+ Porém a história secundária da dona do barzinho que ajuda o casal até que teve gratas surpresas.
Apesar de que assisti porque vi o rosto da Izumi Ashikawa, e não teve Izumi Ashikawa o suficiente para me deixar satisfeito.
+ Porém a história secundária da dona do barzinho que ajuda o casal até que teve gratas surpresas.
Apesar de que assisti porque vi o rosto da Izumi Ashikawa, e não teve Izumi Ashikawa o suficiente para me deixar satisfeito.
Assignation (Japão, 1959 Ko Nakahira)
Um casal testemunha um assassinato e se dividem entre testemunhar ou não para a polícia porque no momento eles estavam em um encontro extra conjugal (ela casada, ele aluno do corno).
Filme do Ko Nakahira é difícil eu não gostar.
Geralmente os personagens são interessantes.
E nem sempre eles agem da maneira que você espera, como esse filme serve de exemplo.
Boa conclusão.
Interessante notar qual parecia mais incomodado com imagens de violência e sangue...
Bon Lin (Japão, 2014 Keiichi Kobayashi)
Deixar apenas essas duas imagens para vocês imaginarem sobre o que é esse filme.
Dito isso, esse filme é mais tecnicamente impressionante do que parece.
É semelhante ao filme anterior do diretor, se me lembro bem, "About the Pink Sky". É um filme "indie com cara de indie". Profundidade de campo mais extrema que a lente que o orçamento permite alugar é capaz, permitindo assim praticamente excluir os cenários que o orçamento não permite alugar. +
A imagem ainda é "enfeiada" com uma placa na frente da lente para embaçar ainda mais e desbotar as imagens, e é aí que a parte "impressionante" começa.
Que me lembro o filme anterior não era tão extremo nesse aspecto, porque esse aqui é bem extremo. Esse filme tem um número bem pequeno de cortes, deu até vontade de contá-los agora... contei, 41 (+-2) cortes em 1 e 30 minutos.
Mas são na verdade 36 cortes, porque em uma cena 2 cortes se alternam rapidamente. +
Desses 36, 2 cortes são duas cenas curtas sem falas da protagonista sozinha, todas as 34 cenas restantes são cortes longos. As vezes cortes bem longos com conversas longas e complexas.
Isso é impressionante.
E apesar dos personagens "supostamente nojentos" (otakus) até que eles são bem simpáticos, e a história é bem simples e fácil de simpatizar também.
Protagonistas vão atrás de uma amiga que talvez precise de ajuda.
Elenco também é simpático, aquela garota comprida chama atenção.
Pobres Criaturas (Yorgos Lanthimos, 2023)
Filme da Frankenstéia.
Parece bobagem, mas o que mais me "perturbou" foi esse detalhe, que não explicarei.
E sim, filme interessante e bonito.
#Shogun (JDrama, 2024)
O elenco é quase todo japonês, mas a equipe e o dinheiro são ocidentais. Conta como "JDrama"?
Peguei só para dar uma olhada e devo assistir até o fim.
História está boa, mas principalmente, que produção! Mais bem feito que quase todo filme de alto orçamento.
Vi a Hiroko "a esposa e amor da vida do Matt Alt" Yoda comentar sobre a qualidade dos detalhes da produção e vestiário, mas é ver para crer.
Algo mais relevante, que muleque imbecil.
Decepcionou, pensei que fosse mais inteligente.
A estratégia "esperta" ali não seria fazer uma demonstração falsa da capacidade dos canhões para enganar o inimigo de que não era uma vantagem significante para surpreendê-los em batalha?
Alias, o Omi no final desse episódio:
Como anunciado, tentar separar as trombas das novelas e deixar apenas o link para elas nessa tromba de filmes.
Começando por #XBomber #StarFleet
Girls Encounter (JPMovie, 2017 Eda Yuuka)
Assisti por acaso, porque é protagonizado pela mesma atris da Fuji de Shogun.
A primeira vista parece como uma história que você já viu várias vezes, porém há algumas surpresas além dos detalhes estéticos.
