Idomed abre inscrições para vestibular unificado

O Instituto de Educação Médica (Idomed), um dos maiores grupos de ensino médico do Brasil, está com inscrições abertas para o vestibular unificado de medicina 2026.1, que selecionará estudantes para ingresso no primeiro semestre de 2026 em unidades distribuídas em diversas regiões do Brasil. O processo seletivo pode ser feito por meio de prova presencial, nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – 2010 a 2024 – ou certificações internacionais (IB/Abitur).

As inscrições devem ser feitas até 1º de outubro de 2025, exclusivamente pela internet. Para candidatos que optarem pelo Enem, o boletim oficial deve ser enviado em PDF até 19 de setembro de 2025.

As vagas estão disponíveis em unidades como: Açailândia (MA), Angra dos Reis (RJ), Alagoinhas (BA), Cáceres (MT), Canindé (CE), Castanhal (PA), Iguatu (CE), Jaraguá do Sul (SC), Ji-Paraná (RO), Juazeiro (BA), Juazeiro do Norte (CE), Quixadá (CE), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro – Vista Carioca e Città, São Luís, Teresina, entre outras.

Segundo Silvio Pessanha Neto, CEO do Idomed, o processo reforça a missão institucional de formar médicos preparados para os desafios contemporâneos. “Oferecemos um ensino inovador, com tecnologia de ponta, corpo docente altamente qualificado e uma infraestrutura completa. Nosso compromisso é garantir que o aluno esteja apto a atuar de forma ética, humanizada e competente em qualquer cenário de saúde”, destaca.

Diferenciais

Os estudantes do Idomed contam com laboratórios de simulação realística, mesas de dissecção em 3D, plataformas virtuais de ensino personalizado e uma infraestrutura moderna que integra teoria e prática desde os primeiros períodos.

Como será a prova?

A prova presencial ocorre em 5 de outubro de 2025, às 9h (horário de Brasília), com 60 questões objetivas e uma redação. O processo inclui ainda uma dinâmica em grupo, de caráter não eliminatório, que avalia competências como empatia, comunicação e trabalho em equipe.

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Idomed Hubs abre inscrições para startups de saúde

Você já ouviu falar das startups voltadas para resolver os problemas do setor de saúde, como healthtechs, fintechs e as edtechs? São essas ferramentas que ajudam os profissionais a produzirem novas vacinas, medicamentos, pesquisas científicas e os novos aplicativos que estão por trás de boas ideias ou soluções para o setor. Atento às melhores práticas do mercado, o Instituto de Educação Médica (Idomed) amplia sua atuação na área tecnológica e está com um novo edital aberto para que as startups possam participar da 3ª edição do Idomed Hubs. Para se inscrever, os interessados não precisam ser médicos, mas deverão ter uma healthtech, ou seja, uma startup na área da saúde. As inscrições estão abertas em todo território nacional até o dia 15 de agosto e podem ser realizadas pela internet.

A dinâmica do programa terá duração de 12 meses e selecionará startups para serem desenvolvidas dentro do projeto. Durante dois ciclos de seis meses, as startups terão encontros semanais com especialistas renomados no mercado por uma 1h. Eles são chamados de ‘embaixa-hubs’, ou seja, os mentores que farão assessorias especializadas para cada grupo conforme o agendamento

Felipe Haberfeld, docente responsável pelo Idomed Hubs

Os pré-requisitos para ser acelerado ou ‘incubado’ serão: os inscritos deverão preencher um formulário com os detalhes do seu projeto. O material passará por uma avaliação do Comitê Gestor, formado por coordenadores do Hubs, além de grandes nomes do Idomed e da YDUQS.

Segundo dados deste setor, as healthtechs cresceram 114% entre 2018 e 2020 no Brasil e a tendência é de uma contínua expansão. Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o uso da inovação no setor de saúde é, aparentemente, interminável. A tecnologia está sendo implementada em todos os processos, desde os administrativos do hospital até a pesquisa e a cirurgia do câncer, a fim de melhorar a eficiência em todo o setor e tornar a experiência do paciente a mais indolor possível.

“O Idomed Hubs dará uma grande oportunidade para que os alunos, recém-formados e médicos possam empreender e desenvolver novos negócios dentro do Instituto de Educação Médica, fazendo com que o ambiente acadêmico seja ainda mais dinâmico e inovador. A cada dia que passa, temos a certeza de que precisamos ampliar e estimular a interação entre alunos e professores do Idomed e o mercado. Tantos os discentes, quanto os docentes, ganham experiências e adquirem Know-how por meio desta ferramenta e mentorias com especialistas do setor. Essas conexões criam uma rede de relacionamento único, constituindo um importante ativo para os futuros médicos e empreendedores”, afirma Silvio Pessanha Neto, diretor executivo nacional do Idomed.

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No dia 19 de agosto, no Idomed Città America, será realizado o Evento Final de Incubação da Turma 2024.2 do Idomed Hubs. Durante a formatura, serão apresentadas as novidades que foram criadas para dinamizar ainda mais o setor de saúde. Tais como Oftbook, Amo Resumos, Healthguard, Stud2doc e Serenide, todas startups incubadas 2024/2025. Durante o encontro, vão ocorrer palestras sobre empreendedorismo, vida do médico, carreira na saúde, inteligência artificial, apresentação de pitches e muito mais.

