Iê Camará celebra capoeira angola no Maranhão
Iê Camará celebra capoeira angola no Maranhão
Iê Camará celebra capoeira angola no Maranhão
A Escola de Capoeira Angola Laborarte realiza, de 17 a 20 de dezembro, em São Luís, a 9ª edição do Iê Camará: Encontro de Capoeira do Maranhão, evento que integra o calendário cultural do Estado e reafirma o compromisso do grupo com a preservação, promoção e salvaguarda da capoeira, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
Com atividades realizadas no Laborarte – rua Jansen Müller, nº 42, Centro – e no Centro Matróá de Capoeira, o encontro reúne uma programação diversificada, composta por rodas de capoeira, vivências com mestres e mestras, mesas-redondas, palestras, lançamento de livro, exibição de filme e apresentações culturais, promovendo o intercâmbio de saberes entre capoeiristas, artistas, grupos culturais, pesquisadores e o público em geral.
Idealizado no início da Década de 1990 pelo Mestre Patinho, o Iê Camará se consolidou como uma iniciativa pioneira no cenário cultural maranhense, sendo reconhecido pela forte participação de grupos locais e pelo intercâmbio com importantes nomes da capoeira nacional. Ao longo de suas edições, o encontro tem contribuído de forma significativa para o fortalecimento da Capoeira Angola no Maranhão.
O evento reafirma a capoeira como uma expressão afro-brasileira que articula luta, dança, música, história e filosofia de vida, atuando como ferramenta de educação, identidade, resistência e transformação social. Ao ampliar o acesso à cultura e promover o diálogo entre diferentes manifestações artísticas, o encontro fortalece comunidades, valoriza o patrimônio imaterial brasileiro e contribui para a formação de novos públicos de forma inclusiva.
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Em movimento: oficina do Laborarte oferece mergulho no mundo do cacuriá
Em movimento: oficina do Laborarte oferece mergulho no mundo do cacuriá
O Grupo Laborarte realiza, ao longo do mês de dezembro, mais uma edição da Oficina de Movimentos do Cacuriá, uma vivência voltada para o despertar o corpo e para aprofundar a experiência nessa dança tradicional que pulsa na identidade maranhense. Os encontros serão realizados nos dias 1º, 3, 10 e 15 de dezembro, no Casarão Laborarte, no Centro de São Luís.
Conduzida pelas artistas Edileusa Fernandes e Camila Reis, a oficina propõe uma imersão completa no universo do Cacuriá, explorando pisada, rebolado, braços, giros, expressividade e presença corporal. A atividade é voltada tanto para quem deseja iniciar na dança quanto para quem quer aperfeiçoar seus movimentos e ampliar sua relação com essa manifestação cultural.
O Laborarte destaca que a iniciativa é um convite para que os participantes se conectem com o próprio corpo, celebrando liberdade, ritmo e ancestralidade por meio de uma prática coletiva que já se tornou referência na cidade.
As inscrições serão realizadas diretamente pelo telefone (98) 98561-0903. O valor de troca é de R$ 70.
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Grupo Laborarte celebra aniversário de Dona Teté e Dia Estadual do Cacuriá com programação
O Grupo Laborarte realiza nesta sexta-feira, 27 de junho, uma grande celebração em homenagem ao aniversário de Dona Teté, uma das maiores referências do Cacuriá no Maranhão. A data também marca o Dia Estadual do Cacuriá, instituído oficialmente em reconhecimento à importância cultural dessa manifestação popular.
A programação começa às 16h30, na sede do Laborarte – rua Jansen Muller, nº 42, Centro de São Luís – MA, 65020-290 -, com uma oficina de dança de cacuriá, ministrada por Brenda Costa, Elizete Belfort e Luís Durans. Para participar, basta levar 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a ações sociais. A atividade é aberta ao público e tem o objetivo de difundir e preservar a tradição do cacuriá entre as novas gerações.
À noite, a festa continua no Arraial do Largo Santo Antônio – na praça Antônio Lobo, Centro Histórico – com apresentações de diversos
grupos de Cacuriá, a partir das 20h.
