Cada vez que chego num projeto legal da rede federal que só tem informações no Instagram, me lembro de quando estudei na universidade comunitária do interiorzão do RS (Unicruz) há quase 25 anos atrás, saíamos da secretaria acadêmica no dia da matrícula com credenciais de acesso aos serviços digitais do campus.
Entre os recursos, cada estudante tinha uma pasta pública pra hospedar seu blog/site, mediante termos de uso aceitável.
Os serviços digitais "significativos" da educação regrediram e se fragmentaram. E não foi pouco!
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