Brasil está haciendo inviable la COP30, y el mundo lo observa atentamente
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El evento, que debería haber sido un hito para la justicia climática en la Amazonía, se está convirtiendo en un escándalo diplomático debido a la avaricia y los sobreprecios en los hoteles de Belém.
Plataformas como Airbnb y Booking.com muestran tarifas diarias de hasta R$50.000 (u$s 9000), mientras que el promedio histórico de la ciudad rondaba los R$200 a R$400 (u$s 36 a u$s 73) . Se han publicado anuncios por US$9.320/día para propiedades que antes costaban US$11, y apartamentos por US$15.266/noche. Incluso hoteles de gama baja cobran R$2.500/día (u$s 454), de 10 a 15 veces la tarifa normal. Estos precios absurdos superan la ayuda oficial de US$149/día que la ONU ofrece a las delegaciones de los países más pobres. En otras palabras: no se trata solo de un problema de precio, sino de exclusión institucionalizada.
¿El resultado? Países como Austria, Canadá, Suecia, Noruega y otros ya han solicitado formalmente la retirada parcial de la COP30 en Belém. Las delegaciones africanas, el Grupo de los Países Menos Adelantados (PMA) y los Pequeños Estados Insulares en Desarrollo (PEID), que deberían ser prioritarios en un evento climático, están considerando no asistir por falta de recursos financieros.
Es una tragedia ética y simbólica: ¿cómo podemos debatir sobre justicia climática sin los más afectados?
¿Cómo puede Brasil aspirar a liderar las discusiones internacionales si permite que la especulación invisibilice a quienes más necesitan ser escuchados?
El gobierno intenta responder con barcos hotel y una plataforma oficial, pero el daño ya está hecho: la avaricia de unos pocos amenaza el compromiso de todos. No se puede celebrar una COP en la Amazonia excluyendo a los amazónicos. No se puede construir justicia climática vendiendo diarias a precios desiguales.
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Coalizão pelo Clima SP on Instagram: "🚨 O Brasil está inviabilizando a COP30 — e o mundo está de olho. O evento, que deveria ser um marco da justiça climática na Amazônia, está virando um escândalo diplomático por conta da ganância e do superfaturamento de hotéis em Belém. Plataformas como Airbnb e Booking exibem diárias de até R$ 50.000, enquanto a média histórica da cidade girava em torno de R$ 200 a R$ 400. Houve anúncio de US$ 9.320/dia em imóveis que antes custavam US$ 11, e flats de US$ 15.266/noite. Até hotéis simples estão cobrando R$ 2.500/dia, 10 a 15 vezes acima da tarifa normal. Esses valores absurdos ultrapassam a ajuda oficial de US$ 149/dia que a ONU oferece às delegações dos países mais pobres. Ou seja: não é apenas um problema de preço — é exclusão institucionalizada. O resultado? 🇦🇹🇨🇦🇧🇪🇳🇴🇸🇪🇨🇿🇳🇱🇨🇭 Países como Áustria, Canadá, Suécia, Noruega e outros já pediram formalmente a retirada parcial da COP30 de Belém. Delegações africanas, o Grupo dos Países Menos Desenvolvidos (LDCs) e os Pequenos Estados Insulares (SIDS), que deveriam ser prioridade em um evento sobre clima, cogitam não vir por falta de condições financeiras. É uma tragédia ética e simbólica: como debater justiça climática sem os mais afetados? Como o Brasil pretende liderar discussões internacionais se permite que a especulação torne invisíveis os que mais precisam ser ouvidos? O governo tenta reagir com navios-hotel e uma plataforma oficial, mas o estrago já está feito: a ganância de poucos ameaça o compromisso de todos. Não se faz COP na Amazônia excluindo os amazônidas. Não se constrói justiça climática vendendo diária a preço de desigualdade. 🌍💸🔥 #COP30 #JustiçaClimática #Belém #Ganância #CriseClimática #Amazonia #Superfaturamento #VergonhaInternacional #ForaEspeculação #MudançasClimáticas #OPlanetaÉUmaSóCasa"
8 likes, 0 comments - coalizaopeloclimasp on August 7, 2025: "🚨 O Brasil está inviabilizando a COP30 — e o mundo está de olho. O evento, que deveria ser um marco da justiça climática na Amazônia, está virando um escândalo diplomático por conta da ganância e do superfaturamento de hotéis em Belém. Plataformas como Airbnb e Booking exibem diárias de até R$ 50.000, enquanto a média histórica da cidade girava em torno de R$ 200 a R$ 400. Houve anúncio de US$ 9.320/dia em imóveis que antes custavam US$ 11, e flats de US$ 15.266/noite. Até hotéis simples estão cobrando R$ 2.500/dia, 10 a 15 vezes acima da tarifa normal. Esses valores absurdos ultrapassam a ajuda oficial de US$ 149/dia que a ONU oferece às delegações dos países mais pobres. Ou seja: não é apenas um problema de preço — é exclusão institucionalizada. O resultado? 🇦🇹🇨🇦🇧🇪🇳🇴🇸🇪🇨🇿🇳🇱🇨🇭 Países como Áustria, Canadá, Suécia, Noruega e outros já pediram formalmente a retirada parcial da COP30 de Belém. Delegações africanas, o Grupo dos Países Menos Desenvolvidos (LDCs) e os Pequenos Estados Insulares (SIDS), que deveriam ser prioridade em um evento sobre clima, cogitam não vir por falta de condições financeiras. É uma tragédia ética e simbólica: como debater justiça climática sem os mais afetados? Como o Brasil pretende liderar discussões internacionais se permite que a especulação torne invisíveis os que mais precisam ser ouvidos? O governo tenta reagir com navios-hotel e uma plataforma oficial, mas o estrago já está feito: a ganância de poucos ameaça o compromisso de todos. Não se faz COP na Amazônia excluindo os amazônidas. Não se constrói justiça climática vendendo diária a preço de desigualdade. 🌍💸🔥 #COP30 #JustiçaClimática #Belém #Ganância #CriseClimática #Amazonia #Superfaturamento #VergonhaInternacional #ForaEspeculação #MudançasClimáticas #OPlanetaÉUmaSóCasa".