Programação de aniversário de Dona Teté e Dia Estadual do Cacuriá
O evento é uma celebração da resistência cultural e da alegria que o cacuriá representa para o povo maranhense, e homenageia Dona Teté, símbolo vivo dessa tradição.
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Espetáculo ‘O Náufrago’ leva poesia e reflexão à histórica Sala Cecílio Sá
Neste fim de semana, a histórica Sala Cecílio Sá, localizada no Centro Histórico de São Luís, será palco do espetáculo O Náufrago. Com apresentações marcadas para esta sexta-feira e sábado, 6 e 7 de dezembro, às 15h e 19h, a peça, dirigida por Igor Kayroz, Nádia D’Cássia e Priscylla Mendes, e produzida pela Reverbere Produções, promete emocionar o público ao contar a história de uma trupe de teatro que luta para sobreviver em meio às adversidades da profissão. Os ingressos estão disponíveis pela internet.
O espetáculo ganha um significado ainda mais especial por ser apresentado em um espaço de tamanha relevância cultural: a Sala Cecílio Sá, situada no casarão colonial do Laborarte – rua Jansen Muller, nº 42 – foi inaugurada em 1978 com o objetivo de incentivar a produção artística local. Seu nome homenageia Cecílio Sá, autor e ícone do teatro popular maranhense, que dedicou mais de 70 anos à valorização da cultura regional e foi reconhecido em vida com a medalha do Mérito Timbira.
O uso deste espaço para espetáculos reforça o compromisso de fomentar as manifestações artísticas locais, seja no teatro, na dança ou na música. O público poderá acompanhar de perto a luta dos protagonistas de O Náufrago para manter vivo o sonho de fazer arte, em um cenário que dialoga perfeitamente com a essência da obra: a resistência e a celebração da cultura.
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Três amigos sonhadores fazem parte de uma trupe de teatro no Nordeste do Brasil. Cansados de enfrentar anos de tantas dificuldades, a trupe está a beira do naufrágio. Mas, em vez de desistir, eles decidem criar um espetáculo que pode ser a salvação do grupo! Juntos, embarcarão em uma jornada cheia de dificuldades, risadas e surpresas, Será que aind…
‘Circuito Areté – Tempo de Festa’ realiza vivências sobre cultura indígena com estudantes de São Luís
Estudantes da rede pública de ensino de São Luís terão a oportunidade de vivenciar o universo da cultura indígena e cabocla com as atividades do Circuito Areté – Tempo de Festa, projeto gratuito que apresenta a cultura e arte pindorâmica e cabocla como forma de salvaguardar a memória dos povos originários brasileiros, em especial da região Nordeste.
O Circuito Areté – Tempo de Festa é uma realização do Aldeia Coletivo, em parceria com a Giro Planejamento Cultural. O projeto conta com o patrocínio da Petrobras, no Programa Petrobras Cultural, por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução.
Nos dias 13 e 14 de novembro, o evento realiza vivências indígenas nas escolas CE Liceu Maranhense, Iema Pleno Centro, Ifma Monte Castelo, CE Benedito Leite – Escola Modelo e CE Sotero dos Reis. As atividades são exclusivas para os estudantes de cada escola. A expectativa é contar com a participação de pelo menos 2,5 mil estudantes.
A programação inclui rodas de cantos e danças, troca de saberes, pintura corporal, feira de artesanato indígena, bate-papo sobre a importância da preservação ao meio ambiente e a apresentação do espetáculo cênico-musical Ybytu-Emi, que recebeu três indicações ao Prêmio Caymmi de Música 2017 e foi finalista no Festival Rádio Educadora FM 2021.
Composto por canções que fazem parte do álbum Ybytu-Emi, O tempo e o vento, do Aldeia Coletivo, o espetáculo é permeado por intervenções cênicas que contemplam as culturas indígena, afro e nordestina. É um espetáculo que debate a cultura Cabocla como síntese da formação cultural do povo brasileiro, de uma nação plural e diversa.
