O nível de mentiras que a extrema-direita em Portugal passa, até na Assembleia da República, é tal que conseguem estragar a vida a uma família e escaparem imunes e impunes por praticamente toda a comunicação social portuguesa.
Imagino se isto fosse um ex-militante do #PS, do #BE ou do #PAN, o escândalo que era.
Mas como foi do #CHEGA, o partido coqueluche dos grupos de comunicação social #Impresa, #MediaCapital e #Cofina podem destruir uma família à vontade e serem racistas, propagar o ódio e fazerem actos claramente inconstitucionais e ilegais de forma repetida que passam pelos "buracos da chuva" de #Polígrafo (e outras agências de comunicação) mascaradas de "agências de checagem da veracidade de factos"!!!
O absurdo de se deixar a auto regulação do jornalismo a um sindicato que protege os interesses dos jornalistas (e destes recebe dinheiro para sobreviver) que mentem, ignoram deliberadamente factos e/ou fazem artigos pagos por lobbys obscuros ligados a câmaras, empresas privadas e associações destas (que pagam muitos milhões em publicidade) bem como estados maiores partidários que financiam agências de comunicação que plantam artigos ou pior, é absurdo!!!
Em Portugal temos uma #ERC que não funciona (pois está esvaziada de competências), uns tribunais lentos e ineficazes e organismos estatais e constitucionais que estão entre o parado e o inexistente.
Boa sorte para a próxima familia destruída e/ou cidadão presseguido por esta cáfila de energumenos com assento parlamentar e/ou "para lamentar"!!!
“O meu pai passou a ser ‘o militante do Chega que morreu às mãos de um gangue’”. Mas não havia gangue. Não havia negros
O pai de Hugo foi declarado morto dia 19 de julho de 2022, após ficar gravemente ferido numa discussão com um jovem num jardim. A tragédia familiar que estava a viver tornou-se um caso nacional quando foi referida no Parlamento por Pedro Pinto, líder parlamentar do Chega. O partido do qual o pai de Hugo era militante