Mário de Sá-Carneiro suicidou-se aos 25 anos (1916). Em 1913, confessava a Pessoa o seu fardo:
"Se começo a beber um copo de fel, hei-de bebê-lo até ao fim. Eu sou daqueles que vão até ao fim. Esta impossibilidade de renúncia, acho-a bela artisticamente... mas a vida é uma triste coisa."
Uma morte anunciada entre a estética e a tragédia íntima.