“ O circuito apresenta a simbologia, a cênica e a musicalidade dos povos indígenas e caboclos por meio da arte, como forma de conectar diversos públicos, o que colabora com a preservação desse legado da cultura brasileira. Levar esse projeto para as escolas é uma forma de democratizar o acesso a esses saberes de forma mais efetiva para que a gente consiga ultrapassar as barreiras do preconceito e da desinformação por parte da sociedade, apresentando a história, beleza e riqueza das heranças ancestrais, que ainda hoje encontram dificuldades para serem difundidas e valorizadas”
Luiz Guimarães – o Caboclo de Cobre -, multi artista e pesquisador do Aldeia Coletivo
Circuito Areté – Tempo de Festa
O projeto celebra 10 anos de resistência e dedicação do Aldeia Coletivo ao estudo do universo Pindorâmico e Caboclo e visa lançar para a sociedade um olhar de reparação social, patrimonial, histórica e ambiental, movimentando a economia criativa ao conectar dois coletivos artísticos – o Coletivo Aldeia e o Wetçamy – a comunidades tradicionais, artistas, pesquisadores e escolas.
Após as atividades nas escolas, será a vez da programação artística e cultural, nos dias 14, 15 e 16 de novembro, com apresentação dos espetáculos infanto-juvenis Pindorama, Antes de Chamar Brasil e Ypupyara, que ocorrem no Laborarte; e o show da banda Cabokaji com as participações do Cacique Idyarrury e Guerreiro Idyarony (Coletivo Wetçamy), além de artistas locais convidados, nos espaços do Reocupa e Tebas Café.
De cunho artístico, o Circuito Areté – Tempo de Festa estimula a difusão das artes a partir de uma cosmovisão indígena e cabocla. As ações do projeto visam reconhecer a importância do protagonismo indígena no processo educacional cultural como forma de quebrar estereótipos sobre os povos que compõem o Brasil.
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‘Circuito Areté – Tempo de Festa’: São Luís recebe projeto de valorização da memória dos povos originários
Entre 13 e 16 de novembro, São Luís vai receber o Circuito Areté – Tempo de Festa, um projeto gratuito que apresenta a cultura cabocla como forma de salvaguardar a memória dos povos originários brasileiros, em especial da região Nordeste, e incentivar a produção de conhecimento ancestral.
O projeto celebra 10 anos de resistência e dedicação ao estudo do universo Pindorâmico e Caboclo e visa lançar para a sociedade um olhar de reparação social, patrimonial, histórica e ambiental, movimentando a economia criativa ao conectar dois coletivos artísticos – o Coletivo Aldeia e o Wetçamy – a comunidades tradicionais, artistas, pesquisadores e escolas.
A programação do evento terá duas etapas. A primeira, nos dias 13 e 14 de novembro, em ações fechadas nas escolas, com as vivências indígenas e rodas de conversa que propõem uma imersão multi-étnico-originária, possibilitando o contato com rodas de cantos e danças, troca de saberes, pintura corporal e feira de artesanato indígena.
Nos dias 15 e 16, será a vez da programação artística e cultural, com apresentação dos espetáculos infanto-juvenis Pindorama, Antes de Chamar Brasil e Ypupyara, que ocorrem no Laborarte; e o show da banda Cabokaji com as participações do Cacique Idyarrury e Guerreiro Idyarony (Coletivo Wetçamy), além de artistas locais convidados, nos espaços do Reocupa e Tebas Café.
De cunho artístico, o Circuito Areté estimula a difusão das artes a partir de uma cosmovisão indígena e cabocla. As ações do projeto visam reconhecer a importância do protagonismo indígena no processo educacional cultural como forma de quebrar estereótipos sobre os povos que compõem o Brasil.
“A gente acredita que o propósito principal desse projeto é quebrar com o distanciamento que existe em relação aos povos indígenas. A maior sensibilidade desse projeto é tentar trazer a cultura indígena para dentro de cada um de nós para que a gente se reconheça, se reconecte e entenda que ela também faz parte de cada um de nós. E aí eu acho que quando a gente começa a perceber no dia a dia , a gente começa a valorizar, a olhar e a imprimir políticas e ações que permitam que essas vidas não sejam tratadas de forma tão desumana como é no nosso país”, afirma o multi artista e pesquisador do Aldeia Coletivo, Luiz Guimarães – o Caboclo de Cobre.
