Universidades impulsionam jovens a empreender

Cada vez mais, o ensino superior tem assumido um papel essencial na formação de jovens com visão ampla, capazes de desenvolver competências profissionais e, ao mesmo tempo, enxergar oportunidades empreendedoras. O movimento já se reflete nos números: segundo levantamento do Sebrae, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc), o empreendedorismo entre pessoas de 18 a 29 anos cresceu 25% em 12 anos, alcançando em 2024 o maior faturamento da série histórica.

Outro estudo, realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em parceria com o Instituto de Pesquisa IDEIA, aponta que três em cada 10 jovens brasileiros até os 27 anos têm como desejo profissional empreender. Atentas a esse cenário, instituições da Yduqs desenvolvem ações que incentivam a criação de soluções inovadoras, o fortalecimento da cidadania e a transformação social.

O Você é o Seu Negócio é uma iniciativa da Wyden Carreiras que apoia estudantes no desenvolvimento de habilidades empreendedoras e na construção de trajetórias com propósito. Essa semana, a programação inclui a oficina Transforme sua história em um negócio, ministrada por Lucimar Dantas, head do Hub Ibmec, e uma oficina sobre branding, conduzida por Victor, coordenador do Ibmec, em parceria com a Adobe. As oficinas ocorrem on-line, pelo canal da Wyden no YouTube, e estão abertas a todos os interessados.

https://www.youtube.com/live/Niyr_yIjdDw?si=aVZlRKe61X2MYpzY

Na Wyden, o time Enactus leva a educação empreendedora para além dos muros da faculdade. Atualmente, cinco projetos sustentáveis são desenvolvidos na comunidade do Açaí Km 1700, reaproveitando caroços de açaí para produzir café, tijolos e adubo, beneficiando cerca de 90 famílias. “Na Enactus, junto aos colegas, empreendemos soluções que transformam realidades. Isso me enche de alegria. É um prazer imenso contribuir para o crescimento coletivo das comunidades e acompanhar o nosso desenvolvimento pessoal possível por meio de projetos empreendedores”, afirma Rafaela Lima, estudante do UniFacimp Wyden e ex-líder do time.

O empoderamento feminino também ganha força dentro das universidades. Na Estácio, o Projeto Mulheres Empreendedoras e Empoderadas (MEE), criado em 2021 com apoio do Instituto Yduqs, apoia centenas de mulheres com capacitações em áreas como gestão, psicologia e comunicação. “Nosso objetivo é resgatar a identidade e dignidade, garantindo um atendimento que leve em conta todas as necessidades das mulheres atendidas”, destacam as professoras responsáveis pela iniciativa, que mobiliza também alunos e voluntários da instituição. “Essa iniciativa demonstra como o ensino superior pode se tornar um motor de transformação social ao integrar educação, empreendedorismo e cidadania”, ressalta a coordenadora do projeto, em Juiz de Fora.

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Programa de alfabetização transforma vidas no Maranhão

No Dia Mundial da Alfabetização, 8 de setembro, uma reflexão sobre os desafios da educação no Brasil – não apenas para as crianças e adolescentes, mas também para os adultos que não aprenderam a ler e a escrever na idade regular: segundo dados de 2024 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Maranhão registrou uma taxa de analfabetismo de 11,4%. O índice coloca o Estado entre os que apresentam os maiores percentuais do país, ocupando a quarta posição no ranking nacional.

Resumo

Maranhão tem uma das maiores taxas de analfabetismo do Brasil, segundo o IBGE;

Programa gratuito do Instituto Yduqs já beneficia jovens e adultos em Imperatriz, em parceria com a UniFacimp Wyden;

Iniciativa vai além da leitura e escrita: promove cidadania, dignidade e inclusão social.