Me surpreendeu.
Fiz comentários com spoilers no My Drama Lista.
Resumindo, depois da cenas finai confirmando o que deveria ter sido óbvio o tempo todo, estou sentindo raivinha da protagonista.
Além dele esses filmes também parecem ter muito elenco de suporte em comum, então os filmes se confundem. Filmes, alguns, que parecem ainda serem inéditos por aqui.
Recentemente se tornou disponível "Tokimeki Kaigan Monogatari" (1984) com a Yasuko, que parece promissor, escrito e dirigido por Asama Yoshitaka, roteirista de metade dos filmes da série Tora-san e outros excelente filmes dirigidos pelo Yoji Yamada.
Infelizmente teremos que esperar alguns anos vê-lo ser legendado.
Filme super interessante estou vendo ali no canto do posto, #moosiclab
Nem tinha notado antes, mas parece ser um tipo de grupo/organização de viabilização e promoção de filmes indie, e muita coisa e sucesso veio desse projeto.
Sem saber eu tenho assistido filmes desse
@MOOSIC_LAB
já faz tempo, e adorando.
É em parceria com esse projeto que festival online de filmes japoneses JFF+ acontece.
Excited Death (JPCurta 2018, Kohei Inoue)
Curtinha divertidinho.
Sobre uma mulher que se apaixona e se torna stalker e o encontro dela com o stalker da namorada do cara que ela está stalkeando.
Protagonizado por essa compositora: https://www.youtube.com/@nakanooomaru/videos
Lonely Castle in the Mirror (JPAnime A-1, 2022 Keiichi Hara)
7 Crianças são sugadas por espelhos em suas casas para um castelo que fica em um rochedo no meio do mar. Eles podem entrar e sair pelo espelho a hora que quiserem, exceto durante a noite.
Elas tem 1 ano para encontrar uma chave que abre uma porta onde podem pedir para ser realizado um único e qualquer desejo.
Elas tem tempo sobrando para procurar porque todas essas crianças tem problemas pessoais e não estão frequentando a escola.
Peguei para assistir porque vi é dirigido pelo Keiichi Hara.
Não que esse diretor tem alguma marca, mas poderia ter sido dirigido por qualquer um. Também, sendo animado pelo A-1 não tem nenhuma animação especial, com vários momentos não muito bem feitos.
Música também óbvia...
Mas o problema é o roteiro.
Não a história em si que é interessante o bastante, mas o roteiro.
Pouco acontece nesse filme, apesar da longa duração.
Apesar da premissa e cenário e a relação que surge entre as crianças ser essencial, parece que elas pouco interagem.
É estranho, mas após o início quando essas crianças deixam de se estranhar e se tornam amigas de verdade as interações entre elas se tornam muito menos interessantes.
Também, apesar de se passar em um castelo que precisa ser explorado há apenas DOIS cenários!
Tem outros dois que também aparecem mais pouco.
O que deu errado nesse filme? Sei que é adaptação de um livro, o livro também tem esses problemas e o filme com cortes apenas piorou, ao invés de alterar e tentar compensar? De que adianta ter um Keiichi Hara dirigindo?
Me fez lembrar do novo último filme do Hayao Miyazaki.
Apesar de tudo e de nada ele de todo modo consegue fazer um filme interessante de se assistir e pensar.
Não há nada aqui, nada, por mais que a música bombástica nas cenas chave perto do fim tente convencer do contrário.
O Retorno de Martin Guerre (França, 1982 Daniel Vigne)
Assisti por recomendação do vídeo sobre Pentiment do Super Bunnyhop.
Após uma ausência de mais de 10 anos (em 1500 e pouco) Martin Guerre retorna para sua vila.
Mas seria ele Martin mesmo?
Como provar identidades em uma época em que não há garantias de identidade?
Qual motivos as pessoas tem para insistir que uma pessoa é ou não é quem ela diz que ela é? Quais motivos para acreditar ou desacreditar?
