Que corpos contam? - Texto 1: A fábrica da masculinidade

Como a masculinidade hegemónica produz os corpos que contam

A masculinidade hegemónica não descreve um tipo de homem. Descreve uma máquina. Um regime de produção que decide, em cada contexto, que corpos são reconhecidos como legítimos, que vidas merecem protecção e que existências podem aparecer no espaço público sem risco de violência. Compreender isto — que a masculinidade dominante não é uma identidade mas um aparelho — é o ponto de partida deste caderno.

Este texto abre o segundo caderno do Kuir Cuir. O primeiro percorreu a repressão e a resistência cuir do pós-guerra a Stonewall. Este segundo caderno, Que corpos contam?, propõe uma cuirografia de masculinidade e poder — uma escrita situada, politicamente comprometida, que interroga como a hegemonia masculina fabrica hierarquias entre corpos, entre vidas, entre formas de existir. Os textos que se seguem nasceram de um trabalho académico no âmbito de um mestrado em Estudos Interdisciplinares de Género e Sexualidade, mas precisavam de outra língua e de outra casa. A armadura institucional protegia o argumento e sufocava-o ao mesmo tempo. Este caderno é o gesto de o libertar — não para o simplificar, mas para o devolver ao lugar onde o pensamento respira melhor: nas margens.

Cada texto é acompanhado de uma secção de leituras que situa as referências mobilizadas; no final do caderno, uma bibliografia comentada reúne o conjunto das filiações intelectuais que sustentam esta cuirografia.

Fotografia de Julee Juu (2026) – Uso gratuito sob a Licença da Unsplash

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https://kuircuir.pt/que-corpos-contam-cuirografia-de-masculinidade-e-poder-texto-1-a-fabrica-da

Lei da Burca, Hipocrisia Estatal e Subalternidade Feminina: Uma Leitura a partir de Spivak

Reflexões críticas sobre dominação, agência e silenciamento A proibição da burca revela a persistência de estruturas de dominação e sil...

Kuir - cultura e inspiração Cuir

Maravilha a não perder se andades por #lisboa ou arredores esta finde e queredes combater o #epistemicidio o #patriarcado a #heteronorma e a #branquitude aprendendo das artes trans NB pretas !!

🌟 Inscrições até o 15 de Maio ás 13, no formulário do link

https://eventos.coletivos.org/event/3a-editatona-transnarrativas-negras

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3ª Editatona Transnarrativas Negras & Oficina de Descolonização da Escrita

Venha ajudar a visibilizar biografias de artistas trans e negras! Temos um convite para você! Nos dias 17 e 18 de Maio, realizamos a terceira edição do encontro “Transnarrativas Negras”, com a facilitação de Lolo Arziki — cineasta, curadore, poeta e performer — e queremos contar com a sua participação! Ativista LGBTQIAPN+, natural de Cabo Verde, Lolo é formade em Cinema pelo Instituto Politécnico de Tomar, com mestrado em Estética e Estudos Artísticos na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Como feminista negre, busca discutir temas como a sexualidade, a negritude, género e a experimentação estética em seus trabalhos. O encontro deste ano terá uma Editatona no sábado (17) com o tema Cinema Negro Trans + Queer. E no domingo — dia de votação (não deixe de votar, se esse for um direito seu!) — teremos uma Oficina de Descolonização da Escrita para a Wikipédia. Almoço e babysitting estão incluídos quer na Editatona e quer na Oficina. Há possibilidade de bolsa de viagem para quem vem de fora da Área Metropolitana de Lisboa. A solicitação deve ser feita por meio do formulário de inscrição. Como participar: * Ambas as actividades são gratuitas mas sujeitas a inscrição * Inscrições até dia às 13h, do dia 15 de Maio, através do formulário: https://ubssoptx.forms.app/editoraslx-transnarrativasnegras [https://ubssoptx.forms.app/editoraslx-transnarrativasnegras] * Necessário levar computador e carregador Informações de acessibilidade: * A Penha Sco fica perto da Praça Paiva Couceiro, existe estacionamento à porta que é gratuito ao fim de semana. * A entrada tem um degrau, sem rampa; e as actividades decorrem na cave, cujo acesso é feito através de uma escadaria, sem elevador. * A casa de banho não é adaptada. Como Chegar: * A paragem de metro mais próxima é Arroios * Autocarros que passem na Avenida Morais Soares ou na Praça Paiva Couceiro:718, 735, 742, 730, 797, 706 ou 37B).

eventos.coletivos.org

#Interseccionalidade é um jargão difícil de dizer mas que devemos ter presente no combate à #pobreza, especialmente das mulheres, na UE.

É este o destaque da deputada @LeitaoMarquesEP após a aprovação de um relatório do PE sobre a pobreza feminina e como a combater.⏯️

🐦🔗: https://nitter.eu/Europarl_PT/status/1546851295327305728

Parlamento Europeu em Portugal (@Europarl_PT)

#Interseccionalidade é um jargão difícil de dizer mas que devemos ter presente no combate à #pobreza, especialmente das mulheres, na UE. É este o destaque da deputada @LeitaoMarquesEP após a aprovação de um relatório do PE sobre a pobreza feminina e como a combater.⏯️

Nitter

Podcast: Resistência, Autonomia e Interseccionalidade — Editora Monstro dos Mares
https://monstrodosmares.com.br/podcast/resistencia-autonomia-e-interseccionalidade/

#Resistência #Autonomia #Interseccionalidade

Podcast: Resistência, Autonomia e Interseccionalidade

No dia 11 de Setembro de 2019 a Editora Monstro dos Mares participou da videoconferência “Resistência, Autonomia e Interseccionalidade” promovida pelo Grupo de Estudos sobre Crítica Fem…

Editora Monstro dos Mares