O erro capital desse Kdrama, pode-se dizer que terem deixado as esferas mais "complexas" e terem dado muito mais tempo de tela para elas.

Essas esferas eram para ser apenas um detalhe de fundo, não são tão importantes, não precisamos saber de nada sobre eles.
O que importa são os personagens e como eles reagem a essa situação inesperada de vida e morte.

O Kdrama fez esforço em "expandir" o mundo da história, só que foi uma expansão muito superficial.

Infelizmente muito fraquinho.
Alguém aqui que conhece o manhua estava ansioso par ver isso adaptado para a tela por causa da "ação"?
Pauline at the Beach (França 1983, Eric Rohmer)
Primas vão passar as férias na casa de verão perto da praia. Pegação. Delírios amorosos. "Best Friends Forever". 😆
Adorei esse filme.
Um sorve de milho no formato de milho?
Quero isso!

Estou assistindo o KDrama "My Liberation Notes'.

Não gosto muito de assistir novela coreana porque elas são mais longas (que as japonesas) em duração e número de episódios.
E não sei se elas em geral tem essa qualidade ou sou eu que dou sorte de pegar para assistir novelas boas, mas nossa, isso aqui é muito bem feito.

나의 해방일지 OST 전곡 모음 (My Liberation Notes OST)

https://www.youtube.com/watch?v=GZpFsXaePIU

나의 해방일지 OST 전곡 모음 (My Liberation Notes OST) | Full Album

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Estava assistindo uma novelinha curta com CC, mas vai fazer uma semana que não compartilham o último episódio.
Episódio 11 de My Liberation Notes foi todo horror existencial.
Muito bom.

Só que metade desse horror foi cuti cuti.

Ficou muito bom esse romance, tudo que aconteceu até chegar até aqui, e essa cena, coisa fina.

Bastante impressionado com a cinematografia e montagem de My Liberation Notes.

Uma vez ouvi um comentário de que KDramas são mais bem feitos que JDramas.
Assisto muito pouco KDramas então não tenho muita base para comparar, mas é bem raro ver JDrama com desse alto nível técnico, mesmo entre as melhores.
(apesar de que também ouvi histórias de puro horror sobre as condições de trabalho dos elencos e equipes na Coreia)

Teve outro momento da série que usou esse mesmo tipo de enquadramento, foi um momento importante.

Só que dessa vez essa personagem escolheu a opção de diálogo errada.

Meo deos, que constrangedor, ela estava quase lá convencendo a criança mas disse a única frase que não podia pqp.🤦‍♂️ A história vai abortar esse romance?

Que isso?!
Polícia?!
O que aconteceu nessa cena?
Só em novela mesmo.
Novelinha foda. 😭
"Oscar Bait" para a categoria de fotografia.

Ainda não terminei esse episódio, apenas adiantando.

No início da série achava esse personagem apenas irritante mas... P Q P melhor personagem disparado.
Foi devagarinho roubando o show.

Terminei My Liberation Notes, foi muito bom o final, fez sentido, não foi o final que esperava, foi uma surpresa.
Alais, só tem um "problema" essa novela... ela é "literária demais", talvez.
Sim, você pode apenas sentar, assistir as cenas e aproveitar bastante, só que tem muito mais nas entrelinhas e em metáforas. Para os que tem "talento" em notar esses detalhes essa série é um tesouro.

Toy Story 4.

Finamente assisti, foi mais bacana do que eu esperava.
E terá um quinto filme? Depois do 2 nunca imaginei que seria uma franquia tão longa.

Caché (Michael Haneke, 2005 França)

Finalmente assistir esse filme que estou adiando desde que estreou.
Como esperado do diretor, bom e TENSO.
Sobre o final... não é que eu entendi ou não, é mais que eu "tenho medo" de ter entendido.

A Muse Never Drowns (Nozomi Asao, 2022 Japão)
Gente, esse filme foi tão bonzinho e agradável, gratíssima surpresa.
Vocês podem assistir ele agora por tempo limitado no JFF+, link no próximo tuíte.
Assistam no festival online de filmes japoneses nesse link: https://jff.jpf.go.jp/watch/ic2023/films/a-muse-never-drowns/
A Muse Never Drowns – JFF+ INDEPENDENT CINEMA 2023

JFF+ INDEPENDENT CINEMA 2023 –

O Santo Guerreiro Contra o Dragão da Maldade (Brasil, 1969 Glauber Rocha)

Infelizmente não achei tão bom quanto o outro.