Tezuka's Bárbara (JPMovie, 2019 Macoto Tezka)
Não soube o que pensar quando li o mangá, não sei o que pensar agora que assisti o filme.
Sei nem o que sentir.
Sei lá, tanto faz.
(é adaptação de um mangá do Osamu Tezuka, dirigido pelo filho dele)
De todo modo me lembra da Robertinha.
Ela escreveu uma resenha do mangá para o "Tezuka Day" que fizemos.
https://elfenliedbrazil.blogspot.com/2011/12/barbara-o-lado-perverso-e-doentio-da.html
ISSAY - Flowers (1994)
Seven Days War (JPMovie 1988, Sugawara Hiroshi)
Gostei desse filme menos do que esperava que gostaria.
Um grande culpado foi o tanque, q aparece menos do que esperado e não é tão importante assim. É como em "Sailor Suit and Machine Gun" que não tem "machine gun".
Também foi uma infelicidade que no dia anterior assisti ao primeiro episódio de "Janus no Kagami", q também toca nesse assunto de abuso e violência por professores, então consequentemente o esse filme mostrou teve impacto diminuído.
Ainda mais que os professores aqui são um pouco violentos demais, parecem ter pouca profundidade.
E no fim nada aconteceu.
O que acabou sendo mais interessante foi notar que a Rie Miyazawa, em sua estreia nas telas, passou filme todo sem sutiã.
Poxa produtor, ela tinha apenas 15 anos!
The Girl of Silence (JPMovie 1995, Arato Genjiro)
É mais uma daquelas história de pobre protagonista vítima de abusos.
Aquelas cores e contraste antigos de filme que não se vê mais e alguns momentos de imaginação fazem valer a pena assistir.
Apenas uma pena que não explore um pouco mais a cidade onde se passa a história, Nagasaki.
E tem a Kaori Momoi, para os que se importam.
Aquelas lutas desengonçadas dos monstros não tem graça, pelo menos não pra mim. Nunca me interessei no que via por aí desse Gojira bobo.
Vou seguir meu plano de assistir "Invasion of the Astro-Monster" que parece ser "continuação" desse, só que esse será o filme mais recente de monstros de ficção "científica" que assistirei.
Depois desses vou atrás dos filmes mais antigos do Ishiro Honda e outros semelhantes. Gostei de todos esses filmes japoneses desse tipo de assisti feitos naquela época.
Invasion of the Astro-Monster (JPMovie, 1965 ishiro Honda)
No filme anterior as forças armadas não dispararam um tipo. Nesse finalmente reagiram, no final.
Mesmo assim é muito estranho, aonde estão os aviões? Não bastava atacar os discos voadores?
Suddenly SLAPS HARD
"wow, this MAN really must CARE for me"
falls in love
Why was the past like this? 🙃
Gojira, Menos a Ocupação Murricana (JPMovie 2023, Takashi Yamazaki)
Assisti essa merda de filme.
Falei muito que não assistiria mas vocês não deixaria passar essa oportunidade de falar mal de graça, então não me aporrinhem, só leiam!
https://anime-forum.info/showthread.php?tid=3367&pid=486112#pid486112
Janus no Kagami (JPDrama, 1985 - 18 episódios)
Rolling Marbles (JPMovie 2020, Kenichi Ugana)
Ele filme é "desbalanceado", na estória e oportunidades de atuação.
Minori Hagiwara fica com o melhor papel para mostrar sua atuação, e ela é bom boa como esperado dela.
Yui Imaizumi fica com nada.
Talvez por ser uma ex-idol a produção não confiava na capacidade dela de entregar uma boa atuação, então ela não tem nem a oportunidade de tentar (e aparentemente ninguém deu a ela essa oportunidade depois desse filme, lamentável).
Ai Yoshikawa fica no meio, ambos em oportunidades e resultados. Infelizmente ao contrário da Yui ela recebe mais oportunidades do que aparentemente "merece" pelos seu desempenho nesse filme.
