(1-3) Vi este fim-de-semana “Um Homem Chamado Otto” com Tom Hanks e inevitavelmente senti-me compelido para ver depois o filme original (sueco) de 2015 “Um homem chamado Ove”. O ponto de partida é o mesmo: a história de um homem de 59 anos amargurado com a vida e decidido a acabar com ela.

A primeiro aspeto que tenho a dizer deste remake americano é que é muito preguiçoso: mesmos personagens principais e secundários, mesmas cenas, os mesmos diálogos.

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(2-3) A versão sueca é mais consistente tendo uma forte componente dramática desde o início e percebemos rapidamente como Ove se tornou assim. A versão americana passa de uma comédia (o trailer assim sugere) para um drama, numa transição pouco natural.

Da versão americana só gostei mais da personagem na nova vizinha mais forte e consistente que na versão sueca. Tom Hanks fez uma boa interpretação, mas não é melhor do que o seu equivalente sueco Rolf Lassgård.

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(3-3) Uma história interessante sobre alguém, convencido que a vida não tem mais nada para lhe oferecer, percebe como a chegada de uma vizinha nova se torna o catalisador para se abrir mais e ter mais empatia pelos que estão à sua volta, por forma a descobrir um novo rumo para o que resta da sua vida.

No entanto para quem tem Filmin é melhor servido com a versão sueca original e pode bem dispensar este remake americano mesmo tendo o Tom Hanks no papel principal

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