Wolfwakers (França/Irlanda 2020, Ross Stewart - Tomm Moore)

Assisti finalmente "Estou Pensando em Acabar com Tudo", do Charlie Kaufman.

Maravilhoso como sempre.

Assisti Jogos Vorazes, Em Chamas no cinema, e depois esqueci de assistir os dois seguintes. Finalmente assisti os dois esse final de semana e foi meio decepcionante.

Quase nada acontece nos dois filmes, 80% da história se passa em bunker e túnel e o triângulo amoroso tem até mais espaço do que a revolução e política na história.

Aaaah não... vai corongar.
Já vejo o final desse filme.

Filme que é, "Chocolat" (França, 1988 - Claire Denis)

Esse filme, Chocolat, se passa em Camarões e acompanha principalmente a esposa e filha de um "governador" francês de uma cidade camaronense.
Naturalmente trata de racismo, só que o filme começa com a filha adulta pegando uma carona no país indo para algum lugar, e termina com ela no aeroporto voltando para a França.
A história se passa entre esses dois momentos como a lembrança dela quando criança. +

+ Não gosto de filmes com essa estrutura porque começar e termina sem parecer não ter o que dizer, seria melhor se fosse apenas a lembrança.

Quero dizer, o filme é bastante bom, tem cenas excelentes, só que esse início e fim "estragam"

Susaki Paradise - Red Light District (Japão, Kawashima Yuzo 1956)

É um filme como muitos da época, mostrando personagens da periferia durante a reconstrução do país enquanto o futuro e sucesso da economia ainda era incerto.
Como mas até que bom, bons personagens comuns. +

+ Porém a história secundária da dona do barzinho que ajuda o casal até que teve gratas surpresas.

Apesar de que assisti porque vi o rosto da Izumi Ashikawa, e não teve Izumi Ashikawa o suficiente para me deixar satisfeito.

Assignation (Japão, 1959 Ko Nakahira)

Um casal testemunha um assassinato e se dividem entre testemunhar ou não para a polícia porque no momento eles estavam em um encontro extra conjugal (ela casada, ele aluno do corno).

Filme do Ko Nakahira é difícil eu não gostar.
Geralmente os personagens são interessantes.
E nem sempre eles agem da maneira que você espera, como esse filme serve de exemplo.
Boa conclusão.
Interessante notar qual parecia mais incomodado com imagens de violência e sangue...

Bon Lin (Japão, 2014 Keiichi Kobayashi)
Deixar apenas essas duas imagens para vocês imaginarem sobre o que é esse filme.

Dito isso, esse filme é mais tecnicamente impressionante do que parece.
É semelhante ao filme anterior do diretor, se me lembro bem, "About the Pink Sky". É um filme "indie com cara de indie". Profundidade de campo mais extrema que a lente que o orçamento permite alugar é capaz, permitindo assim praticamente excluir os cenários que o orçamento não permite alugar. +

A imagem ainda é "enfeiada" com uma placa na frente da lente para embaçar ainda mais e desbotar as imagens, e é aí que a parte "impressionante" começa.

Que me lembro o filme anterior não era tão extremo nesse aspecto, porque esse aqui é bem extremo. Esse filme tem um número bem pequeno de cortes, deu até vontade de contá-los agora... contei, 41 (+-2) cortes em 1 e 30 minutos.

Mas são na verdade 36 cortes, porque em uma cena 2 cortes se alternam rapidamente. +

Desses 36, 2 cortes são duas cenas curtas sem falas da protagonista sozinha, todas as 34 cenas restantes são cortes longos. As vezes cortes bem longos com conversas longas e complexas.
Isso é impressionante.

E apesar dos personagens "supostamente nojentos" (otakus) até que eles são bem simpáticos, e a história é bem simples e fácil de simpatizar também.
Protagonistas vão atrás de uma amiga que talvez precise de ajuda.

Elenco também é simpático, aquela garota comprida chama atenção.

Pobres Criaturas (Yorgos Lanthimos, 2023)
Filme da Frankenstéia.
Parece bobagem, mas o que mais me "perturbou" foi esse detalhe, que não explicarei.