Aos 73 anos, Iraci Benedita é um exemplo de quem decidiu retomar os estudos após uma infância sem acesso à escola. Hoje, aluna do Programa de Alfabetização e Letramento de Jovens e Adultos realizado gratuitamente pela Estácio em parceria com o Instituto Yduqs, ela já sente as mudanças do aprendizado no cotidiano.

Antes eu dependia dos outros até para ler um letreiro de ônibus. Agora já consigo ler sozinha e até mexer no celular, coisa que eu tinha medo de fazer

Iraci Benedita, 73 anos

O Instituto Yduqs, recentemente ampliou o Programa de Alfabetização e Letramento de Jovens e Adultos, e uma das novidades desta edição foi a chegada do projeto a Imperatriz (MA) neste ano, por meio da parceria com a UniFacimp Wyden, com 15 alunos(as) ativos e a previsão de formarem até o fim de novembro.

De acordo com a pedagoga Ariana Conceição, coordenadora do projeto em Imperatriz, a proposta consegue alcançar resultados que vão além do aprendizado formal. “Iniciado no mês de Maio deste ano, o Programa de Alfabetização da Yduqs veio para contribuir como um instrumento de redução das desigualdades. A alfabetização não se limita ao ato de ler e escrever, não apenas à decodificação das letras e sons, mas traz uma amplitude bem maior ao propor o acesso ao conhecimento, à informação e à capacidade de participação ativa na sociedade, o que faz do sujeito um ser não apenas alfabetizado, mas letrado”, diz.

Para a especialista, a relevância de um programa de alfabetização para jovens e adultos vai além do aspecto educacional. “Trata-se de um instrumento de transformação social, de reparação e de proporcionar a dignidade humana. Investir nestas iniciativas é reconhecer que nunca é tarde para aprender e que a educação é um direito fundamental”, conclui.

“Erradicar o analfabetismo é um compromisso que assumimos no Instituto Yduqs, em parceria com nossas Instituições de Ensino. O nosso programa de alfabetização de jovens e adultos oferece a oportunidade de reacender os sonhos de muitas pessoas. Estamos falando de vidas que se transformam por meio da educação, desde o momento em que essas pessoas pisam em uma de nossas unidades. Por isso, nosso objetivo é ampliar o alcance do programa e levar oportunidades de aprendizagem para quem mais precisa”, afirma, Claudia Romano, presidente do Instituto Yduqs e vice-presidente do Grupo educacional Yduqs.

Como parte desse compromisso, o Instituto Yduqs anuncia que abrirá em breve as inscrições para novas turmas do Programa de Alfabetização e Letramento em 2026, ampliando o acesso de jovens e adultos a uma educação transformadora e gratuita.

Programa de alfabetização

Focado em jovens e adultos que não concluíram a alfabetização na idade regular, o programa utiliza metodologias inovadoras e material didático acessível, oferecendo suporte pedagógico contínuo para garantir o desenvolvimento das habilidades de leitura, escrita e cidadania. A iniciativa visa transformar vidas, ampliando oportunidades pessoais e profissionais.

Realizado desde 2018, com a participação de alunos e professores de unidades da Estácio e Wyden e sem nenhum esforço financeiro direto, o programa já formou mais de 2 mil alunos pelo Brasil.

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Instituto Yduqs e Idomed lançam curso de letramento étnico-racial

No mês em que se celebra o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha (25 de julho), o Instituto Yduqs e o Idomed lançam um curso gratuito de letramento étnico-racial como parte do programa Mediversidade. O curso é voltado a estudantes, docentes, colaboradores e profissionais da saúde. Gratuito, online e com 40 horas de carga horária, o conteúdo foi desenvolvido pelo médico Fleury Johnson, especialista em Clínica Médica e fundador do Instituto DIS (Diversidade e Inclusão na Saúde). Os quatro módulos tratam de temas como autoconhecimento, manifestação do racismo na prática clínica, estratégias de enfrentamento e o papel de cada pessoa no processo de transformação institucional. Ao fim do curso, os participantes que concluírem todas as atividades propostas receberão certificação de 40 horas, reconhecida para fins acadêmicos e profissionais.

