Jovens das classes D e E revelam força digital e financeira

A Serasa Experian levantou, por meio da solução de inteligência de dados Mosaic, o perfil dos jovens brasileiros das classes D e E que integram o mercado de trabalho. A partir do estudo que mapeou toda a população brasileira maior de idade, foram identificados quatro perfis de ‘Jovens Profissionais e Conectados’. A pesquisa destaca características como engajamento digital, disciplina no uso do crédito e dedicação à qualificação pessoal e profissional. Esses jovens estão presentes em todo o território nacional, abrangendo capitais, regiões metropolitanas, além de cidades do interior e do litoral.

“A inteligência do Mosaic nos permite enxergar um Brasil que muitas vezes não está nos radares das marcas, mas que representa um potencial real e inspirador de consumo consciente, digital e em crescimento. Esses jovens demonstram organização, aspiram crescimento e estão construindo sua trajetória de forma consistente. Para as marcas, compreender esse comportamento é estratégico, pois abre espaço para iniciativas mais assertivas e inclusivas”, afirma a CMO da Serasa Experian, Giovana Giroto.

Quatro dimensões da nova geração: perfis das classes D e E identificados no estudo

Início da vida adulta

Esse perfil reúne jovens em início de trajetória profissional, em áreas como comércio, agroflorestal e serviços. Embora tenham score de crédito mais baixo, destacam-se pela responsabilidade: 86% não possuem dívidas vencidas. Têm no celular a principal ferramenta de ascensão, utilizando aplicativos de estudo, plataformas de jogos e conteúdos educacionais que complementam recursos formais. No consumo, priorizam itens essenciais e buscam crescer dentro das próprias comunidades, com baixa mobilidade geográfica.

Jovens assalariados

Com 67% adimplentes, esses jovens equilibram orçamento apertado com investimentos em dispositivos de maior valor, como smartphones de ponta. Atuam em setores administrativos e de varejo, possuem escolaridade média e utilizam frequentemente aplicativos de capacitação, fidelidade, tecnologia e oportunidades profissionais. O consumo digital e a preferência por pagamentos parcelados refletem planejamento e projeção de evolução.

Nova geração de trabalhadores

Inclui assalariados, pequenos produtores e comerciantes. São organizados financeiramente, com 62% adimplentes, e investem em aplicativos de educação, eletrônicos, busca de emprego e soluções voltadas ao MEI. A escolaridade varia, mas o engajamento digital é consistente, com interesse por dispositivos de maior valor e plataformas que ampliem a qualificação profissional ou a renda complementar.

Consciência financeira na juventude

Formado por microempreendedores, servidores públicos e profissionais administrativos, esse grupo mantém controle financeiro (59% sem dívidas vencidas) e utiliza aplicativos de estudo, emprego e formalização. Além de estabilidade, busca crescimento e responde bem a programas de educação financeira, microcrédito e plataformas de fidelidade que reconheçam seus esforços e aspirações.

“O uso de dados mostra uma realidade muito mais rica e estratégica dos jovens: estamos falando de consumidores que planejam, priorizam e demonstram uma relação madura com o crédito e o consumo digital. Quando conhecemos melhor esses públicos, conseguimos enxergar oportunidades concretas de conexão, com ofertas mais assertivas, jornadas mais inclusivas e um diálogo que respeita suas metas reais e o que eles já constroem”, reforça Giovana.

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Experiências e bem-estar ganham espaço nas intenções de consumo dos brasileiros, revela pesquisa

Segundo levantamento da Serasa Experian, 40,7% dos brasileiros têm a intenção de investir mais em experiências, como viagens, eventos e atividades de lazer, nos próximos anos. Com o consumidor brasileiro cada vez mais voltado à busca por qualidade de vida, 20% da população se identifica exclusivamente com o perfil de consumidor experiencial.

A priorização do bem-estar aparece refletida em práticas recentes adotadas no dia a dia: 33% dos brasileiros relatam ter dado mais atenção à saúde; 39% dizem estar economizando e evitando desperdícios; e 25% mencionam consumir mais experiências. Produtos voltados ao autocuidado também ganham espaço, com 35% da população planejando ampliar o consumo desses itens no futuro próximo — o que pode sugerir um movimento, ainda que pontual, em direção a novos padrões de comportamento.

O que se observa é uma tendência de o consumo se alinhar cada vez mais a escolhas percebidas como mais voltadas ao bem-estar pessoal. Muitas pessoas têm buscado direcionar seus recursos para experiências que façam sentido e promovam qualidade de vida. Esse movimento convida as marcas a manterem um olhar sensível às expectativas em transformação e a atuarem de forma mais empática e conectada com esses valores

Giovana Giroto, CMO da Serasa Experian

Recortes por classe social revelam comportamentos distintos

O consumo experiencial está fortemente relacionado ao poder aquisitivo – entre as classes A e B, 62% dos consumidores se identificam com esse perfil, e mais de um terço (35% e 36%, respectivamente) utiliza crédito para financiar lazer e entretenimento. Essas duas classes também lideram a percepção de que mudanças recentes na rotina estimularam a priorização da economia e a redução de desperdícios (42%). A mesma percepção é mantida de forma estável na classe C, mas cai 12 pontos percentuais na classe D — o que pode indicar o fato de que essa classe já adota práticas de economia e redução de desperdício em sua rotina, não percebendo tais ações como uma mudança recente.

Nesse público predominam comportamentos mais tradicionais: 20% preferem marcas conhecidas e mantêm hábitos antigos, enquanto 22% valorizam marcas sustentáveis. Produtos tecnológicos e inovadores têm forte apelo nesse grupo, com 29% planejando gastar mais com esse tipo de item nos próximos meses e anos — o maior índice entre as categorias de desejo. Em seguida, aparecem produtos que promovem bem-estar e autocuidado (28%) e experiências (20%).

Gerações acompanham tendências, derrubando estereótipos

Apesar da percepção comum de que apenas os jovens estão atentos às novidades de consumo, a pesquisa mostra que diferentes gerações estão igualmente engajadas com as novas tendências. Os consumidores das gerações Y, X e Baby Boomers apresentam, em sua maioria (34% a 42%), interesse por mudanças nos padrões de consumo. No geral, apenas 10% dos brasileiros se mostram resistentes às transformações do mercado.

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