E sim, filme interessante e bonito.

Para não dizer que não comentei nada sobre esse filme, ele é na verdade um filme muito mais seguro do que parece?
O visual pode ser ousado, mas o conteúdo não? O conteúdo termina sendo bem menos interessante do que aparentava no início.

#Shogun (JDrama, 2024)
O elenco é quase todo japonês, mas a equipe e o dinheiro são ocidentais. Conta como "JDrama"?
Peguei só para dar uma olhada e devo assistir até o fim.
História está boa, mas principalmente, que produção! Mais bem feito que quase todo filme de alto orçamento.

Vi a Hiroko "a esposa e amor da vida do Matt Alt" Yoda comentar sobre a qualidade dos detalhes da produção e vestiário, mas é ver para crer.

Só fico MUITO decepcionado que os personagens falam português em inglês!
Entendo o motivo mas é decepcionante.
Como assim "Sailor Suit and Machine Gun" tem uma série de TV?
Não fazia ideia.
No ano seguinte ao filme fizeram uma com a Tomoyo Harada (que acho mais "simpática" que a Hiroko). Não gostei do filme mas talvez a série seja melhor.
Se há uma certeza nessa série é que a atuação é tão ruim quanto a do filme.
A #TomoyoHarada pelo menos parece ser iniciante mesmo nessa séria, a #HirokoYakushimaru já tinha meia dúzia de filmes.
#Shogun 4
Olha, até entendo que estava surgindo um "sentimento" entre os dois, mas poxa, fazer isso logo após aquela troca de presentes com a "esposa" foi meio decepcionante.
Cena seguinte estava eu, "será que a Fuji sabe? paredes de papel afinal"...
Sei lá, só sinto triste. 😔

Algo mais relevante, que muleque imbecil.
Decepcionou, pensei que fosse mais inteligente.
A estratégia "esperta" ali não seria fazer uma demonstração falsa da capacidade dos canhões para enganar o inimigo de que não era uma vantagem significante para surpreendê-los em batalha?

Alias, o Omi no final desse episódio:

Wasn't expecting to see #TomoyoHarada (15 years) and #JunFubuki (30 years) kiss in this.
Apesar de #Shogun ser uma produção "ocidental", esse detalhe é clássico da "literatura chinesa".
O Omi não tem ideias próprias, é apenas "manipulado" pela amante.

Como anunciado, tentar separar as trombas das novelas e deixar apenas o link para elas nessa tromba de filmes.
Começando por #XBomber #StarFleet

https://mastodon.social/@paninodesu/112091256120025318

Girls Encounter (JPMovie, 2017 Eda Yuuka)
Assisti por acaso, porque é protagonizado pela mesma atris da Fuji de Shogun.
A primeira vista parece como uma história que você já viu várias vezes, porém há algumas surpresas além dos detalhes estéticos.
Me surpreendeu.

Fiz comentários com spoilers no My Drama Lista.
Resumindo, depois da cenas finai confirmando o que deveria ter sido óbvio o tempo todo, estou sentindo raivinha da protagonista.

Tenho um problema em distinguir Hiroko Yakushimaru, Tomoyo Harada e Yasuko Tomita.
Pra mim é como se as três fossem a mesma pessoa, porque as três surgiram ao mesmo tempo no comecinho dos anos 1980, com cabelo curto, e parece todas compartilharam protagonismo com Shingo Tsurumi.

Além dele esses filmes também parecem ter muito elenco de suporte em comum, então os filmes se confundem. Filmes, alguns, que parecem ainda serem inéditos por aqui.

Recentemente se tornou disponível "Tokimeki Kaigan Monogatari" (1984) com a Yasuko, que parece promissor, escrito e dirigido por Asama Yoshitaka, roteirista de metade dos filmes da série Tora-san e outros excelente filmes dirigidos pelo Yoji Yamada.
Infelizmente teremos que esperar alguns anos vê-lo ser legendado.

Please Don't Go Anywhere (JPMovie, 2017 Rin Shuto)
Mas que filmezinho interessante...
É difícil de descrever, é sobre o relacionamento da protagonista com a amiga/rival imaginária dela, que é uma pessoa real.
Apesar as revelações, terminei mais intrigado do que no começo.