“Acredito que este curso é um passo fundamental para fortalecer a prática profissional com uma formação mais humana, técnica e ética, verdadeiramente comprometida com os nossos desafios enquanto sociedade. Ele contribui para formar profissionais que cuidam de pessoas em todas as suas dimensões, considerando origens, cor de pele, condições socioeconômicas, portadores de deficiência e orientação sexual. Profissionais que reconhecem essa pluralidade são altamente habilitados para prover um cuidado efetivo, baseado na diversidade e no bem-estar. Esse olhar é, sem dúvida, uma marca única, um diferencial na construção de uma medicina mais justa e tecnicamente eficaz”, afirma doutor Fleury Johnson, conteudista do curso de letramento étnico-racial Mediversidade.

No que se refere à construção de um ambiente formativo mais justo, Claudia Romano, presidente do Instituto Yduqs e vice-presidente do grupo educacional Yduqs, ressalta que “o curso de letramento étnico-racial reforça o compromisso da instituição com uma educação médica mais inclusiva. Ele amplia o acesso a conteúdos que estimulam a equidade e contribuem para formar profissionais mais conscientes, empáticos e preparados para atuar em uma sociedade diversa. Democratizar o ensino também significa reconhecer e valorizar as experiências de grupos historicamente minorizados. Iniciativas como essa são fundamentais para transformar realidades e gerar impacto positivo — dentro e fora da sala de aula”.

A ação reforça o compromisso do programa Mediversidade com a formação médica mais inclusiva. Dados de pesquisas nacionais e internacionais apontam que mulheres negras sofrem mais violência obstétrica, têm acesso mais restrito a cuidados especializados e maior subestimação da dor — elementos diretamente relacionados à formação e à atuação dos profissionais de saúde.

Reconhecimento internacional em Cannes

O lançamento do curso ocorre em um momento de grande destaque internacional para o programa. O Mediversidade foi reconhecido no Festival de Cannes, conquistando dois prêmios com iniciativas que integram o projeto: o livro O Corpo Preto voltado ao impacto social e a diversidade. A obra, em paralelo ao curta-metragem Corpo Preto, foi desenvolvida como parte das estratégias de sensibilização e formação sobre racismo estrutural e seus reflexos na prática médica. O reconhecimento internacional veio por meio de um Gran Prix e três ouros e reafirma o protagonismo da iniciativa como referência global na promoção de equidade na saúde.

Programa Mediversidade

Lançado em 2024 no Fórum de Diversidade do Instituto Yduqs, o Mediversidade é um programa pioneiro no Brasil que tem como objetivo tornar o ensino da medicina mais diverso e atento aos impactos dos vieses sociais. A iniciativa surgiu a partir do dado de que apenas 4,5% das ilustrações em literatura médica representam peles negras — o que evidencia lacunas no processo formativo.

“O Mediversidade é mais do que uma iniciativa, é um movimento contínuo de transformação. Temos o dever de garantir que nossos futuros médicos compreendam e respeitem a pluralidade da população brasileira, especialmente no cuidado com as populações mais vulnerabilizadas”, destaca Silvio Pessanha Neto, CEO do Idomed.

Com três pilares principais — ensinar, incluir e mobilizar — o programa reúne metas de curto, médio e longo prazos. Entre elas: a revisão da matriz curricular dos cursos de Medicina (com 70% das unidades prevendo mudanças até 2026), a criação de um fundo para apoiar pesquisas sobre diversidade, a ampliação de vagas afirmativas para docentes e a reserva de 10% das bolsas sociais para estudantes negros, indígenas e pessoas com deficiência.

Outras ações em andamento incluem a aquisição de manequins de simulação realística com tons de pele diversos, a oferta de serviços assistenciais voltados a populações com marcadores étnico-raciais e o fomento à produção científica com foco em equidade na saúde. Em abril de 2024, por exemplo, o programa passou a apoiar projetos de pesquisa científica sobre diversidade nas 18 unidades de Medicina do Idomed.

