Curso internacional vai usar experiência da Creche Carochinha em nutrição e desenvolvimento infantil

Projeto acadêmico reúne especialistas da USP e da Universidade de Clermont, França, para apresentar modelo educativo que articula alimentação, movimento e rotina escolar

Jornal da USP

Amamentar é proteger: saúde para mãe e bebê

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação exclusiva até os seis meses de vida poderia evitar 13% das mortes de crianças menores de cinco anos em todo o mundo. No Brasil, o Ministério da Saúde reforça que o leite materno é o alimento mais completo para os primeiros meses de vida, oferecendo nutrientes e anticorpos essenciais.

Durante o Agosto Dourado, mês dedicado à promoção do aleitamento materno, a professora Joana Maranhão, enfermeira responsável pelo Ambulatório de Saúde da Mulher da Wyden, destaca que o leite materno vai muito além da nutrição.

O aleitamento materno exclusivo até os seis meses é essencial porque oferece todos os nutrientes, anticorpos e calorias de que o bebê precisa para um desenvolvimento saudável. Ele protege contra infecções respiratórias, diarréias e reduz o risco de doenças crônicas no futuro

Entre os benefícios para o bebê estão a proteção contra infecções e alergias, além da redução de doenças como obesidade, diabetes e hipertensão na vida adulta. Já para as mães, a amamentação auxilia na recuperação pós-parto, ajuda o útero a voltar ao tamanho normal e contribui para a prevenção de câncer de mama e ovário.

Amamentar não é apenas nutrir, é também fortalecer o vínculo afetivo entre mãe e filho. O contato pele a pele e o carinho durante a amamentação estimulam a liberação de ocitocina, o ‘hormônio do amor’, que promove bem-estar e apego emocional

Mitos sobre a amamentação

A especialista também destaca que ainda existem muitos mitos que precisam ser combatidos, entre eles:

  • “Leite fraco existe”: Mito. Todo leite materno é adequado e completo.
  • “Mamar de hora em hora é errado”: Mito. O leite materno é digerido rapidamente e a amamentação em livre demanda é recomendada.
  • “Se a mãe estiver doente, deve parar de amamentar”: Nem sempre. Em muitos casos, a amamentação pode continuar dependendo da orientação médica.
  • “Próteses de silicone impedem a amamentação”: Na maioria dos casos, não impedem.

As dificuldades, como pega incorreta e dor nos mamilos, são comuns, mas podem ser superadas com orientação. O Ambulatório de Saúde da Mulher do Wyden oferece atendimento individualizado, rodas de conversa e acompanhamento especializado. “A insegurança das mães é natural, mas é possível contar com o apoio de profissionais e serviços voltados para amamentação”, completa Joana Maranhão.

Para a enfermeira, o momento da amamentação é uma oportunidade de conexão e proteção. “Amamentar é um ato de amor, conexão e cuidado. É também um direito da mãe e do bebê, que precisa ser respeitado e apoiado. A cada gota de leite materno, você está oferecendo proteção, carinho e um futuro mais saudável para seu filho”, finaliza.

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O comportamento errado do adulto começou na infância, dentro de casa

O comportamento errado que se detesta no adulto começou na infância, dentro de casa. Explica o mestre Içami Tiba

Portal Raízes

Psicólogo alerta que infância sem brincadeira impacta na saúde mental

O período de férias convida famílias, colônias de férias e toda a sociedade a refletirem sobre o papel fundamental do brincar no desenvolvimento das crianças. Mais do que diversão, o brincar é uma necessidade.

De acordo com o psicólogo e professor da Estácio, Diego de Castro, o ato de brincar é uma atividade essencial para o desenvolvimento infantil.

É no brincar que a criança consegue simular os papéis sociais e, com isso, ela internaliza as construções no sentido da interação social. Ela aprende como vai agir diante de situações, como pode resolver problemas e, principalmente, como transformar o mundo imaginário em realidade

Brincar não é só passatempo. É, segundo ele, uma estratégia fundamental para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social. “Quando a criança brinca, ela manifesta emoções, desejos, conflitos e aprende a compreender o mundo. É nesse espaço lúdico que ela se coloca no papel de sujeito social”, complementa Castro.

O psicólogo faz um alerta: a falta de tempo e de oportunidade para brincar pode gerar consequências sérias.

Quando a criança não brinca, ela perde a chance de exercitar sua subjetividade, de lidar com seus próprios conflitos e de se desafiar. Isso pode gerar um processo de adultização precoce, onde ela precisa criar estratégias para se desenvolver sem ter vivido etapas fundamentais da infância

Segundo Castro, o impacto não é só momentâneo, mas pode repercutir na formação da identidade e no desenvolvimento emocional ao longo da vida. “O brincar é fundamental para a saúde mental, é por meio dele que a criança externaliza seus pensamentos, suas emoções e constrói sua identidade. Inclusive, é através da observação das brincadeiras que muitos profissionais da psicologia conseguem identificar possíveis sinais de dificuldades ou questões no desenvolvimento infantil”, alerta.

Em um mundo cada vez mais conectado, outro desafio surge: o excesso de telas. Para Castro, não se trata de lutar contra a tecnologia, mas de aprender a equilibrá-la.

A tecnologia está presente e, muitas vezes, pode ser útil. Mas ela nunca pode substituir as experiências corporais e sensoriais que o brincar proporciona. O toque, a fala, o imaginar… tudo isso é insubstituível para a criança

O psicólogo ressalta que a falta de contato com o mundo real pode empobrecer o desenvolvimento da subjetividade infantil. “A criança pode acabar desenvolvendo pensamentos muito voltados para um universo imaginário digital, desconectado do mundo concreto, da interação social e das experiências culturais necessárias ao seu desenvolvimento”.

Por isso, ele defende que a mediação dos adultos é fundamental. “A tecnologia não pode ser uma muleta para acalmar a criança. É preciso encontrar alternativas, inclusive formas de integrar a tecnologia de maneira lúdica, mas sempre priorizando as relações afetivas e o convívio social, que são indispensáveis no desenvolvimento infantil”, destaca.

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🗣️ Quando o bebê começa a falar?

Cada bebê tem seu tempo, mas as primeiras palavrinhas costumam surgir entre 10 e 14 meses. Antes disso, eles já se comunicam com balbucios, gestos e expressões. Falar com o bebê desde cedo e narrar o dia a dia ajuda muito no desenvolvimento da linguagem! 📚💬

Seu bebê já disse a primeira palavra? Conta aqui! ⬇️✨

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🎨 Atividades Sensoriais para Bebês 🎨
Introduzir atividades sensoriais ajuda no desenvolvimento motor e cognitivo dos pequenos. Experimente brincadeiras com diferentes texturas e cores! 🌈👶
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Como a psicanálise e a fonoaudiologia ajudam crianças a melhorar sua comunicação e desenvolvimento emocional

Veja como a psicanálise e a fonoaudiologia juntas podem melhorar a comunicação, fala e o bem-estar emocional das crianças.

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Saiba como a terapia fonoaudiológica pode ajudar crianças com TDAH a melhorar atenção, fala, comunicação e relações sociais. #DesenvolvimentoInfantil
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