Filme super interessante estou vendo ali no canto do posto, #moosiclab
Nem tinha notado antes, mas parece ser um tipo de grupo/organização de viabilização e promoção de filmes indie, e muita coisa e sucesso veio desse projeto.

Sem saber eu tenho assistido filmes desse
@MOOSIC_LAB
já faz tempo, e adorando.
É em parceria com esse projeto que festival online de filmes japoneses JFF+ acontece.

Excited Death (JPCurta 2018, Kohei Inoue)

Curtinha divertidinho.
Sobre uma mulher que se apaixona e se torna stalker e o encontro dela com o stalker da namorada do cara que ela está stalkeando.

Protagonizado por essa compositora: https://www.youtube.com/@nakanooomaru/videos

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Terminei "Sailor Suit and Machine Gun" (TV 1982) e o título é uma fraude como no filme.
A metralhadora do título só aparece duas vezes, no episódio 2 e 11, e no 11 ela falha!
Não tem muito que preste, não tinham ideia do que fazer em termos de história.
Me incomodou ver a gangue toda morrer no final, quando o episódio 7 terminou em clima de final feliz falando do futuro de um dos personagens anos após a série terminar.

Lonely Castle in the Mirror (JPAnime A-1, 2022 Keiichi Hara)

7 Crianças são sugadas por espelhos em suas casas para um castelo que fica em um rochedo no meio do mar. Eles podem entrar e sair pelo espelho a hora que quiserem, exceto durante a noite.
Elas tem 1 ano para encontrar uma chave que abre uma porta onde podem pedir para ser realizado um único e qualquer desejo.
Elas tem tempo sobrando para procurar porque todas essas crianças tem problemas pessoais e não estão frequentando a escola.

Peguei para assistir porque vi é dirigido pelo Keiichi Hara.
Não que esse diretor tem alguma marca, mas poderia ter sido dirigido por qualquer um. Também, sendo animado pelo A-1 não tem nenhuma animação especial, com vários momentos não muito bem feitos.
Música também óbvia...

Mas o problema é o roteiro.
Não a história em si que é interessante o bastante, mas o roteiro.
Pouco acontece nesse filme, apesar da longa duração.

Apesar da premissa e cenário e a relação que surge entre as crianças ser essencial, parece que elas pouco interagem.
É estranho, mas após o início quando essas crianças deixam de se estranhar e se tornam amigas de verdade as interações entre elas se tornam muito menos interessantes.
Também, apesar de se passar em um castelo que precisa ser explorado há apenas DOIS cenários!

Tem outros dois que também aparecem mais pouco.

O que deu errado nesse filme? Sei que é adaptação de um livro, o livro também tem esses problemas e o filme com cortes apenas piorou, ao invés de alterar e tentar compensar? De que adianta ter um Keiichi Hara dirigindo?

Me fez lembrar do novo último filme do Hayao Miyazaki.
Apesar de tudo e de nada ele de todo modo consegue fazer um filme interessante de se assistir e pensar.
Não há nada aqui, nada, por mais que a música bombástica nas cenas chave perto do fim tente convencer do contrário.

O Retorno de Martin Guerre (França, 1982 Daniel Vigne)
Assisti por recomendação do vídeo sobre Pentiment do Super Bunnyhop.

Após uma ausência de mais de 10 anos (em 1500 e pouco) Martin Guerre retorna para sua vila.
Mas seria ele Martin mesmo?

Como provar identidades em uma época em que não há garantias de identidade?
Qual motivos as pessoas tem para insistir que uma pessoa é ou não é quem ela diz que ela é? Quais motivos para acreditar ou desacreditar?

Tezuka's Bárbara (JPMovie, 2019 Macoto Tezka)
Não soube o que pensar quando li o mangá, não sei o que pensar agora que assisti o filme.
Sei nem o que sentir.
Sei lá, tanto faz.

(é adaptação de um mangá do Osamu Tezuka, dirigido pelo filho dele)

De todo modo me lembra da Robertinha.
Ela escreveu uma resenha do mangá para o "Tezuka Day" que fizemos.

https://elfenliedbrazil.blogspot.com/2011/12/barbara-o-lado-perverso-e-doentio-da.html

Barbara: O Lado Perverso e Doentio da Mente Humana

Blog sobre animações japonesas que fala sobre animes e mangás. Horror, terror, mistério, resenhas, críticas reviews, artigos, analises e japão.