É bom que a Non tenha voltado as telas finalmente, mas não é como se ela tivesse ficado parado durante os anos que sofreu boicote das produtoras.
Mulher cheia de talentos.
3 episódios assistidos.
Era natural que iriam expandir bastante a história, só que desde o primeiro episódio quando vi que a duração dos episódios é 1 hora e 10 minutos pensei que se excederam.
E também acho q erraram a mão e esses personagens estão um pouco irracionais demais.
Não dá para ter o mesmo clima do quadrinho a não ser q façam um esforço só para esse propósito, mas ainda dava para preservar as histórias e relacionamentos dos personagens.
Ao invés disso como mencionado está histérico demais, está faltando um certo intimismo nas cenas. Não há "momentos" entre os personagens.
Até agora só excluiu alguns detalhes e assuntos mais sérios (suicídio sendo um deles por motivos óbvios de regulamentação para TV), sem substituir por nada de igual valor. Até a questão de bullying, focaram mais nisso só que apenas tornaram os personagens caricatos.
Recomendo ler o manhua, é curtinho.
Me forcei a terminar de assistir o episódio 4 de "Duty After School" e agora chega, droppado com raiva.
Esse episódio passou dos limites, estúpido demais!
Novamente, enquanto recomendo para ignorarem o Kdrama, vão ler o original manhua que é bom e curto.
Apesar de ter droppado "Duty After School", por já ter os dois últimos episódios prontos para assistir (da parte 1, final do mês vem os 4 últimos episódios) acabei assistindo eles em velocidade acelerada. Mas no fim nada mudou.
Talvez esse seja um daqueles casos em que você pode dizer que os responsáveis "não entenderam o original".
O erro capital desse Kdrama, pode-se dizer que terem deixado as esferas mais "complexas" e terem dado muito mais tempo de tela para elas.
Essas esferas eram para ser apenas um detalhe de fundo, não são tão importantes, não precisamos saber de nada sobre eles.
O que importa são os personagens e como eles reagem a essa situação inesperada de vida e morte.
O Kdrama fez esforço em "expandir" o mundo da história, só que foi uma expansão muito superficial.
Estou assistindo o KDrama "My Liberation Notes'.
Não gosto muito de assistir novela coreana porque elas são mais longas (que as japonesas) em duração e número de episódios.
E não sei se elas em geral tem essa qualidade ou sou eu que dou sorte de pegar para assistir novelas boas, mas nossa, isso aqui é muito bem feito.
나의 해방일지 OST 전곡 모음 (My Liberation Notes OST)
Só que metade desse horror foi cuti cuti.
Ficou muito bom esse romance, tudo que aconteceu até chegar até aqui, e essa cena, coisa fina.
Bastante impressionado com a cinematografia e montagem de My Liberation Notes.
Uma vez ouvi um comentário de que KDramas são mais bem feitos que JDramas.
Assisto muito pouco KDramas então não tenho muita base para comparar, mas é bem raro ver JDrama com desse alto nível técnico, mesmo entre as melhores.
(apesar de que também ouvi histórias de puro horror sobre as condições de trabalho dos elencos e equipes na Coreia)
Teve outro momento da série que usou esse mesmo tipo de enquadramento, foi um momento importante.
Só que dessa vez essa personagem escolheu a opção de diálogo errada.
Meo deos, que constrangedor, ela estava quase lá convencendo a criança mas disse a única frase que não podia pqp.🤦♂️ A história vai abortar esse romance?
Ainda não terminei esse episódio, apenas adiantando.
No início da série achava esse personagem apenas irritante mas... P Q P melhor personagem disparado.
Foi devagarinho roubando o show.
Toy Story 4.
Finamente assisti, foi mais bacana do que eu esperava.
E terá um quinto filme? Depois do 2 nunca imaginei que seria uma franquia tão longa.
Caché (Michael Haneke, 2005 França)
Finalmente assistir esse filme que estou adiando desde que estreou.
Como esperado do diretor, bom e TENSO.
Sobre o final... não é que eu entendi ou não, é mais que eu "tenho medo" de ter entendido.
O Santo Guerreiro Contra o Dragão da Maldade (Brasil, 1969 Glauber Rocha)
Infelizmente não achei tão bom quanto o outro.
Assisti finalmente "Estou Pensando em Acabar com Tudo", do Charlie Kaufman.
Maravilhoso como sempre.
Assisti Jogos Vorazes, Em Chamas no cinema, e depois esqueci de assistir os dois seguintes. Finalmente assisti os dois esse final de semana e foi meio decepcionante.
Quase nada acontece nos dois filmes, 80% da história se passa em bunker e túnel e o triângulo amoroso tem até mais espaço do que a revolução e política na história.
Aaaah não... vai corongar.
Já vejo o final desse filme.
Filme que é, "Chocolat" (França, 1988 - Claire Denis)
+ Não gosto de filmes com essa estrutura porque começar e termina sem parecer não ter o que dizer, seria melhor se fosse apenas a lembrança.
Quero dizer, o filme é bastante bom, tem cenas excelentes, só que esse início e fim "estragam"
Susaki Paradise - Red Light District (Japão, Kawashima Yuzo 1956)
É um filme como muitos da época, mostrando personagens da periferia durante a reconstrução do país enquanto o futuro e sucesso da economia ainda era incerto.