Rodan (JPMovie 1956, Ishiro Honda)
Não gostei tanto porque eu esperava que aparecesse mais do monstro do título, mas a maior parte dele é com outros monstros menores.
Mas tem algo que me surpreendeu.
No início as cenas são mais durante a noite, com esses monstros menores, em um clima mais de suspense. Só que quando o Rodan aparece e começa a causar destruição as cenas são todas durante o dia.
Esse filme é de dois anos após o Godzilla original, e naquele filme anterior as cenas era todas durante a noite para esconder um pouco dos defeitos especais.
Eiji Tsurubaya evoluiu MUITO nesses dois anos e fez questão de mostrar para o público.
E o final me deixou um pouco triste...
O mistério policial não é exageradamente complexo e faz sentido, se desenrola bem, com boas pistas deixadas pelo caminho, boas e interessantes.
Além disso quando a história vai se resolvendo ele não para explicar e ter certeza de que você entendeu, sobre o quer aconteceu e sobre o que a história é afinal.
Excelente e intrigante, muito mais interessante do que esperava, principalmente o final.
Recomendo demais.
#MarsExpress
Somebody's Flowers (JPMovie 2022, Yôsuke Okuda)
Um jarro de flores cai da varanda de um complexo de apartamentos.
Esse foi um dos filmes do "(Independent) Japan Film Festival" do ano passado. Um filme sobre remorso e culpa.
Mais pesado do que imaginava. 😰
Homem-Aranha: No Aranhaverso
Gostei mas... estranhei?
O filme é longo, quase duas horas, apesar disso parece muito corrido e acelerado?
Tem umas partes da primeira metade que tem umas "montagens" enganosas, faz parecer que passou mais tempo do que realmente se passou.
É aquele clássico, tudo acontece em um corto espaço de poucas horas. Parece que foi apenas 2 ou 3 dias desde que o Miles foi picado pela aranha até o fim do filme?
Enfim, não teve espaço para respirar, principalmente desenvolver a questão do tio.
Gostei, só que não deu tanta vontade de assistir a continuação, ainda mais sabendo que é apenas metade da história.
My Oni Girl (2024 Studio Colorido)
É um filme meio dispensável, se quer assistir um filme de anime vá atrás de algo antigo que você está adiando a tempos que será um uso de tempo mais proveitoso.
Mais detalhes aqui: https://anime-forum.info/showthread.php?tid=3367&pid=487296#pid487296
Jealousy Game (Japão 1982,Yoichi Higashi)
Um filme para aqueles que gostam de cenas de sexo, tem uma a cada 15 minutos ou menos, como esperado desse diretor.
Mesmo assim, apesar disso, gostei, é um filme até divertidinho de dois casais se esforçando para terminar a relação.
Enquanto apreciava os visuais e estética que me agradam que esse filme tem bastante, pensava que tinha manjado dele, só que o final me pegou de surpresa.
Mais um "não é justo?!"? 🤔
Love Life (JPMovie 2022, Kôji Fukada)
Esse não foi o filme que imaginava que fosse ser, foi mais dramático do que esperava e surpreendentemente teve uns momentos inesperados de humor negro.
Aliais, "corongar" é a melhor palavra que inventaram nesse século, não é?
Frequentemente assisto um filme e chega em um momento que pensa, "nossa, esse personagem pode corongar a qualquer momento" ou "como seria se esse personagem corongasse com essa situação".
É tão flexível.
Nanami: The Inferno of First Love (Japão 1968, Susumu Hani
Do mesmo escritor e roteirista the "She and Here", que me fez ter altas expectativas.
Em um filme desses é assistir a protagonista se frustrar para talvez no fim conheça alguém "como ela" e não terminar o filme se sentindo sozinha.
Então o diferencial é se tem algo a dizer, se alguma cena oferece alguma crítica sobre a "não normalidade" dela.
Tem essa:
Ela reescreveu Ciderela para crianças da creche onde trabalha questionando a lógica e expectations dos personagens.
No fim o candidato a prefeito a cidade faz aquele comentário.