David Aragão 🔶

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Structural Biologist ⚛, Instrument Scientist 🥼. Share personal views. ADD 🎧 🧠, Equality 🟰, empowering others 💪🏽, making world 🌞 are my lifeblood 🩸.
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PronounThey/Them

Excited to announce the BCA Biological Structures Group (BSG) 2025 Winter Meeting!

This is a fantastic opportunity for researchers in our field to connect and explore the theme of "New Advances and Future Directions in Structural Biology".

🗓️ Date: Friday, 12th December 2025
📍 Location: Dorothy Crowfoot Hodgkin Building, University of Oxford
🔬 Time: 10:30 - 18:00

We have an outstanding lineup of confirmed speakers from both academia and industry:
- Chun-wa Chung (GSK)
- Josie Ferreira (UCL)
- Chris Hill (University of York)
- Yvonne Jones (University of Oxford)
- Christos Pliotas (University of Manchester)
- Neil Ranson (University of Leeds)

In addition to these brilliant talks, there will be a poster session with prizes for outstanding presentations—a great chance for early-career researchers to showcase their work!

Register here:
https://www.oxforduniversitystores.co.uk/product-catalogue/biochemistry/events/structural-biology-meeting-2025-oxford

View the full programme:
https://www.bioch.ox.ac.uk/sitefiles/bca-meeting-2025.pdf

Deadline for poster talk consideration: 28th November 2025

To learn more about the BCA's Biological Structures Group, visit our website:
https://bsg.crystallography.org.uk/

#StructuralBiology #Crystallography #BSG #BCA #WinterMeeting #Oxford #Biophysics #CryoEM #DrugDiscovery #Networking #Science #Academia #Industry #ProteinStructure

Structural Biology Meeting 2025 - Oxford | University of Oxford

Registration fee to attend the Structural Biology Meeting 2025, to be held at the Dorothy Crowfoot Hodgkin Building in Oxford, on Friday 12th December 2025

When I was married at 13 I was told refusal would end in my death. Now girls in Iraq as young as nine face the same fate https://www.theguardian.com/global-development/2025/sep/25/iraq-law-child-marriage-girls-aged-nine-choice-rights
When I was married at 13 I was told refusal would end in my death. Now girls in Iraq as young as nine face the same fate

A new law legitimises violence and entrenches control over the bodies of millions of women and girls like me

The Guardian
An absolute blast from the past at the LOAD ZX Spectrum Museum in #Cantanhede! A must-see for 80s computing fans. They even repair old Spectrums and are looking for new models for their display! Info: https://loadzx.com/en/ #zxspectrum #loadmuseum #portugal #spectrum #1980s #oldcomputers #retrogaming

Minha mãe, um furacão de vida,
Pensamentos que voam, alma despida.
Um jardim de ideias, em constante flor,
Onde as flores brotam, com amor.

A tua mente é um rio que flui,
Rápido e forte, com sonhos que inclui.
Eu sigo o curso, com coração contente,
E celebro a vida, com um amor crescente.

Embora a distância nos separe agora,
O meu amor por ti brilha, sem demora.
Respeito a tua força, a tua luz que irradia,
E guardo as memórias, da nossa alegria.

És um tesouro, uma joia preciosa,
Uma mãe como tu, é uma dádiva preciosa.
No meu coração, tu és um brilho,
Que ilumina sempre, com um amor que é filho

My mum, a force of nature's might,
A brain that's wired for lightning flight.
Thoughts zip and zoom, a merry chase,
I'm left breathless, in a bewildered space.

Your mind's a garden, branches sprawl,
Fast-growing trees, with roots that enthrall.
One moment's calm, the next a storm,
I'm learning to navigate, to keep my form.

Though distance grows between us now,
My love and respect for you somehow
Endure, a constant in the fray,
Admiration for your strength each day.

You're a treasure, a precious find,
A mum like you, one of a kind.
I see your spark, your vibrant light,
And cherish the memories, the moments bright.

In my heart, you'll always stay,
A love that's steady, come what may.

Why English doesn’t use accents

And why French is full of them

Dead Language Society

Gera-se uma narrativa de mérito pessoal que ignora convenientemente o papel do privilégio, da sorte e do apoio externo. O resultado pode ser um adulto com pouca empatia por aqueles que enfrentam dificuldades reais e com uma enorme surpresa quando o mundo, pela primeira vez, não se curva perante a sua suposta "garra".

Encontrar o Equilíbrio: Elogiar o Esforço, Normalizar a Imperfeição

Então, qual é a solução? Deixar de elogiar? Certamente que não. O caminho parece estar no equilíbrio e na autenticidade.
Em vez de elogiar traços de personalidade inerentes e grandiosos ("és tão inteligente", "és um vencedor"), a psicologia sugere que é mais construtivo elogiar o processo e o esforço ("trabalhaste tanto para isto", "gosto da forma como tentaste resolver esse problema"). Este tipo de reforço valoriza o trabalho e a aprendizagem, não apenas o resultado.

Mais importante ainda, precisamos de reclamar o direito à imperfeição. Precisamos de normalizar o fracasso como uma parte essencial da jornada. As nossas declarações de amor mais poderosas não deveriam ser reservadas para os pódios e as vitórias. Talvez a mensagem mais vital que podemos dar a alguém seja: "Eu vejo o teu esforço, mesmo quando as coisas não correm bem. Tenho orgulho em ti pela tua coragem de tentar, independentemente do resultado. Estou aqui para ti, na tua glória e, mais importante, na tua vulnerabilidade."