Como mas até que bom, bons personagens comuns. +
+ Porém a história secundária da dona do barzinho que ajuda o casal até que teve gratas surpresas.
Apesar de que assisti porque vi o rosto da Izumi Ashikawa, e não teve Izumi Ashikawa o suficiente para me deixar satisfeito.
Assignation (Japão, 1959 Ko Nakahira)
Um casal testemunha um assassinato e se dividem entre testemunhar ou não para a polícia porque no momento eles estavam em um encontro extra conjugal (ela casada, ele aluno do corno).
Filme do Ko Nakahira é difícil eu não gostar.
Geralmente os personagens são interessantes.
E nem sempre eles agem da maneira que você espera, como esse filme serve de exemplo.
Boa conclusão.
Interessante notar qual parecia mais incomodado com imagens de violência e sangue...
Bon Lin (Japão, 2014 Keiichi Kobayashi)
Deixar apenas essas duas imagens para vocês imaginarem sobre o que é esse filme.
Dito isso, esse filme é mais tecnicamente impressionante do que parece.
É semelhante ao filme anterior do diretor, se me lembro bem, "About the Pink Sky". É um filme "indie com cara de indie". Profundidade de campo mais extrema que a lente que o orçamento permite alugar é capaz, permitindo assim praticamente excluir os cenários que o orçamento não permite alugar. +
A imagem ainda é "enfeiada" com uma placa na frente da lente para embaçar ainda mais e desbotar as imagens, e é aí que a parte "impressionante" começa.
Que me lembro o filme anterior não era tão extremo nesse aspecto, porque esse aqui é bem extremo. Esse filme tem um número bem pequeno de cortes, deu até vontade de contá-los agora... contei, 41 (+-2) cortes em 1 e 30 minutos.
Mas são na verdade 36 cortes, porque em uma cena 2 cortes se alternam rapidamente. +
Desses 36, 2 cortes são duas cenas curtas sem falas da protagonista sozinha, todas as 34 cenas restantes são cortes longos. As vezes cortes bem longos com conversas longas e complexas.
Isso é impressionante.
E apesar dos personagens "supostamente nojentos" (otakus) até que eles são bem simpáticos, e a história é bem simples e fácil de simpatizar também.
Protagonistas vão atrás de uma amiga que talvez precise de ajuda.
Elenco também é simpático, aquela garota comprida chama atenção.
Pobres Criaturas (Yorgos Lanthimos, 2023)
Filme da Frankenstéia.
Parece bobagem, mas o que mais me "perturbou" foi esse detalhe, que não explicarei.
E sim, filme interessante e bonito.
#Shogun (JDrama, 2024)
O elenco é quase todo japonês, mas a equipe e o dinheiro são ocidentais. Conta como "JDrama"?
Peguei só para dar uma olhada e devo assistir até o fim.
História está boa, mas principalmente, que produção! Mais bem feito que quase todo filme de alto orçamento.
Vi a Hiroko "a esposa e amor da vida do Matt Alt" Yoda comentar sobre a qualidade dos detalhes da produção e vestiário, mas é ver para crer.
Algo mais relevante, que muleque imbecil.
Decepcionou, pensei que fosse mais inteligente.
A estratégia "esperta" ali não seria fazer uma demonstração falsa da capacidade dos canhões para enganar o inimigo de que não era uma vantagem significante para surpreendê-los em batalha?
Alias, o Omi no final desse episódio:
Como anunciado, tentar separar as trombas das novelas e deixar apenas o link para elas nessa tromba de filmes.
Começando por #XBomber #StarFleet
Girls Encounter (JPMovie, 2017 Eda Yuuka)
Assisti por acaso, porque é protagonizado pela mesma atris da Fuji de Shogun.
A primeira vista parece como uma história que você já viu várias vezes, porém há algumas surpresas além dos detalhes estéticos.
Me surpreendeu.
Fiz comentários com spoilers no My Drama Lista.
Resumindo, depois da cenas finai confirmando o que deveria ter sido óbvio o tempo todo, estou sentindo raivinha da protagonista.
Além dele esses filmes também parecem ter muito elenco de suporte em comum, então os filmes se confundem. Filmes, alguns, que parecem ainda serem inéditos por aqui.
Recentemente se tornou disponível "Tokimeki Kaigan Monogatari" (1984) com a Yasuko, que parece promissor, escrito e dirigido por Asama Yoshitaka, roteirista de metade dos filmes da série Tora-san e outros excelente filmes dirigidos pelo Yoji Yamada.
Infelizmente teremos que esperar alguns anos vê-lo ser legendado.
Filme super interessante estou vendo ali no canto do posto, #moosiclab
Nem tinha notado antes, mas parece ser um tipo de grupo/organização de viabilização e promoção de filmes indie, e muita coisa e sucesso veio desse projeto.
Sem saber eu tenho assistido filmes desse
@MOOSIC_LAB
já faz tempo, e adorando.
É em parceria com esse projeto que festival online de filmes japoneses JFF+ acontece.