A direita portuguesa vem buscar os nossos corpos

A repatologização como projecto político: quando a direita se une contra a autodeterminação.

No dia 19 de março, a Assembleia da República vai decidir se Portugal continua a reconhecer que as pessoas trans existem sem pedir licença à medicina.

No próximo dia 19 de março, três partidos da direita portuguesa — Chega, PSD e CDS-PP — vão levar à Assembleia da República projectos de lei cujo objectivo é um só: desmantelar a Lei n.º 38/2018, que consagra o direito à autodeterminação da identidade de género. Não são três iniciativas independentes. É uma ofensiva coordenada contra a existência jurídica das pessoas trans em Portugal. E é preciso chamá-la pelo nome.

Bandeira Trans – Identidade e Direito. A luta pela autodeterminação de género em Portugal enfrenta uma nova ofensiva parlamentar. | Fotografia de Lena Balk (2020) – Uso gratuito sob a Licença da Unsplash

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Que corpos contam? - Texto 1: A fábrica da masculinidade

Como a masculinidade hegemónica produz os corpos que contam

A masculinidade hegemónica não descreve um tipo de homem. Descreve uma máquina. Um regime de produção que decide, em cada contexto, que corpos são reconhecidos como legítimos, que vidas merecem protecção e que existências podem aparecer no espaço público sem risco de violência. Compreender isto — que a masculinidade dominante não é uma identidade mas um aparelho — é o ponto de partida deste caderno.

Este texto abre o segundo caderno do Kuir Cuir. O primeiro percorreu a repressão e a resistência cuir do pós-guerra a Stonewall. Este segundo caderno, Que corpos contam?, propõe uma cuirografia de masculinidade e poder — uma escrita situada, politicamente comprometida, que interroga como a hegemonia masculina fabrica hierarquias entre corpos, entre vidas, entre formas de existir. Os textos que se seguem nasceram de um trabalho académico no âmbito de um mestrado em Estudos Interdisciplinares de Género e Sexualidade, mas precisavam de outra língua e de outra casa. A armadura institucional protegia o argumento e sufocava-o ao mesmo tempo. Este caderno é o gesto de o libertar — não para o simplificar, mas para o devolver ao lugar onde o pensamento respira melhor: nas margens.

Cada texto é acompanhado de uma secção de leituras que situa as referências mobilizadas; no final do caderno, uma bibliografia comentada reúne o conjunto das filiações intelectuais que sustentam esta cuirografia.

Fotografia de Julee Juu (2026) – Uso gratuito sob a Licença da Unsplash

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"LGBTQ+ issues were lacking in the formal medical curriculum, with very little consideration beyond strictly biomedical concerns.

Importantly, this paper debunks the idea that Asia is uniformly negative and conservative on LGBTQ+ issues, highlights the importance of regionally and culturally specific factors in understanding the medical training environment, and provides suggestions for practice and further research."

#queerhealth #queer #medicaleducation #kuir

sorguluyorsan kuirsin

hoş geldin, hoş geldiniz

#kuir

Kuir, vücut-ötesi (post-body)

Kuir, belirsizlikle ve tanımsız olanla, tanımlara direnenle, nasıl bir ilişki kurduğumuzla ilgili

Kuir, belirsizliğin bir başka siyaset biçimi

“Net” - kuir değil

“Acaba?” = kuir bir kelime, soru

“Sihir”, “Tılsım” = kuir kelimeler

#kuir #queer #politicsofuncertainty

Why does queering of medicine matter, for equitable and innovative healthcare and science? Tıp ve sağlık sektörünün kuirleşmesi niçin gerekli?

Because health is inherently #political and #queer

Queering questions, firstly and before diagnosing a disease or someone as 'sick', how health and 'normal' are defined through #biopolitics, by whom, to what ends, and thus, advances planetary health and democracies around the world.

#kuir #saglik #health #innovation #science #foucault #futures

Ontem pudemos assistir ao desfile de mais de 200 000 manifestantes na Marcha do Orgulho LGBTQIA+ de Budapeste, a maior de sempre na cidade. A dimensão do protesto não é indiferente às medidas repressivas que Orbán e o seu partido, Fidesz, têm imposto à comunidade LGBTQIA+.

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Budapeste Não se Cala: Orgulho Cuir em Tempos de Repressão

Ontem pudemos assistir ao desfile de mais de 200 000 manifestantes na Marcha do Orgulho LGBTQIA+ de Budapeste, a maior de sempre na cidad...

Kuir - cultura e inspiração Cuir

Do pós-guerra a Stonewall — Parte VII: Entre a Respeitabilidade e a Revolta

Da homonormatividade à libertação radical: confrontos internos e externos na luta pelos direitos cuir – Fraturas na unidade LGBTQIA+ pós-Stonewall

https://kuircuir.pt/do-pos-guerra-a-stonewall-parte-vii-entre-a-respeitabilidade-e-a-revolta

Happy Pride 2025 to everyone around the world 🌈 🏳️‍⚧️ We are in this together.

What does Pride Month 2025 look like in Toronto? You can check it out here:
https://www.toronto.ca/explore-enjoy/festivals-events/pride-month/

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Pride Month 2025

Celebrate the history, courage and diversity of Toronto’s Two Spirit, Lesbian, Gay, Bisexual, Transgender, Queer and Questioning (2SLGBTQ+) communities all month long with events produced and supported by the City of Toronto. We are proud to support organizations like Pride Toronto and The 519, who work year-round to address the unique challenges facing Toronto’s 2SLGBTQ+ […]

City of Toronto

Do pós-guerra a Stonewall – Parte II: A Ordem Executiva 10450

https://kuircuir.pt/do-pos-guerra-a-stonewall-parte-ii-a-ordem-executiva-10450

Do pós-guerra a Stonewall – Parte II: A Ordem Executiva 10450

Da institucionalização à normalização da queerfoboia --- Neste segundo artigo irei abordar as consequências de uma lei homofóbica e tra...

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