No final do dia, talvez o maior presente que podemos oferecer não seja um pedestal dourado, mas sim um chão sólido e seguro onde se pode tropeçar, cair e aprender a levantar-se de novo

O Paradoxo do Elogio na Era Digital: Entre a Pressão da Perfeição e a Ilusão do Mérito

Abra qualquer rede social num dia de aniversário, numa celebração de final de curso ou em qualquer outro marco pessoal, e encontrará um padrão familiar. As fotografias são perfeitas, os sorrisos são rasgados e as legendas transbordam de superlativos. Declarações de orgulho e admiração pintam retratos de jovens "guerreiros", "incrivelmente determinados", seres humanos de uma "força e resiliência" inabaláveis.
Este impulso de celebrar publicamente aqueles que amamos é, na sua essência, positivo. Expressa amor, apoio e orgulho. Contudo, por baixo desta camada de positividade radiante, esconde-se uma complexidade com duas faces que merece a nossa atenção. Estamos, sem intenção, a construir um pedestal tão alto que se torna perigoso?

O Palco da Performance e a Pressão Para Não Falhar

A primeira face deste paradoxo é a pressão. Quando a vida privada se transforma numa performance pública, os elogios tornam-se parte do guião. Um jovem adulto que é constantemente descrito em termos épicos – como alguém que nunca desiste, que tem uma garra sobre-humana e uma dedicação exemplar – recebe uma mensagem implícita: o seu valor está intrinsecamente ligado a esta imagem de sucesso e perfeição.
O amor e o orgulho parecem, assim, condicionais à manutenção deste estatuto. Isto cria um medo paralisante de falhar. Como pode alguém que foi publicamente coroado como um "ser humano incrível" admitir que se sente perdido, que duvida das suas capacidades ou que, simplesmente, cometeu um erro? O palco não tem espaço para a vulnerabilidade. O elogio exagerado, em vez de ser um colchão que ampara, transforma-se numa corda bamba sobre um abismo. Qualquer passo em falso pode ser visto não como uma parte natural do crescimento, mas como uma quebra de contrato com a imagem que os outros (e, eventualmente, a própria pessoa) criaram.

A Outra Face da Moeda: Os "Blind Spots" e a Ilusão do Mérito

Se por um lado há a pressão, por outro há um perigo mais subtil: a criação de "pontos cegos" (blind spots). Quando uma pessoa é constantemente elogiada por qualidades como "determinação" e "resiliência", especialmente quando vive numa bolha de privilégio onde os maiores obstáculos são amortecidos ou removidos por uma rede de segurança familiar, ela pode começar a acreditar numa versão de si mesma que não foi verdadeiramente testada.
A verdadeira resiliência não nasce de se ouvir que se é resiliente; nasce de se cair e ser forçado a encontrar a força para se levantar. A verdadeira determinação não é forjada quando o caminho alternativo é um curso privado pago pelos pais; é forjada quando não há alternativa senão lutar com as ferramentas que se tem.
O elogio desmedido e desconectado da realidade do esforço pode criar uma perceção inflacionada das próprias capacidades e um desconhecimento profundo sobre o que as coisas realmente custam – em tempo, em sacrifício, em suor.

@helybely what do you find confusing about it?

My thoughts on what a PhD graduate in life sciences- and that I try to emphasis when supervising PhD candidates - should train and get exposed to....

Technical Skills:

Foundational Programming: Python is a must. It's versatile, widely used in life sciences, and has extensive libraries for data analysis, visualization, and bioinformatics. R is also valuable for statistical computing and graphics.

Data Analysis and Visualization: Go beyond basic statistics. Include training on handling large datasets, data wrangling, and creating compelling visualizations to communicate findings effectively. Tools like Pandas, Scikit-learn (Python), and ggplot2 (R) are essential.

Bioinformatics: Cover core concepts like sequence alignment, phylogenetic analysis, gene expression analysis, and protein structure prediction. Familiarize students with relevant databases and tools.

Specific Software Proficiency: Depending on your program's focus, include training on specialized software like image analysis tools (ImageJ, CellProfiler), molecular modeling software, or statistical packages relevant to your field.

Command-Line Interface (CLI): Basic comfort with CLI can significantly boost efficiency for automating tasks, managing files, and interacting with high-performance computing clusters.

Professional Skills:

Scientific Communication: Emphasis on clear and concise writing (publications, grants, reports) and effective presentations (oral and poster). Consider incorporating visual communication techniques.

Project Management: Teach skills like planning, organization, time management, and collaboration, which are crucial for managing research projects effectively.

Critical Thinking and Problem-Solving: Foster an environment that encourages independent thought, questioning assumptions, and developing creative solutions to research challenges.

Networking and Collaboration: Provide opportunities for students to interact with researchers within and outside their field through seminars, conferences, and workshops.

Ethics and Responsible Conduct: Cover topics like research integrity, data management, authorship, and intellectual property.

Beyond the "Comfort Zone":

Interdisciplinary Thinking: Encourage exploration of areas outside their core specialization. This could involve collaborations, workshops, or courses in related fields.

Adaptability and Learning Agility: Cultivate a mindset of continuous learning and the ability to adapt to new technologies and research directions.