Para a professora e médica Amanda Machado, do Idomed, o programa representa um avanço necessário: “O Mediversidade no curso de Medicina, que é majoritariamente branco e elitista, se faz necessário e urgente como uma ação antirracista concreta. A formação médica deve se comprometer com a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra”, afirma.

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‘Corpo Preto’ é consagrado em Cannes por projeto que denuncia racismo estrutural na saúde

O livro Corpo Preto, lançado pelo Instituto Yduqs e pelo Instituto de Educação Médica (Idomed), foi consagrado com quatro prêmios no Festival Internacional de Criatividade de Cannes, um dos maiores e mais prestigiados do mundo. O projeto conquistou o Grand Prix na categoria Industry Craft (Print & Publishing) com o case Nigrum Corpus — sendo a primeira vez que o Brasil recebe um Grand Prix nessa categoria. Além disso, a obra recebeu dois Leões de Ouro — nas categorias Design e Health & Wellness — e um Leão de Bronze, também em ealth & Wellness, por sua abordagem sensível, impactante e urgente sobre o racismo estrutural na saúde.

Baseada em uma história real, a obra revela as consequências do racismo estrutural na saúde brasileira, com foco nas microagressões, na negligência e nas profundas desigualdades de acesso e cuidado. O projeto Corpo Preto nasce do compromisso dos institutos com uma educação médica mais inclusiva, diversa e transformadora.

“Receber quatro prêmios em Cannes é uma conquista gigante, mas o mais importante é dar visibilidade a uma pauta tão urgente: a desigualdade no cuidado médico causada pelo racismo e pelos vieses estruturais que ainda persistem na medicina. Estamos colocando a educação no centro da transformação, trazendo luz para um problema real, que atinge milhões de brasileiros. Com o Mediversidade, formamos médicos mais conscientes, mais humanos e mais preparados para cuidar de todas as vidas. Nossa missão, no Instituto Yduqs e no Idomed, é esta: ser agentes de mudança que vai além das salas de aula e impacta diretamente a sociedade”, destaca Claudia Romano, presidente do Instituto Yduqs e vice-presidente do grupo educacional Yduqs.

O insight do filme e do livro surgiu a partir dos estudos do programa Mediversidade, que busca ampliar a inclusão de diferentes etnias e contextos sociais na formação médica no Brasil. Um dado que ilustra a urgência do tema é que apenas 3% dos médicos no país são negros, segundo o Conselho Federal de Medicina (2023).

“Receber dois ouros, um bronze e o Gran Pix, em Cannes com o Corpo Preto é um reconhecimento internacional que reforça a urgência de olharmos com profundidade para o racismo estrutural na saúde. Este projeto é mais do que uma obra editorial — é um instrumento de transformação social e educacional. No Idomed, acreditamos que a mudança começa na formação médica. Com o programa Mediversidade, estamos preparando profissionais mais conscientes, empáticos e preparados para cuidar de todas as vidas. Essa conquista é um marco para a educação médica brasileira e um incentivo poderoso para continuarmos promovendo uma medicina mais justa e inclusiva”, afirma Silvio Pessanha Neto, CEO do Idomed.

“Ser reconhecidos com um Grand Prix e mais três Leões em Cannes mostra que o marketing pode — e deve — ocupar um papel ativo na transformação social. Nigrum Corpus nasceu de um propósito verdadeiro e foi traduzido em uma narrativa potente e necessária. É um orgulho imenso ver a Yduqs ser premiada por dar visibilidade a temas urgentes com coragem, relevância e criatividade — e mais ainda pelo time incrível que conduziu essa iniciativa com tanta sensibilidade e excelência”, complementa Marcel Desco, vice-presidente de marketing da Yduqs.

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