Como patrocinadora do projeto, a Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), apoia a cultura brasileira como força transformadora e impulsionadora do desenvolvimento.
“O patrocínio a atividades culturais como o Circuito Areté contribui de forma relevante para a economia criativa, promovendo o conhecimento, a inovação e a sustentabilidade. A companhia tem orgulho de valorizar as vocações regionais e apoiar a pluralidade de manifestações que fazem nosso país ser tão único”, destaca Milton Bittencourt, gerente de patrocínios culturais da Petrobras.
Em 2024, o Circuito Areté já passou pelas cidades de Vitória e Belém, contabilizando a participação de 3,14 mil pessoas nas atividades realizadas nas duas cidades.
A realização é do Aldeia Coletivo em parceria com a Giro Planejamento Cultural. O projeto conta com o patrocínio da Petrobras, no Programa Petrobras Cultural, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução.
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Entre os dias 15 e 18 de agosto, o povoado Una dos Moraes – Vila Esperança, bairro Treze -, em Morros (MA), será o epicentro de um dos eventos culturais mais aguardados da região: o XVI Festival de Férias do Rio Una (Festuna). Desde sua primeira edição em 2008, o festival se destaca por sua proposta de integração entre cultura, meio ambiente e ação social, mobilizando a comunidade local e atraindo visitantes de várias partes do Estado.
O evento, organizado pelo Grupo Laborarte em parceria com a comunidade do povoado Una dos Moraes, Grupo Grita, artistas de São Luís e com o apoio da prefeitura de Morros, é gratuito e sempre ocorre durante a Lua Cheia, o que contribui para a atmosfera mágica do festival. Com um pequeno espaço para camping, o Festuna oferece uma experiência imersiva e de contato direto com a natureza e a cultura local.
Além de dar visibilidade aos artistas e grupos locais em diálogo com artistas da capital, o festival também conta com uma programação diversificada que possibilita o acesso da população local aos bens culturais e serviços essenciais, com ações culturais, ambientais, sociais e serviços de saúde.
O Festuna é uma celebração da cultura e da solidariedade, proporcionando momentos de aprendizado, diversão e união para a comunidade.
XVI Festival de Férias do Rio Una
Quinta-feira, 15 de agosto
Sexta-feira, 16 de agosto
Sábado, 17 de agosto
Domingo, 18 de agosto
https://mauricioaraya.com/2024/08/14/xvi-festuna-une-cultura-meio-ambiente-e-acao-social-em-morros/
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O canto e a percussão são protagonistas da oficina de música promovida pelo grupo Laborarte, sob a orientação da talentosa Camila Reis. Com início marcado para esta segunda-feira, 5 de agosto, a oficina oferece uma oportunidade única de mergulhar nas nuances dessa rica tradição musical que une o toque ritmado ao toque do Divino Espírito Santo.
As inscrições para a nova turma, que custam R$ 60, estão abertas, e podem ser realizadas pelo WhatsApp. As aulas ocorrem todas as segundas-feiras, das 17h às 19h, no Casarão Laborarte.
Camila Reis, renomada por sua expertise em música tradicional, será a responsável pela condução das atividades. A oficina abordará o toque de percussão com a caixa do Divino, um elemento essencial nas celebrações do cacuriá. Além disso, Reis trabalhará com os participantes técnicas de canto que incluem exercícios de solfejo e acompanhamento harmônico com o teclado, permitindo uma compreensão profunda tanto da técnica vocal quanto da teoria musical.
Desde o seu lançamento em 2022, a turma continuada tem se destacado pela evolução individual dos participantes, que desenvolvem suas habilidades conforme suas necessidades e interesses. A metodologia adotada por Camila Reis tem garantido que cada aluno receba atenção personalizada, promovendo um ambiente de crescimento e descoberta musical contínuo.
A oficina promete ser um espaço vibrante e enriquecedor, onde tradição e técnica se encontram para criar novas possibilidades musicais. Se você deseja explorar a rica herança do cacuriá e aprimorar suas habilidades de canto e percussão, não deixe de participar dessa experiência transformadora com Camila Reis e o Laborarte.
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