim-de-semana “Um Homem Chamado Otto” com Tom Hanks e inevitavelmente senti-me compelido para ver depois o filme original (sueco) de 2015 “Um homem chamado Ove”. O ponto de partida é o mesmo: a história de um homem de 59 anos amargurado com a vida e decidido a acabar com ela.
A primeiro aspeto que tenho a dizer deste remake americano é que é muito preguiçoso: mesmos personagens principais e secundários, mesmas cenas, os mesmos diálogos.