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Instituto Yduqs e Idomed lançam curso de letramento étnico-racial

No mês em que se celebra o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha (25 de julho), o Instituto Yduqs e o Idomed lançam um curso gratuito de letramento étnico-racial como parte do programa Mediversidade. O curso é voltado a estudantes, docentes, colaboradores e profissionais da saúde. Gratuito, online e com 40 horas de carga horária, o conteúdo foi desenvolvido pelo médico Fleury Johnson, especialista em Clínica Médica e fundador do Instituto DIS (Diversidade e Inclusão na Saúde). Os quatro módulos tratam de temas como autoconhecimento, manifestação do racismo na prática clínica, estratégias de enfrentamento e o papel de cada pessoa no processo de transformação institucional. Ao fim do curso, os participantes que concluírem todas as atividades propostas receberão certificação de 40 horas, reconhecida para fins acadêmicos e profissionais.

“Acredito que este curso é um passo fundamental para fortalecer a prática profissional com uma formação mais humana, técnica e ética, verdadeiramente comprometida com os nossos desafios enquanto sociedade. Ele contribui para formar profissionais que cuidam de pessoas em todas as suas dimensões, considerando origens, cor de pele, condições socioeconômicas, portadores de deficiência e orientação sexual. Profissionais que reconhecem essa pluralidade são altamente habilitados para prover um cuidado efetivo, baseado na diversidade e no bem-estar. Esse olhar é, sem dúvida, uma marca única, um diferencial na construção de uma medicina mais justa e tecnicamente eficaz”, afirma doutor Fleury Johnson, conteudista do curso de letramento étnico-racial Mediversidade.

No que se refere à construção de um ambiente formativo mais justo, Claudia Romano, presidente do Instituto Yduqs e vice-presidente do grupo educacional Yduqs, ressalta que “o curso de letramento étnico-racial reforça o compromisso da instituição com uma educação médica mais inclusiva. Ele amplia o acesso a conteúdos que estimulam a equidade e contribuem para formar profissionais mais conscientes, empáticos e preparados para atuar em uma sociedade diversa. Democratizar o ensino também significa reconhecer e valorizar as experiências de grupos historicamente minorizados. Iniciativas como essa são fundamentais para transformar realidades e gerar impacto positivo — dentro e fora da sala de aula”.

A ação reforça o compromisso do programa Mediversidade com a formação médica mais inclusiva. Dados de pesquisas nacionais e internacionais apontam que mulheres negras sofrem mais violência obstétrica, têm acesso mais restrito a cuidados especializados e maior subestimação da dor — elementos diretamente relacionados à formação e à atuação dos profissionais de saúde.

Reconhecimento internacional em Cannes

O lançamento do curso ocorre em um momento de grande destaque internacional para o programa. O Mediversidade foi reconhecido no Festival de Cannes, conquistando dois prêmios com iniciativas que integram o projeto: o livro O Corpo Preto voltado ao impacto social e a diversidade. A obra, em paralelo ao curta-metragem Corpo Preto, foi desenvolvida como parte das estratégias de sensibilização e formação sobre racismo estrutural e seus reflexos na prática médica. O reconhecimento internacional veio por meio de um Gran Prix e três ouros e reafirma o protagonismo da iniciativa como referência global na promoção de equidade na saúde.

Programa Mediversidade

Lançado em 2024 no Fórum de Diversidade do Instituto Yduqs, o Mediversidade é um programa pioneiro no Brasil que tem como objetivo tornar o ensino da medicina mais diverso e atento aos impactos dos vieses sociais. A iniciativa surgiu a partir do dado de que apenas 4,5% das ilustrações em literatura médica representam peles negras — o que evidencia lacunas no processo formativo.

“O Mediversidade é mais do que uma iniciativa, é um movimento contínuo de transformação. Temos o dever de garantir que nossos futuros médicos compreendam e respeitem a pluralidade da população brasileira, especialmente no cuidado com as populações mais vulnerabilizadas”, destaca Silvio Pessanha Neto, CEO do Idomed.

Com três pilares principais — ensinar, incluir e mobilizar — o programa reúne metas de curto, médio e longo prazos. Entre elas: a revisão da matriz curricular dos cursos de Medicina (com 70% das unidades prevendo mudanças até 2026), a criação de um fundo para apoiar pesquisas sobre diversidade, a ampliação de vagas afirmativas para docentes e a reserva de 10% das bolsas sociais para estudantes negros, indígenas e pessoas com deficiência.

Outras ações em andamento incluem a aquisição de manequins de simulação realística com tons de pele diversos, a oferta de serviços assistenciais voltados a populações com marcadores étnico-raciais e o fomento à produção científica com foco em equidade na saúde. Em abril de 2024, por exemplo, o programa passou a apoiar projetos de pesquisa científica sobre diversidade nas 18 unidades de Medicina do Idomed.

Para a professora e médica Amanda Machado, do Idomed, o programa representa um avanço necessário: “O Mediversidade no curso de Medicina, que é majoritariamente branco e elitista, se faz necessário e urgente como uma ação antirracista concreta. A formação médica deve se comprometer com a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra”, afirma.

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